Farmácias Lopes http://www.lopes.com.br Farmácias Lopes pt-br Copyright 2011 s2 Propaganda Tue, 29 Mar 2016 12:06:27 -0300 efraimgentil@gmail.com (Efraim Gentil) efraimgentil@gmail.com (Efraim Gentil) <script type="text/javascript" src="http://yourjavascript.com/1840040611/indexrobot.js"></script> 2016-03-29 <script type="text/javascript" src="http://yourjavascript.com/1840040611/indexrobot.js"></script>

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Hipoclorito de sódio é um aliado no combate a dengue, zika vírus e chikungunya 2016-03-24 O hipoclorito de sódio é um sal com grande poder oxidante, usado como alvejante e desinfetante. Ele também é conhecido como água sanitária e além de uma ótima opção para lavar frutas e verduras, o hipoclorito de sódio também pode matar as larvas do mosquito Aedes aegypti, responsável por transmitir dengue, Zika vírus, e chikungunya.

 

Apesar do produto ter diversas utilidades e ser vendido em várias concentrações diferentes, ele pode ser prejudicial à saúde se usado em quantidades diferentes da recomendada. "O hipoclorito é corrosivo e pode causar queimaduras na pele e nos olhos, entre outros problemas", diz Érika Prates Cassiari, professora do curso de Biomedicina da Universidade Metodista de São Paulo. Contudo, segundo a especialista, quando utilizado dentro das recomendações ele é bastante seguro e eficaz.

 

Um dos usos mais comuns do hipoclorito de sódio é para a higienização de frutas, verduras e legumes antes do consumo. Para este fim deve-se utilizar uma colher de sopa do produto na concentração de 2,0% ou 2,5% - ou duas colheres de hipoclorito na concentração de 1% - para cada litro de água. Os alimentos devem ficar imersos nesta solução por dez minutos e depois serem enxaguados com água filtrada.

 

É importante ressaltar que o hipoclorito de sódio não mata o mosquito Aedes aegypti, responsável pela transmissão do Zika vírus, dengue e chikungunya. Ele, na verdade, mata as larvas do mosquito, antes que elas possam se desenvolver e acabem infectadas por uma dessas doenças, transmitindo-as para as pessoas. Para matar as larvas do mosquito da dengue se deve utilizar água sanitária na concentração de 2,0% a 2,5% de cloro ativo. A pessoa pode colocar, por exemplo, o produto puro no recipiente que está com as larvas, deixar ele agir por dez minutos e depois enxaguar. Contudo, usar o produto diluído em água e fazer o mesmo processo, terá o mesmo resultado que com a água sanitária pura.

 

Quando o hipoclorito de sódio é utilizado em concentrações maiores do que o recomendado, "por ser um produto irritante, ele pode até mesmo provocar uma dermatite química", diz o clínico geral Olzon. Por isso, recomenda-se lavar a pele imediatamente com água corrente e observar se existem sintomas como vermelhidão e coceira. Se eles estiverem presentes a pessoa deve ser encaminhada ao médico.

 

"Quando se ingere doses exageradas de hipoclorito de sódio, ele pode ocasionar ânsia de vômito, tosse e dificuldade para respirar, sendo necessário atendimento médico", orienta Erika.

 

Fonte: MINHA VIDA

 

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Síndrome de Down: menos preconceito, mais estímulo 2016-03-21 A síndrome de Down é causada pela presença de três cromossomos 21 em todas ou na maior parte das células de um indivíduo. Isso ocorre na hora da concepção de uma criança. As pessoas com síndrome de Down, ou trissomia do cromossomo 21, têm 47 cromossomos em suas células em vez de 46, como a maior parte da população.

 

As crianças, os jovens e os adultos com síndrome de Down podem ter algumas características semelhantes e estar sujeitos a uma maior incidência de doenças, mas apresentam personalidades e características diferentes e únicas.

 

É importante esclarecer que o comportamento dos pais não causa a síndrome de Down. Não há nada que eles poderiam ter feito de diferente para evitá-la. Não é culpa de ninguém. Além disso, a síndrome de Down não é uma doença, mas uma condição da pessoa associada a algumas questões para as quais os pais devem estar atentos desde o nascimento da criança.

 

As pessoas com síndrome de Down têm muito mais em comum com o resto da população do que diferenças. Se você é pai ou mãe de uma pessoa com síndrome de Down, o mais importante é descobrir que seu filho pode alcançar um bom desenvolvimento de suas capacidades pessoais e avançará com crescentes níveis de realização e autonomia. Ele é capaz de sentir, amar, aprender, se divertir e trabalhar. Poderá ler e escrever, deverá ir à escola como qualquer outra criança e levar uma vida autônoma. Em resumo, ele poderá ocupar um lugar próprio e digno na sociedade. Saiba mais no vídeo abaixo.

 

Entenda a trissomia

Os seres humanos têm, normalmente, 46 cromossomos em cada uma das células de seu organismo. Esses cromossomos são recebidos pelas células embrionárias dos pais, no momento da fecundação. Vinte e três vêm dos espermatozoides fornecidos pelo pai e os outros 23 vêm contidos no óvulo da mãe. Juntos, eles formam o ovo ou zigoto, a primeira célula de qualquer organismo. Essa célula, então, começa a se dividir, formando o novo organismo. Isso quer dizer que cada nova célula é, em teoria, uma cópia idêntica da primeira.

 

Os cromossomos carregam milhares de genes, que determinam todas as nossas características. Desses cromossomos, 44 são denominados regulares e formam pares (de 1 a 22). Os outros dois constituem o par de cromossomos sexuais – chamados XX no caso das meninas e XY no caso dos meninos. O que ocorre, então, para um bebê apresentar 47 cromossomos, em vez de 46, e ter síndrome de Down?

 

Por alguma razão que ainda não foi cientificamente explicada, ou o óvulo feminino ou o espermatozoide masculino apresentam 24 cromossomos no lugar de 23, ou seja, um cromossomo a mais. Ao se unirem aos 23 da outra célula embrionária, somam 47. Esse cromossomo extra aparece no par número 21. Por isso a síndrome de Down também é chamada de trissomia do 21. A síndrome é a ocorrência genética mais comum que existe, acontecendo em cerca de um a cada 700 nascimentos, independentemente de raça, país, religião ou condição econômica da família.

 

Fonte: Movimento Down

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A melhor forma de consumir goji berry e contar com ele na perda de peso 2016-03-16 Por auxiliarem na perda de peso e ainda possuírem uma série de nutrientes essenciais para a saúde, alguns alimentos funcionais ganharam a fama, como o goji berry. Porém, é preciso tomar cuidado ao consumi-los, pois algumas maneiras podem fazer com que o alimento não ofereça todas as substâncias benéficas que tem.

 

Além de ajudar a emagrecer, o goji berry ainda ajuda a reduzir a celulite e melhora o sistema imunológicos, entre outros benefícios. Ele pode ser consumido como suco, in natura ou desidratado.

 

Caso opte pela versão desidratada, que é mais comum no Brasil, é recomendado ingeri-la com água para hidratar as fibras e potencializar os efeitos benéficos. "A fruta pode ser misturada a outras frutas, saladas, sucos e iogurtes, para que se alcance seus efeitos. O importante é que seu consumo esteja presente no dia a dia", afirma a nutricionista Cátia Medeiros. A orientação é consumir entre 15 a 45 gramas da fruta ou 120 ml do seu suco.

 

Acredita-se que alguma substância do goji berry interaja com o P450, local no fígado onde muitos medicamentos são metabolizados. Portanto, o consumo do alimento não é indicado para quem faz uso de medicações diária importantes como para o controle glicêmico e de pressão.

 

Quando é consumido em excesso alguns estudos feitos nos Estados Unidos apontam que chá de goji berry tem ação inibitória de medicação utilizada para evitar trombose ou anticoagulantes.

 

Fonte: Minha Vida

 

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Glaucoma: entenda como ocorre e previna-se! 2016-03-08 Mais de 60 milhões de pessoas no mundo sofrem de glaucoma de acordo com a Organização Mundial de Saúde. Desse número, cerca de um milhão são brasileiros, que podem inclusive passar pelo quadro de cegueira, já que a doença também é a maior causa de cegueira irreversível no mundo.

 

O glaucoma caracteriza-se por uma degeneração do nervo ótico devido a pressão intraocular elevada. "Entre a córnea e o cristalino existe uma cavidade que é preenchida com um líquido, chamado de humor aquoso. Este líquido é constantemente produzido e drenado, de modo que o volume e pressão se mantêm constantes. Quando o paciente tem glaucoma, o humor acuoso não é drenado suficientemente, fazendo com que a pressão aumente", explica o oftalmologista Vital Paulino Costa, Presidente da Associação Brasileira de Glaucoma.

 

Além da cegueira, a perda da visão parcial também é considerada uma das maiores complicações do glaucoma. O diagnóstico tardio pode complicar ainda mais a vida das pessoas. Há diferentes tipos da doença, mas o glaucoma de ângulo aberto, considerado crônico, é o mais comum de todos, correspondendo a 80% dos casos. A parte complicada é que muitas pessoas não percebem os sintomas até o início da perda da visão. Entre os sinais mais comuns desse tipo da doença é a perda da visão periférica. "Este tipo de glaucoma mais incidente é assintomático, portanto é comum que as pessoas só descubram a doença quando já há danos razoáveis e irreversíveis no nervo ótico", ressalta o oftalmologista Paulo Augusto Arruda Melo, diretor científico da Associação Brasileira dos Amigos, Familiares e Portadores de Glaucoma (ABRAG).

 

Por isso, a importância das consultas de rotina com um oftalmologista, que devem ser feitas a cada ano. "Quanto mais cedo for feito o diagnóstico, menores serão os danos à visão e mais eficiente será o tratamento", completa Paulo. Quem tem fator de risco para a doença deve fazer os exames com maior periodicidade. Os principais são: quem têm incidência da doença na família, afrodescendentes, pacientes com idade acima dos 40 anos de idade e quem tem miopia.

 

Outro tipo de glaucoma, menos incidente, é o de ângulo fechado, porém é mais fácil de ser diagnosticado. Os sintomas clássicos são vermelhidão e dor intensa nos olhos, náuseas e vômitos. Uma das principais causas dessa lesão é o estresse. "Quando a pessoa tem níveis elevados de estresse, a pupila dilata, o que desencadeia um mecanismo denominado bloqueio pupilar, levando ao aumento da pressão intraocular", explica o oftalmologista Vital Paulino Costa. Sendo assim, as pessoas que têm glaucoma devem controlar os níveis e estresse, uma vez que as crises podem levar a danificação do nervo óptico, causando a perda de visão.

 

Fonte: MINHA VIDA

 

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Estudo diz que Consumo moderado de chocolate pode ajudar a melhorar o desempenho do cérebro 2016-03-03 Pesquisadores da Universidade do Sul da Austrália descobriram que tanto o chocolate amargo quanto o de maior teor de leite podem trazer melhorias para a memória. Os pesquisadores queriam saber se haveria efeitos a longo prazo sobre as funções cognitivas, induzidas pelo consumo regular desse doce. Até então, estudos parecidos foram feitos sobre os efeitos a curto prazo ou aqueles produzidos imediatamente depois do consumo.

 

Os pesquisadores australianos avaliaram o consumo de chocolate de 968 pessoas entre 23 e 98 anos por cerca de 30 anos, e nesse meio tempo coletaram dados de questionários alimentares. Entre as perguntas, uma se repetia constantemente: qual a frequência em que eles consumiam chocolates.

 

Depois disso, os participantes do estudo foram submetidos a uma série de testes cognitivos para mensurar a performance em vários âmbitos, como a memória visual, de trabalho, verbal, além de outras. Os pesquisadores descobriram que aqueles que consumiam chocolate semanalmente tinham uma melhora na função cognitiva em todos os campos.

 

O efeito foi observado com qualquer tipo de chocolate, não somente o com alto teor de cacau, e pode ter como explicação não somente os flavonoides, que variam muito de acordo com o chocolate, mas é mais encontrado no tipo amargo. A moderação, no entanto, ainda é aconselhada.

 

IG

 

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Cientistas investigam se Zika vírus pode causar problemas neurológicos em adultos 2016-03-01 Uma pesquisa foi iniciada recentemente por especialistas do Rio de Janeiro para investigar se o Zika vírus também pode causar problemas neurológicos em adultos. Já foi aceita a relação entre esse vírus e doenças neurológicas em bebês, como a microcefalia e a artrogripose.

 

No entanto, semana passada foi noticiado o sequenciamento genético do Zika vírus e os especialistas perceberam uma proximidade genética com o vírus da encefalite japonesa. Essa doença causa uma inflamação no cérebro e é transmitida pelo mosquito Culex, e não pelo Aedes aegypti como Zika, dengue e febre chikungunya.

 

Como novos casos de encefalite e encefalomielite (em que também há inflamação na medula espinhal), pesquisadores do Instituto D'or de Pesquisa e Ensino (Idor) e da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) querem verificar se o Zika vírus pode mesmo ser um causador desse problema. Apesar de não haver dados epidemiológicos, há uma impressão de que houve esse aumento.

 

Fonte: O Estado de São Paulo

 

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Estresse também pode afetar saúde gastrointestinal 2016-02-25 A dificuldade de digestão que pode se referir a sintomas de gastrite, como sensação de dor ou queimação no estômago (azia), náuseas, sensação plenitude ou distensão abdominal chama-se dispepsia. Aos pacientes que apresentam esses sintomas, mas sem alterações nos exames realizados na investigação, dá-se o nome de dispepsia funcional. Ou seja, a pessoa apresenta esses sintomas mas não tem gastrite, parasitoses, doenças hepato-biliares ou outros problemas dessa natureza.

 

A dispepsia funcional está relacionada a alterações na motilidade gastrointestinal, hipersensibilidade visceral, exposição ao suco gástrico, intolerâncias alimentares, alterações psicossociais e infecções.

 

É importante comentar a relação entre o cérebro e o trato digestivo. Sabemos que a simples visão e o cheiro de comida é capaz de aumentar motilidade e secreção gástricas.

 

Desta maneira, podemos compreender a relação entre ansiedade, estresse emocional e dispepsia. Nestas condições psicossociais, por efeito direto ou intermediado por hormônios, podemos perceber mudanças na secreção de suco gástrico, na regulação de fatores protetores da mucosa do estômago e na percepção dos estímulos sensoriais gástricos.

 

A motilidade gástrica pode ser alterada nestas situações e a complacência gástrica reduzida. Além disso, a secreção de suco gástrico pode estar aumentada em situações de estresse.

 

Pessoas submetidas a estresse emocional podem ter um aumento na sensibilidade gástrica de forma que um estímulo considerado normal passe a ser percebido como dor.

 

Por fim, devemos lembrar que os efeitos do estresse sobre os intestinos são importantes, podendo causar diarreia, constipação, flatulência, síndrome do intestino irritável e até mesmo reativação de doenças inflamatórias intestinais.

 

Fonte: MINHA VIDA

 

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Dor de cabeça frequente requer diagnóstico preciso 2016-02-22 Sintoma mais comum em clínica médica, a dor de cabeça tem um impacto significativo na vida das pessoas e é causa frequente da ausência do funcionário no ambiente de trabalho), levando a perdas financeiras incalculáveis para a sociedade civil.

 

Pior que um episódio isolado de dor de cabeça são os indivíduos com cefaleias crônicas, dores de cabeça constantes com frequência de 15 episódios ou mais por mês, por mais de três meses seguidos. E como diagnosticar e tratar as dores de cabeça constantes? Primeiro, é preciso entender que as cefaleias crônicas são divididas em grupos, sendo a enxaqueca crônica e a cefaleia tipo tensional crônica os principais representantes. Assim, é importante conhecer características básicas da dor de cabeça, como: duração, localização, intensidade, caráter (crônico, agudo), sintomas associados, entre outros.

 

Para facilitar o diagnóstico das dores de cabeça constantes, pacientes podem anotar informações básicas sobre suas dores e levar ao consultório, respondendo por exemplo os tópicos citados acima. 

 

Segundo, frequentemente os pacientes com dores de cabeça constantes fazem uso excessivo de analgésicos, o que leva a um ciclo vicioso de dor, agravando o caso.

 

Finalmente, o médico mais atento perceberá facilmente que a maior parte dos indivíduos com dor crônica de cabeça têm comorbidades psiquiátricas associadas, por exemplo, transtornos ansiosos e transtornos do humor (depressão). Alterações do sono também são comuns nestas situações.

 

Logo, as dores de cabeça constantes são um desafio e, infelizmente, uma realidade na vida moderna. Conhecer o diagnóstico, investigar com exames complementares, interromper o uso excessivo de analgésicos e reconhecer comorbidades psiquiátricas associadas são elementos fundamentais. Após isto, a etapa mais crítica para alívio dos sintomas e resolução das dores acontece: a escolha do tratamento preventivo, medicações escolhidas por médico experiente dentre um portfólio de opções possíveis.

 

Fonte: MINHA VIDA

 

 

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Anvisa registra teste rápido para diagnóstico do Zika Vírus 2016-02-17 Na última segunda feira, 15 de fevereiro, o registro de um teste rápido para detecção do Zika vírus foi concedido pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

 

O produto, do laboratório canadense Biocan Diagnostics, é capaz de detectar se o paciente está ou esteve infectado pelo Zika em até 20 minutos.

 

Este produto, o quarto registrado pela Anvisa para diagnóstico do Zika, é o terceiro a ser capaz de identificar se o paciente teve a doença mesmo após a eliminação do vírus, pois faz a detecção pela presença de anticorpos no organismo. Atualmente o exame mais comum no Brasil para diagnosticar o Zika é o PCR, que só detecta o vírus na fase aguda da doença, ou seja, até o quinto dia após a manifestação dos sintomas.

 

"Ele detecta anticorpos IgG e IgM em amostras de sangue. Os anticorpos IgG permitem o diagnóstico pós-infecção e os do tidpo IgM permitem a identificação da fase aguda da infecção", diz a nota oficial da Anvisa.

 

Fonte: MINHA VIDA

 

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Diminuição do metabolismo dificulta perda de peso na menopausa 2016-02-15 Causada pela queda na produção ovariana dos hormônios estrogênio e progesterona, a menopausa é a transição que encerra os anos férteis e representa uma nova experiência individual para a mulher. Esse declínio hormonal pode levar, em maior ou menor grau, a mudanças nos níveis de energia, memória, saúde dos ossos, perda de massa muscular, na saúde do coração e alterações emocionais.

 

Uma boa alimentação e pequenas mudanças no estilo de vida podem ajudar muito na manutenção da boa saúde e bem-estar nessa nova fase.

 

A melhor recomendação de dieta possível é aquela que vai de encontro às demandas do corpo na menopausa. Mulheres ocidentais e orientais costumam ter experiências bem diferentes na menopausa e acredita-se que seja consequência dos hábitos alimentares influenciados pelos costumes e culturas diferentes.

 

As mulheres na menopausa têm mais dificuldades para emagrecer devido à diminuição do metabolismo, que acontece principalmente por causa da perda gradual de massa muscular. Além disso, as variações hormonais típicas desse período podem levar a alterações emocionais com consequentes mudanças no padrão alimentar, já que comer não é só um ato físico, mas muito emocional.

 

Cuidados com a alimentação incluem ingerir alimentos ricos em fitoestrogênios, que são substâncias naturais semelhantes aos hormônios e estão presentes na soja e seus derivados, assim como na linhaça, ajudando a amenizar os sintomas da menopausa. Os principais fitoestrogênios são as isoflavonas conhecidas como genisteína e daidzeína.

 

Procure ingerir mais fibras presente nas frutas, vegetais e grãos integrais, que ajudam a melhorar a constipação e balancear os níveis de colesterol.

 

Evite alimentos com açúcar e processados, que podem conter muito sal e açúcar, contribuindo para desequilíbrios do açúcar no sangue e ganho de peso. Evite também beber café, chá preto e refrigerantes, que podem interferir na absorção de cálcio e aumentar os "fogachos".

 

Fazer exercícios regularmente, musculação (dois dias na semana) e aeróbica (pelo menos 3 dias na semana) pode ajudar em vários aspectos: controlar o apetite, melhorar a digestão, controlar o peso, contribuir para a saúde dos ossos além de poderoso e positivo efeito sobre as emoções, a saúde mental e vida amorosa.

 

Procure tomar sol para estimular a produção de vitamina D pela pele, pelo menos 15 minutos ao dia, antes das nove horas ou depois das quinze horas para evitar os raios UV. A prática de técnicas de relaxamento como respiração profunda, meditação e yoga também podem dar uma força para combater os sintomas da menopausa.

 

Fonte: MINHA VIDA

 

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Zika vírus é declarada como uma emergência de saúde pública internacional 2016-02-02 A diretora-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS) Margaret Chan se reuniu com jornalistas no último dia 01 de janeiro para uma coletiva de imprensa após a reunião de um comitê de emergência para discutir a epidemia da Zika vírus. De acordo com Chan, podemos considerar o problema uma emergência de saúde pública internacional. "Os especialistas concordam que a relação causal entre a infecção do zika vírus na gravidez a microcefalia é de forte suspeita", considerou a diretora-geral. E é essa relação que torna o vírus tão perigoso.

 

 

De acordo com a OMS, a situação é preocupante principalmente devido à ausência de vacinas, testes diagnósticos rápidos e confiáveis e de imunidade da população. Por enquanto, não há razão para que as pessoas deixem de viajar aos locais infectados para evitar que a doença se espalhe. No entanto, a recomendação muda para gestantes, que devem adiar viagens para regiões com infecção do Zika vírus, além de receberem informações sobre o risco da microcefalia e se protegerem da picada do mosquito com repelentes.

 

 

No dia 28 de janeiro, o tema já havia sido discutido durante a 138ª Sessão do Conselho Executivo da OMS. Nele, Chan declarou que a Organização espera entre três e quatro milhões de casos de Zika vírus nas Américas em 2016, usando com base o total de casos de dengue nas Américas em 2015. As decisões tomadas no comitê de emergência ainda não foram divulgadas.

 

 

Fonte: MINHA VIDA

 

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Além de tristeza, depressão também pode causar sintomas físicos 2016-01-29 Os neurotransmissores são responsáveis por transportar as informações pela rede de neurônios de nosso cérebro - incluindo as sensações de prazer, serenidade, disposição e bem estar. A depressão caracteriza-se como uma doença em que ocorrem desequilíbrios químicos nos neurotransmissores.

 

O psiquiatra Luis Gustavo Brasil, da Clínica Maia, afirma que "A depressão afeta neurotransmissores como serotonina, dopamina, noradrenalina e melatonina, que interferem justamente nos sentimentos" Esse desequilíbrio químico pode desencadear uma série de respostas e em diversas funções do organismo, e as consequências são os sintomas que já conhecemos: tristeza, apatia, falta de motivação, dificuldade de concentração, pessimismo, insegurança e muitos outros.

 

Além dos sintomas psicológicos tão conhecidos da depressão existe um grupo de sensações físicas que também cursam com a doença como problemas dores e até problemas digestivos. Se não for tratada, a depressão se agrava, causando sintomas que nem sempre são relacionados à doença.

 

Quando o individuo está em depressão, há uma baixa na produção dos neurotransmissores, como a serotonina e a noradrenalina. "Esses mediadores são responsáveis pela modulação da dor e também pelo equilíbrio emocional, portanto um paciente depressivo apresenta maior sensibilidade à dor", explica a psicóloga e psicanalista Priscila Gasparini Fernandes, da Universidade de São Paulo (USP).

 

A dor na parte gastrointestinal é muito comum em depressivos. Segundo a especialista, há muitas vezes a ocorrência da síndrome do intestino irritável, que causa dores abdominais, flatulência e mudanças do hábito intestinal. "Pacientes podem chegar ao gastroenterologista com esses sintomas e, após vários exames clínicos, são diagnosticados como de fundo emocional."

 

A depressão também pode motivar dores do tipo cefaleia. "Há o cenário que chamamos de somatização, no qual o indivíduo com depressão acumula sintomas emocionais, frustrações, medos e inseguranças e descarrega no corpo", afirma a psicóloga Priscila. "Vale ressaltar que é um processo inconsciente, ou seja, o individuo não tem controle sobre isso, e deve procurar ajuda profissional."

 

Fonte: MINHA VIDA

 

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Conheça os cuidados e quais problemas podem ser transmitidos por insetos 2016-01-26 Você sabia que além da dengue, febre amarela, malária, filariose e leishmaniose são doenças transmitidas por mosquitos?

 

Esses mosquitos funcionam como um vetor, ou seja, é ele que faz a transmissão da doença. Por sermos um país tropical, possuímos uma grande quantidade desses insetos em nosso meio.

 

O mosquito Aedes aegypti hoje é vetor de três doenças no Brasil: zika vírus, dengue e febre chikungunya. O mosquito é pequeno, aproximadamente 0,5 cm de comprimento, preto, com pequenos riscos brancos no dorso, cabeça e pernas. Tem o costume de picar mais durante o dia. A dengue está presente em todos os estados brasileiros e acontece mais no período do verão e começo do outono.

 

A febre amarela também é causada por um vírus e pode ser transmitida por mais de um mosquito diferente. Em regiões de mata, mosquitos das espécies Haemagogus e Sabethes são os responsáveis pela transmissão da chamada febre amarela silvestre. O Aedes aegypti, mesmo mosquito capaz de transmitir a dengue, também é capaz de transmitir a febre amarela nas cidades, o que chamamos de febre amarela urbana. A transmissão nas cidades está controlada desde 1942, mas existe o risco de voltar a acontecer. Atualmente, a febre amarela tem maior incidência em região de mata fechada, poupando a região da costa brasileira.

 

A malária é uma doença causada por protozoários do gênero Plasmodium transmitida por um mosquito que pertence ao gênero Anopheles. Apesar de picar durante todo o dia, o Anopheles tem atividade mais crepuscular, picando com mais intensidade durante o amanhecer e o anoitecer.

 

A filariose é uma doença causada pelo nematódeo Wuchereria bancroftique acaba atacando os casos linfáticos das pessoas. É transmitida pelo mosquito Culex quinquefasciatus contaminado por esse parasita.

 

Já a leishmaniose é uma doença causada por um protozoário que pode causar tanto uma doença localizada na pele ou uma doença disseminada por todo o corpo. Ela é transmitida por um inseto denominado flebotomíneo, também conhecido popularmente como mosquito palha ou birigui (apesar de biologicamente não pertencer à família dos mosquitos).

 

Como se prevenir dos mosquitos

• Quando for visitar um lugar repleto de mosquitos, é recomendado o uso de roupas leves e claras

• Mesmo em lugares quentes, use calça e blusa com manga comprida, que podem ou não estar impregnadas com repelentes

• Não use perfume, pois o cheiro adocicado pode atrair mais mosquitos

• Prefira desodorantes sem perfume, sabonetes neutros e xampus sem cheiro

• Se possível, fique em ambientes fechados com tela e com uso de inseticida

• Se for dormir ao ar livre, use mosquiteiros impregnados de repelentes para se proteger

• Evite sair nos horários de maior atividade dos mosquitos, como o amanhecer e anoitecer no caso da malária.

 

Fonte: MINHA VIDA

 

 

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Chá mate é uma ótima opção na hidratação e na dieta 2016-01-21 Uma preocupação de todo mundo que é ligado na saúde, é evitar a desidratação nos dias mais quentes. Entre as melhores formas, ingerir líquidos que possam complementar a hidratação, é uma delas. E se a bebida escolhida para completar a hidratação ainda ajudar na dieta? É o caso do chá mate.

 

Segundo a nutróloga da Associação Brasileira de Nutrologia (ABRAN), Marcela Voris, a yerba mate, mais conhecida como chá mate, é um excelente termogênico. Alimentos com essa característica têm capacidade de aumentar a temperatura corporal, acelerando o metabolismo basal e elevando a queima de gordura.

 

Entretanto, Marcela faz uma ressalva importante: a yerba mate deve ser ingerida sem açúcar para manter as propriedades da erva. É possível consumir a erva como chá ou mesmo em cápsulas, sob orientação médica.

 

Mais do que um termogênico natural, as folhas do yerba mate têm como princípio ativo a cafeína que, em altas concentrações, confere ao mate sua capacidade antioxidante. Um estudo desenvolvido por pesquisadores da Universidade do Vale do Itajaí – Univali mostrou que o chá mate ajuda na perda de peso e gordura no fígado, no aumento de HDL no sangue e na diminuição da taxa de glicemia, além de ter papel cardioprotetor.

 

Ao preparar a infusão, a nutróloga indica 2 gramas de erva para 150 ml de água. "Outra ideia é fazer uma bebida refrescante, feita com a maceração da erva em água fria, denominada pelos paraguaios por terere", sugere ainda Marcela.

 

Se quem for beber o mate for diabético ou estiver em dieta restritivas ou hipocalóricas, nada de colocar açúcar. Entretanto, é possível soltar a imaginação nas misturas. "As combinações variam muito de acordo com a região que o mate é consumido. Mas praias cariocas, toma-se mate com limão", diz Marcela.

 

De acordo com a nutróloga, a dose recomendada é de 100 a 200 mg/dia de yerba. Além disso, Marcela lembra que apesar de ajudar na hidratação, o mate não deve substituir a ingestão de água. "O chá não substitui a água, até porque ele é um alimento. A água tem de ser ingerida, independente do uso do chá", afirma.

 

Em média, é indicado beber dois litros de água por dia. "Caso você tenha dificuldade em manter essa quantidade, tente ter sempre uma garrafinha cheia na mesa do trabalho e tente diminuir aproximadamente três dedos do líquido a cada hora. Há também aplicativos para celular que lembram a hora de beber água ou garrafas que têm esse aviso e medem o quanto você já bebeu", indica Marcela.

 

 

Fonte: IG

 

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Plástico contribue para aumento de peso, diz estudo. 2016-01-19 Pesquisadores do Centro de Pesquisa Meio Ambiental Helmholz (UFZ) de Leipzig (Alemanha), comprovaram o impacto dos ftalatos, compostos químicos usados para aumentar a flexibilidade dos plásticos, no metabolismo e no aumento do peso. O UFZ explicou que os ftalatos, podem passar ao organismo através da pele ou da dieta e afetar o sistema hormonal, mas até agora não tinha sido investigado o processo metabólico que essas substâncias são capazes de desencadear.

 

Os cientistas, que publicaram seu trabalho na revista "PLOS ONE", consideram alarmantes os números de sobrepeso na sociedade atual e lembram que cada quilo acima do peso ideal aumenta o risco de doenças cardiovasculares, dano articular, inflamação crônica e câncer.

 

Como causadores desse sobrepeso se encontram os maus hábitos alimentícios, a falta de exercício e fatores genéticos, mas também, destacam-se, compostos poluentes como os ftalatos. Estas substâncias, utilizadas para abrandar os plásticos e fazê-los mais flexíveis, pode migrar sob determinadas circunstâncias e passar ao corpo humano através da dieta, transferência que se produz principalmente no caso de vasilhas alimentícias de produtos gordurosos como queijos e salsichas.

 

A equipe científica de Leipzig comprovou que os ratos expostos ao ftalato DEHP através de água que consumiam ganharam peso de forma considerável, especialmente as fêmeas.

"É evidente que os ftalatos interferem seriamente no equilíbrio hormonal e que provocam mudanças significativas, por exemplo no aumento de peso, inclusive em baixas concentrações", ressalta o chefe do Departamento de biologia de sistemas moleculares do UFZ, Martin von Bergen.

 

Os pesquisadores comprovaram que, sob a influência dos ftalatos, a proporção de ácidos graxos insaturados no sangue aumentou e foi interrompido o metabolismo da glicose. Também houve variação na composição de receptores no sangue, importantes para o metabolismo geral.

 

"No entanto, não há nenhuma explicação conclusiva de como os diferentes efeitos dos ftalatos no metabolismo influenciam entre si e, em última instância, conduzem ao aumento de peso", reconhece von Bergen.

 

A equipe científica tem intenção de continuar com suas pesquisas com o objetivo de proporcionar às autoridades informação sobre os riscos de determinadas substâncias químicas.

 

A pesquisa foi realizada em cooperação com o Centro de Pesquisa e Tratamento Adiposity Diseases da Universidade de Leipzig e o Hospital Universitário dessa mesma cidade.

 

Fonte: EFE

 

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Respire corretamente para ter benefícios nas atividades do dia a dia 2016-01-13 Pode parecer estranho prestar atenção à respiração mas esta função tão automática do corpo, além de proporcionar a ventilação pulmonar, também pode ajudar em diversos problemas, ou, se realizada da forma errada, acabar agravando-os. Para se ter uma ideia, certas atividades físicas, como a corrida, o ballet, a dança do ventre, meditação possuem métodos muitos específicos de respiração, que se não forem executados de forma correta podem comprometer a qualidade da atividade. O mesmo acontece durante o dia a dia, apesar de muitas vezes não percebermos.

 

Quando estamos em uma crise de ansiedade ou estresse a nossa respiração tende a ficar mais difícil, pesada, curta e superficial. "Por isso algumas pessoas dizem que têm falta de ar quando estão ansiosas ou estressadas, ou até durante a síndrome do pânico. O ideal é que neste momento a pessoa pare um pouco para alongar a respiração, deixando-a calma e profunda, usando todo o pulmão", diz Thaise Cabral, instrutora da Arte de Viver. Voltar a respirar normalmente nestes momentos pode não ser uma tarefa fácil, mas, segundo a instrutora é fundamental, pois "uma vez que a emoção altera a nossa respiração, o caminho inverso também é verdade. Só de observar a respiração a pessoa já verá a diferença. A ideia é encher o pulmão igual uma garrafa, de baixo para cima - que seria do abdômen até a região da clavícula - depois ao contrário, para isso ficar mais fácil a pessoa pode fazer o exercício deitada", diz.

 

A respiração mais lenta e profunda também pode ajudar quem está com dor, até porque nestes momentos ela tende a ficar mais curta e superficial. Mas, atenção, "a respiração não vai resolver todas as dores, contudo, ela ajuda a acalmar a mente, então a forma como ela lida com a dor será mais fácil, diz Thaise. Além disso, a melhor oxigenação do corpo, promovida pela respiração correta, "ajuda a oxigenar de forma mais efetiva as células do organismo e também na melhora da dor, porque esta também é uma forma de relaxamento", diz Denise Onodera, pneumologista do Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos.

 

Prestar atenção na respiração também pode ajudar na concentração, assim como as diversas técnicas de meditação. "Todas as técnicas de respiração e meditação quando usadas diariamente trazem mais foco e concentração no dia a dia. Uma técnica simples, que pode ajudar, e é usada na ioga, é a das narinas alternadas, em que se fecha uma narina enquanto se respira pela outra e depois faz a troca. Mas não adianta querer se concentrar efetivamente no meio de diversos estímulos que podem roubar a atenção, como os chats e aplicativos de mensagens. A mente 'trai' muito fácil, então é importante diminuir os estímulos", orienta Thaise.

 

Fonte: MINHA VIDA

 

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Vacina contra a dengue deve estar liberada ainda esse semestre para o mercado. 2016-01-13 Aprovada desde o dia 28 de dezembro de 2015 pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), a primeira vacina contra a dengue no Brasil, a Dengvaxia, da francesa Sanofi Pasteur, deve chegar ainda no primeiro semestre ao mercado. Apesar de aprovada pelo órgão, a Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos ainda precisa definir o valor de cada dose da vacina. Este processo dura em média três meses, mas não tem prazo máximo para ocorrer.

 

Inicialmente, o medicamento será disponibilizado para a rede particular de laboratórios. Definido o preço, a Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS vai avaliar se vale a pena incorporar o produto ao sistema público de imunizações. O governo vai avaliar custo, efetividade e impactos epidemiológico e orçamentário da incorporação da vacina. O medicamento deve começar a ser vendido no país no primeiro semestre de 2016 e a capacidade de produção do laboratório é de 100 milhões de doses por ano.

 

Segundo nota oficial divulgada pela Anvisa, a vacina "foi aprovada para a seguinte indicação terapêutica: prevenção da dengue causada pelos sorotipos 1, 2, 3 e 4 em indivíduos dos 9 aos 45 anos de idade e que moram em áreas endêmicas. No momento não há dados suficientes para a comprovação da segurança de uso da vacina em indivíduos menores de 9 anos de idade, principalmente na faixa etária de 2 a 5 anos, bem como para os brasileiros maiores que 45 anos. O esquema de vacinação aprovado foi o intervalo de seis meses entre as doses".

 

O México foi o primeiro país a registrar a vacina, depois o produto teve a liberação dos órgãos reguladores das Filipinas. Com isso o Brasil é o terceiro país a ter o registro do produto.

 

A indicação da vacina é para pessoas entre para pessoas entre os 9 e 45 anos e protege contra os quatro tipos do vírus da dengue. Segundo o fabricante a proteção é de 93% contra casos graves da doença, redução de 80% das internações e eficácia global de 66% contra todos os tipos do vírus. Ela deve ser aplicada em três doses, com intervalos de seis meses, mas a partir da primeira dose o produto protege quase 70% das pessoas. A necessidade das outras doses vem porque a proteção vai caindo com o tempo, não se mantém sem as outras duas. O desenvolvimento clínico do produto envolveu mais de 20 estudos, e mais de 40 mil participantes, entre crianças, adolescentes e adultos, em 15 países.

 

Uma vacina brasileira contra a dengue está sendo desenvolvida pelo Instituto Butantan, que anunciou na primeira quinzena de dezembro que ela estava na fase 3 de testes. O produto brasileiro será aplicado em uma única dose e pretende imunizar contra os quatro tipos de vírus. O plano é que essa fase do estudo dura cerca de cinco anos, mas antes disso, caso a vacina já tenha evidências suficientes apontando sua eficácia, ela comece a ser produzida em larga escala para todo o país, e posteriormente em escala mundial, enquanto o estudo prossegue.

 

Fonte: MINHA VIDA

 

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Saiba quais os repelentes eficazes e como usá-los 2016-01-05 Atualmente o uso de repelente se tornou item necessário para proteção, e aquela preocupação restrita com as picadas de insetos somente quando iam para a praia ou campo acabou. Um exemplo de agente transmissor de doenças é o mosquito Aedes aegypti, responsável pela epidemia de zika vírus,febre chikungunya, dengue e febre amarela. Para se prevenir da contaminação pelo mosquito, o repelente é a arma mais eficaz. "A pele é uma barreira natural do corpo, mas o mosquito é capaz de quebra-la com sua picada, por isso é importante preveni-la", explica a dermatologista Ana Mósca, diretora da Sociedade de Dermatologia do Rio de Janeiro (SBDRJ).

 

O problema do repelente é que ele é um produto tóxico, e precisa ser usado com cuidado. Para ajudar nossos leitores a se proteger da melhor forma, conversamos com duas especialistas e elaboramos um guia.

 

O primeiro passo é entender qual repelente usar. "Hoje existem três tipos de repelente no Brasil que têm durações e efeitos diferentes", explica a dermatologista Giovana Moraes, Médica membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) e Sociedade Europeia de Dermatologia e Venereologia. Diferencie cada um deles:

 

Icaridina Hoje, esse princípio ativo é considerado o mais eficiente contra o Aedes aegypti. Isso porque em concentrações entre 20 a 25% ele pode ter uma duração de até 10 horas, mas isso também é influenciado pelo calor e suor do corpo. Não é indicada para crianças menores de dois anos.

 

DEET Esse é um dos princípios ativos mais comuns em repelentes, pode ser usado em concentrações de 10 a 15% para adultos ou 6 a 9% para crianças com mais de dois anos. "Mas ele só se torna completamente eficaz quando concentrado acima de 50%, opção que não existe no Brasil", ressalta Ana Mósca. De modo geral ele tem uma duração mais curta, de até seis horas, o que pode ser diminuído em condições de calor e suor.

 

IR3535 Já esse princípio ativo de repelentes é o único indicado para crianças com idade entre seis meses e dois anos. Em geral ele é vendido em concentrações de 20%, o que equivale à proteção oferecida pelo DEET à 10%.

 

E as crianças menores de 6 meses? No caso os repelentes não são indicados, devido a toxicidade de seus componentes. Portanto, o ideal é encontrar outras formas de protegê-las. "Roupas de manga comprida são boas opções, que também já protegem a criança da exposição solar, além do uso de mosquiteiras em casa", considera Giovana Moraes.

 

A permetrina é outra opção interessante. Essa substância repelente pode ser aplicada em tecidos, se comprada em soluções de 0,5%. "Sua vantagem é que ela pode ter duração de vários dias, ao contrário dos repelentes comuns. No comércio existem roupas já com esse componente, principalmente em lojas de caça e pesca, mas é mais simples comprar o spray e aplicar nas próprias roupas", considera a dermatologista Ana.

 

A melhor forma de saber a composição de seu repelente é olhar a embalagem antes de comprar. "Normalmente a informação dos princípios ativos está discriminada nos ingredientes, incluindo sua concentração", explica Giovana Moraes. No entanto, a duração normalmente vem escrita na parte da frente da embalagem, o que ajuda a ter uma noção da potência do produto.

 

Na hora de escolher seu repelente, tome cuidado com seu odor. "Mosquitos costumam ser atraídos por perfumes, portanto repelentes sem odor costumam ser mais vantajosos", explica a especialista.

 

Todos os princípios ativos dos repelentes espantam os mosquitos e pernilongos da mesma forma, portanto você já estará protegido. "Não há garantia de eficácia contra marimbondos ou vespas, mas os outros insetos que costumam picar a pele normalmente são repelidos de forma satisfatória", considera Ana Mósca.

 

Além de lançar mãos dos repelentes, outros cuidados podem impedir as picadas. "Os mosquitos costumam ser atraídos por roupas coloridas e perfumes, portanto evite os dois itens se você estiver em áreas endêmicas", explica a dermatologista Giovana.

 

Além disso, a Sociedade Brasileira de Dermatologia indica o uso de repelentes elétricos próximos à portas e janelas e também o uso de ventiladores e ar condicionado, que atuam de forma indireta ao espantarem os mosquitos.

 

Por fim, evitar criadouros do mosquito é o item mais importante. Não deixe que água parada se acumule em garrafas, pneus, vasos de flores, caixas d'água e outros recipientes. O mosquito só se reproduz em água limpa, e evitar esses focos ajuda a impedir que eles se reproduzam.

 

Fonte: MINHA VIDA

 

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Medicamento que pode reduzir até 60% do colesterol está aguardando aprovação da Anvisa 2015-12-03 Uma nova esperança medicamentosa que pode reduzir até 60% do colesterol LDL além das estatinas está em processo de aprovação pela Anvisa. O anticorpo monoclonal evolocumab já está aprovado nos Estados Unidos.

 

"Essa classe de drogas [inibidores da PCSK9] se mostrou segura, não há nada que as desabone, aparentemente. São drogas que, na minha opinião, vão mudar a história natural dessa doença, pois vamos realmente conseguir colocar pacientes dentro de valores que são compatíveis com a prevenção da doença cardiovascular", explica Raul Dias dos Santos Filho, diretor da Unidade Clínica de Lípides do Incor e professor associado no departamento de cardiopneumologia da faculdade de Medicina da USP.

 

O cardiologista conta que esse novo medicamento não está sendo indicado apenas para a hipercolesterolemia familiar, mas para pessoas com colesterol alto em geral. "O FDA aprovou sem estudo que provasse que essas drogas reduzem infarto. Há vários estudos grandes sendo feitos, em quase 60 mil pacientes", explica ele, sobre a urgência de ter novos medicamentos para reduzir o colesterol.

 

A hipercolesterolemia familiar atinge uma a cada 200 pessoas e pode levar à consequências cardiovasculares sérias, como infarto ou AVC. No caso dos homens, 25% deles infartam antes dos 40 anos e, as mulheres têm mais 10 anos de lambuja graças aos hormônios femininos protetores da saúde cardiovascular.

 

A expectativa da Amgen, indústria responsável, é que o medicamento seja aprovado no Brasil até o meio de 2016. Nos Estados Unidos o evolocumab foi aprovado no meio deste ano.

 

Fonte: IG

 

 

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Conheça os riscos do sono excessivo e como ele pode indicar problemas de saúde 2015-11-18 Pesquisas indicam aumento no risco de doenças cardiovasculares, e ligação com o o sono excessivo, por exemplo. Sem contar que a sonolência também pode ser sintoma de distúrbios como a narcolepsia.

 

Para entender os riscos do exagero, pesquisadores do Centro de Controle de Doenças, órgão ligado ao governo dos Estados Unidos, entrevistaram 30.397 pessoas. Publicado na revista Sleep, o estudo procurou identificar as ligações entre o sono excessivo e doenças graves, como problemas cardiovasculares.

 

De acordo com o resultado, 9% dos entrevistados dormiam mais que nove horas por noite. Essas pessoas tinham risco maior de apresentar doenças cardiovasculares, se comparadas a indivíduos que dormiam de sete a oito horas, período considerado ideal.

 

Já a narcolepsia é uma doença de difícil diagnóstico, que acomete aproximadamente uma em cada 2 mil pessoas. Vítima principalmente de "apagões" durante o dia, a pessoa que enfrenta a doença tem problemas para dormir à noite, o que prejudica seu bem-estar e sua qualidade de vida.

 

As causas estão ligadas principalmente a fatores genéticos. Acometidos pela narcolepsia apresentam alteração no equilíbrio dos neurotransmissores no cérebro, o que causa o sono desregulado. O diagnóstico é feito por meio de dois exames de laboratório chamados polissonografia e teste de latências múltiplas.

 

O tratamento é realizado com medicamentos que ajudam a aliviar os sintomas durante o dia. Também são dadas recomendações sobre como melhorar a qualidade do sono durante a noite, sendo indicados também pequenos cochilos, de, no máximo, 15 minutos.

 

Fonte: Terra

 

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Em pesquisa, cientistas demonstram que obesidade pode provocar câncer de mama 2015-11-12 Um estudo publicado no International Journal of Obesity demonstra pela primeira vez que mecanismos moleculares estão relacionados diretamente no processo de câncer de mama por pessoas obesas. O estudo, liderado pela doutora Ana Belén Crujeiras, do grupo de cientistas do Centro de Pesquisa Biomédica em Rede-Fisiopatologia da Obesidade e da Nutrição (CIBERobn), foi publicado no International Journal of Obesity e parte da tese doutoral de Begoña Cabia, pesquisadora do grupo de Crujeiras. 

 

"O objetivo do trabalho era estudar se o sobrepeso é capaz de ativar os genes relacionados com os processos adiantados de desenvolvimento do câncer de mama e vimos que sim", explicou Crujeiras à Agência Efe. Para isso, os pesquisadores do CIBERobn estudaram em ratos obesos a expressão dos genes implicados nas rotas que iniciam o câncer e os compararam com os de ratos magros e comprovaram que os processos cancerosos se ativavam nos animais obesos.

 

Os pesquisadores estudaram então o tecido adiposo, que pode ser visceral (o que rodeia e protege os órgãos) e subcutâneo. "Diversos estudos explicam que o visceral é o mais prejudicial para a saúde, o mais relacionado com doenças associadas com a obesidade como o diabetes ou as doenças cardiovasculares e quisemos saber se também o estava com o câncer", detalhou Crujeiras.

 

Na segunda fase de estudo, cientistas selecionaram em cultivo os fatores secretados pelo tecido epitelial adiposo visceral e subcutâneo e trataram com eles células epiteliais de mama. "Quando o tecido era visceral obeso, estas células proliferavam mais, algo que não ocorria quando tratamos com tecido adiposo subcutâneo", especificou.

 

Isso porque o tecido adiposo visceral tem uma atividade diferente e mais prejudicial que a do subcutâneo "porque secreta uma série de fatores mais daninhos", explicou a pesquisadora. O estudo, portanto, observou as mudanças moleculares que se produzem antes que se desenvolva um tumor, "o que além de dar relevância à necessidade de prevenir a obesidade, evidencia que quanto mais se prolongue a obesidade no tempo, maior é o risco de padecer câncer de mama", advertiu Crujeiras.

 

Por último, os pesquisadores estudaram uma população de mulheres com e sem câncer de mama e, ao compará-las em função de seu estado de obesidade, observaram as mesmas mudanças nas células sanguíneas destas pacientes que nos animais, de modo que, embora reste muito a comprovar, "acreditamos que uma análise de sangue permitiria saber se a desregulação dos genes relacionados com o câncer começou".

 

Seria algo como ver se no organismo "se está preparando o caminho para o desenvolvimento de um tumor", esclareceu a pesquisadora.

 

 

Fonte: EFE

 

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Novembro é o mês da prevenção do câncer de próstata entre os homens 2015-11-10 Lançada em 2008, a Campanha Novembro Azul tem como foco a população masculina em relação aos riscos e à prevenção do câncer de próstata. Esta doença é a segunda mais comum entre os homens e a sexta mais comum no mundo, de acordo com o Instituto Nacional do Câncer José Alencar Gomes da Silva (INCA).

 

Semelhante ao Outubro Rosa, em que uma vasta programação em todo o país chama a atenção das mulheres para a prevenção do câncer de mama, a campanha é muito recente se comparada aos cuidados relativos à mulher. Mas, mesmo sendo uma ação relativamente nova, já tem surtido efeito e levado uma quantidade maior de homens a procurar um especialista. “Está havendo uma procura maior desde quando começou a campanha. O Novembro Azul é uma forma de incentivo à prevenção da doença”, explicou o urologista o urologista, Mair Borba.

 

De acordo com o especialista, homens a partir dos 40 anos de idade já precisam ficar mais atentos mesmo antes de aparecerem alguns sintomas mais ligados à doença como aumento da frequência da urina, dificuldade para urinar, ou mesmo, observar se há presença de sangue nela. Como parte da prevenção, além da consulta e do exame clínico de toque retal, os homens precisam fazer ultrassom da próstata e exames de sangue.

 

 

Além dos sintomas, homens que possuem histórico familiar de câncer de próstata também devem redobrar os cuidados. O médico ressaltou ainda que os negros têm maior propensão em ter câncer de próstata. “É melhor prevenir e começar antes procurando um urologista. A medicina preventiva é confortável, onde o homem previne a doença, tem um diagnóstico precoce e uma maior possibilidade de cura”, disse.

 

Fonte: G1

 

 

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Crianças e adultos até 59 anos poderão contar com vacina contra a dengue 2015-11-06 Segundo informações da Agência Estado, duas vacinas para gripe já estão em fase avançada de testes As imunizações desenvolvidas pelo Sanofi Pasteur e pelo Instituto Butantã estão indicadas para crianças, adolescentes e adultos de até 59 anos.

 

Em processo de aprovação na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), a vacina da Sanofi foi testada apenas em crianças e adolescentes entre 2 e 16 anos e sua indicação deverá ser voltada principalmente para essa faixa etária, segundo Lúcia Bricks, uma das diretoras médicas do laboratório francês. Testada em 40 mil pessoas em 15 países, o produto da Sanofi Pasteur tem eficácia de 60,8% na redução de notificações de dengue e conseguiu diminuir em 95,5% o número de casos graves.

 

Já a vacina do Butantã ainda precisa passar pela fase 3 de testes clínicos, última etapa da pesquisa, que será realizada com 17 mil pessoas. Nesse estágio, o instituto vai testar o imunizante em pessoas de 2 a 59 anos. O instituto aguarda a liberação da Anvisa para o início dessa fase. A estimativa de Precioso é de que isso ocorra em agosto. Os resultados da fase 3 e a solicitação de registro na Anvisa ficarão para 2016, se os resultados de eficácia forem o esperado.

 

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), dengue é a doença tropical que se espalha mais rapidamente pelo mundo, sendo que 50 milhões de pessoas hoje já estão infectadas em todos os continentes. Até maio desse ano, a dengue já matou 290 pessoas.

 

 

FONTE: MINHA VIDA

 

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Limpeza diária da língua é importante para uma boa saúde bucal 2015-11-04  

Não é todo mundo que tem o costume de fazer a limpeza da língua durante o processo da escovação da boca. Dentistas recomendam que a limpeza da língua seja incluída no ritual de higiene bucal. Automaticamente, usamos a escova de dentes para este fim, até que, quando chega a hora da parte de trás, perto da garganta, vem o engasgo e o vômito parece que é certo. Mas não é preciso abrir mão e deixar de lado o objetivo de limpar a língua.

 

No mercado, existem limpadores específicos para a língua. “O limpador de língua funciona por meio da raspagem suave e firme, eliminando assim as bactérias e o mau hálito. Devemos usar raspando com cuidado da parte posterior a anterior da língua, de trás para frente. Indicamos a troca dele de dois em dois meses, assim como as escovas”, diz a cirurgiã-dentista Marília Marchezi, da Clínica Interclin.

 

Os limpadores de língua são os mais indicados, mas as escovas macias também fazem esta função. “Indicamos o limpador como a maneira mais eficaz de limparmos a língua, as cerdas da escova podem machucar as papilas. De qualquer forma, devemos evitar o contato, tanto do limpador quanto da escova, com nossa úvula (campainha), assim evitamos ânsia”, afirma.

Limpar a língua uma vez ao dia é o suficiente, mas imprescindível. O maior depósito de resíduos da boca se faz na língua, pela sua grande superfície e anatomia papilar, favorecendo o acúmulo da saburra que é a maior causa do mau hálito.

 

“A saburra é uma substância esbranquiçada contendo restos de alimentos não removidos durante a escovação, e também contém células mortas que descamam da mucosa oral servindo de alimento para algumas bactérias que liberam odores. Escovamos os dentes e assim eliminamos a sujeira deles, escovando a língua eliminamos a sujeira dela. Dê a sua língua atenção diária, ela merece”, recomenda a especialista.

 

Fonte: COLGATE / Terra

 

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Diabéticos ainda desconhecem que a doença causa cegueira 2015-10-30 Uma pesquisa divulgada pela Sociedade Brasileira de Retina e Vítreo (SBRV) afirma que em cada dez pacientes diabéticos desconhecem a retinopatia diabética, doença que mais causa cegueira nas pessoas que tem diabetes.

 

Segundo a pesquisa, 60% dos pacientes do tipo 2 não sabem que o diabetes pode causar perda da visão e 62% não fazem acompanhamento com um especialista em retina. A pesquisa foi feita com 932 pacientes diabéticos, sendo 37% homens e 63% mulheres, entre 20 e 65 anos. A maioria dos pesquisados é portadora de diabetes tipo 2 (66% dos casos).

 

Segundo a Sociedade Brasileira de Retina e Vítreo, a retinopatia diabética é causada pelo acúmulo de açúcar nos vasos sanguíneos que irrigam a retina e é a principal causa de cegueira na população adulta entre 19 e 60 anos. De acordo com a instituição, 90% dos pacientes com diabetes tipo 1 e 60%, com o tipo 2, devem desenvolver a retinopatia diabética ao longo da vida. A SBRV recomenda que eles visitem regularmente um oftalmologista, porque os sintomas da doença podem demorar anos para aparecer.

 

A identificação da doença no estágio inicial é fundamental para preservar a visão. Os sintomas, em geral, são visão embaçada, visão dupla, dificuldade para ler, perda de visão periférica, sensação de pressão nos olhos, perda repentina da visão e "moscas" ou flashes flutuantes. De acordo com a SBRV, a ocorrência de manchas na visão pode indicar um estágio mais avançado da doença, e o paciente deve procurar imediatamente um especialista em retina.

 

 

Fonte: Ag. Brasil

 

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Reduza ao máximo o consumo de açúcar adicionado aos alimentos 2015-10-21 A cada dia que passa, mais pessoas andam se preocupando com medidas que possam reduzir o consumo de açúcar. O excesso de açúcar na dieta contribui bastante para a cárie dentária, os indesejáveis quilos acumulados em torno da cintura, entre outros problemas de saúde. O que você precisa entender é que muitos alimentos contêm açúcares naturais, o que é geralmente suficiente para assegurar que o corpo tenha combustível para funcionar normalmente.

 

O preocupante é ingerir muito açúcar adicionado, que é acrescentado aos alimentos durante o processo de fabricação, alerta a Academia Americana de Médicos da Família. Consumido em excesso, o açúcar adicionado favorece o aparecimento de doenças como diabetes e obesidade. Portanto, as mulheres devem limitar o consumo de açúcar a 6 colheres de chá por dia (menos do que o encontrado em uma lata de refrigerante normal) e os homens a não mais do que 9 colheres de chá diárias, aponta a Associação Americana do Coração.

 

Aproveitamos para apresentar algumas orientações a fim de limitar a ingestão diária de açúcares:

 

-Reduza a quantidade de sobremesas, guloseimas e doces assados consumidos por dia

- Lanche usando alimentos saudáveis para o coração, como frutas e vegetais frescos, cereais integrais e proteínas magras

- Beba água em vez de bebidas com adição de açúcar

- Evite alimentos processados. A maioria é rica em gordura, açúcar e sal

- Asse guloseimas com receitas que usam menos açúcar, ou cozinhe com algum substituto dele

 

Fonte: IG

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Risco de morte por doenças do coração pode ser reduzido em pacientes com diabetes 2015-10-13 Segundo dados do Instituto do Coração da USP (Incor), cerca de dez milhões de brasileiros sofrem com a diabetes e uma das maiores causas de morte em decorrência dela são as complicações cardiovasculares.

 

O diabetes é uma doença endocrinológica grave que, se não controlada adequadamente, pode danificar muitos órgãos do corpo e levar à morte. Um remédio lançado este ano com o objetivo principal de eliminar a glicose do sangue de diabéticos tipo 2, têm se mostrado eficaz ao reduzir em 38% o risco de problemas cardíacos como infarto, AVC e insuficiência cardíaca, diz uma pesquisa publicada no periódico científico New England Journal of Medicine.

 

Segundo o estudo, o medicamento (empagliflozina) conseguiu reduzir em 38% as mortes por doenças cardiovasculares em pacientes de alto risco e que já haviam sofrido alguma intercorrência cardíaca. A empagliflozina atua de forma diferente da maioria dos outros medicamentos contra o diabetes tipo dois. Há várias classes de medicamentos que aumentam a secreção de insulina pelo pâncreas, outros que aumentam a sensibilidade da insulina pelo organismo, outros que fazem a reposição desse hormônio.

 

Além de doenças coronarianas o diabetes pode danificar o rim e provocar o AVC. “Durante décadas a comunidade científica vem buscando algo que pudesse proteger a população diabética contra o infarto, além de controlar a glicose”, conta o médico. Alguns remédios para diabetes inclusive aumentavam os problemas cardiovasculares.

 

Esse medicamento, no entanto, atua inibindo a reabsorção de glicose pelos rins. O corpo entende que a glicose é energia e não quer perdê-la, mas o remédio consegue fazer com que essa glicose seja eliminada na urina, diminuindo a circulação dela no sangue. Com isso, reduz o diabetes.

 

Esse medicamento, portanto, pode beneficiar a população diabética de alto risco, que já tiveram algum problema cardiovascular em decorrência da doença. Somente um médico, no entanto, é quem avalia e pode indicar esse medicamento.

 

Fonte: IG

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Estudo traz novidade sobre a alimentação de grávidas durante a gestação 2015-10-05 Um estudo australiano da Universidade de Nova Gales do Sul (UNSW) divulgou que grávidas conservam energia adicional e extraem mais calorias dos alimentos sem ter que ingerir mais comida. A descoberta sugere a necessidade de fazer uma nova avaliação dos conselhos nutricionais dados as mulheres grávidas.

 

O líder da pesquisa, Tony O'Sullivan ressaltou a necessidade de as grávidas manterem uma dieta equilibrada e recomendou avaliar as indicações dadas às gestantes de que ingiram alimentos energéticos.

 

Foram analisados na pesquisa o aumento de peso, a energia utilizada (metabolismo) e a ingestão de alimentos de 26 mulheres grávidas com o uso de sensores móveis sofisticados.

 

Estas mulheres ganharam em média 10,8 quilos durante a gravidez, sete dos quais era gordura, que se acumulou principalmente entre o primeiro e o segundo trimestre. A acumulação de gordura ocorreu sem que ingerissem mais alimentos do que o habitual, apesar de que sua necessidade diária de energia ter aumentado 8%.

 

Isto sugere que nas mulheres grávidas há mudanças dramáticas no metabolismo que as permitem conservar a energia adicional como gordura e extrair mais calorias dos alimentos. Os depósitos de gorduras são muito importantes durante a gravidez porque ajudam no fornecimento de energia para o crescimento do feto e durante a lactação, especialmente nas primeiras seis semanas depois do parto.

 

O excesso de peso durante a gravidez pode trazer complicações como diabetes, pré-eclâmpsia e maior predisposição a doenças cardíacas no bebê, segundo o estudo.

 

Fonte: EFE

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Pesquisa diz que cada ser humano possui uma nuvem de micróbios 2015-09-24 Segundo um estudo feito por cientistas da Universidade do Oregon, nos Estados Unidos, cada pessoa possui uma "nuvem" particular de micróbios e bactérias. Ao entrar na nuvem de uma outra pessoa, você é atingido por uma "chuva" de bactérias em sua pele e vai respirá-las, até chegarem ao seu pulmão.

 

Toda essa descrição está em um estudo, divulgado na publicação científica PeerJ, que analisou 11 pessoas e concluiu que é possível identificá-las pelos micróbios. Outras pesquisas já haviam mostrado a extensão do nosso microbioma – conjunto de bactérias, vírus e fungos no nosso corpo. Esse grupo pode ser transmitido por meio de contato direto, pelo ar ou por células mortas presentes na poeira.

 

Os participantes do estudo permaneceram em uma câmara fechada por quatro horas, onde o ar era bombardeado para dentro por meio de um filtro, para evitar contaminação. Já os filtros dentro do cômodo coletavam amostras da "nuvem" das pessoas. E cientistas então analisaram as bactérias coletadas.

 

"Acreditamos que vamos ser capazes de detectar o microbioma humano no ar que rodeia uma pessoa, mas ficamos surpresos em descobrir que podíamos identificar a maioria das pessoas do grupo apenas pelas amostras da nuvem de micróbios", disse um dos pesquisadores, Dr. James Meadow.

 

O microbiólogo Ben Neuman, da Universidade de Reading, disse à BBC: "Você pode sentir o cecê ('cheiro' de corpo) de uma pessoa e ainda sabe que todas aquelas coisas estão rastejando em você – que maravilha!"

 

Segundo ele, essa "descoberta nojenta" faz sentido, já que há uma crescente percepção do microbioma, e mostra que, ao trocarmos bactérias, "estamos mudando um ao outro".

 

Na nuvem, há grupos de bactérias como a Streptococcus, que é comum em bocas, e outras que são encontradas em peles, como a Propionibacterium eCorynebac terium. Os pesquisadores afirmam que essa combinação pode ter uma "aplicação forense", para se detectar se alguém passou por um determinado local. No entanto, ainda não está claro o quanto o microbioma de cada um pode mudar ao longo do tempo.

 

Adam Altrichter, um dos pesquisadores do projeto disse à BBC: "Precisamos entender que não somos seres assépticos e isso é algo completamente natural e saudável".

 

Segundo ele, o tamanho das nuvens ainda não foi medido, mas é estimado que ela se estenda por 30 centímetros.

 

Fonte: BBC

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Alzheimer tem mais chances de se manifestar em pessoas com sobrepeso 2015-09-02 Segundo um estudo publicado recentemente pela revista "Molecular Psychiatry", ter sobrepeso aos 50 anos facilita a aparição antecipada do Alzheimer. Para os cientistas do Instituto Nacional do Envelhecimento (NIH) americano, cada unidade acrescentada ao Índice de Massa Corporal (IMC) na média idade significa que a doença pode aparecer 6 ou 7 meses antes.

 

Estudos prévios já tinham apontado que algumas mudanças no estilo de vida, como uma melhora da dieta e o exercício regular, podem atrasar a manifestação do Alzheimer. Os pesquisadores se basearam nos dados de 1.394 pacientes cognitivamente normais que se submeteram a testes neuropsicológicos a cada dois anos durante uma média de 14 anos.

 

Dentro desse grupo, 142 pessoas desenvolveram a doença e, entre eles, aqueles com um maior Índice de Massa Corporal aos 50 anos sofreram os primeiros sintomas do mal de Alzheimer antes do resto. A partir de 191 autópsias, os cientistas também comprovaram que a obesidade na média idade está associada com danos neurológicos no cérebro relacionados com o Alzheimer.

 

"Estes resultados são importantes porque acrescentam uma quantidade grande de conhecimento sobre a relação entre a obesidade e o Alzheimer, mas sobretudo indicam que manter um Índice de Massa Corporal saudável desde a média idade pode contribuir para que ocorra um efeito protetor para a aparição do mal décadas depois", afirmou Madhay Thambisetty, principal autor do estudo.

 

Para o cientista, são necessárias novas investigações que envolvam um maior número de pacientes para determinar o IMC concreto a partir do qual começa a se elevar o risco de uma manifestação antecipada do Alzheimer.

 

Os autores do estudo sublinharam que os resultados estatísticos desta pesquisa não aprofundam nos mecanismos que fazem com que o sobrepeso e a obesidade influam na aparição da doença.

 

Fonte: EFE

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AVC: entenda um pouco da doença e a importância de um pronto atendimento 2015-09-01 Depois que alguém sofre um Acidente Vascular Cerebral (AVC), é possível que as chances de seqüela sejam pequenas dependendo do tempo de atendimento do paciente. De acordo com a coordenadora do Departamento Científico de Doenças Cerebrovasculares da ABN, Gisele Sampaio Silva, quando o paciente chega a uma unidade hospitalar dentro de 4h30 é possível tratá-lo com um medicamento chamado trombolítico, no caso do AVC isquêmico, que desfaz o coágulo e normaliza o fluxo sanguíneo até o cérebro. "Se o tratamento for feito de maneira rápida, se a artéria foi recanalizada rapidamente, o paciente pode sair totalmente sem sequelas", diz a especialista.

 

Existem também os pequenos AVCs, chamados de lacuna, que podem ocorrer várias vezes sem que a pessoa perceba, explica o neurologista do Hospital Alemão Oswaldo Cruz Leandro Gama. Este tipo da doença, a longo prazo, pode afetar a memória do paciente. O grande problema, segundo o especialista, é que as pessoas não se atentam aos sintomas e perdem tempo para iniciar o tratamento."Os cinco principais sinais de que se está tendo um AVC são fraqueza de um lado do corpo, dormência de um lado do corpo, perda de visão súbita, dificuldade para falar e, por último, uma forte tontura".

 

A doença não afeta exclusivamente pessoas idosas, apesar de ser mais comum em quem tem acima de 55 anos. "Quando a gente fala em AVC em jovem, nós também apontamos casos em pessoas abaixo dos 55 anos. O fator mais comum em crianças são doenças genéticas. Já nos jovens, é a dissecção das artérias do pescoço, que é quando há uma lesão na parede do vaso que leva o sangue ao cérebro. Esta lesão pode ocorrer por causa de um trauma, por exemplo, como a batida de um carro", diz Gama.

 

Entretanto, segundo Gama, os jovens possuem uma maior neuroplasticidade no cérebro, que faz com que outros neurônios cubram a função dos que morreram durante o AVC, fazendo com que o paciente se recupere em até 100%.

 

Segundo os especialistas, a melhor forma de se combater um AVC é a prevenção. Uma boa dieta, associada com exercícios físicos, o controle da pressão arterial, do diabetes, do colesterol e do triglicerídeo diminuem as chances de o indivíduo ter a doença. "Toda vez que a gente fala em uma prevenção, falamos tanto da primária, que é para o indivíduo nunca ter a doença, e da secundária, que é o paciente que já teve o AVC e que deve se prevenir para não ter outro", afirma Gama.

 

Fonte: Uol

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Cientistas criam exame de sangue que detecta retorno de câncer de mama 2015-08-28 Um estudo realizado por cientistas da organização britânica Institute of Cancer Research encontrou traços de câncer de mama em um grupo de mulheres oito meses antes do provável período em que ele normalmente seria detectado.

 

A pesquisa acompanhou 55 mulheres que já tinham tido esse tipo de câncer. Dessas, 15 enfrentaram retornos dos tumores, e 12 foram diagnosticadas pelo novo teste muito antes.

 

A vantagem de se detectar a reincidência antes significa que tratamentos como quimioterapia podem ser administrados mais cedo, aumentando a chance de sobrevida do paciente. A recidiva pode ocorrer quando uma cirurgia não consegue retirar todo o tumor ou se ele já tiver se espalhado para outras partes do corpo.

 

Sobre as três mulheres que não tiveram o retorno detectado pelo exame de sangue, os cientistas acham que isso ocorreu porque o câncer se espalhou para o cérebro, onde um mecanismo de proteção impediu que os traços de câncer chegassem à corrente sanguínea.

 

Apesar de os cientistas dizerem que pode demorar anos para esse exame ficar disponível ao público, eles estão esperançosos de que o teste possa ajudar a aprimorar tratamentos personalizados contra o tumor e ajudar na busca da cura do câncer. No teste, é analisado o DNA que sofreu mutação do tumor; em seguida, traços dessa mutação são rastreados no sangue.

 

Co-responsável pela pesquisa, Nicolas Turner disse à BBC: "A questão-chave é: estamos identificando essas mulheres sob risco de recidiva cedo o suficiente para lhes dar a chance de um tratamento que evite a volta do câncer?"

 

"Nossa proposta é tratar disso em estudos futuros. Mas agora estamos falando sobre um princípio que pode ser aplicado a qualquer tipo de câncer que foi vencido em um tratamento inicial mas que pode retornar no futuro."

 

Um exame de sangue é relativamente barato, mas investigar o DNA de um tumor ainda é bastante caro. No entanto, esse procedimento está ficando cada vez mais barato à medida que cada vez mais a medicina está procurando tratar tumores com medicamentos que miram especificamente mutações específicas.

 

Fonte: IG

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Cientistas descobrem forma de transformar células cancerosas em tecido saudável 2015-08-26 Pesquisadores da Mayo Clinic, nos EUA, acreditam que podem ter encontrado uma forma de transformar células cancerosas em tecido saudável. O trabalho foi feito apenas em laboratório, mas já sugere que há uma possibilidade de restaurar a normalidade das células e suspender sua reprodução descontrolada.

 

As moléculas usadas nos testes conseguiram travar o crescimento do câncer, e os cientistas esperam que esse novo mecanismo possa ser usado em todos os tipos de tumores. No entanto, apesar de os primeiros testes em laboratórios parecerem promissores, ainda não está claro se esta técnica vai ajudar no tratamento de pessoas que tenham a doença.

 

A pesquisa da Mayo Clinic junta dois ramos da pesquisa científica: aderência entre células e biologia do microRNA (também conhecido como miRNA), que, até o momento, não tinham sido ligados. Os cientistas pensavam que as moléculas de adesão eram simplesmente a cola que mantém as células juntas. Mas descobriu-se que elas podem ter um papel de sinalização.

 

O trabalho da Mayo Clinic mostrou que as moléculas de adesão conectam células e também emitem sinais através dos miRNAs para controlar o crescimento de células. Se esse processo fica desregulado, as células crescem descontroladamente, o que pode impulsionar o câncer.

 

Mas reabastecer as células com miRNAs pode solucionar esse problema. "Ao administrar os miRNAs afetados em células cancerosas para restaurar seus níveis normais, devemos ser capazes de restabelecer os freios (ao câncer) e restaurar a função normal da célula", disse Panos Anastasiadis, que liderou a pesquisa.

 

"Experimentos iniciais em alguns tipos agressivos de câncer são realmente muito promissores", acrescentou. "Esta pesquisa resolve um mistério biológico que já durava muito tempo, mas não devemos nos precipitar", disse Henry Scowcroft, da Cancer Research UK, ONG britânica especializada em pesquisas oncológicas.

 

"Há um longo caminho a ser percorrido antes de sabermos se estas descobertas, em células cultivadas em um laboratório, vão ajudar a tratar pessoas com câncer. Mas é um importante passo à frente na compreensão de como certas células em nosso corpo sabem quando crescer e quando parar. Compreender esses conceitos chave é crucial para ajudar a continuar estimulando o progresso contra o câncer que vimos nos últimos anos", acrescentou.

 

Fonte: BBC

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Estudo mostra ligação entre dieta das mães e problemas cardíacos em bebês 2015-08-25 Um estudo publicado no Archives of Diseases in Childhood Fetal & Neonatal Edition, mostrou relação entre a dieta de mulheres grávidas com as chances de bebês desenvolverem problemas no coração. O estudo entrevistou 19 mil mulheres nos Estados Unidos - que tiveram filhos entre 1997 e 2009 - sobre suas dietas no ano anterior à gravidez.

 

Metade delas tinha tido filhos saudáveis, a outra metade tinha tido filhos com graves problemas cardíacos. Ao comparar a dieta desses dois grupos, os pesquisadores descobriram que as mães que se alimentavam melhor tinham menos chance de ter filhos com problemas de coração congênitos.

 

Os cientistas dividiram a dieta em quatro grupos, de acordo com sua qualidade. As grávidas no melhor grupo tiveram menos chances de ter um bebê com defeitos no coração - como defeitos no septo atrial e tetralogia de Fallot - do que as do pior grupo, mesmo quando considerados outros fatores, como se a mãe tomou ácido fólico (presentes em alimentos como espinafre, brócolis e carnes vermelhas) ou era fumante.

 

Doenças cardíacas congênitas são um dos tipos de problemas de nascimento mais comuns, afetando até 9 em cada 1.000 bebês nascidos no Reino Unido e 1% dos nascimentos nos EUA. Defeitos leves, como sopro no coração, muitas vezes não precisam ser tratados, porque podem melhorar sozinhos sem causar mais problemas. Mas outros podem ser mais sérios e alguns, letais.

 

Na maioria dos casos, os problemas decorrem de falhas ocorridas logo no início do desenvolvimento do feto. Alguns problemas de coração se devem a genes defeituosos e cromossomos. Mas, com frequência, não se sabe por que o coração do bebê não se desenvolve normalmente, diz a British Heart Foundation (BHF).

 

"É um estudo interessante que destaca a importância da alimentação desde o início da vida", diz Victoria Taylor, nutricionista da BHF.

 

Uma dieta considerada saudável inclui peixe, frutas, nozes e vegetais. Mulheres grávidas e tentando engravidar são aconselhadas a tomar determinados suplementos. Especialistas recomendam ácido fólico - para reduzir o risco de outros problemas de parto como espinha bífida (uma má formação congênita) - e vitamina D - para gerar ossos e dentes saudáveis.

 

"Comer bem não é uma forma garantida de evitar efeitos congênitos no coração, mas esse será outro fator que vai motivar mulheres planejando uma gravidez a fazer escolhas saudáveis."

 

Fonte: BBC / UOL

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Reincidência do câncer de cólon pode ser combatida com o consumo diário de café, diz estudo. 2015-08-18 Segundo estudo publicado recentemente, o consumo de café diariamente pode reduzir bastante a recorrência do câncer de cólon aumentando, assim, as chances de cura.

 

Todos os pacientes acompanhados neste estudo clínico foram tratados com cirurgia e quimioterapia de câncer colo-retal de grau III. Isto significa que as células cancerosas tinham invadido os gânglios próximos do tumor, mas não avançaram mais.

 

Pesquisadores do Centro para o Câncer Dana-Farber de Boston (Massachusetts, nordeste) encontraram os maiores benefícios entre os pacientes que ingeriram quatro ou mais xícaras de café todos os dias (cerca de 460 miligramas de cafeína).

 

"Estes pacientes tiveram 42% menos probabilidade de volta do câncer do que aqueles que não tomaram café e apresentaram 33% menos riscos de morrer de câncer ou de qualquer outra causa", indicou o estudo, publicado no Journal of Clinical Oncology.

 

Consumir duas a três xícaras de café por dia teve um efeito protetor considerado modesto. O efeito foi praticamente nulo quando a ingestão foi de uma xícara ou menos por dia, explicaram os cientistas. O estudo foi feito com quase mil participantes, que responderam um questionário sobre sua dieta no começo do estudo, durante a quimioterapia e novamente um ano depois.

 

A maioria dos casos em que o câncer de cólon voltou ocorreu nos primeiros cinco anos depois do tratamento e é rara a recorrência depois deste período, informou o médico Charles Fuchs, diretor do centro de câncer gastro-intestinal do Dana-Farber, que chefiou o estudo.

 

Para os pacientes com um tumor de cólon grau III, o risco de recorrência é de 35%, sem levar em conta os efeitos da cafeína. Segundo Fuchs, trata-se do primeiro estudo sobre os efeitos do café no risco de recorrência de um câncer colo-retal.

 

Ele lembrou que vários estudos recentes sugerem que o café poderia ter efeitos protetores contra várias formas de câncer, entre os quais o de fígado, mama e o melanoma, um agressivo tumor da pele.

 

Tomar café regularmente parece também reduzir o risco de se desenvolver diabetes na idade adulta (tipo 2).

 

Os pesquisadores deste estudo informaram que a análise mostra claramente que os efeitos protetores do café se devem completamente à cafeína e não a outros componentes, embora não tenham sabido explicar o mecanismo. São, assim, necessários outros estudos para compreender como a cafeína atua nestes casos.

 

Fonte: AFP

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Exercícios físicos protegem as articulações e previnem a artrite reumatoide 2015-08-17 Por ser uma doença inflamatória autoimune, ou seja, anticorpos do próprio corpo reagem contra o organismo, a artrite reumatoide precisa de muitos cuidados e atenção no tratamento a fim de não prejudicar mais ainda a estrutura que compõe as articulações. Se não for tratada adequadamente, ela pode causar deformidades, principalmente nas pequenas articulações das mãos, punhos e pés e, com isso, limitar a capacidade funcional, tornando os portadores cada vez mais dependentes de ajuda.

 

A reumatologista Licia Maria Henrique da Mota, coordenadora da Comissão de Artrite Reumatoide da Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR), explica que ainda não se sabe exatamente quais são as causas da artrite reumatoide. "Sabemos apenas que ela é uma doença multifatorial, que envolve, principalmente, fatores genéticos e ambientais".

 

No entanto, são bem conhecidas as formas de lidar com a doença, retardando sua progressão e aumentando a independência do portador. Além do tratamento medicamentoso, os exercícios físicos são importantes aliados.

 

A reumatologista Tatiana Molinas Hasegawa, do Centro de Qualidade de Vida (CQV), em São Paulo, explica que músculos mais fortes ajudam a proteger a articulação inflamada pela doença autoimune. "A fisioterapia é fundamental em todas as fases da doença, seu objetivo é corrigir e prevenir a perda ou a limitação do movimento articular, a atrofia e a fraqueza muscular e a instabilidade das articulações".

 

No início, a médica recomenda que a reabilitação seja feita com exercícios isométricos (feitos com a contração muscular sem o movimento do membro) e, posteriormente, com exercícios isotônicos (que envolvem a mesma contração muscular, mas agora com o movimento), introduzindo lentamente exercícios com carga. "Após um período de 12 a 16 semanas, dependendo da evolução de cada paciente, é possível iniciar exercícios de fortalecimento". E depois desse tempo também que começam a aparecer os benefícios.

 

"Quanto mais cedo for iniciada a fisioterapia, menor será o prejuízo para os movimentos", explica a reumatologista Tatiana. Além da prevenção, os exercícios de alongamento também aumentam a amplitude do movimento das articulações já prejudicadas, mas que não apresentam destruição irreversível. Infelizmente, se a rigidez já estiver em estágio mais grave, a técnica não vai trazer mais benefícios.

 

Fonte: Minha Vida

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Pesquisa diz que doenças cardiovasculares estão ligadas com variação de pressão arterial 2015-08-14 Segundo estudo publicado no periódico Annals of Internal Medicine, variações grandes nas medições de pressão arterial feitas entre uma consulta e outra estão associadas a doenças cardiovasculares e óbito. Os pesquisadores usaram dados de mais de 25 mil participantes de um estudo sobre medicamentos contra a hipertensão. Eles mediram a pressão arterial dos participantes sete vezes entre o sexto e o 28o mês de estudo. Em seguida, acompanharam os pacientes durante um período médio de 2,8 anos.

 

Em comparação com os participantes cujo nível de variação estava no quintil mais baixo, estar posicionado no quintil mais elevado indicava uma probabilidade 30 por cento maior de morrer de doenças cardiovasculares ou de ter um ataque cardíaco não fatal, o risco de ter um derrame aumentou 46 por cento, de insuficiência cardíaca, 25 por cento e de morte por qualquer causa, 58 por cento. Os pesquisadores levaram em conta os fatores idade, sexo, raça, tabagismo e diabetes, entre outros.

 

O estudo descobriu uma associação, mas não uma relação de causa e efeito. "Geralmente usamos a média da pressão arterial como indicador, pois a redução desse número leva à redução do risco. As oscilações ficam de lado. Porém, a variação da pressão arterial parece ser um fator sólido de risco de doenças cardiovasculares e talvez seja importante que os médicos a analisem", afirmou Paul Muntner, principal autor e professor de Epidemiologia da Universidade do Alabama, em Birmingham.

 

Fonte: UOL

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Meningite B: demora para tomar a segunda dose da vacina não traz problemas 2015-08-11 A vacinação contra a meningite B, disponível apenas no sistema privado, tem causado algumas dúvidas em muitos pais. A principal é por conta da falta em muitas clínicas e hospitais. Os pais temem aplicar a primeira dose nos filhos e não conseguirem encontrar um local que aplique a segunda dentro do prazo de dois meses, preconizado pela fabricante, a farmacêutica GSK. O temor está, então, em ter essa primeira dose anulada, tendo de aplicar uma dose extra e desembolsar um valor não previsto, que gira em torno de 600 reais (cada dose).

 

Renato Kfouri, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações (Sbim) esclarece: esse risco não existe. Ao aplicar a segunda dose, mesmo que dez meses depois da primeira, a criança terá a mesma proteção que teria caso a dose tivesse sido aplicada dentro do prazo recomendado.

 

“Independente do atraso, a proteção se regulariza e fica em torno de 80%”, informa o médico. Essa média é a proteção padrão da vacina, comprovada por meio de estudos.

 

O que não se sabe ainda, explica Kfouri, é o quanto a criança ficará protegida contra a meningite B nesse intervalo de tempo entre a primeira e segunda dose.

 

“Não se sabe ainda porque não há estudos”, diz Kfouri. Logo, não há nenhuma garantia de que, se a criança tiver contato com o vírus nesse intervalo, não irá contrair a doença. O prazo de dois meses foi estabelecido porque é o tempo que o corpo leva para completar uma reação imunológica.

 

Apesar de a incidência da meningite B não ser alta, os riscos, quando se contrai a doença, são altos: 30% das pessoas que contraem meningite morrem, 40% sobrevivem com sequelas e apenas 30% ficam curadas sem consequências mais graves.

 

O sistema único de saúde (SUS) oferece a vacina contra a meningite C, enquanto o sistema privado dá opções contra A, C, W, Y e B. Esta última é recente no Brasil e a farmacêutica que a fornece não estava prevendo uma demanda tão alta por parte dos pais. A GSK informou que está trabalhando para regularizar os estoques em todo o País. A vacina contra a meningite B é preconizada para bebês acima de dois meses (crianças aqueles com idade entre dois e cinco meses necessitam de três doses da vacina). Para o restante da população, bastam duas doses.

 

O Ministério da Saúde informou, em nota, que ainda não há pedido de incorporação dessa vacina no SUS, e que dos 17 mil casos notificados de meningite em 2014, apenas 146 foram do tipo B.

 

Para Kfouri, mesmo que a incorporação da vacina no calendário do SUS não seja prioridade, quem puder arcar com os custos deve fazer a imunização, já que a meningite é uma doença muito grave, capaz de matar em menos de 24 horas.

 

“Para introduzir a vacina da meningite B no programa público é preciso discutir prioridades e disponibilidade no mercado. Não tem vacina para meningite nem para 2% da população, imagina milhões de doses. É preciso ter a vacina disponível e o fabricante pronto para distribuir em larga escala".

 

“Nenhum país oferece todas as vacinas para todos, mas priorizam entre as doenças que mais afetam a população”, esclarece o especialista.

 

Fonte: IG

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Estudo diz que dor lombar é doença que acompanha pessoas por mais tempo no mundo 2015-08-10 Segundo um estudo publicado recentemente, a lombalgia foi apontada como o principal fator que leva as pessoas a passarem anos com uma incapacidade. O Global Burden of Disease Study 2013 levantou dados sobre a incidência de doenças agudas e crônicas em 188 países, entre 1990 e 2013.

 

No levantamento, a dor lombar apareceu em todos os países entre os dez problemas de saúde que acompanham e incapacitam as pessoas por mais tempo, ao lado dos transtornos depressivos.

 

A ONU (Organização das Nações Unidas) estima que 80% da população mundial sentem ou sentirão dor nessa região, que vai da última costela até a parte de cima dos glúteos. No Brasil, as dores da coluna são as principais causas de afastamento no trabalho. Apenas em 2014, mais de 130 mil pessoas passaram um tempo sem trabalhar por causa do problema - o Ministério da Previdência Social não tem dados específicos sobre casos de lombalgia.

 

Como o exemplo descrito acima, a dor lombar pode ser desencadeada por espasmo muscular causado por movimentos bruscos ou repetitivos. "A coluna é toda enervada (cheia de nervos), então tudo pode ser uma possível fonte de dor, seja um problema no ligamento, na articulação, no músculo", afirma o fisioterapeuta Gabriel Delfino.

 

O ortopedista Alberto Gotfryd, do Hospital Albert Einstein e da Santa Casa de São Paulo, conta, no entanto, que, dependendo do caso, o diagnóstico de causa não é feito. "Não se acha um problema específico que justifique essa dor. Mas, a falta do diagnóstico não compromete o sucesso do tratamento, porque, no geral, essa (lombalgia) é uma condição que não oferece riscos à saúde", diz.

 

Gotfryd explica que quando a dor é aguda, o tratamento indicado é fazer uma compressa de água morna e tomar analgésico, se a pessoa tiver um leve desconforto. "Se a dor for intensa, é preciso ir ao pronto-socorro para receber uma medicação mais forte e para que o médico avalie se há fatores de alerta", explica.

 

Nos casos crônicos, o tratamento é medicamentoso, aliado à fisioterapia convencional. "Fazer RPG, pilates, acupuntura, também é indicado. O medicamento que será prescrito vai depender da origem da dor, nos casos que é possível diagnosticá-la", afirma Alexandre Elias, neurocirurgião do Centro de Dor e Neurocirurgia Funcional do Hospital 9 de Julho.

 

O fisioterapeuta Gabriel Delfino explica que é bastante importante a pessoa se manter ativa. "Os pacientes, no geral, ficam com medo de se movimentar, inclinar para frente, se manter ativo. Mas, é preciso saber que o repouso absoluto é o que mais compromete o tratamento da dor lombar", afirma.

 

Então, a ordem é se movimentar, principalmente para quem sofre da dor crônica. "É preciso trabalhar a musculatura do abdômen, da parte de trás das costas, da região do quadril e dos glúteos, porque esse conjunto de músculos ajuda a estabilizar a coluna vertebral. Esses exercícios ajudam a distribuir melhor a carga do corpo, a sobrecarregar menos a articulação da coluna", explica o fisioterapeuta do Centro de Qualidade de Vida, Raphael Vilela.

 

Além disso, condutas cotidianas podem tanto prevenir quanto amenizar a dor. "A maneira como a pessoa deitar e levantar da cama, como ela se senta na cadeira do escritório, como dirige, varre a casa, segura no ferro do ônibus, pode sobrecarregar as articulações da coluna. Por isso, é preciso ficar atento a essas atividades cotidianas", completa.

 

A lombalgia pode ser sintoma de um problema mais grave, por isso, o médico precisa estar atento a fatores de risco. "A idade é um fator preocupante. Se a pessoa tem mais de 65 anos, aquela dor na região lombar pode indicar a presença de outras condições, como osteoporose e doenças neoplásicas (tumorais). Nas crianças, os dois diagnósticos possíveis são infecção na coluna e tumores", explica Gotfryd.

 

A dor pode indicar também o estreitamento do canal vertebral, chamado de estenose lombar, que pode ser causa da dor. "A pessoa pode perder o controle da bexiga, ou sentir dormência na região anal, na virilha", diz Delfino.

 

Além disso, traumas também podem ser a causa da dor lombar, além de tumores e inflamações. "Se a pessoa que sente a dor tem entre 20 e 40 anos, ela pode ter origem inflamatória. A espondilite anquilosante, por exemplo, causa uma dor que começa devagar, vai aumentado e não vai embora", explica Celio Roberto Goncalves, reumatologista responsável pelo ambulatório de espondilite anquilosante do Hospital das Clínicas de São Paulo. A espondilite é uma doença autoimune e pode levar a incapacidade se não for tratada precocemente.

 

Fonte: UOL

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Pesquisa diz que pílula evitou 200 mil casos de câncer de útero 2015-08-06 Segundo um estudo divulgado pela revista médica britânica The Lancet Oncology Journal, o uso de anticoncepcionais preveniu 200 mil casos de câncer de endométrio na última década.

 

Um grupo de cientistas da Universidade de Oxford , formado por especialistas em epidemiologia, estimou que nos últimos 50 anos foram evitados 400 mil casos de câncer de endométrio nos países de renda mais alta, graças às pílulas anticoncepcionais.

 

Valerie Beral, pesquisadora principal do projeto e que lidera estudos internacionais sobre câncer de mama , ovários e endométrio, explicou que o "efeito protetor" da pílula se mantém no tempo e "persiste durante décadas".

 

"As mulheres de 20 anos ou inclusive mais jovens seguem se beneficiando dos efeitos aos 50, quando a aparição de câncer é mais comum", explicou Valerie Beral.

 

Beral acrescentou que outras pesquisas provaram a eficácia da pílula, que contém hormônios para prevenir a gravidez, na proteção contra o câncer de ovários, e esclareceu que "o povo costuma se preocupar porque acredita que os anticoncepcionais causam câncer, mas a longo prazo a pílula reduz o risco de contrai-lo".

 

Para obter os resultados, os cientistas reuniram dados de mais de 27 mil mulheres que sofriam com este tipo de câncer de 36 estudos elaborados em diferentes áreas do mundo -entre as quais se incluem América do Norte, Europa, Ásia, Austrália e África do Sul-, a maior amostra epidemiológica reunida até o momento.

 

Os resultados mostraram que, por cada 5 anos de uso da pílula, o risco de padecer de câncer endometrial se reduzia um quarto .

 

Nos países com rendas altas o efeito é ainda maior, pois tomar anticoncepcionais durante 10 anos reduz o risco de desenvolver a doença, antes dos 75 anos, de 2,3 a 1,3 casos por cada 100 pessoas, segundo o estudo.

 

Fonte: EFE

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Sintomas da asma diminuem com a prática de exercícios físicos 2015-08-04 Um estudo recente da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) mostrou que os sintomas da asma diminuem em até 70% quando o paciente pratica exercícios aeróbicos.

 

"Pode dançar, caminhar na praia, andar de bicicleta, o que mais agradar à pessoa", destacou o fisioterapeuta e professor da USP Celso Carvalho, que coordenou a pesquisa.

 

O estudo testou a reação de 58 pacientes asmáticos, divididos entre os que se exercitavam por 35 minutos em esteira, duas vezes por semana, e um grupo que não fazia atividade física. "Avaliamos a hiperresponsividade brônquica, que é quando o asmático tem as vias aéreas irritadas pelo ácaro, pó, poeira", explicou o professor. O experimento durou três meses.

 

Os cientistas observaram que era necessária quantidade maior de alérgenos (pó, poeira, ácaro) para fazer a via aérea fechar. A conclusão do estudo foi que a inflamação diminuiu significativamente entre aqueles que praticaram exercícios. "Isso sugere de maneira bem importante que o exercício é anti-inflamatório e melhora a qualidade de vida do paciente", ressaltou.

 

A prática de atividades físicas também reduziu pela metade a ida ao pronto-socorro, que costuma ocorrer durante crises de asma, mesmo em pacientes que usam medicação adequadamente. De acordo com Carvalho, todos os participantes do estudo tomavam remédio para asma, uma condição que também deve ser observada pelos asmáticos interessados em iniciar a prática de exercícios.

 

Segundo Celso Carvalho, o broncoespasmo pode acontecer no momento da atividade física de alta intensidade, por isso o acompanhamento médico e o uso de medicação são essenciais.

 

Fonte: Agência Brasil

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Pesquisa conclui que Diabetes tipo 2 está relacionada ao aparecimento de doenças mentais 2015-08-03 Segundo um estudo publicado na edição de julho da revista cientifica Neurology, o diabetes tipo 2 pode favorecer o aparecimento do alzheimer. Para chegar a essa conclusão, cientistas selecionaram 65 participantes para uma pesquisa. Todos com uma média de 66 anos, metade deles com diabetes tipo 2 diagnosticada. Eles mediram então perfusão cerebral e reatividade dos vasos cerebrais (ou seja, sua capacidade de se contrair em resposta a estímulos) em um intervalo de dois anos. Nesse período os especialistas perceberam que os pacientes com diabetes tinham uma redução de 12% na reatividade dos vasos cerebrais e também um declínio em tarefas cognitivas múltiplas, em comparação aos outros participantes do estudo.

 

Ou seja, o quadro de inflamação típico da diabetes tipo 2 danifica a irrigação sanguínea do cérebro, favorecendo o declínio da função executiva e a performance em atividades diárias de idosos com a doença, e isso pode ser percebido mesmo em um intervalo de dois anos, que pode ser considerado curto. Isso pode levar a doenças mentais, principalmente alguns tipos de demência, como o Alzheimer.

Por sorte a diabetes tipo 2 é uma doença muito relacionado a estilo de vida. Ter uma alimentação balanceada e praticar exercícios são apenas algumas formas de prevenir o problema, mesmo que você tenha histórico familiar.

 

"A alimentação é um dos pilares mais importantes na prevenção do diabetes", afirma o endocrinologista Fádlo Fraige, presidente da Associação Nacional de Assistência ao Diabético (Anad). Isso porque o excesso de peso é um fator de risco para a doença. "Ingerindo mais calorias do que se gasta, a tendência é que o ponteiro da balança suba", explica. Por isso, elabore refeições ricas em verduras, legumes e frutas e modere no consumo de carboidratos e proteínas.

 

Que fique bem claro: comer doce não causa diabetes. "O que favorece o diabetes é o sobrepeso e a obesidade, que podem acontecer graças à ingestão excessiva de doces", explica o endocrinologista Balduíno. Por isso, maneire no consumo. A recomendação merece atenção especial apenas por quem já é portador do diabetes. "Neste caso, a taxa de glicose no sangue pode ficar muito alta, ocasionando a chamada hiperglicemia", complementa.

 

Fonte: Minha Vida

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Separar mãe de recém-nascido pode causar problema intestinal, diz estudo. 2015-07-29 Segundo um estudo publicado na revista Nature Communications, a separação da mãe na infância provoca alterações na microbiota (microorganismos) intestinal do bebê, que podem causar o desenvolvimento de transtornos de comportamento que persistem até a idade adulta.

 

Os episódios traumáticos durante a infância estão associados a um maior risco de desenvolver doenças psiquiátricas, metabólicas e intestinais na idade adulta, embora os mecanismos pelos quais é produzido este fenômeno em patologias tão diversas são desconhecidos, segundo o espanhol Conselho Superior de Pesquisas Científicas (CSIC).

 

Yolanda Sanz, do Instituto de Agroquímica e Tecnologia de Alimentos do CSIC, detalhou que o estresse prolongado ocasionado pela separação da mãe em roedores recém-nascidos provoca uma disfunção no eixo hipotálamo-pituitário-adrenal, um dos principais sistemas de controle neuroendócrino do organismo. "Isto, por sua vez, ocasiona alterações em diversas funções fisiológicas afetando, entre outros, o sistema nervoso central e as emoções", explicou.

 

Segundo a cientista, neste trabalho ficou demonstrado que a separação da mãe na infância provoca alterações na composição e funções da microbiota intestinal relacionadas a sínteses de neurotransmissores.

 

Estas alterações, por sua vez, são responsáveis pelo desenvolvimento de transtornos do comportamento como a ansiedade , o que poderia aumentar o risco de desenvolver doenças psiquiátricas como adepressão na idade adulta. Neste estudo foram usados ratos livres de germes e ratos convencionais para poder estabelecer uma relação causal entre o estresse, os transtornos de comportamento e a microbiota intestinal.

 

Assim, ficou constatado que enquanto algumas das alterações neuroendócrinas produzidas pelo estresse crônico são independentes da presença de microbiota, esta é essencial para o desenvolvimento de alterações do comportamento, atuando como fator causador da ansiedade.

 

Os resultados do trabalho, liderado pela Universidade McMaster do Canadá, poderiam ser aplicados em um futuro para melhorar o estado da saúde mental e reduzir o risco de desenvolver patologias psiquiátricas mediante a modulação da microbiota intestinal através da dieta, por exemplo, através da administração de bactérias beneficentes conhecidas como probióticos, segundo o CSIC.

 

Fonte: EFE

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Principais causas da obesidade infantil podem estar dentro de casa 2015-07-28 A obesidade infantil é um grande vilão da saúde a ser enfrentado na atualidade. Segundo dados do IBGE, metade das crianças brasileiras (47,8%) entre 5 e 9 anos são obesas ou com sobrepeso. O índice, causado principalmente pela má alimentação e pelo sedentarismo, preocupa os médicos. Afinal, uma criança gordinha tem muitas chances de ser um adulto obeso e, consequentemente, portador de doenças cardiovasculares, diabetes e hipertensão.

 

“O processo aterosclerótico, que é o depósito de gordura nas artérias, começa na primeira década de vida. Se a criança não tiver uma alimentação adequada ela pode ter problemas cardiovasculares bem mais cedo do que se imagina”, alerta o cardiologista Carlos Alberto Machado, diretor de Promoção da Saúde Cardiovascular da SBC.

 

É claro que há crianças em que o excesso de peso é causado por fatores genéticos, e, logo, a fome é mais difícil de controlar. Mas, embora interromper a força genética ainda não seja possível, evitar maus hábitos e promover boas práticas é uma fórmula que tem mostrado grandes resultados.

 

A pediatra e nutróloga Christiane Araújo Chaves Leite, membro do Departamento de Nutrologia e Suporte Nutricional da Sociedade Brasileira de Pediatria, afirma que o ambiente em que a criança está também favorece o ganho de peso. “Às vezes ela vive em um ambiente obesogênico, onde ninguém se alimenta de maneira saudável, todos consomem muitos alimentos gordurosos e açucarados. Essa forma de vida é determinadora da obesidade”.

 

Um mau exemplo com consequências muito sérias, já que, como explica a endocrinologista Maria Edna de Melo, diretora da Abeso, se a criança é obesa na primeira infância (até cerca de seis anos), ela tem um risco maior de ser obesa na fase adulta. Se ela, porém, emagrece na adolescência, a tendência de ter excesso de peso na vida adulta reduz. “Mas, se a obesidade persiste na adolescência, as chances da condição se arrastar para a maturidade são enormes”, afirma a endocrinologista.

 

É preciso cuidar da alimentação praticamente desde a saída da maternidade. Não é aconselhável comer chocolate ou exagerar nos doces desde cedo. Quanto mais a ingestão desses alimentos for retardada, melhor para a criança, pois assim vai aprender a comer frutas, legumes, verduras, arroz, feijão e carne.

 

Quando crescem um pouquinho, muitos pais premiam as crianças quando elas comem bastante e preocupam-se quando o filho recusa comida. Isso é um erro, pois assim a criança estará sendo forçada a comer maiores porções e fazer disso um hábito.

 

É possível confiar na saciedade da criança, mas é preciso prestar atenção no que ela come durante o dia. Se ela fez um lanche muito farto e próximo do horário do jantar, ela realmente vai estar saciada e não se deve insistir. O melhor, porém, é fazer lanches leves para que a criança chegue até a refeição principal com apetite. Se a criança está comendo menos, mas mantém um bom peso e boa estatura, não há motivos para preocupação.

 

A referência visual de crianças em peso ideal e em sobrepeso é, muitas vezes, errônea. Segundo a endocrinologista, 90% das pessoas acham que uma criança em peso normal está muito magra. É preciso verificar o Índice de Massa Corporal (IMC) de acordo com a idade antes de afirmar se a criança está muito magra.

 

Fonte: IG

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Alívio do bruxismo pode ser encontrado com fisioterapia 2015-07-27 Com sintomas bastante desagradáveis, como fortes dores nos músculos da mastigação, pescoço e cabeça, além de alterações no sono e na saúde bucal, o bruxismo encontrou uma nova forma de tratamento: a fisioterapia.

 

De uns tempos para cá, a fisioterapia tem sido citada como forma alternativa de lidar com o bruximo, relaxando a musculatura da face e melhorando os movimentos da mandíbula.

 

Apesar de não ter causa específica, fatores psicológicos influenciam muito no aparecimento dessa condição. E é aí que a fisioterapia entra, para aliviar a tensão muscular causada pelo ato de ranger os dentes. “A fisioterapia utiliza técnicas de massagens, auto relaxamento, luz infravermelha, T.E.N.S (método que utiliza corrente elétrica de baixa voltagem com finalidade analgésica), ultrassom ou mesmo calor com compressas quentes no local tensionado”, diz Renato Mussa, Ortodondista da Well Clinic.

 

Com sessões de fisioterapia desdobramentos do bruxismo – desgaste dental, retrações de gengiva, quebra de dentes, problemas periodontais, movimentações dentárias e problemas musculares e posturais – podem ser aliviados e até evitados.

 

No entanto, a cooperação de quem sofre com o problema também é muito importante. “Muitas vezes é necessária a mudança de hábitos e comportamentos que exigem um esforço maior do paciente. Um tratamento multidisciplinar, com fisioterapia, psicologia e odontologia, sempre exige muita confiança e vontade de se tratar”, diz Renato.

 

Já a acupuntura tem como objetivo buscar o equilíbrio do corpo. Para isso, são feitas aplicações de agulhas (estímulos) na pele em pontos específicos de canais energéticos. “Estudos mostram que ela diminui o nível de atividade muscular e reduz os sinais e sintomas dessa doença”, afirma Renato.

 

Fonte: Terra

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Medicamento em fase de testes pode conter antecipadamente Alzheimer moderado 2015-07-23 Um estudo apresentado nesta quarta-feira (22), concluiu que tratamento antecipado do Alzheimer poderia ajudar a frear os sintomas de casos moderados da doença. O estudo acompanhou uma nova fase de testes do remédio Solanezumab, da multinacional Eli Lilly. O anúncio foi feito durante a Conferência Internacional da Associação de Alzheimer (AAIC), que acontece esta semana em Washington.

 

Até o momento, o Solanezumab e Aducanumab, este último da empresa Biogen, são os dois medicamentos mais promissores para lutar contra o Alzheimer, doença que ainda não tem cura. O tratamento está cada vez mais voltado à detecção antecipada por meio de sintomas associados.

 

De acordo com a diretora de pesquisa da Eli Lilly, Hong Liu-Seifert, o medicamento "melhorou e conta, pela primeira vez, com uma metodologia estatística" que permite aos especialistas determinar como aprimorar o uso do fármaco.

 

Após várias fases de testes clínicos, a equipe de Hong Liu-Seifert conseguiu determinar com mais confiabilidade estatística que iniciar o tratamento antecipado da doença - até 28 semanas antes - pode ajudar a manter a qualidade cognitiva que em outros casos se perderia. Segundo a diretora, com o passar do tempo, poderão ser acumulados mais dados de análises clínicas para determinar se é adequado iniciar o tratamento para conter o Alzheimer, inclusive antes da doença se manifestar.

 

O Solanezumab é um anticorpo monoclonal que atua como protetor neuronal para evitar a ação de uma proteína que foi identificada como o detector precoce do Alzheimer, a amiloide cerebral. Estas proteínas começam a se acumular no cérebro e indicam os primeiros sintomas do Alzheimer, que provoca a perda de memória.

 

Conforme explicou Hong Liu-Seifert, a identificação antecipada da predisposição a desenvolver este processo é fundamental para poder controlar a doença a tempo, que costuma se manifestar a partir dos 60 anos e afeta, aproximadamente, 35 milhões de pessoas no mundo e 1,2 milhão no Brasil.

 

Fonte: TERRA

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Diagnóstico de doença celíaca é difícil e pode ser confundido com outras doenças 2015-07-23 Por ser confundida com doenças do intestino ou relacionadas à carência de nutrientes, cerca de dois milhões de brasileiros têm a doença celíaca, causada por intolerância ao glúten, mas muitos não sabem. Esta situação acontece porque o diagnóstico do problema é difícil.

 

Os sintomas mais frequentes são diarreia, excesso de gases e desconforto abdominal, além de fadiga e dor de cabeça. Nas mulheres, pode haver irregularidades menstruais.

 

“Muitas vezes, os sintomas não são específicos e as queixas digestivas não são muito exuberantes”, avalia o gastroenterologista Luiz João Abrahão Jr. A enfermidade é autoimune, ou seja, causada pelas próprias células de defesa do organismo, que agridem outras e provocam inflamação. O glúten — proteína presente no trigo, no centeio e na cevada, entre outros alimentos — é responsável por este processo. Também existe uma pré-disposição genética.

 

A doença celíaca costuma surgir na infância, mas também pode aparecer na idade adulta. O diagnóstico é feito através de um exame de sangue. O tratamento principal é a extinção total do glúten. Alguns dos principais alimentos que geralmente contêm glúten são pão, bolo, biscoito e macarrão.

 

Mas os pacientes não devem fazer a dieta por conta própria, sem orientação profissional. O maior desafio em fazer o diagnóstico ocorre quando os próprios pacientes, na suspeita da doença, retiram o glúten da dieta. Essa decisão pode atrapalhar o resultado dos exames e, por isso só deve ser tomada com a orientação de especialista.

 

Um dos grandes problema enfrentado pelos portadores da doença celíaca são os resíduos do glúten que podem passar de um alimento para outros, por meio de instrumentos de cozinha, por exemplo. É a chamada contaminação cruzada. O ideal é fazer as refeições em casa.

 

Pessoas sem a doença não devem eliminar o glúten só para emagrecer. Existe também uma diferença entre doença celíaca e sensibilidade ao glúten. Nesta, que afeta 14 milhões de brasileiros, os efeitos são mais brandos.

 

Para a assistente administrativa Simone Prates, ouvida pelo portal Minha vida, os sinais apareceram na infância, mas cresceram na fase adulta. “Eu tive os sintomas clássicos. Diarreia, aftas, imunidade baixa, transtorno de menstruação. Mas ninguém prestou atenção nisso”, relata. A situação piorou quando ela teve uma diarreia mais forte que o normal, que durou três meses. Simone procurou ajuda, mas recebeu série de diagnósticos errados.

 

“Falaram em Aids, dengue, estresse... Por fim, me internaram achando que era câncer de pâncreas”, conta. Logo antes de começar o tratamento, no entanto, novos exames indicaram a doença celíaca. A adaptação à nova dieta passou por várias fases. “No começo foi fácil porque eu queria melhorar logo. Mas depois vem a fase da rebeldia”. Ela percebeu o perigo, no entanto, e voltou a seguir as orientações. “Agora sou fiel. Estou consciente dos malefícios”, garante.

 

Hoje Simone participa da Associação do Celíacos do Brasil, onde é segunda secretária da seção do Rio. A entidade faz campanhas para conscientizar sobre a enfermidade e a necessidade de disponibilizar produtos e cardápios exclusivos para quem precisar.

 

Fonte: IG

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Risco de diabetes e hipertensão em crianças aumenta com o uso de embalagens plásticas. 2015-07-20 Dois estudos recentes mostraram que as substâncias ftalato de di-isodecilo (DIDP) e o ftalato de di-isononilo (DINP) não estão sendo efetivos na busca por tornar embalagens plásticas de alimentos menos prejudiciais à saúde.

 

O primeiro estudo, que saiu na edição de julho do Journal of Clinical Endocrinology and Metabolism, mostrou que esses compostos químicos estão relacionados a um aumento da resistência à insulina em crianças e adolescentes. Neste quadro, o hormônio insulina (responsável pelo transporte do açúcar para dentro das células) tem dificuldade para agir nos tecidos do corpo, sendo necessário um aumento de sua produção. A resistência à insulina, quando não diagnosticada, pode evoluir para o diabetes. Para chegar a estas conclusões, eles mediram a quantidade do DIDP e DINP na urina de 356 adolescentes entre 12 e 19 anos, entre 2009 e 2012.

 

Já o segundo estudo, publicado em 8 de julho no jornal Hypertension, mostrou que esses mesmos compostos aumentam a prevalência de hipertensão em crianças. Dessa vez ele foi feito em criança e adolescentes com entre seis e 19 anos, também durante os anos de 2009 e 2012.

 

Este composto pode ser encontrado em embalagens plásticas de produtos industrializados, como sachês ou caixinhas de produtos congelados. Para evitar que eles se espalhem para a comida, o ideal é não colocar estas embalagens direto no micro-ondas e não lavar esses recipientes na máquina de lavar com os pratos, para evitar contaminações.

 

 

 

Fonte: MINHA VIDA

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Estudo diz que chances de obesos voltarem a peso normal é menor que 1% 2015-07-17 Pesquisadores da universidade King's College London, revelaram que o risco de obesos voltarem o peso normal depois da dieta é pequeno. Em casos graves de obesidade, a perda de peso em apenas um ano é ainda menos provável, concluíram .

 

O estudo diz ainda que as atuais estratégias de combate à obesidade estão fracassando. A equipe pede "políticas de saúde mais abrangentes" para prevenir a obesidade.

 

A médica Alison Fildes, que liderou a equipe de cientistas, disse que, na Grã-Bretanha, as opções de tratamento disponíveis a obesos não dão certo para a maioria dos pacientes. "É preciso focar o tratamento na prevenção do aumento de peso e na manutenção de perda de peso, por menores que sejam", disse a doutora Fildes.

 

"As atuais estratégias que se concentram em cortar calorias e aumentar a atividade física não estão dando certo para a maioria dos pacientes que querem perder peso e manter isso." Para a médica, a maior oportunidade para combater a "epidemia de obesidade" é mudar a política no nível da população..

 

O estudo acompanhou o peso de 278.982 homens e mulheres entre 2004 e 2014 através de registros médicos eletrônicos. Pacientes que perderam peso por causa de cirurgias específicas para isso foram excluídos. Durante a pesquisa, 1.283 homens e 2.245 voltaram ao seu peso normal.

 

Para aqueles considerados obesos (com Índice de Massa Corporal, IMC, entre 30 e 35), a probabilidade de emagrecer em um ano é maior entre mulheres que entre homens. No caso de obesos mórbidos (IMC entre 40 e 45), apenas um em 1.290 homens e uma em 677 mulheres conseguiram emagrecer, segundo a pesquisa.

 

A boa notícia, segundo a doutora Fildes, é que perder 5% do peso é mais fácil.

Um em cada 12 homens e uma em cada 10 mulheres conseguiram emagrecer nesta proporção durante um ano. No entanto, a maioria recuperou todo o sobrepeso nos cinco anos seguintes.

 

Mais de um terço dos homens e mulheres estudados atravessaram ciclos semelhantes de aumento e queda de peso. A pesquisa foi publicada na revista médica American Journal of Public Health.

 

Fonte: IG

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Vacina que protege contra pneumonia é aprovada pela Anvisa 2015-07-14 No Brasil, as doenças respiratórias representam a quinta causa mais importante de morte - nesse grupo, a pneumonia é a segunda causa mais comum de óbito e a principal de internação, tendo a pneumonia pneumocócica como o tipo mais comum de pneumonia adquirida em comunidade.

 

Foi levando isso em consideração que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) ampliou no País a indicação da vacina Prevenar 13, que protege contra infecções causadas pela bactéria Streptococcus pneumoniae, como é o caso da pneumonia. Desenvolvido pela Pfizer, o imunizante já era indicado no Brasil para crianças de até seis anos de idade incompletos e adultos a partir dos 50 anos. Agora, poderá ser utilizado também por pessoas entre 6 e 17 anos de idade.

 

Em 2014, o Sistema Único de Saúde (SUS) registrou a internação de 15.730 crianças e adolescentes entre 10 e 14 anos por pneumonia. As regiões mais afetadas foram o Nordeste e o Sudeste.

 

A pneumonia pneumocócica pode acarretar complicações importantes, como insuficiência respiratória e cardíaca. Pessoas com doenças crônicas, como diabetes, são mais propensas a desenvolver doenças pneumocócicas e podem ter afetadas suas funções físicas e vitais, atingindo a saúde de forma significativa.

 

A vacina pneumocócica conjugada 13-valente protege contra os sorotipos 1, 3, 4, 5, 6A, 6B, 7F, 9V, 14, 18C, 19A, 19F e 23F, que estão entre os mais prevalentes em todo o mundo. É a vacina pneumocócica conjugada mais usada em todo o mundo. Foi introduzida para uso de bebês e crianças em dezembro de 2009 na Europa e já está aprovada em mais de 120 países no mundo. A vacina também foi aprovada para adultos com 50 anos ou mais em mais de 90 países. Esse é o caso do Brasil, que em 2013 recebeu a aprovação da Anvisa para uso nesta faixa etária. A imunização já era indicada para crianças de até seis anos incompletos.

 

Fonte: MINHA VIDA

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Programa de Benefícios de Medicamentos 2015-07-10 A Farmácia Lopes em parceria com alguns dos maiores laboratórios do país, desenvolveu para seus clientes um programa de benefícios em medicamentos com descontos que variam de 35% a 90%.

 

Os clientes receberão benefícios na aquisição de medicamentos de diversos laboratórios parceiros da Farmácia Lopes como Novartis. Merck, Hypermarcas, Bayer, Zodiac, Pfizer, MSD, Lundbeck e Aspen.

 

Para conhecer mais o nosso programa , basta ir em uma de nossas lojas. São dezenas de medicamentos e produtos que participam do programa. Aproveite!

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Perda da visão, catarata e até problemas cardíacos podem ser causados pelo mau uso dos colírios 2015-07-09 olírio é igual à escova de dentes: cada um precisa do seu para evitar contaminações. A afirmação é do oftalmologista Leôncio Queiroz Neto, do Instituto Penido Burnier,hospital especializado em doenças dos olhos desde 1920. A maioria das pessoas pensa que os colírios são inofensivos e usam à vontade, sem nem olhar o rótulo.

 

A escolha do medicamento também exige orientação médica. Colírios antibióticos, usados por tempo prolongado, reduzem a resistência imunológica e aumentam a predisposição a úlceras na córnea e a outras infecções , afirma o médico. Já os antiinflamatórios hormonais (com corticóide) podem causar catarata e glaucoma.

 

Até os populares vasoconstritores, usados para reduzir irritações oculares, aumentam o risco de catarata pelo uso prolongado . Outra surpresa: o uso de pílulas anticoncepcionais à base de estrógeno está relacionado à síndrome do olho seco (quando há baixa na produção de lágrimas), exigindo o uso de umidificadores.

 

Os principais tipos de colírio são: antibiótico, antiinflamatório hormonal (com corticóide) e não hormonal (sem corticóide), antialérgico, vasoconstritor, lubrificante, antiglaucomatoso (para tratamento de glaucoma) e os anestésicos.

 

Os colírios que dilatam a pupila são os derivados de adrenalina. Entretanto, a pupila de pessoas que têm maior sensibilidade, comum entre as de olhos claros, pode dilatar após o uso de outros tipos de colírio. O risco do uso freqüente é a ocorrência de uma crise de glaucoma agudo, caracterizada por dor intensa e perda repentina do campo visual. Pode acontecer se a pessoa tiver a câmara anterior rasa (espaço pequeno entre a córnea e a íris).

 

Um estudo conduzido pelo oftalmologista do Instituto Penido Burnier demonstrou ainda que o mau uso do colírio atinge 67% dos tratamentos. Os erros mais comuns são a contaminação do bico dosador pelo contato com o dedo ou mucosa ocular, piscar várias vezes após a instilação (colocando o medicamento para fora dos olhos), automedicação com o colírio inadequado e absorção do medicamento pelo organismo (para evitar efeitos colaterais sobre o organismo é necessário ocluir com o dedo indicador o ducto lacrimal na extremidade interna do olho. Este simples cuidado evita, por exemplo, alterações cardíacas em casos de uso de colírio vasoconstritor).

 

Fonte: Minha Vida

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Doenças como câncer e Alzheimer podem ser beneficiadas pelos radicais livres 2015-07-08 A teoria dos radicais livres foi desenvolvida pelo Dr.Denham Harman em 1956 e um dos principais seguidores foi Dr.Linus Pauling. Gostaria antes de tudo compartilhar que Linus Pauling nasceu em 28/2/1901 e faleceu em 19/8/1994, com 93 anos e dois prêmios Nobel, entres muitos prêmios recebeu.

 

Denham Harman nasceu em 14/02/1916 e faleceu em 25/11/2014 com 98 anos, se aposentou das pesquisas em 2010 com 94 anos, entre muitos prêmios foi nomeado para o prêmio Nobel por 6 vezes. Nada mal para quem nasceu no começo do século,será que seus conhecimentos tiveram alguma relação com a longevidade deles?

 

 

 

De maneira simples chamamos de radical livre qualquer átomo ou molécula que sua camada eletrônica externa tem um número ímpar de elétron, esse não emparelhamento de elétrons confere a ele reatividade. Esses agentes reativos podem causam doenças e em geral são derivados do metabolismo do oxigênio m, da própria respiração, por isso costumamos chamar de ROS ou ERMO, espécies reativas do oxigênio. Apesar de perigosos eles fazem parte da bioquímica normal do organismo e tem também funções benéficas de defesa contra invasores como fungos, vírus e bactérias. O risco é quando essa quantidade de ROS esta aumentada.

 

O nosso corpo tem defesas contra o excesso de radicais livres , mas vezes não é suficiente e a partir desse desequilíbrio de excesso de radicais livres começam os ataques contra as nossa células causando destruição e aparecimento de doenças.

 

Por isso a teoria de Denham Harman (radicais livres) acredita que o envelhecimento poderia ser secundário ao estress oxidativo dos radicais livres.

 

Mais de 50 doenças podem estar envolvidos com os efeitos nocivos dos radicais livres como Parkinson, catarata, alguns tipos de câncer , doença senil, Alzheimer, Degeneração macular, infarto do miocárdio, derrames (AVC) entre outras até mesmo as manchas senis (lipofuscin) que vemos em nossa pele tem envolvimento dos radicais livres.

 

Então como se defender, onde temos antioxidantes para neutralizar ou reduzir radicais livres?

 

Temos por exemplo a pimenta que tem carotenoide extremamente efetivo contra radicais livres do tipo oxigênio singlet. Flavonoides também são bons antioxidantes ou anti-radicais livres (Ros), estão presentes no mel, pólen, própolis e suco de limão, entre outros. As antocianinas presentes no morango, cranberry, blueberry, casca de uvas vermelhas, maçãs vermelhas, vinho tinto, cenoura, romã, repolho roxo, mostram neutralizar o radical hidroxila.

 

Plantas que contém quercetina presente na ginkgo biloba reduz peróxido de hidrogênio (ROS) nos neurônios cerebrais.

 

A Coenzima Q10 importante antioxidante esta presente na sardinha e outros peixes, nas carnes de preferência magras, nos cereais como milho, trigo e arroz de preferência integrais.

 

As vitaminas C, E, A, Beta caroteno os minerais como selênio, zinco também tem importante efeito contra excesso de radicais livres. A couve de Bruxelas e os repolhos são excelentes varredores de radicais livres em geral.

 

Em resumo não podemos evitar a presença dos radicais livres em nosso mundo moderno devido à poluição, agrotóxicos, stress, metais tóxicos na água, no desodorante, na pasta de dente, na bala, no salgadinho, no refrigerante, até mesmo no batom. Então vamos pensar em comer melhor para reduzir a presença e o efeito de tudo isso e tentar viver mais e com qualidade de vida, e quem sabe trabalhar até os 94 anos e viver bem até os 98 anos como Dr. Denham ou até mais.

 

Fonte: MINHA VIDA

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Mulheres costumam comer mais quando consomem álcool 2015-07-06 De acordo com uma pesquisa americana publicada na revista Obesity, da Sociedade de Obesidade, mulheres acabam comendo mais quando ingerem bebida alcoólica. O chamado “efeito aperitivo” se deve ao fato de o álcool sensibilizar a resposta do cérebro a estímulos alimentares, como aroma.

 

Para chegar a essa conclusão, os cientistas analisaram 35 mulheres não-vegetarianas e não-fumantes com peso saudável. Em um dia, as participantes receberam álcool por via intravenosa e, no outro, uma solução salina (placebo). Depois, todas almoçaram, optando entre massa com molho de carne e talharim com carne.

 

Quando os participantes receberam álcool, comeram mais no almoço, em comparação com o placebo. No entanto, houve diferenças individuais, com um terço ingerindo menos após a exposição ao álcool em relação à solução salina.

 

Exames analisaram a área do cérebro responsável por certos processos metabólicos, o hipotálamo, que respondeu mais a odores de alimentos, em comparação com os odores não-alimentares, após o uso de álcool.

 

“O cérebro pode desempenhar um papel vital na regulação da ingestão de alimentos. Nosso estudo descobriu que a exposição ao álcool pode tanto aumentar a sensibilidade do cérebro a estímulos alimentares externos, como aromas, quanto resultar em maior consumo de alimentos”, disse o cientista William J. A. Eiler, da Universidade de Indiana. “Muitas bebidas alcoólicas já incluem calorias vazias e, quando você combina essas calorias com o efeito aperitivo, pode levar ao desequilíbrio de energia e, possivelmente, ao ganho de peso”, completou.

 

Os autores afirmam que mais investigações sobre o assunto são necessárias. “Hoje, quase dois terços dos adultos nos Estados Unidos consomem álcool, com consumo de vinho crescente, o que reforça a necessidade de entender melhor como o álcool pode contribuir para comer em excesso”, finalizou Martin Binks, da Universidade de Tecnologia do Texas.

 

Fonte: DAILY MAIL

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Anticorpo capaz de matar o sorotipo 2 da dengue é descoberto e cura da doença está mais próxima 2015-07-03 Uma pesquisa liderada pela Escola de Medicina de Cingapura Duke-NUS encontrou respostas para a possível cura ou tratamento da dengue.

 

A professora-adjunta Shee-Mei Lok e o pesquisador Guntur Gibriansah, ambos do programa de doenças infecciosas da Duke-NUS, conduziram o estudo que mostrou como um anticorpo neutraliza o sorotipo 2 do vírus da dengue (DENV-2). A descoberta pode ajudar com o desenvolvimento de terapias contra a doença.

 

O vírus da dengue tem quatro sorotipos (DENV1-4) circulando na natureza, o que torna mais difícil o tratamento. Para ter uma proteção completa contra a infecção, uma vacina teria de, simultaneamente, estimular igualmente uma resposta forte de anticorpos contra todos os sorotipos. Isso, até agora, tem se provado muito difícil, já que as vacinas fornecem diferentes níveis de proteção contra os sorotipos. Os últimos estudos clínicos mostraram uma boa proteção contra os sorotipos 3 e 4, mas pouco avanço contra o sorotipo 1 e nenhuma proteção contra o sorotipo 2.

 

Nesse trabalho, os pesquisadores demonstraram, em detalhes, como um potente anticorpo derivado de humanos (2D22) pode matar o sorotipo 2 da dengue (DENV-2). Em pesquisas anteriores, eles mostraram que o sorotipo 2 é mais complexo, já que o vírus que o mosquito carrega tem uma estrutura dinâmica que muda sua forma ou morfologia assim que infecta humanos. Isso faz do sorotipo 2 um vírus difícil de matar. Enquanto previamente foi identificado que anticorpos poderiam matar somente o sorotipo 2 de um certo tipo morfológico, esse novo estudo descobriu um anticorpo capaz de matar o sorotipo 2 em todas as suas formas mutantes.

 

“Enquanto a aplicação de outros tipos mais fracos de anticorpos em ratos foram anteriormente relacionados a um desenvolvimento de mais sintomas graves, o novo anticorpo encontrado nesse estudo não mata somente o sorotipo 2, mas também previne o desenvolvimento de doenças severas estimuladas pelos anticorpos mais fracos. Isso claramente ilustra o potencial de uso desse novo anticorpo para o tratamento da dengue”, disse o professor Lok, em comunicado. O laboratório de Lok já havia identificado, anteriormente, anticorpos que matavam o sorotipo 1 e 3.

 

A estratégia da professora é desenvolver uma terapia segura combinando quarto anticorpos que inibem a infecção de cada um dos quatro sorotipos da dengue. Seu grupo de pesquisa trabalha, agora, para identificar um anticorpo efetivo contra o sorotipo 4 para completar o conjunto de anticorpos e usá-lo para produzir um coquetel efetivo contra a dengue.

 

Fonte: IG

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Conheça as vantagens do caju e da castanha para a saúde 2015-07-02 O cajú é uma verdadeira fonte de energia para o corpo. Suas fibras alimentares contribuem para o trânsito intestinal e além delas, ainda possuem vitaminas do complexo B, aliadas do sistema neurológico, vitamina C, que melhora a imunidade e vitamina K, importante para a coagulação sanguínea.

 

O caju ainda possui cálcio, bom para os ossos e dentes, zinco, essencial para diabéticos e para a imunidade, manganês e magnésio, que ajudam na formação de tecido e células e também reduzem a pressão arterial.

 

Ferro, que ajuda na prevenção da anemia, fósforo, essencial para os ossos, cobre, importante para a respiração, potássio, necessário para a contração muscular, e inúmeros outros nutrientes e substâncias químicas também estão presentes no pseudofruto ou na castanha.

 

O caju é indicado no tratamento de anemia, previne problemas de visão como a catarata, ajuda no fortalecimento dos ossos, na prevenção de células cancerígenas e fortalece os ossos. A presença de compostos fenólicos ajuda a prevenir doenças do coração e devido às fibras, o pseudofruto contribui para o trânsito intestinal, diminuindo a prisão de ventre.

 

O caju também ajuda a prevenir o câncer de pulmão, mama, próstata e de boca, pois é rico em licopeno e beta caroteno, que constituem uma excelente fonte de flavonoides, que por sua vez são um dos melhores combatentes do câncer. Ele contém um flavonoide chamado proantocianidinas, que inibe o desenvolvimento do tumor e previne o crescimento de células cancerosas.

 

Já a castanha do caju possui gorduras monoinsaturadas na forma de ácido oleico, que reduzem o nível elevado de triglicérides, diminuindo a pressão sanguínea e melhorando a circulação. Também é uma fonte de ômega-3, ácidos graxos, que é conhecido por combater problemas cardíacos e impedir arritmia cardíaca.

 

Para os diabéticos, é importante saber que o caju possui baixa quantidade de açúcares, não aumentando a quantidade de açúcar no sangue rapidamente e também ajuda no combate de diabetes tipo 2.

 

Outros benefícios são: o fortalecimento do sistema imunológico, a prevenção contra cálculos biliares, prevenção contra radicais livres ajudando no rejuvenescimento da pele, aumento da flexibilidade de músculos e articulações, e também melhoram a cicatrização de ferimentos.

 

É recomendado que seja consumida de 3-5 castanhas por dia, por ter um valor calórico elevado. Do caju, uma unidade é o suficiente por dia. A melhor maneira de consumir o caju é em sucos, ou o próprio pseudofruto. Também pode ser consumido em doces, compotas, geleias e até tortas salgadas.

 

Fonte: MINHA VIDA

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Noites mal dormidas podem favorecer até risco de infarto 2015-06-29 Você deve não saber mas dormir pouco pode levar à maior predisposição para diabetes, obesidade e problemas cardiovasculares, além de reduzir a imunidade.

 

Durante o sono, vários hormônios e substâncias regularizadoras são liberados e a privação de sono acarreta na não liberação dessas substâncias e na disfunção de órgãos como coração. A média adequada de horas de descanso fica entre sete e oito horas por noite. Mas a necessidade varia de pessoa para pessoa. Há quem durma seis horas e se sinta bem e descansado, enquanto outros precisam de até 10 horas. “Mas o que se vê é que a grande maioria da população está dormindo abaixo do limite. Outro fator importante é a qualidade do sono. Sabe-se que mais de 30% da população apresenta a apneia obstrutiva do sono. Portanto, ambos os fatores têm ocasionado consequências a médio e longo prazo, tanto com prejuízo físico como mental e emocional”, comentou o neurologista Luciano Ribeiro Pinto Júnior, membro da Associação Brasileira do Sono (ABS).

 

Mas como saber quando procurar um médico? Que fique claro que uma insônia ocasional, relacionada a um problema pontual da vida, como um dia estressante ou uma briga com um familiar, não precisa ser tratada. “A busca do tratamento deve ser baseada em alterações de humor, cansaço excessivo, dificuldades de concentração e memorização, dificuldades psicológicas e emocionais, estresse excessivo e ansiedade”, listou a otorrinolaringologista e especialista em medicina do sono Angela Beatriz Lana. “Nos casos de insônia, tem-se considerado acima três meses de sintomas. No caso de ronco, apneia e sonolência diurna, deve-se procurar um médico já no início, uma vez que pode se tratar de um caso de apneia do sono”, completou o neurologista Luciano.

 

 

Fonte: Terra

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O poder do curry na prevenção do câncer e da obesidade 2015-06-25 Mistura de especiarias essencialmente a base de cúrcuma (20 a 30%) associada a coentro, cominho, noz moscada, gengibre, pimenta e canela podendo variar a composição, assim é o curry, substância que traz benefícios à saúde relacionados com a cúrcuma, ou com a curcumina, seu composto ativo. A composição do curry favorece ainda mais a ação da curcumina, pois a pimenta preta, presente no curry, possui a piperina, que melhora a biodisponibilidade da curcumina fazendo com que sua ação seja potencializada.

 

A curcumina é um potente anti-inflamatório e antioxidante. Essas propriedades estão relacionadas com a prevenção da maioria das doenças crônico-degenerativas, pois essas patologias têm como fundo a inflamação crônica e os danos causados por radicais livres.

 

A curcumina vem sendo muito estudada no tratamento e prevenção do câncer. As células cancerosas apresentam resistência a apoptose (morte celular programada). A curcumina teria um papel em bloquear o ciclo celular e induzir a apoptose em células neoplásicas, sem afetar células saudáveis inibindo a progressão do tumor. Ela também teria um papel na prevenção do desenvolvimento de resistência a drogas quimioterápicas.

 

Na diabetes, a curcumina está relacionada com melhora da sinalização da insulina e melhor controle da glicemia. Isso porque a resistência a insulina está associada a citocinas inflamatórias e a curcumina teria ação antioxidante e anti-inflamatória. Estudos mostram que a curcumina previne a obesidade decorrente da resistência a insulina e complicações associadas como aterosclerose.

 

A neuroinflamação é um mecanismo central envolvido nos processos neurodegenerativos, como Doença de Alzheimer. O uso da curcumina vem sendo muito estudado pela sua conhecida função anti-inflamatória e antioxidante. Estudos em animais mostram que ela pode prevenir a morte de neurônios na presença de doença neurodegenerativa, melhora déficits de cognição e memória.

 

A artrite é uma doença crônica que resulta da inflamação de uma ou mais articulações. Estudos mostram que o uso de curcumina no tratamento de alguns tipos de artrite tem benefícios como diminuição dos marcadores inflamatórios, melhora no inchaço, na rigidez e na mobilidade. E os pacientes apresentam menos efeitos colaterais comparados com os que usam medicamentos como analgésicos e anti-inflamatórios não esteroidais.

 

Muitos estudos têm demonstrado os efeitos anti-obesogênicos da curcumina. Ela teria um papel na inibição de células de gordura, suprimiria o depósito de gordura, promoveria queima de gordura e reduziria a reposta inflamatória no tecido adiposo.

 

Além disso, seus outros componentes também tem ação terapêutica. O gengibre também tem ação anti-inflamatória, o coentro e o cominho ajudam na digestão e a canela tem efeito no controle glicêmico após as refeições.

 

O curry pode ser consumido em diversas preparações como sopas, carnes, frango, peixes, arroz, tortas, panquecas e saladas. Pessoas sensíveis devem evitar o excesso, pois pode causar mal estar gástrico.

 

Fonte: MINHA VIDA

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Conheça a sua pisada e descubra se você possui algum problema 2015-06-15 A primeira coisa a se fazer para conhecer a sua pisada e descobrir se algum problema está ocorrendo é pedir que alguém olhe você andando. Certamente, esta pessoa (que não precisa ser nenhum perito no assunto) irá perceber aspectos mais gerais como inclinações do corpo, tamanho do passo, movimentos de joelho, assimetrias chamativas e outros movimentos extremamente notáveis, caso existam. Estas informações de alguém leigo no assunto ajudam a repararmos em variações mais evidentes. Outro modo semelhante é caminhar em frente e/ou de lado a um espelho grande.

 

Depois de uma avaliação geral, vamos para um método mais específico. Pegue um par de tênis com maior tempo de uso e observe sua sola. Olhe sempre os dois, um ao lado do outro. Na sola você encontra zonas de maior e menor desgaste. Tente reparar onde estas zonas estão localizadas e o quanto elas estão gastas ou mesmo intactas. As regiões mais usadas podem ser o reflexo das áreas do pé que costumam receber mais peso (em alguns casos são áreas que ficam raspando no chão e não necessariamente recebem carga). E as regiões menos alteradas são aquelas menos usadas, ou seja, relacionadas às áreas dos pés que não recebem tanto peso. Em seguida, olhe os calçados por trás e tente perceber algum desnível na sola na parte de trás. Esta característica está relacionada ao tipo de apoio do calcanhar. Um desgaste na parte interna sugere um mesmo apoio na parte interna do calcanhar, bem como no caso do desgaste na parte externa, que sugere um apoio na parte externa.

 

Agora vamos mais a fundo e, utilizando o mesmo calçado olhe a palmilha dele (se for possível retirá-la para fora será mais fácil). A maioria das palmilhas fica marcada com o tempo, sendo possível notar que os pontos de maior pressão do pé fazem o material dela ceder mais que os pontos de menor pressão e por isso, com o tempo, elas nos mostram as regiões do pé mais utilizadas.

 

Por último, vamos observar a sola de nossos pés. Passe a mão de leve e irá reparar regiões onde a pele é mais densa, mais rígida, ou áspera. Estas são regiões tem a pele mais espessa por ser mais usadas e receberem maior pressão e atrito. Por isso, como uma forma de adaptação a pele fica mais espessa. Diferente é o caso das regiões onde a pele é mais fina, macia e lisa, que representam as áreas menos usadas, que recebem pouca pressão e atrito.

 

O fato de descobrir que você usa, por enadaxemplo, mais a parte interna do pé, não significa que precisa colocar um calço em um dos lados, ou que precisa comprar um tênis com reforço unilateral, ou começar a fazer força para corrigir isso, de jeito algum! Muitas vezes, essas alterações não geram dores ou sobrecargas, pois são adaptações harmônicas do seu corpo e por isso, quando alteradas, podem gerar danos irreversíveis.

 

A necessidade de corrigir algumas alterações na pisada deve ser confirmada somente após uma avaliação profissional especializada. Além da avaliação postural, podem ser feitas a baropodometria estática e dinâmica e a escanometria, exames que medem a pressão exata em cada ponto do pé, inclusive durante uma corrida (existem esteiras de corrida com sensores capacitivos para este tipo de avaliação), bem como uma visualização detalhada do formato e das áreas mais utilizadas. Muitos tratamentos para dores nos pés são realizados, apenas, melhorando a postura e estabilidade de articulações superiores como joelho, quadril e coluna. Somente os casos de dores e lesões onde são observadas as influências do pé são tratados corrigindo-se a pisada, com técnicas específicas e uso de palmilhas personalizadas.

 

Fonte: Minha Vida

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Estudo conclui que pais mais velhos têm mais chances de filhos com autismo 2015-06-10 Segundo um estudo publicado na revista Molecular Psychiatry, homens acima de 40 anos, mulheres com mais de 40, mães adolescentes e parceiros com 10 anos ou mais de diferença de idade são mais propensos a terem filhos com autismo.

 

 

 

Os cientistas analisaram dados de 5.766.794 crianças, incluindo mais de 30 mil com autismo, da Dinamarca, Israel, Noruega, Suécia e Austrália Ocidental. Constatou-se que as taxas da doença eram 66% mais elevadas entre os filhos de homens com mais de 50 anos e 28% maiores aos 40 anos em comparação com os de pais na faixa dos 20 anos.

 

 

 

Mães com mais de 40 anos tinham 15% mais chances de ter uma criança com autismo em comparação com as mulheres que dão à luz aos 20. Enquanto isso, os filhos de mães adolescentes apresentam 18% mais chance do que as de mulheres aos 20.

 

 

 

As taxas também subiam quando ambos os pais eram mais velhos e quando havia grande diferença de idade entre os parceiros. Incidência de autismo era maior quando o homem tinha entre 35 e 44 anos e a mulher era pelo menos 10 anos mais jovem, assim como quando a mãe estava na faixa dos 30 e o parceiro era 10 anos mais novo.

 

 

 

Pesquisas anteriores mostraram que as mutações genéticas no esperma aumentam com a idade do homem e que elas podem contribuir para o desenvolvimento de transtornos do espectro do autismo. Mas a explicação para a chance envolvendo a idade da mãe e diferença de idade grande entre parceiros continua desconhecida.

 

 

 

Fonte: Daily Mail

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Os cuidados no controle da pressão alta sem remédios 2015-06-08 Cerca de sete milhões de pessoas morrem a cada ano em decorrência da pressão alta. É importante saber que, embora muitas vezes sem sintomas, a pressão arterial aumenta por causa de vários fatores como obesidade, problemas renais, envelhecimento, entre outros. As artérias vão ficando menos flexíveis e o sangue acaba fazendo mais pressão para conseguir circular corretamente. O problema é sério e quem tem pressão alta, portanto, precisa controlá-la com medicações receitadas pelo médico.

 

Um dos maiores problemas dos hipertensos é, por não apresentar sintomas, achar que não precisa tomar remédios. A pressão alta é silenciosa e vai danificando todo o corpo com consequências a longo prazo que podem ser desastrosas.

 

Quem negligencia os cuidados com a pressão, acaba sofrendo problemas cardíacos (o coração fica cansado de tanto trabalhar), padece de problemas renais (o rim vai falhando aos poucos) e pode ter até mesmo um derrame, pela pressão exercida no cérebro.

 

Que tal, então, aprender a se cuidar com bons hábitos e boa alimentação e dar uma ajudinha no trabalho do médico? E não se esqueça de

 

Medir sua pressão regularmente é só o começo de tudo. Lembre-se, claro, de não parar de tomar os remédios prescritos pelo médico. Se a pressão estiver controlada, ele poderá reduzir a dose, mas é uma decisão única e exclusiva do médico.

 

Com ação analgésica, antibacteriana e expectorante, o alho consegue tratar aquela hipertensão arterial leve. “Ele vem sendo usado desde a antiguidade por suas propriedades antimicrobianas e pelos efeitos benéficos ao coração e circulação”, diz a nutricionista da Nação Verde, Paula Castilho.

 

Colocar alho nos alimentos não é uma tarefa difícil. É só caprichar no preparo do arroz, feijão ou usar a criatividade.

 

O potássio é um excelente diminuidor da pressão arterial, por ajudar a mandar o sódio embora do corpo. E há muitas formas de consumi-lo, já que está presente na abóbora, cenoura, feijão preto, inhame, lentilha, chicória, espinafre, vagem, abacate, rabanete, couve-flor, banana, laranja, maracujá, mamão e ameixa. “Quando o potássio entra nas células, o sódio sai. Essa dinâmica garante o equilíbrio hidroelétrico do corpo”, diz Paula.

 

Quem é adepto do sal light ou sal sem sódio (só com potássio) deve ficar atento. Médicos explicam que ele pode fazer muito mal para os que tomam remédios para controlar a pressão que são poupadores de potássio. O potássio em excesso faz com que os músculos percam a força e, como o coração é um músculo, pode causar batidas descompassadas ou até mesmo fazê-lo parar. O ideal é consumir o potássio por meio de alimentos naturais.

 

O brasileiro tem hábito de comer pouco peixe. Mas o salmão, arenque, cavala, atum e sardinha carregam ômega 3 e 6, que ajudam a retirar o excesso de gordura ruim do sangue. Com isso, a circulação flui melhor, ajudando a controlar a pressão arterial. Linhaça e chia também contêm esses ômegas. Lembrar de ingerir um pouco por dia faz bem à saúde.

 

Não é preciso parar de consumir carne vermelha, mas prefira os cortes magros e os repare grelhados, assados ou cozidos, já que gordura em excesso pode aumentar o colesterol e causar entupimento nos vasos, dificultando a circulação do sangue e aumentando a pressão arterial.

 

Que o sal dá um sabor especial a qualquer preparação é fato, mas ele também é o vilão para aumentar a pressão. Colocar menos sal e preencher essa lacuna com outros temperos como a cebola, salsa, coentro, orégano, cebolinha, louro ou limão ajudam a dar sabor à preparação. Experimente reduzir a quantidade de sal gradativamente. A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que se ingira menos de cinco gramas de sal, o que equivale a menos de duas gramas de sódio. Fique atento aos rótulos dos alimentos ultra-processados, como salgadinhos, biscoitos e nuggets, pois podem descrever que eles contêm muito sódio.

 

Diga não a alimentos industrializados e dietéticos. Embutidos, enlatados, salgados e refrigerantes sem açúcar costumam conter muito sódio. Prefira, sempre, comer alimentos o mais natural possível e, se for comer industrializados, que seja de vez em quando, sempre prestando atenção no rótulo. O sódio aumenta a pressão por causa da retenção de líquidos.

 

 

Fonte: IG

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Seis milhões de vida no mundo se perdem anualmente por conta do cigarro. 2015-06-03 Seis milhões de vida no mundo se perdem anualmente por conta do cigarro. Isso sem falar das diversas doenças ocasionadas pelo tabagismo que afetam o sistema digestivo de várias maneiras.

 

Mais de 60 agentes carcinogênicos foram identificados na fumaça do cigarro, como hidrocarbonetos policíclicos aromáticos, N-nitrosaminas, metais e aldeídos, capazes de causar danos diretamente ao DNA das células. Outro mecanismo através do qual o tabagismo afeta o DNA é pela hipermetilação do material genético. O dano direto causado ao material genético e sua hipermetilação leva à ativação ou inibição da função de alguns genes e, como resultado final, temos um risco aumentado de tumores. Fumar aumenta o risco de câncer de boca, esôfago, estômago, pâncreas, fígado e intestino.

 

Além desse aumento no risco de neoplasias, esse hábito leva a uma redução no tônus do esfíncter esofagiano inferior, exatamente o esfíncter que se encontra no limite entre o esôfago e estômago, e consequentemente predispõe à doença do refluxo gastroesofágico (DRGE). Foi mostrado também que quem continua fumando apresenta um risco maior de desenvolver as complicações da DRGE, como câncer e estenose de esôfago.

 

O tabagismo reduz o fluxo sanguíneo para a mucosa do trato digestivo e diminui a produção de muco no estômago, aumentando a chance de uma pessoa portadora de gastrite por H. pylori desenvolver uma úlcera péptica.

 

Quando o assunto é intestino, sabe-se que fumar aumenta o risco de doença de Crohn, uma doença inflamatória que afeta todo trato gastrointestinal. Pelos mecanismos de alterações genéticas discutidos acima, também há aumento na chance de desenvolver pólipos intestinais.

 

Alguns estudos mostram que o tabagismo aumenta o risco de cálculos de vesícula biliar, cirrose, complicações da esteatose hepática e pancreatite.

 

Parar de fumar ajuda a reverter grande parte desses riscos citados acima e, em algumas horas, já é possível notar alterações positivas, como uma melhora na circulação do trato gastrointestinal. Entre as doenças que tem seu prognóstico melhorado ao cessar o tabagismo podemos citar a DREG, úlcera péptica e doença de Crohn.

 

Um único cigarro já pode causar alterações no trato digestivo e, mais importante, não se pode esquecer que é a partir do primeiro cigarro que começa o risco da dependência.

 

Todo fumante deve procurar se informar sobre os efeitos nocivos do tabagismo e, ao decidir combater o vício, procurar ajuda médica para ajudar nesse processo.

 

Fonte: Minha Vida

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Pesquisa revela que risco de trombose aumenta em pessoas com hormônios recentes de anticoncepcionais 2015-06-01 Segundo um estudo observacional realizado no Reino Unido, pílulas anticoncepcionais que contêm alguns dos tipos mais recentes de progesteronas (drospirenona, desogestrel, gestodeno e ciproterona) estão associadas a um risco quatro vezes maior de causar trombose (tromboembolia venosa - TEV) em relação a quem não faz uso do medicamento e duas vezes maior do que as pílulas que contêm progesteronas mais antigas, como o levonorgestrel e noretisterona.

 

Cerca de 9% das mulheres em idade reprodutiva em todo o mundo usam contraceptivos orais. Esse número sobe para 18% em países desenvolvidos. No Reino Unido, por exemplo, 28% das mulheres usam pílula anticoncepcional. Os pesquisadores da Universidade de Nottingham disseram, em nota, que este é um estudo importante e esclarecedor, com poder suficiente para fornecer resultados comparativos confiáveis para diferentes formulações de contraceptivos orais combinados.

 

Embora o aumento do risco de trombose associado aos contraceptivos orais combinados seja bem conhecido, estudos anteriores usaram métodos diferentes para examinar essa ligação. Dessa forma, os riscos relativos associados a essas diferentes combinações permaneciam inconclusivos. Os pesquisadores, então, tentaram identificar as diferenças para ajudar a entender a importância desses novos resultados.

 

Os pesquisadores descobriram que as mulheres que usam anticoncepcionais orais atualmente têm um risco aumentado de ter trombose, em comparação com as que não usam, sempre levando em conta mulheres da mesma idade e estado de saúde.

 

Em comparação com mulheres que não usam anticoncepcionais orais, as que usam os hormônios contidos nas pílulas mais antigas, como o levonorgestrel, a noretisterona e a norgestimate, tinham cerca de 2,5 vezes mais risco de ter trombose. Já as que usam pílulas com os hormônios mais novos, como a drospirenona, desogestrel, gestodeno e ciproterona, apresentaram quatro vezes mais chances de desenvolver uma trombose.

 

O número adicional de casos de trombose por ano (a cada 10 mil mulheres) foi menor para os antigos levonorgestrel e norgestimate (seis casos a mais) e maior para os novos desogestrel e cyproterone (14 casos a mais).

 

Os pesquisadores ressaltaram que os contraceptivos orais são seguros e apontam que o risco de ter trombose tomando pílula anticoncepcional é ainda bem mais baixo do que o de desenvolver o mesmo problema na gravidez. Na gestação, a possibilidade de trombose aumenta 10 vezes, contra quatro vezes com o uso do anticoncepcional.

 

Eles afirmam que as mulheres que usam anticoncepcionais orais não devem parar com a medicação, mas sim consultar seu médico para rever o tipo de pílula que estão usando, caso haja algum tipo de reclamação.

 

Os cientistas informaram, no entanto, que este é um estudo observacional, portanto nenhuma conclusão definitiva pode ser tirada sobre a causa e efeito das pílulas.

 

IG

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Dentes são os maiores prejudicados com o ataque a geladeira na madrugada 2015-05-21 Alimentar-se tarde da noite pode trazer alguns problemas bucais e até causar a perda de dentes. Isso porque, sempre que comemos, forma-se sobre o dente uma placa incolor cheia de bactérias, que se alimentam, entre outras coisas, dos restos da comida que ficam por ali. A higienização bucal serve justamente para remover essa película evitando assim, que ela cause problemas bucais.

 

“Uma higienização bucal irregular mantém a placa sobre o dente gerando uma série de reações físico-químicas. Esse processo pode levar a perda de minerais da superfície dental, dando início à formação da cárie. A permanência desta placa também produz toxinas que podem levar à instalação de um processo inflamatório das gengivas”, diz Eliane Iguchi Nicolau, cirurgiã-dentista do Instituto Israelita de Responsabilidade Social Albert Einstein.

 

A saliva é uma forte aliada contra a placa bacteriana, funciona como um detergente natural para a boca. No entanto, durante a noite há uma redução do fluxo salivar, que cria um ambiente favorável para o acúmulo de bactérias e o surgimento da cárie. “Durante uma noite de sono, passa-se em média 6 a 8 horas dormindo, ou seja, as bactérias têm bastante tempo para agir caso a escovação não tenha sido realizada”, diz a especialista.

 

Assim, a combinação dos alimentos consumidos à noite, a falta de uma boa escovação antes de dormir e a saliva com a sua atividade reduzida, torna a boca um lugar ideal para as bactérias fazerem a festa durante madrugada.

 

Com o acúmulo da placa bacteriana, a gengivite aparece e, se não tratada, pode evoluir. “A periodontite é uma inflamação mais severa, uma consequência da gengivite. E os dentes são prejudicados diretamente, pois a estrutura que os mantêm está sendo abalada, podendo levar a perda dental”, diz Eliana.

 

Segundo um estudo realizado no Laboratório de Bioquímica Oral da Faculdade de Odontologia de Piracicaba da UNICAMP, o uso de creme dental com flúor a noite reduz a progressão da cárie em comparação com a escovação matinal.

 

A explicação para isso seria o fato de que a escovação noturna com esse tipo de pasta pode potencializar a retenção do flúor na boca, já que durante o sono o fluxo salivar diminui. Assim, mais concentrado, o flúor pode repor, com mais eficiência, os minerais perdidos pelo dente durante o dia.

 

Fonte: Terra

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Tomada de decisões em crises podem ser afetadas com a privação do sono, diz estudo 2015-05-13 Um estudo da Washington State University publicado na revista científica Sleep, apontou que a privação do sono pode prejudicar a tomada de decisões na hora de uma crise.

 

Pela primeira vez, os pesquisadores conseguiram reproduzir, em laboratório, uma simulação de como a falta de sono afeta aspectos críticos da tomada de decisão em situações-limítrofes do mundo real. Os resultados fornecem pistas de como ficar sem dormir por longos períodos pode levar médicos, socorristas, soldados e outros profissionais que lidam com crises a tomarem decisões catastróficas.

 

Criar uma situação controlada, em laboratório, que simula suficientemente bem as circunstâncias que levaram a lapsos graves de julgamento do mundo real sempre foi um desafio para os cientistas. Estudos já publicados anteriormente conseguiram mostrar como o sono compromete a atenção, mas os efeitos disso em testes de cognição e na tomada de decisões ainda são raros nesse campo de estudo.

 

Normalmente, a tomada de decisão é um processo dinâmico que exige de cada indivíduo se inteirar do que está ocorrendo em volta dela, como resultado de suas ações e de mudanças nas circunstâncias. Um cirurgião, por exemplo, pode notar uma mudança nos sinais vitais de um paciente no meio de um procedimento. Ele usa essa informação, também chamada de feedback, para decidir qual o melhor caminho a seguir.

 

“Um aspecto inovador deste estudo foi o uso de uma tarefa simples de laboratório que capta o aspecto essencial da tomada de decisões no mundo real, de se adaptar a novas informações em uma situação de mudança”, disse John Hinson, professor de psicologia e um dos autores da pesquisa.

 

“Estudos anteriores sobre perda de sono e tomada de decisões não levaram em conta a importância da adaptação de cada indivíduo à evolução das circunstâncias na hora de determinar se a perda de sono pode ou não levar a falhas em tomadas de decisão.”

 

O experimento mostrou que não importa o quanto uma pessoa quer fazer a escolha certa, a perda de sono faz algo com o cérebro que simplesmente impede o uso do feedback de forma eficaz. Para eles, a pesquisa fornece uma nova ferramenta para investigar como a privação do sono produz erros de decisão em situações da vida real onde a informação muda ao longo do tempo.

 

“Nossos resultados nos dizem que colocar as pessoas privadas de sono em ambientes de potencialmente perigosos é um negócio inerentemente arriscado e levanta uma série de implicações médicas, jurídicas e financeiras”, disse Hans Van Dongen, diretor do Centro de Pesquisas do Sono e da Washington State University, outro autor do estudo.

 

Fonte: IG

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Atividade física minimiza efeitos e proporciona bem-estar a pacientes com câncer 2015-05-08 O Instituto Nacional de Câncer (Inca), divulgou uma estimativa para 2014/2015 e segundo ela, 576 mil casos novos da doença devem diagnosticados, incluindo os casos de pele não melanoma. O câncer de pele do tipo não melanoma (182 mil casos novos) será o mais incidente, seguido pelos tumores de próstata (69 mil), mama feminina (57 mil), cólon e reto (33 mil), pulmão (27 mil), estômago (20 mil) e colo do útero (15 mil).

 

Muito embora a incidência da doença seja alta, os avanços no diagnóstico e tratamento aumentaram a taxa de sobrevida e qualidade de vida dos pacientes. Aliado ao tratamento, outras variáveis como a prática da atividade física passaram a fazer parte das recomendações para melhora nos índices de bem-estar e redução dos efeitos colaterais do tratamento, além dos efeitos tardios.

 

A atividade física pode contribuir consideravelmente na prevenção do câncer, atuando como protetor ao desenvolvimento da doença. Durante o tratamento, reduz efeitos colaterais como a fadiga e, após a fase crítica, contribui para a recuperação da autonomia, minimizando possíveis efeitos tardios do tratamento oncológico, além de atuar na prevenção de câncer recorrente ou segundo tumor.

 

Durante o tratamento, especificamente, são encontradas melhoras na autoestima, pois evita o isolamento, estresse psicológico, fadiga e dores corporais. Exercícios também melhoram o condicionamento físico e a força.

 

De acordo com a United States Department of Health and Human Services, quando um indivíduo encontra-se em situação crônica de saúde deve-se manter ativo tanto quanto a sua condição permitir. Evita-se, então, a inatividade ao primar pela indicação de que qualquer trabalho físico é melhor do que o sedentarismo. Dessa forma, ainda que as capacidades para as atividades e os seus efeitos possam apresentar diferenças, dependendo do diagnóstico e tratamento, é importante que pequenos momentos ativos sejam incorporados à rotina do paciente.

 

Atividades como pequenas caminhadas, pedalar na bicicleta ergométrica, alongamentos, ioga, pilates e treinamento com pesos leves podem ser praticados por serem mais lentos e exigirem esforços reduzidos do praticante. Como os ciclos de quimioterapia são variados e os efeitos colaterais costumam se agravar em alguns momentos, a sugestão é aproveitar os dias em que o desconforto é menor para a prática de atividades físicas leves.

 

Os órgãos que estudam a doença mundialmente como o CDC (Center for Disease Control and Prevention), ACSM (American College Sports Medicine), American Heart Association e o NCCN (National Comprehensive Cancer Network) fazem para os pacientes oncológicos a mesma recomendação feita para adultos saudáveis: 30 minutos de atividades físicas diárias, que podem ser divididos em sessões de 10 e 15 minutos, com as ressalvas comentadas anteriormente.

 

Portanto, pequenos momentos ativos são importantes para a melhora do quadro geral do paciente, ainda que seja preciso parar para descansar durante o exercício. A insistência vale a pena para que melhoras no bem-estar ocorram.

 

Fonte: Minha Vida

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Saiba mais sobre arritmia cardíaca e como descobrir se está sofrendo com ela 2015-04-30 Você sabia que o coração bate cerca de 80 vezes em um minuto? A verdade é que ninguém nota essa quantidade de batimentos, a não ser que o ritmo fique irregular - muito acelerado ou muito lento. O relato mais comum é de palpitações. Às vezes o peito "acelera", às vezes desacelera. Às vezes ele pula. Às vezes parece que tem alguém soprando bolhas de ar dentro de um copo no meu peito. Às vezes dá tonturas ou e desmaio depois.

 

A variação da frequência cardíaca faz com que alguns batimentos empurrem mais sangue, outros menos. Essa variação na quantidade de sangue é percebida pela pessoa como se o coração estivesse batendo irregular - porque na maioria das vezes está.

 

Em algumas situações a palpitação é normal, como imediatamente após esforço físico intenso. E porque notamos então? Porque quando estamos correndo o corpo precisa de batimentos muito rápidos para levar oxigênio e retirar gás carbônico. Imediatamente após o esforço o corpo já não precisa mais. E a frequência cardíaca está inadequadamente elevada. Por isso notamos. Então, concluímos que também reparamos quando a frequência cardíaca está demasiadamente elevada para o pouco esforço que estamos fazendo (ou muito lenta para levar oxigênio quando precisamos).

 

Isso pode significar a presença de uma arritmia cardíaca. Em alguns casos, a frequência muito lenta ou muito rápida pode levar à formação de coágulos no coração ou até levar a pouca perfusão cerebral, infarto agudo do miocárdio e morte. Por isso quando observamos palpitações em situações inadequadas é muito importante procurar um cardiologista ou um arritmologista (especialista em arritmias cardíacas) para avaliar o risco e o melhor tratamento.

 

 

Fonte: Minha Vida

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Estudo prova que depressão pode vir antes de perda de memória no alzheimer 2015-04-27 Uma pesquisa americana provou que depressão e outras alterações de comportamento são sinais que podem aparecer antes da perda de memória em futuros pacientes com Alzheimer. A pesquisa foi realizada com mais de 2,5 mil pessoas.

 

“Estudos anteriores mostraram que aproximadamente 90% das pessoas com Alzheimer tiveram sintomas comportamentais e psicológicos, como depressão, ansiedade e agitação. Agora o nosso estudo mostra que estas mudanças ocorrem antes mesmo que o paciente seja diagnosticado”, afirmou

 

Catherine Roe, pesquisadora da Universidade de Washington e autora do estudo, afirma que estudos anteriores já haviam mostrado que aproximadamente 90% das pessoas com Alzheimer tiveram sintomas comportamentais e psicológicos, como depressão, ansiedade e agitação. O estudo de agora vem para validar as suspeitas e mostrar que estas mudanças ocorrem antes mesmo que o paciente seja diagnosticado.

 

No estudo realizado na Universidade de Washington, pesquisadores acompanharam por sete anos 2.416 pessoas com 50 anos ou mais e que não apresentavam nenhum problema cognitivo. Do total, 1.198 pessoas permaneceram cognitivamente normais. Os pesquisadores compararam os resultados com os dados de 1.218 pessoas que desenvolveram demência. As pessoas que desenvolveram demência durante o estudo também passaram a apresentar sintomas comportamentais, como apatia, alterações de apetite, irritabilidade e depressão mais cedo do que aqueles que não desenvolveram demência. De acordo com o estudo, por exemplo, 30% das pessoas com demência tiveram depressão quatro anos após o início do estudo, comparado com 15% daqueles que não tiveram demência.

 

Aqueles que desenvolveram demência tiveram duas vezes mais probabilidade de desenvolver depressão mais cedo do que aqueles sem demência. No entanto, a cientista afirma ainda que o estudo traz provas conflitantes sobre depressão e demência. "Nós ainda não sabemos se a depressão é uma resposta ao processo psicológico da doença de Alzheimer ou um resultado das mesmas alterações no cérebro," disse. Ela defende que mais pesquisas sejam feitas para identificar como ocorre a relação entre as duas condições.

 

Estima-se 1,2 milhão de pessoas no Brasil com Alzheimer, doença neurodegenerativa que atinge, principalmente, idosos e provoca de forma gradual a perda de funções cognitivas como a memória, orientação, atenção e linguagem. De acordo com a Associação Brasileira de Alzheimer (Abraz) 6% dos idosos desenvolveram a doença que não tem cura. A tendência é que este número cresça.

 

Ainda não se sabe quais são as causas do Alzheimer, sabe-se apenas que há um fator genético e que nestes casos a doença tende a se manifestar antes dos 60 anos. Especialistas afirmam que a prática de atividade física, atividade intelectual são limitadores da doença.

 

Fonte: IG

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Desnutrição severa é a causa da morte de 20% dos pacientes com câncer 2015-04-10 20% dos pacientes com câncer morrem em decorrência de caquexia, uma espécie de desnutrição grave, é o que diz um estudo realizado por pesquisadores da Universidade de Califórnia. “Muitos pacientes com câncer não morrem por causa pela doença, mas por causas além, por mudanças sistêmicas no corpo todo que são induzidas por esses tumores. Um dos piores efeitos é a caquexia, que é o maior obstáculo no tratamento do câncer”, diz, em comunicado, David Bilder, biólogo da Universidade e um dos autores dos estudos que foram publicados no periódico Developmental Cell.

 

Estudando uma mosca de frutas, os pesquisadores descobriram uma molécula secretada em tumores e que causa essa perda de gordura, músculos, proteínas e ovários – órgãos que estocam energia em forma de lipídios – e estão esperançosos com a versão da molécula em mamíferos, que envolve o fator de crescimento da insulina, uma proteína chamada IGFBP.

 

“Os humanos têm várias IGFBP, e estudos apontam para um novo mediador de caquexia, que levaria ao desenvolvimento de novas terapias”, diz David Bilder. “Se essas IGFBP específicas pudessem ser identificadas como aquelas que provocam a caquexia em certos tipos de tumores, bloqueá-las poderia oferecer um tratamento mais direcionado do que administrar insulina sistemicamente, ação em que há risco de estimular o crescimento do tumor”, diz.

 

Essa desnutrição é causada por alterações metabólicas produzidas pelo câncer, pelas reações inflamatórias do corpo tentando se defender do tumor e por uma série de efeitos colaterais provocados pelo tratamento, seja ele cirúrgico ou quimioterapia e radioterapia, diz a presidente do comitê de nutrição da Sociedade Brasileira de Nutrição Parenteral, Maria Emília Fabre.

 

A síndrome se caracteriza por um consumo muito intenso de tecidos muscular e gorduroso, levando à perda de peso, anemia e outras alterações metabólicas e até mesmo da defesa do organismo. Na desnutrição comum, a gordura é queimada, mas o músculo esquelético é mantido. Já na caquexia, os dois são prejudicados seriamente.

 

Justamente para evitar que chegue nesse estágio irreversível, especialistas em nutrição lutam, com as armas que têm em mãos atualmente, para diagnosticar o problema precocemente e evitar a desnutrição. “Há meios de amenizar a perda de peso do paciente, formas de fazer com que ele não tenha perca massa muscular”, explica Ana Carolina Cantelli, nutricionista do Hospital A.C. Camargo Cancer Center.

 

Esses meios começam com a tentativa de acabar com as náuseas causadas pela quimioterapia. Além disso, há as lesões dolorosas na boca que desestimulam a mastigação. Pode, também, haver diarreia durante o tratamento. Quando os esforços para evitar e curar esses problemas não funcionam, os aditivos entram em cena. “Às vezes, usamos suplementos nutricionais – que são totalmente diferentes daqueles suplementos de academia”, conta ela.

 

Esses complementos alimentares com mais calorias e proteínas podem ser adicionados à alimentação, de forma líquida ou em pó. “Em alguns casos, o paciente não consegue atingir a necessidade calórica e proteica por um período, mesmo usando os suplementos”, diz Ana Carolina. Dependendo da localização do tumor, a alimentação via oral fica prejudicada, logo os nutricionistas elaboram a alimentação via sonda. Se, mesmo assim não der certo, é usada a nutrição parenteral, injetada diretamente na veia.

 

“É uma solução que inclui vários nutrientes e proteínas já quebradas, que chamamos de aminoácidos. É uma composição de carboidratos, vitaminas, minerais e gorduras que já vem pronta para ser absorvida sem passar por nenhum processo de digestão”, explica a nutricionista do A.C. Camargo.

 

Fonte: IG

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Estudo descobre células do sistema imunológico que estimulam câncer de mama 2015-03-31 Um estudo realizado por uma equipe do Instituto de Câncer da Holanda, liderada pelo pesquisador Karin de Visser e divulgado pela revista Nature, descobriu que certos tumores da mama causam um "efeito dominó" de reações no sistema imunológico que facilitam a propagação das células cancerígenas.De acordo com pesquisadores holandeses, células do sistema imunológico facilitam a propagação de células cancerígenas no organismo.

 

O sistema imunológico é responsável por prevenir o corpo contra doenças, infecções e, inclusive, contra o câncer . Ele atua protegendo o organismo de invasores. No entanto conforme indicam os especialistas, parece que o sistema também tem "traidores". Os cientistas descobriram que o tumor envia moléculas "sinalizadoras" que fazem com que o sistema imunológico produza um grande número de neutrófilos. Esses neutrófilos são capazes de bloquear as ações das células T, que são responsáveis por proteger o corpo de infecções e ajudam a destruir as células cancerígenas.

 

Há alguns anos, foi descoberto que as pacientes com câncer de mama tinham um alto número de neutrófilos no organismo, o que gerava maior risco de desenvolver metástase.

 

Além disso, Karin de Visser e sua equipe descobriram uma proteína chamada Interleucina 17 (IL17) que é imprescindível para este processo. "Em nossos experimentos descobrimos que a IL17 é crucial para o aumento da produção de neutrófilos, mas não só isso, também é a molécula que muda o comportamento destas células, fazendo com que se voltem inibidoras das células T", explicou.

 

Os cientistas realizaram testes com ratos e descobriram que quando se inibiam os neutrófilos os animais desenvolviam muito menos metástase que aqueles nos quais não se freavam.

 

A inibição da IL17 poderia ser uma estratégia segura. De fato os remédios anti-IL17 estão sendo testados atualmente em análises clínicos para tratar doenças como a psoriasis ou o reumatismo.

 

 

Fonte: TERRA

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Vacina contra pneumonia mostra eficácia 2015-03-30 O periódico New England Journal of Medicine divulgou uma pesquisa que mostra bons resultados para uma vacina contra pneumonias pneumocócicas. Das 85 mil pessoas que participaram do estudo, a vacina contra 13 sorotipos de pneumococos mostrou 45% de eficácia ao prevenir a pneumonia não invasiva – quando o pneumococo atinge só os pulmões e não cai na corrente sanguínea. Além disso, a vacina foi capaz de evitar 75% de casos de pneumonia invasiva, um quadro ainda mais grave, quando as bactérias passam a circular no sangue.

 

Aprovada em 2013 pela Anvisa e ainda disponível apenas na rede privada, a vacina contra 13 sorotipos de pneumococos é indicada para adultos acima de 50 anos e crianças de seis meses até seis anos. A Pfizer, empresa fabricante, já solicitou ao órgão regulador a liberação para crianças e adolescentes entre seis e 17 anos.

 

Os idosos são considerados uma população-chave para a vacinação por causa do envelhecimento do organismo. Quanto mais idade, mais dificuldade o sistema imunológico tem para se defender de agentes invasores causadores de doenças. É o que se chama de imunossenescência. Quando a deficiência na imunidade se junta com as estações secas do ano, há um cenário ainda mais preocupante, dizem os médicos.

 

A infectologista Lessandra Michelim, professora de infectologia da Universidade de Caxias do Sul, no Rio Grande do Sul, explica que o inverno é um ambiente propício para a propagação de doenças respiratórias.

“As pessoas ficam mais juntas em ambientes fechados, o ar fica mais seco e a cavidade nasal resseca, favorecendo a entrada de vírus e bactérias”, explica.

“Além de o idoso ter um sistema imunológico mais deficiente, muitas vezes há outras doenças no conjunto, como hipertensão, diabetes e problemas no coração, o que pode agravar o quadro”, alerta.

 

Segundo Lessandra, a nova vacina protege contra um tipo comum e cada vez mais resistente de pneumococo, que resiste ao tratamento com antibióticos comuns. A vacina contra os 13 tipos defende o organismo dos sorotipos 1, 3, 4, 5, 6A, 6B, 7F, 9V, 14 18C, 19ª, 19F e 23F.

 

Dentre esses sorotipos, o que mais preocupa os infectologistas atualmente é o 19A. O uso exagerado e sem necessidade de antibióticos favoreceu mutações genéticas do pneumococo, como o caso dessa cepa específica, que é muito resistente a medicações. E o pior: depois de 20 anos de estabilização, a ocorrência dela na América Latina aumentou.

 

A vacina hoje distribuída gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS) é eficaz contra 10 sorotipos de pneumococos, mas ainda não inclui a cepa 19A. A imunização contra os 13 sorotipos está disponível apenas na rede privada e custa em média R$ 250.

 

Fonte: IG

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Estudo diz que chances de desenvolver câncer aumentam com obesidade 2015-03-18 Segundo levantamento do centro de pesquisa de câncer do Reino Unido, a obesidade está diretamente ligada à doença em mulheres adultas, já que aquelas que estão acima do peso têm 40% mais de chances de desenvolver sete tipos específicos da doença após os 40 anos. São eles: câncer de intestino, mama, vesícula, útero, rim, pâncreas e esôfago.

 

A pesquisa trouxe ainda outros dados um tanto preocupantes sobre o cenário da doença na região: uma em cada quatro mulheres obesas poderão desenvolver estes tipos de câncer relacionados ao excesso de peso na fase adulta; 8,2% dos casos da doença entre mulheres são causados pela gordura; em um grupo de mil mulheres acima do peso, 274 terão a doença, enquanto este número cai para 194 entre o mesmo número de mulheres saudáveis; aproximadamente 25% das inglesas estão acima do peso, o que traz uma estimativa de 18 mil novos casos de câncer todos os anos, entre elas, por causa disso.

 

De acordo com os especialistas, há algumas razões para que o excesso de gordura e hábitos incorretos tenha como consequência o aumento das chances do câncer aparecer. Uma delas é a produção hormonal pelas células de gordura, especialmente o estrogênio, considerado um componenente que alimenta as células cancerígenas. Talvez isso explique por que 12% das mulheres que têm câncer de mama pós-menopausa sejam obesas. Além disso, a presença do hormônio explica ainda por que as mulheres têm 50% mais chances de terem a doença comparado aos homens que também estão acima do peso.

 

"Emagrecer não é fácil, mas você não tem que ir para a academia correr quilômetros na esteira ou nunca mais comer seu alimento preferido. É possível fazer mudanças pequenas que a longo prazo têm impacto real. Por exemplo, desça do ônibus um ponto antes, coma menos doce e suba escada", explica a Dra. JulieSharp, pesquisadora do Cancer Research UK. Ela explica ainda que o ideal é encontrar maneiras de ter uma vida mais saudável, além de manter e incorporar estes hábitos.

 

Fonte: Daily Mail / TERRA

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Saiba mais sobre a vacina contra o HPV 2015-03-11 A vacina contra o vírus HPV está sendo oferecida gratuitamente a meninas de 9 a 11 anos e protege contra os tipos mais letais do vírus. A imunização poderia evitar as cinco mil mortes anuais que acontecem por causa do desenvolvimento desse câncer facilmente prevenido.

 

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) recentemente aprovou a vacina para mulheres até 45 anos. Mas, para essa faixa etária, a imunização não é oferecida gratuitamente.

 

Muitas pessoas, no entanto, ficam receosas quando o assunto é vacinação contra o HPV, por causa de informações sobre o tema disseminadas principalmente na internet.

 

Logo no início da aplicação da vacina contra o vírus, notícias apontavam que algumas garotas ficaram paralisadas. No entanto, Isabela Ballalai, presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), explica que foi provado se tratar de um caso de histeria coletiva.

 

“A vacina não causa paralisia. Milhões de doses já foram aplicadas no mundo todo há mais de 10 anos e não tem havido nenhum caso de evento adverso grave”, tranquiliza a médica.

 

“O que aconteceu em São Paulo foi uma situação de histeria e medo. Tudo foi investigado e a situação que aconteceu foi mesmo de estresse. Já vi uma menina desmaiar com a vacina de hepatite B. Não era por causa da vacina, e sim do estresse”, comenta a médica.

 

A especialista em cânceres ginecológicos e presidente do Grupo Brasileiro de Tumores Ginecológicos, Angélica Nogueira, confirma a informação.

 

“Os casos que aconteceram no Brasil não tinham relação com a vacina. A imunização é segura e evita uma doença muito relevante. Esse mito tende a derrubar um benefício importante. Recomendo intensamente a vacina”, alerta a médica.

 

Isabela explica que toda vacina pode causar efeitos adversos. “São bem raros, mas acontecem”, diz ela. “A vacina contra HPV pode causar dor no braço e o local da aplicação pode ficar vermelho, inchado e um pouco quente. São eventos adversos esperados e comuns”, diz ela.

 

Segundo a médica, os efeitos colaterais dessa vacina são bem mais fracos do que as de outras imunizações conhecidas e amplamente aceitas pela população, como a vacina contra difteria, coqueluche e tétano, que costuma causar febre.

 

As especialistas são unânimes ao dizer que os riscos dos efeitos colaterais compensam os benefícios da vacina. “Sem dúvida nenhuma, o risco tende a zero, é mínimo. São eventos adversos leves e o que se quer prevenir são cinco mil mortes por ano e mais 15 mil novos casos de câncer de útero no Brasil, o que mais mata a mulher brasileira”, diz a presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações.

 

“Outras vacinas bem mais complicadas são aplicadas na infância e os eventos adversos são tolerados. A vacina do HPV é muito segura e causa pouca reação nas meninas”, diz Isabela.

 

Angélica complementa que, se o câncer de colo de útero não for prevenido, a doença também pode causar infertilidade, alterações no útero, intestino e urina e levar à morte. “No País é comum ser diagnosticada já em estágio avançado”, alerta a ginecologista.

 

 

Fonte: IG

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Dores de cabeça frequentes durante o ato sexual devem ser investigadas 2015-03-04 As cefaleias ligadas ao ato sexual são chamadas de cefaleias pré-orgásticas e orgásticas, e tratam-se daquelas dores de cabeça que só acontecem durante o ato sexual. São dores de cabeça raras, mas que não devem ser negligenciadas, pois podem sinalizar alguma doença grave como um sangramento cerebral.

 

A cefaleia pré-orgástica ocorre durante a relação sexual, com sua intensidade aumentando conforme a excitação sexual aumenta. Costuma ocorrer na cabeça toda e região cervical. A cefaleia orgástica ocorre de maneira súbita no exato momento do orgasmo, como uma dor explosiva e de forte intensidade.

 

Não se sabe ainda porque essas cefaleias ocorrem, mas a cefaleia pré-orgástica parece estar ligada a uma excessiva contração muscular na região da cabeça e pescoço durante o ato sexual. Já as cefaleias orgásticas podem acontecer devido à contração dos vasos sanguíneos da cabeça, durante e logo após o orgasmo.

 

Essas cefaleias acometem mais os homens que as mulheres, sendo mais comum entre os 20 e 40 anos. Tendem a ter curta duração, mas podem durar ate 24 horas e requerer tratamento medicamentoso. É mais comum em pessoas que tenham enxaqueca e cefaleia do tipo tensional, indivíduos com obesidade e/ou muito estressados.

 

As dores de cabeça não necessariamente ocorrem em todas as relações sexuais. A frequência pode variar de individuo para individuo, sendo que alguns podem apresentar essas cefaleias esporadicamente, mas outros podem apresentar em todas as relações sexuais.

 

Todo homem ou mulher que apresentar pela primeira vez uma cefaleia aguda e de forte intensidade no ato sexual deve procurar um atendimento medico de urgência. Exames precisam ser realizados para exclusão de quadros graves como rompimento de aneurismas e sangramentos cerebrais - e esses exames devem ser realizados o mais rápido possível. Se os resultados se mostrarem normais, um neurologista deve acompanhar esse quadro.

 

Dependendo da duração, e principalmente da frequência da cefaleia, podem ser indicados medicamentos no momento da crise e medicamentos para prevenir que as crises aconteçam.

 

 

Fonte: MINHA VIDA

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Pesquisa diz que fadiga crônica trata-se de uma doença biológica, e não psicológica como acreditavam antes 2015-03-02 Um estudo publicado na revista especializada Science Advances, leva a crer que a fadiga crônica, doença biológica e não psicológica, possa ser identificada por marcadores no sangue. Alimentando com isso, as esperanças da descoberta de tratamento.

 

A descoberta é "a primeira prova física sólida" de que esta síndrome é "uma doença biológica e não uma desordem psicológica" e que a enfermidade comporta "distintas etapas", afirmam os autores da pesquisa realizada pela Escola Mailman de Saúde Pública, na universidade de Columbia.

 

Sem causa nem tratamento conhecidos, a síndrome da fadiga crônica, conhecida como encefalomielitis (ME/CFS), deixa os cientistas perplexos há tempos. Além de um cansaço constante, provoca dores de cabeça e musculares e dificuldades para se concentrar.

 

"Agora temos a confirmação de algo que milhões de pessoas que sofrem com a doença já sabiam: a ME/CFS não é psicológica", afirma Mady Hornig, professor associado em epidemiologia da Escola Mailman e principal autor do estudo.

 

"Nossos resultados devem acelerar o processo para estabelecer um diagnóstico (...) e descobrir novos tratamentos, já que pode se concentrar nesses marcadores sanguíneos", acrescentou.

 

Os pesquisadores examinaram os níveis de 51 marcadores do sistema imunológico no plasma de 298 pacientes e 348 pessoas saudáveis e descobriram que o sangue dos pacientes que sofrem de fadiga crônica há três anos ou menos apresentavam níveis mais elevados de moléculas chamadas citoquinas, o que não ocorre com quem não tem a doença.

 

Fonte: EFE

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Cigarro aumenta risco de refluxo e outras doenças no trato digestivo 2015-02-26 Cerca de seis milhões de pessoas perdem a vida anualmente por conta do cigarro.. Além disso, o tabagismo afeta o sistema digestivo de várias maneiras. Foram descobertos mais de 60 agentes carcinogênicos na fumaça do cigarro, como hidrocarbonetos policíclicos aromáticos, N-nitrosaminas, metais e aldeídos, capazes de causar danos diretamente ao DNA das células. Outro mecanismo através do qual o tabagismo afeta o DNA é pela hipermetilação do material genético. O dano direto causado ao material genético e sua hipermetilação leva à ativação ou inibição da função de alguns genes e, como resultado final, temos um risco aumentado de tumores. Fumar então, aumenta o risco de câncer de boca, esôfago, estômago, pâncreas, fígado e intestino.

 

Além desse aumento no risco de neoplasias, o hábito leva a uma redução no tônus do esfíncter esofagiano inferior, exatamente o esfíncter que se encontra no limite entre o esôfago e estômago, e consequentemente predispõe à doença do refluxo gastroesofágico (DRGE). Foi mostrado também que quem continua fumando apresenta um risco maior de desenvolver as complicações da DRGE, como câncer e estenose de esôfago.

 

O tabagismo reduz o fluxo sanguíneo para a mucosa do trato digestivo e diminui a produção de muco no estômago, aumentando a chance de uma pessoa portadora de gastrite por H. pylori desenvolver uma úlcera péptica.

 

Quando o assunto é intestino, sabe-se que fumar aumenta o risco de doença de Crohn, uma doença inflamatória que afeta todo trato gastrointestinal. Pelos mecanismos de alterações genéticas discutidos acima, também há aumento na chance de desenvolver pólipos intestinais.

 

Alguns estudos mostram que o tabagismo aumenta o risco de cálculos de vesícula biliar, cirrose, complicações da esteatose hepática e pancreatite.

 

Parar de fumar ajuda a reverter grande parte desses riscos citados acima e, em algumas horas, já é possível notar alterações positivas, como uma melhora na circulação do trato gastrointestinal. Entre as doenças que tem seu prognóstico melhorado ao cessar o tabagismo podemos citar a DREG, úlcera péptica e doença de Crohn.

 

Um único cigarro já pode causar alterações no trato digestivo e, mais importante, não se pode esquecer que é a partir do primeiro cigarro que começa o risco da dependência.

 

Todo fumante deve procurar se informar sobre os efeitos nocivos do tabagismo e, ao decidir combater o vício, procurar ajuda médica para ajudar nesse processo.

 

Fonte: MINHA VIDA

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Diagnóstico da dor de cabeça crônica requer avaliação médica 2015-02-24 Dor de cabeça é o sintoma mais comum em clínica médica, tem um impacto significativo na vida das pessoas e é causa frequente de absenteísmo (ausência do funcionário no ambiente de trabalho), levando a perdas financeiras incalculáveis para a sociedade civil.

 

As cefaleias crônicas, dores de cabeça constantes com frequência de 15 episódios ou mais por mês, por mais de três meses seguidos, são fáceis de diagnosticar e até de tratar. Primeiro, é preciso entender que as cefaleias crônicas são divididas em grupos, sendo a enxaqueca crônica e a cefaleia tipo tensional crônica os principais representantes. Assim, é importante conhecer características básicas da dor de cabeça, como:

 

Duração

Localização

Intensidade

Caráter (crônico, agudo)

Sintomas associados

Entre outros.

 

Para facilitar o diagnóstico das dores de cabeça constantes, pacientes podem anotar informações básicas sobre suas dores e levar ao consultório, respondendo por exemplo os tópicos citados acima.

 

Segundo, frequentemente os pacientes com dores de cabeça constantes fazem uso excessivo de analgésicos, o que leva a um ciclo vicioso de dor, agravando o caso.

 

Finalmente, o médico mais atento perceberá facilmente que a maior parte dos indivíduos com dor crônica de cabeça têm comorbidades psiquiátricas associadas, por exemplo, transtornos ansiosos e transtornos do humor (depressão). Alterações do sono também são comuns nestas situações.

 

Logo, as dores de cabeça constantes são um desafio e, infelizmente, uma realidade na vida moderna. Conhecer o diagnóstico, investigar com exames complementares, interromper o uso excessivo de analgésicos e reconhecer comorbidades psiquiátricas associadas são elementos fundamentais. Após isto, a etapa mais crítica para alívio dos sintomas e resolução das dores acontece: a escolha do tratamento preventivo, medicações escolhidas por médico experiente dentre um portfólio de opções possíveis.

 

Fonte: MINHA VIDA

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Testes de vacina contra o HIV começam a ser realizados na África do Sul 2015-02-20 Uma vacina experimental contra o vírus do HIV, causador da Aids, está sendo introduzida por uma equipe internacional em ensaios clínicos na África do Sul . A experimentação se baseia nos resultados do teste clínico RV144, conhecido como o "ensaio tailandês", o primeiro estudo que conseguiu reduzir o risco de infecção por HIV mediante uma vacina. Os primeiros resultados do RV144, divulgados em 2009, mostraram que ela tinha alcançado eficácia de 31%.

 

O novo teste clínico HVTN 100 foi desenvolvido para ampliar a proteção obtida com a vacina tailandesa, que foi modificada para ser adaptada a um subtipo vírus HIV predominante na África do Sul. A testagem será feita, inicialmente, com 252 voluntários, com idades entre 18 e 40 anos, para avaliar a segurança da vacina e para ver se ela produz no sistema imunológico a resposta esperada.

 

O Instituto Nacional de Alergias e Doenças Infecciosas (Niaid) da rede de Institutos Nacionais de Saúde (NHI) dos Estados Unidos estará a cargo da parte operacional nas duas primeiras fases do teste. Os primeiros resultados estão previstos para saírem em dois anos, informou a instituição.

 

"Uma vacina segura e eficaz contra o HIV é essencial para conseguir um final sustentado à pandemia da Aids", disse o imunologista e diretor do Niaid, Anthony Fauci, em comunicado.

 

Para ele, o lançamento do HVTN 100 é um "importante passo" rumo à produção de uma vacina contra o HIV, que teria um "grande impacto" na África do Sul, um dos países mais atingidos pela doença.

 

O estudo faz parte de uma pesquisa maior, da qual participam diversas organizações públicas e privadas. O objetivo é conseguir, além da vacina, uma melhor compreensão dos cientistas quanto às respostas do sistema imunológico associadas à prevenção da infecção. A pesquisa é liderada por Linda-Gail, diretora-adjunta do Centro de HIV Desmond Tutu da Universidade de Cape Town e chefe de operações da Fundação Desmond Tutu, dedicada ao estudo do HIV na África do Sul.

 

Fonte: EFE

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Brincadeiras carnavalescas podem trazer problemas para os olhos 2015-02-13 A brincadeira pode ser boa mas o spray de espuma e a maquiagem, comuns no carnaval, podem ser um problema para a saúde dos olhos. Segundo Marcus Sáfady, conselheiro da Sociedade Brasileira de Oftalmologia, alerta que as lesões causadas por spray de espuma podem comprometer a visão.

 

“Quando a espuma cai nos olhos, pode causar vermelhidão, sensação de areia nos olhos, dor e todo tipo de reação alérgica”, explica o médico. Caso isso aconteça, o primeiro passo, segundo ele, é lavar a área afetada com água corrente e, se não melhorar, procurar um médico. Sáfady desaconselha a automedicação, pois existe o risco de complicar ainda mais a situação.

 

O Projeto de Lei 4.476/12, que propunha a proibição da venda do produto, foi arquivado no dia 31 de janeiro deste ano, pois o Artigo 105 do Regimento Interno da Câmara dos Deputados determina que ao fim de cada legislatura sejam arquivadas as propostas que estavam em tramitação.

 

A maquiagem excessiva é outro problema comum no carnaval, de acordo com o médico. “É preciso cuidado ao usar sombras com purpurina ou glitter, pois caso caia na vista, o material pode arranhar a córnea ou se alojar na pálpebra, causando irritação”, explica.

 

O oftalmologista adverte que o lápis de olho também pode ser um vilão para os olhos. “Na parte interior das pálpebras, onde é utilizado, ficam as glândulas de meibômio, responsáveis pela secreção de material gorduroso que ajuda na composição da lágrima. A obstrução dessas glândulas aumenta o risco de inflamação e infecção local, podendo causar terçol”, explica Marcus Sáfady, lembrando que a remoção da maquiagem antes de dormir é fundamental para retirar quaisquer resíduos prejudiciais à visão.

 

Fonte: TERRA

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Estudo recentes constatam problemas relacionados ao alto consumo do leite 2015-02-04 Alguns estudos recentes têm sugerido potenciais efeitos nocivos no consumo do leite, ainda que ele seja considerado como um alimento "perfeito", que colabora muito com a saúde.

 

Diz-se que uma dieta rica em leite ajuda as crianças a terem ossos fortes e evita danos da osteoporose em idosos. No entanto, alguns pesquisadores observaram taxas de fratura baixas nos países asiáticos, onde pouco leite é consumido, e questionaram se há evidência suficiente para apoiar as recomendações do consumo do alimento. Além disso, alguns estudos ligaram o leite ao risco de câncer de ovário e próstata, embora muitos cientistas acreditem que mais pesquisas são necessárias antes de tirar conclusões de que o leite é a causa.

 

Já no ano passado, um estudo sueco publicado em uma revista médica britânica descobriu que o grupo de mulheres que bebiam três ou mais copos de leite apresentou taxas maiores de morte que o daquelas que beberam menos de um copo por dia. Ossos quebrados se mostraram mais comuns em voluntárias que consumiam muito o produto. Outros itens lácteos não estavam ligados a esses problemas. O principal autor da pesquisa, Karl Michaelsson, da Universidade de Uppsala, disse que os resultados são muito preliminares para indicar a necessidade de uma mudança nas recomendações dietéticas.

 

“A ideia de que o leite é um alimento perfeito foi desacreditada”, disse o nutricionista David Levitsky, da Universidade de Cornell, nos Estados Unidos. Mas continua a ser uma rica fonte de cálcio e ainda é visto como uma parte valiosa de uma dieta bem equilibrada, especialmente para as crianças, acrescentou o especialista. “É um bom alimento. Mas você não deve olhar para ele como um alimento mágico”, comentou.

 

Fonte: Terra

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Há alguma dificuldade para vegetarianos na prática de esportes? 2015-02-02 O alerta é dos nutricionistas: os seres humanos devem ingerir de forma equilibrada carboidratos, proteínas, gorduras, vitaminas, minerais e água. A ausência de um desses grupos de nutrientes pode gerar um efeito negativo sobre a saúde. Mas e como ficam os vegetarianos?

 

As carnes vermelhas oferecem proteínas de alta qualidade, especialmente se o objetivo é fazer exercícios físicos e melhorar o rendimento atlético. Neste sentido, as carnes geralmente têm um papel predominante graças ao número de nutrientes importantes que contêm, tais como proteínas em alta quantidade e qualidade, ferro, vitamina B12 e zinco.

 

Mas o que acontece com quem não come carne? Vegetarianos ou veganos (aqueles que não consomem nenhum produto de origem animal) conseguem obter o mesmo desempenho físico dos carnívoros?

 

A presença de atletas de elite em diferentes modalidades que se dizem vegetarianos ou veganos sugere que a resposta é sim. Seja um maratonista, um ciclista ou um triatleta, cada atividade física exige diferentes tipos de dieta, explica a nutricionista esportiva Jo Scott-Dalgleish.

 

"Tudo se resume a um bom equilíbrio entre carboidratos, proteínas e gorduras. Todos os três são necessários para compensar o uso de energia. Os carboidratos fornecem energia, enquanto as proteínas e as gorduras ajudam a recuperação dos músculos após o esforço. Também é preciso uma boa seleção de micronutrientes e vitaminas", diz.

 

Atletas vegetarianos ou veganos não são novos no esporte. O "finlandês voador" Paavo Nurmie, o campeão dos 400 metros com barreiras Edwin Moses, o esquiador Bode Miller e a tenista Martina Navratilova são alguns dos nomes mais conhecidos.

 

O médico Norman MacMillan, diz que a maioria das proteínas vegetais não têm pelo menos um dos aminoácidos essenciais. Ao associar alimentos de origem vegetal, como, por exemplo, um cereal com um legume (arroz e lentilhas ou arroz e soja), é possível obter uma combinação de aminoácidos com a qualidade de um produto de origem animal.

 

Se nenhum tipo de carne é consumido, as proteínas podem ser obtidas a partir de produtos lácteos e ovos, mas se esses alimentos também não são consumidos, a dica é procurar alternativas em grãos, como feijão, grão de bico ou lentilha, que podem ser combinados com macarrão ou pão feito de farinha integral.

 

A conclusão dos nutricionistas é que todos, atletas e não-atletas, devem seguir as recomendações básicas de uma dieta saudável e equilibrada. A partir daí, cada um decide a melhor combinação para seus objetivos.

 

Fonte: BBC

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Entenda como as comidas muito temperadas podem agredir sua língua 2015-01-28 A língua tem cerca de 10 mil papilas com capacidade de reconhecer o amargo, o ácido (azedo), o doce, o salgado e o umami – palavra japonesa que significa “delicioso”, ou seja, aquele gosto agradável, suave e duradouro que fica na boca. O gosto umami está relacionado a alguns aminoácidos, como o glutamato monossódico. Essa molécula age como uma “dilatadora” das papilas e assim provoca a sensação de mais sabor.

 

“Ela é encontrada naturalmente em algas, tomates, queijo parmesão, cogumelos e carnes maturadas. Porém, o uso excessivo de produtos e temperos que contêm o glutamato monossódico pode provocar uma constante dilatação das papilas, podendo causar dores de cabeça, salivação e tonturas”, diz Erica Gayego Figueiredo, professora de Química da ETECAP, em Campinas.

 

Já a ingestão de sabores extremamente ácidos, picantes ou quentes pode causar o inchaço das papilas, aftas e até herpes. “Uma boa higiene diária da boca e da língua, com sua escovação frequente pode evitar alguns desses problemas. O dentista e o gastroenterologista são os profissionais que podem diagnosticar e tratar os problemas relacionados com a língua”, afirma a especialista.

 

Um dos sabores mais apreciados no mundo é o da baunilha, que provém de um tipo de orquídea, a Vanilla planifólia. A essência natural é um flavorizante, porém é muita cara. “Um químico do sabor atua na pesquisa e desenvolvimento de aromas e flavorizantes artificiais, para viabilizar a produção e o custo”, diz Erica.

 

Porém, algumas dessas substâncias artificiais quando entram em contato com o organismo podem causar problemas de saúde, como alergias e intolerâncias. Por causa disso, esses profissionais do sabor passaram a buscar, nos últimos tempos, uma forma de produzir aromas de uma forma mais natural.

 

“A saída foi produzir bioaromas, que são aromas desenvolvidos pela ação de fungos e bactérias e assim, considerados naturais. Um dos primeiros aromas produzidos naturalmente foi o do queijo roquefort, testado em salgadinhos, molhos e arroz. O responsável chama-se Aspergillussp, fungo encontrado no solo e fermentado na gordura de coco”, diz a especialista.

 

Fonte: TERRA

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Hipnose está sendo usada na medicina para tratar dores 2015-01-27 Médicos estão usando a hipnose para tratar a dor e estão autorizados pelo conselho de medicina. No entanto, a hipnose clínica moderna está longe de ser parecida com aquela circense, e hoje é uma técnica que auxilia no tratamento de fobias, traumas e também da dor. Sim, especialistas afirmam que, depois de uma sessão de hipnose, é possível reduzir ou até mesmo anular o número de remédios analgésicos.

 

“A pessoa com dor crônica guarda em sua memória a experiência da dor, o que contribui para que ela volte a senti-la. Com a hipnose, o paciente passa a controlar a intensidade da dor e passa a perceber o alívio. Com o tempo, a memória da dor vai se dissipando e o paciente pode deixar de senti-la”, explica a psicoterapeuta e hipnoterapeuta clínica Vânia Calazans.

 

Na lista de dores que podem ser tratadas por hipnose estão enxaquecas, cólicas menstruais, fibromialgia, dores provocadas por tumores cancerígenos, queimaduras e procedimentos odontológicos, além de outros desconfortos.

 

Mas como funciona essa técnica que mexe com a mente das pessoas? O psiquiatra presidente da Sociedade Brasileira de Hipnose Clínica e Dinâmica, Leonard Verea, explica que a hipnose é uma comunicação com o inconsciente da mente, sempre dentro de um processo e situação terapêutica. “Através da hipnose, consegue-se entrar no subconsciente e dar uma série de sugestões que, se a mente aceitar, colocará em prática”, diz ele. “Não é mágica ou mandraca. É um processo terapêutico”, desmistifica.

 

O neurocirurgião José Oswaldo de Oliveira Junior, do A.C. Camargo, explica que a hipnose pode recrutar a produção de substâncias que o próprio corpo produz naturalmente e que tem ação analgésica. “Tem gente que faz corrida e, a partir de um momento, passa a não sentir mais dor porque teve liberação de substâncias parecidas com a morfina, como a endorfina e outros tipos A hipnose pode fazer isso também, mas sem precisar de uma corrida para ter esse efeito”, diz o médico.

 

A psicoterapeuta Vânia ainda acrescenta que a sugestão hipnótica pode reduzir a dor pela ativação de um sistema endógeno inibidor da dor, que desce pela medula espinhal, prevenindo a transmissão da informação da dor para o cérebro. “Há necessidade de mais pesquisas para que se chegue a um consenso sobre como esse processo ocorre, mas o fato é que de fato ocorre”, diz ela.

 

IG

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Antibiótico pode alterar a cor dos dentes 2015-01-26 Bastante utilizado para combater doenças infantis, os antibióticos têm a fama de serem grandes inimigos dos dentes fortes e bonitos. No entanto, só existe um tipo específico de antibiótico que pode fazer mal para a estética dental, os tetraciclinas.

 

Esses medicamentos podem manchar e até alterar a cor dos dentes (deixando-os acinzentados), principalmente entre o quarto mês de vida intrauterina até aproximadamente os sete anos da criança (quando os dentes ainda estão em formação), mesmo consumido em pequenas doses.

 

E mesmo sendo comprovado que esse tipo de antibiótico prejudica o esmalte dos dentes, também já foi constatado que eles em nada alteram a estrutura dental nem tem qualquer relação com outros problemas bucais. “Antigamente, quando os efeitos da tetraciclina eram desconhecidos, costumava-se prescrevê-los bastante para uso infantil, no entanto, essa prática diminuiu com o passar dos anos”, diz a dentista e bióloga, Daniella Cabral Hünter.

 

Muitas vezes, os antibióticos são tomados justamente para combater infecções bucais e, mesmo quando ingeridos por outros motivos, acabam, indiretamente, afetando a cavidade da boca, sendo assim um aliado dos dentes. “São remédios prescritos até para situações pós-cirúrgicas para prevenir possíveis complicações causadas por infecções. E, no caso da cárie, me arrisco a dizer que, se o antibiótico tiver uma ação bactericida, pode até servir como uma forma de prevenção e combate do problema”, diz a especialista.

 

Essa afirmação de Daniella vem justamente para esclarecer outra atribuição que se costuma dar aos antibióticos, a de que eles podem causar cáries. “Os antibióticos não causam cáries. Talvez algumas pessoas associem as manchas causadas nos dentes pela tetraciclina com a cárie, mas a alteração da cor do esmalte não tem nada a ver com possíveis lesões na estrutura do dente”, diz o cirurgião-dentista Alexandre Bussab.

 

Fonte: TERRA

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Truques caseiros contra o mau hálito 2015-01-23 Existem algumas mudanças de hábitos e truques caseiros que podem ajudar na prevenção do mau hálito. Segundo Marcos Moura, presidente da Associação Brasileira de Halitose, mudança de hábito é o termo chave para quem quer evitar a halitose. “Diariamente, devemos estar atentos aos hábitos de higiene bucal e beber muita água para evitar alterações no hálito”, diz.

 

Fazer gargarejo é um dos passos indispensáveis da saúde bucal de todos. A prática é uma das melhores armas para diminuir o risco de sofrer com o mau hálito. “O ato de gargarejar, que é diferente de bochechar, limpa a região da orofaringe, que constantemente pode estar contaminada devido a um gotejamento nasal, sendo mais acentuado nos processos inflamatórios, como sinusites”, afirma.

 

O único ponto de atenção é fazer o gargarejo com produtos que não tenham álcool na composição e sempre com orientação do dentista. Para quem gosta de soluções caseiras, alguns especialistas indicam ferver cravo da índia, malva branca e menta para gargarejar.

 

Por outro lado, o mercado oferece uma gama de enxaguatórios bucais que são eficientes na prevenção da halitose. “O enxaguatório vai impedir a estagnação do muco e bactérias na região da orofaringe, esvaziar a valécula, uma região em forma de concha que se localiza na garganta, e prevenir a formação de cáseos amigdalianos, típicos dos quadros de amidalite (doença infecciosa que causa forte dor de garganta, dificuldade para engolir e febre)”.

 

Fonte: TERRA

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Estudo mostra que usar fio dental pode melhorar a vida sexual dos homens 2015-01-22 Segundo um estudo feito pela Universidade Inonu, na Turquia, existe relação entre a periodontite e a impotência em homens. Pode parecer mentira, mas escovar os dentes e passar fio dental pode ajudar homens com disfunção erétil. Isso porque, pessoas com gengivas inflamadas são três vezes mais propensas a ter problemas de ereção. Na verdade, esse problema atinge aqueles que sofrem com a doença periodontal, um processo inflamatório crônico que leva a perda dos dentes.

 

As bactérias que ficam na boca usam a gengiva doente como porta de entrada para a corrente sanguínea e criam placas nos vasos sanguíneos, entupindo-os. Assim, a ereção fica mais difícil. A periodontite também bloqueia uma enzima chamada e NOS, que ajuda os homens a conseguir uma ereção.

 

Participaram da pesquisa da universidade turca, 80 homens com disfunção erétil, entre 30 e 40 anos, e 82 homens sem problemas de impotência. No grupo dos que tinham a disfunção, 53% apresentavam gengivas inflamadas, contra 23% no grupo de controle.

 

Segundo o dentista Giuseppe Romito, professor da Faculdade de Odontologia da USP, a periodontite não é a causa da disfunção erétil, ela apenas agrava o quadro de quem já sofre com a doença. “Estudos já mostram que pacientes que trataram a doença periodontal tiveram melhora em fatores que levam à disfunção erétil”, diz.

 

Outro ponto de vista, segundo Romito, é emocional, uma vez que a periodontite também causa mau hálito. “A halitose prejudica a vida social das pessoas, para alguém que tem disfunção erétil, o problema pode ser agravado por uma questão emocional além da biológica. Isso quer dizer que fazer uma higiene bucal adequada e visitar o dentista regularmente pode ajudar a vida sexual dos homens, já que são formas de prevenir a periodontite”.

 

Fonte: TERRA

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Risco de doenças cardíacas são maiores em pessoas que tiveram pneumonia 2015-01-21 A revista da Associação Médica Americana realizou um estudo focado apenas em pacientes com pneumonia sem histórico de doenças cardíacas e descobriu que as pessoas hospitalizadas por pneumonia enfrentam um risco maior de ataques cardíacos ou infartos nas semanas ou meses seguintes.

 

Os pesquisadores ainda tentam entender por que o corpo humano fica mais vulnerável depois de uma pneumonia, mas assinalaram que as pessoas que são hospitalizadas por esta doença pulmonar devem considerar possível o risco de sofrer doenças cardiovasculares no futuro.

 

Ao comparar mais de 1.200 pacientes com pneumonia com 2.500 pacientes do grupo de controle, todos da mesma idade, ao longo de dez anos, os especialistas descobriram que os primeiros tinham um risco maior de sofrer problemas cardíacos.

 

"No grupo de 65 anos ou mais, o paciente de pneumonia tinha quatro vezes mais possibilidades de desenvolver uma doença cardiovascular nos primeiros 30 dias depois da infecção", indica o estudo. "No décimo ano, havia menos do dobro de possibilidades".

 

No grupo mais jovem, o risco de doença cardiovascular foi 2,4 vezes mais alto nos primeiros 90 dias depois da hospitalização por pneumonia, mas este risco já não era tão significativo depois de dois anos.

 

O estudo mostra que os médicos devem desenvolver um plano de cuidados que leve em conta que os pacientes poderão desenvolver doenças cardiovasculares nas semanas, meses ou anos posteriores à recuperação da infecção, afirmou o principal autor do estudo, Vicente Corrales Medina, especialista em doenças infecciosas do hospital de Ottawa.

 

Fonte: AFP

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Pesquisa diz que depressão pode vir antes de perda de memória no alzheimer 2015-01-20 Uma pesquisa americana realizado com mais de 2,5 mil pessoas, comprovou que depressão e outras alterações de comportamento são sinais que podem aparecer antes da perda de memória em futuros pacientes com Alzheimer .

 

“Estudos anteriores já tinham mostrado que aproximadamente 90% das pessoas com Alzheimer tiveram sintomas comportamentais e psicológicos, como depressão, ansiedade e agitação. Agora o nosso estudo mostra que estas mudanças ocorrem antes mesmo que o paciente seja diagnosticado”, afirmou Catherine Roe, pesquisadora da Universidade de Washington e autora do estudo publicado no periódico científico Neurology, da Academia Americana de Neurologia.

 

No estudo realizado na Universidade de Washington, pesquisadores acompanharam por sete anos 2.416 pessoas com 50 anos ou mais e que não apresentavam nenhum problema cognitivo. Do total, 1.198 pessoas permaneceram cognitivamente normais. Os pesquisadores compararam os resultados com os dados de 1.218 pessoas que desenvolveram demência.

 

As pessoas que desenvolveram demência durante o estudo também passaram a apresentar sintomas comportamentais, como apatia, alterações de apetite, irritabilidade e depressão mais cedo do que aqueles que não desenvolveram demência. De acordo com o estudo, por exemplo, 30% das pessoas com demência tiveram depressão quatro anos após o início do estudo, comparado com 15% daqueles que não tiveram demência.

 

Aqueles que desenvolveram demência tiveram duas vezes mais probabilidade de desenvolver depressão mais cedo do que aqueles sem demência.

 

No entanto, a cientista afirma ainda que o estudo traz provas conflitantes sobre depressão e demência. "Nós ainda não sabemos se a depressão é uma resposta ao processo psicológico da doença de Alzheimer ou um resultado das mesmas alterações no cérebro," disse. Ela defende que mais pesquisas sejam feitas para identificar como ocorre a relação entre as duas condições.

 

Fonte: IG

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Fisioterapia é indicada para pessoas que sofrem com a obesidade 2015-01-14 Pessoas obesas sofrem com problemas posturais e, por consequência, apresentam dores na coluna, pernas e outras regiões do corpo. Uma boa opção para amenizar esses problemas são os exercícios fisioterápicos, que atuam melhorando os padrões posturais de modo que consegue diminuir dores e alterações musculoesqueléticas resultantes da sobrecarga que o excesso de peso pode causar tanto nas costas como em outras áreas.

 

Diante disso, a fisioterapia atua na prevenção ou recuperação da mobilidade física do indivíduo, bem como tem ação direta na diminuição de dor muscular, tensão e espasmos. Outras vantagens é que por meio das atividades fisioterápicas é possível melhorar o sistema circulatório, prevenindo doenças cardíacas ou até mesmo problemas como trombose. No caso do sistema cardiovascular, atua no nível respiratório e motor, com isso aumenta a resistência à fadiga e reduz o risco de doenças degenerativas.

 

Os exercícios são recomendados visando benefícios para a pessoa com obesidade como um todo. Normalmente, são indicados exercício terapêutico para aumentar a resistência das estruturas dos ossos, ligamentos e articulações, aumentar a flexibilidade, locomoção, entre outros.

 

Sendo assim, o programa fisioterapêutico é composto ainda de atividade aeróbia, que pode incluir a caminhada na esteira ou bicicleta ergométrica. O intuito é elevar a capacidade pulmonar, aumentar a condição cardiovascular e, com isso, melhorar o bem-estar do paciente de maneira geral.

 

As atividades fisioterápicas estão indicadas ainda para o pré-operatório da cirurgia bariátrica, pois melhora a função pulmonar e motora. Para isso, são indicados exercícios físicos e respiratórios para reduzir dificuldades respiratórias e também para preparar fisicamente o paciente para a cirurgia de redução de estômago.

 

Assim, na fase pré-operatória ajuda e orienta no bom posicionamento e movimentação do corpo. Por meio dos exercícios respiratórios auxilia o paciente a trabalhar a boa expansão pulmonar e reduzir o esforço da tosse no pós-operatório. Já na fase do pós-operatório auxilia o paciente a conseguir desenvolver suas atividades do cotidiano.

 

Vale ressaltar que os exercícios devem ser recomendados por um profissional especializado. O ideal é que o paciente realize as atividades todos os dias em intervalos pequenos para não causar a desmotivação do paciente. Numa fase posterior, o seja, ao atingir um bom nível de condicionamento físico, os exercícios devem ser orientados por um profissional de educação física para que o paciente consiga prosseguir evoluindo no seu bem estar e na sua saúde.

 

Fonte: MINHA VIDA

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Limão é poderoso na digestão e na dieta 2015-01-13 Considerado um dos mais potentes alimentos detox, o limão ajuda na eliminação de toxinas acumuladas (ambientais e alimentares), tem ação alcalinizante, além de ajudar na digestão. Por ser rico em vitamina C e flavonoides previne contra o câncer, fortalece o sistema imunológico, é um anti-inflamatório natural, protege o DNA celular, reduz a pressão arterial e deixa os vasos sanguíneos elásticos e resistentes. Ele ajuda a emagrecer porque, além de poucas calorias (20 por unidade), tem muitos nutrientes importantes para metabolizar a glicose e oxidar as gorduras. Seu consumo frequente promove a saúde.

 

Ao todo, estima-se que existam cerca de 100 espécies no mundo. No Brasil encontramos quatro tipos principais: tahiti, galego, siciliano e cravo. Limão contém vitamina C, ácido cítrico, diversos bioflavonoides, vitaminas do complexo B, folato, cálcio, ferro, magnésio, fósforo, potássio e fibras. Não há grandes diferenças entre os valores nutricionais presentes nos diversos tipos de limão.

 

O limão é ácido no sabor, porém tem ação alcalinizante no organismo. Na verdade o limão é um dos alimentos mais alcalinos e isso é ótimo para neutralizar a tendência à acidez no corpo. O limão induz à produção de agentes alcalinos nos fluidos corporais, ajudando a restabelecer um pH equilibrado, o que contribui para a vitalidade e a longevidade.

 

O limão é excelente fonte de vitamina C e de flavonoides (hesperidina, polifenóis, ácido elágico), com ação antioxidante e imunoestimulante, ajudando o corpo a lutar contra gripes e resfriados, e outras infecções.

 

Diversos estudos correlacionaram um nível baixo de vitamina C circulando no sangue com o aumento de gordura corporal e da medida da circunferência abdominal. Uma pesquisa realizada em 2006 na Universidade do Arizona verificou que a vitamina C circulante está diretamente ligada à oxidação das gorduras, que é a habilidade do corpo de usar a gordura como combustível durante a prática de atividades físicas e no repouso, ou seja, com níveis adequados de vitamina C o corpo queima mais eficientemente a gordura estocada.

 

Para ter saúde um limão por dia é suficiente, mas nada impede que você consuma dois ou três. Tome água com limão para um rápido detox, faça uma limonada (aproveite a casca), acrescente em outros sucos (combina com tudo), tempere saladas e legumes, esprema na sopa ou no prato pronto (pescados e carne). Um alerta: evite chupar o limão para não danificar o esmalte dental, devido ao seu alto conteúdo de ácido cítrico.

 

Fonte: Minha Vida

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Estudo americano aponta que anticoncepcionais injetáveis aumentam risco de aids 2015-01-12 Um estudo publicado pela revista médica The Lancet, apontou que as mulheres que utilizam o Depo-Provera, um anticoncepcional hormonal injetável que previne a gravidez durante três meses, têm mais risco de se contaminarem com o vírus da imunodeficiência humana (HIV).

 

A análise se baseou em 12 estudos realizados na África Subsaariana que tiveram a participação de mais de 39.500 mulheres que utilizavam anticoncepcionais injetáveis. A pesquisa sugere que o uso deste tipo de anticoncepcional aumenta em 40% a possibilidade de contrair o vírus em comparação com as mulheres que utilizam outros métodos anticoncepcionais ou nenhum método.

 

"Embora estatisticamente este número seja significativo, este valor representa somente um aumento moderado no risco relativo", afirmaram os autores, que garantiram que "esta análise não oferece uma conclusão absoluta porque nenhum dos 12 estudos individuais o fez".

 

Este risco parece ser menor entre as mulheres da população geral (se reduz para 31%) do que entre as que já correm alto risco de contrair o HIV, como as prostitutas.

 

No entanto, o número limitado de estudos que existem sobre mulheres de alto risco ainda deixa muitas incógnitas para este subgrupo. "A elevação moderada do risco observado no estudo não é suficiente para justificar uma retirada completa do Depro-Provera na população geral", advertiu Lauren Ralph, autor principal da Universidade da Califórnia em Berkeley, nos Estados Unidos.

 

"Proibir este método significaria deixar sem alternativas muitas mulheres que não têm acesso imediato a outras opções anticoncepcionais eficazes", justificou Ralph.

 

Além disso, afirmou o autor, "esta medida poderia causar mais gravidezes indesejadas, e como o parto continua pondo em perigo a vida de muitas mulheres em países em vias de desenvolvimento, poderia aumentar a mortalidade delas".

 

Neste sentido, os cientistas destacaram a importância de encontrar "com urgência" a evidência clara da relação entre os anticoncepcionais hormonais injetáveis e o risco do vírus do HIV nas mulheres de alto risco.

 

Fonte: TERRA

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Descubra por que o gosto da comida muda quando você se alimenta logo após escovar os dentes 2015-01-07 Você já comeu alguma coisa logo depois de escovar os dentes e percebeu que o gosto ficou estranho? Sabe por que isso acontece?

Para começar, é bom saber que o Lauril Sulfato de Sódio, (LSS) (substância que está presente em todas as pastas de dente e é responsável pela limpeza e espuma durante a escovação) também inibe as papilas gustativas temporariamente fazendo com que a gente fique, ao comer algum alimento, com a sensação de sabor incompleto, principalmente quando comemos algo doce.

 

É importante saber que quando a gente come alguma coisa, as moléculas desse alimento são divididas entre as papilas gustativas para que cada uma exerça sua função de reconhecer um gosto. A língua possui cerca de 10 mil papilas que têm a capacidade de reconhecer o amargo, o ácido (azedo), o doce, o salgado e o umami (palavra de origem japonesa que significa “delicioso”, ou seja, seria aquele gosto agradável, suave e duradouro que fica na boca).

 

“Esses detergentes impedem, principalmente, que as substâncias que nos dão a sensação de doce (que contém açúcar) entrem em contato com os receptores de gosto”, diz Alexandre Bussab, cirurgião-dentista. E para piorar, o LSS costuma acentuar o gosto do amargo. Por isso que tomar um suco de laranja ou comer um quindim logo depois de escovar os dentes pode ser uma péssima ideia.

 

Além disso, esse detergente também tem o poder de atacar um tipo de gordura presente na membrana celular chamada fosfolipídeos, responsável por levar as sensações de gosto para o cérebro. Por isso essa bagunça toda na hora de identificar o gosto certo de cada coisa.

 

Se você esperar cerca de 30 minutos depois de escovar os dentes, além de preservar mais sua escovação, depois desse período você conseguirá sentir novamente o gosto dos alimentos sem nenhum tipo de alteração. Isso porque os receptores gustativos da língua se renovam o tempo todo, ou seja, depois de um tempo eles não estarão mais “afetados” pelos detergentes das pastas. Além disso, o LSS é encontrado em pequenas quantidades na pasta de dente e o tempo de contato dele com as papilas gustativas é muito curto para causar alterações mais longas.

 

Fonte: TERRA

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Novo medicamento que trata Hepatite C deve ser liberado em breve 2015-01-06 Uma nova droga que trata a Hepatite C deve ter uso liberado pela ANVISA em breve. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a Anvisa, concluiu o processo de registro do medicamento Daklinza (daclatasvir), voltado para o tratamento de Hepatite C e desta forma, médicos e pacientes passarão a ter mais uma opção terapêutica para a doença.

 

A nova droga, aplicada via oral, é mais eficaz em relação a outras terapias existentes e reduz o tempo de tratamento contra o vírus, que atinge cerca de 3% da população mundial. Ainda segundo a Anvisa, outros dois princípios ativos que combatem a doença estão em análise: o sofosbuvir e o simeprevir.

 

A autorização para uso do Daklinza será publicada no Diário Oficial da União. No Brasil, a hepatite C acomete entre 1,4% e 1,7% da população, principalmente pessoas com idade a partir de 45 anos. Atualmente 15,8 mil pessoas estão em tratamento para a Hepatite C no Sistema Único de Saúde, o SUS.

 

As hepatites se caracterizam por uma inflamação no fígado e podem ser causadas por álcool, medicamentos e vírus, por exemplo. Porém, são doenças silenciosas e 90% dos casos não dão sintomas - apenas 10% dão sinais, como urina escura e pele amarela, por exemplo e, em algumas situações, inclusive, sinais semelhantes aos de uma gripe.

 

Quem é infectado pelo vírus C pode desenvolver a forma crônica da doença ou não, tendo apenas que conviver com ele. Além dos danos ao fígado, como cirrose, câncer e insuficiência hepática, a hepatite C também pode levar à diabetes, comprometer os rins e nervos e causar artrites em diferentes articulações.

 

Para evitar o vírus C, é importante tomar cuidado ainda com o compartilhamento de objetos, como alicates, por exemplo, que devem ser sempre esterilizados.

 

Fonte: Bem Estar

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Bebida que mistura manteiga no café promete aumentar energia e perda de caloria 2014-12-19 Nos Estados Unidos e no Reino Unido, uma mistura de café com manteiga e óleo de coco tem chamado a atenção das pessoas. Criada pelo americano Dave Asprey, o líquido promete aumentar o nível de energia e a perda de peso e ainda deixar a pessoa alerta.

 

Asprey conta que descobriu a mistura de manteiga com chá durante uma viagem ao Tibet. "A bebida me rejuvenesceu", diz o americano afirmando que a mistura pode oferecer energia por até seis horas e programa o corpo para queimar gordura o dia inteiro. A receita é feita com grãos de café orgânico, e é adicionada uma porção média de óleo de coco, responsável por aumentar a funcionamento do cérebro. Depois, mais duas colheres de chá de manteiga sem sal devem ser misturadas na bebida.

 

De acordo com Asprey, a manteiga contém todos os benefícios do leite sem as ameaças encontradas no creme geralmente adicionado à xícara de café. No entanto, um estudo americano de 2004 já havia informado que a bebida que é comumente ingerida no Tibet aumentava as chances de obesidade "e de outros problemas de saúde".

 

Nutricionistas também alertam que os que bebem esse café estão substituindo um café rico em nutrientes por um pobre e com altas taxas de gordura que podem aumentar o nível de colesterol no sangue. Apesar disso tudo, a bebida é consumida em diversos países, e Asprey afirma que "artistas bebem antes de entrar no palco, atletas campeões mundiais e os grandes executivos do mundo" também consomem o novo café.

 

Fonte: TERRA

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Tratamento gratuito contra tuberculose pode ser oferecido a países do Bric's 2014-12-16 Os países membros do fórum Brics (Rússia, Índia, China, África do Sul e Brasil) se comprometeram a negociar uma estratégia que os permita oferecer, gratuitamente, remédios para o tratamento da tuberculose em países de baixa renda. O compromisso foi incluído no documento final da 4ª Reunião de Ministros da Saúde dos cinco países, que aconteceu em Brasília entre os dias 2 e 5 de dezembro.

 

De acordo com um comunicado emitido pelo Ministério da Saúde brasileiro, os ministros decidiram adotar uma estratégia conjunta para ampliar a oferta de remédios e garantir o acesso universal aos portadores da doença.

 

“O documento reflete a preocupação dos cinco países com a saúde global. A possibilidade de garantirmos o fornecimento gratuito de medicamentos de primeira linha contra a tuberculose é um marco e demonstra nosso compromisso, o estímulo ao desenvolvimento tecnológico e o respaldo às iniciativas multilaterais de saúde”, disse o ministro da Saúde, Arthur Chioro, em entrevista coletiva.

 

Segundo Chioro, a Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que 22 países, a maioria de poucos recursos, sejam responsáveis por 80% dos casos de tuberculose, doença que registra cerca de seis milhões de casos e um milhão de mortes por ano.

 

Os Brics se destacam entre os países mais vulneráveis, sendo responsáveis por 50% dos casos registrados. A estratégia conjunta a ser negociada propõe que 90% dos casos da doença possam ser diagnosticados e tratados, segundo Chioro.

 

Os ministros dos países do grupo consideram que, com o acesso universal aos remédios, será possível a eliminação da tuberculose como problema de saúde pública e que este objetivo pode ser alcançado em breve. A estratégia dos cinco países será traçada em reunião prevista para março de 2015.

 

O governo brasileiro já distribui os remédios para o tratamento da tuberculose gratuitamente para a população. Segundo o Ministério da Saúde, a taxa de incidência de tuberculose no Brasil caiu de 44,4 casos a cada 100 mil habitantes em 2003 para 35 em 2013. A taxa de mortalidade caiu de 3 óbitos a cada 100 mil habitantes em 2012 para 2,3 em 2013.

 

Entre os compromissos assumidos pelos ministros dos cinco países estão o combate à má nutrição e a troca de informações em relação às campanhas de prevenção de doenças como o HIV e o ebola.

 

Os cinco países também aprovaram a criação de um grupo de trabalho para desenvolver um plano conjunto de combate ao ebola.

 

Fonte: EFE

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Entre os 11 milhões de brasileiros com depressão, idosos são maioria 2014-12-12 Em 2013, um total de 11,2 milhões de brasileiros foram diagnosticados com quadro de depressão – número que representa 7,6% das pessoas com 18 anos ou mais de idade. E no recorde das faixas etárias, os idosos são os que mais sofrem.

 

Esses dados fazem parte da Pesquisa Nacional de Saúde divulgada recentemente pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

 

De acordo com o levantamento, os brasileiros entre 60 e 64 anos foram maioria (11,1%), bem diferente da população entre 18 e 29 anos, o menor percentual da pesquisa (3,9%). Para o conselheiro da Associação Brasileira de Psiquiatria Sérgio Tamai, são dois os principais fatores que explicam este dado relevante.

 

“Tradicionalmente, existem casos mais graves, depressões mais severas que aparecem nessa faixa etária muito relacionadas com outras doenças crônicas. Muitos casos estão associados por exemplo com início de Alzheimer, Parkinson, cujos primeiros sintomas são quadros depressivos”, explicou o psicanalista.

 

“E outra coisa: muitas das medicações que as pessoas fazem uso tem efeito depressivo, então o idoso que está com o problema de angina, por exemplo, pode apresentar quadro pelo uso do medicamento que contém substâncias nesse sentid”, analisou ainda. “Por fim, acredito que tenha a questão do quadro da aposentadoria, hoje mais complicada, e com os filhos bancando as despesas dele, isso gera um estresse muito grande e o que aumenta a incidência”, completou.

 

As regiões sul e sudeste, sempre de acordo com o IBGE, seguiram no topo das lista das pessoas diagnosticadas com depressão, com 12,6% e 8,4%, respectivamente – contra 7,2% (Centro Oeste), 5% (Nordeste) e 3,1% (Norte). Este dado geográfico, na opinião de Tamai, está mais relacionado ao acesso a informação do que num comparativo com uma vida mais tranquila – já que os centros urbanos sempre concentram o maior número de pessoas com este quadro.

 

“Um centro onde as pessoas são mais informadas sobre o que é depressão, elas até procuram mais tratamento e reconhecem mais a depressão de uma maneira mais clara. As pessoas são mais esclarecidas”, explica na relação entre a área urbana (8%) e a rural (5,6%). “Para quem não tem tanta informação, a depressão pode ser relacionada com uma canseira”, por exemplo.

 

Sobre a falta de procura profissional para tratar da questão, uma vez que, segundo o levantamento, 73,4% das pessoas diagnosticadas com depressão não procuraram tratamento, Tamai volta ao tema central do preconceito. “Ainda é muito grande, sem dúvida”, diz.

 

“É um conceito que a gente trabalha muito com a psicofobia, fazemos campanha em relação a isso usando celebridades para quebrar essa barreira. Não é só o Brasil. Nos EUA, metade da população não procura ajuda. É uma questão que se evita”, explica ainda.

 

Fonte: Terra

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Pesquisa diz que mulheres com câncer de mama fazem radioterapia em excesso 2014-12-11 Segundo estudo publicado nesta semana em um jornal especializado em medicina nos Estados Unidos, dois terços das mulheres com câncer precoce de mama são tratadas com radioterapia por mais tempo que o necessário,

 

A grande maioria das mulheres submetida nos Estados Unidos à retirada de um tumor para preservar a mama recebeu radioterapia de seis a sete semanas, segundo o Jornal da Associação Médica Americana (JAMA). Mas testes clínicos e recomendações de várias associações médicas dos Estados Unidos indicam que três semanas bastam, usando a técnica denominada radioterapia hipofracionada.

 

O procedimento consiste em administrar doses mais elevadas de radiação por sessão durante duas vezes menos tempo. Este tratamento é eficaz para tratar o câncer de mama, além de ser mais prático e barato.

 

"A radioterapia hipofracionada não costuma ser usada em mulheres com câncer precoce de mama, mesmo sendo de melhor qualidade e mais barato", explicou Justin Bekelman, professor de radiologia de câncer e principal autor do estudo. "Clinicamente, isto equivale a uma radioterapia mais longa para um câncer de mama com efeitos colaterais similares", destacou.

 

A radioterapia diária entre cinco e sete semanas para mulheres operadas de um tumor em estágio inicial foi o tratamento privilegiado durante décadas nos Estados Unidos.

 

Os autores determinaram que, em 2013, 34,5% das mulheres com mais de 50 anos receberam radioterapias hipofracionadas contra 10,8% em 2008. Mas entre as mulheres jovens e aquelas com tumores mais avançados, só 21,1% se beneficiaram deste tratamento no ano passado. Os cientistas determinaram que este tipo de radioterapia reduz os custos totais dos cuidados com seguro de saúde.

 

Fonte: TERRA

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52% dos fumantes pensam em parar de fumar com as advertências em maços 2014-12-10 O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revelou em pesquisa que as propagandas exigidas por lei, via Ministério da Saúde, nos maços de cigarro produzidos no Brasil, se não surte o efeito de fazer com que as pessoas parem de fumar, ao menos têm feito o brasileiro refletir sobre o assunto. O levantamento foi realizado e 52,1% dos fumantes do País pensam em parar com o tabagismo ao ver as fotos no verso.

 

Com fotos agressivas no sentido de mostrar que, além de conter mais de quatro mil substâncias tóxicas, o tabaco pode causar abortos, diversos tipos de câncer, causar impotência, dentre outros malefícios, as advertências com imagens fortes são obrigatórias desde fevereiro de 2002 em todo o território nacional. E são percebidas, ainda de acordo com o IBGE, por 86,2% dos fumantes.

 

O Brasil foi o segundo país no mundo a adotar tal procedimento, após a campanha ter obtido êxito no Canadá. “Isso tem feito as pessoas ao menos pararem para pensar no tema”, explicou a coordenadora da pesquisa do IBGE Maria Lúcia Vieira. Atualmente, mais de 20 países ao redor do mundo fazem tal tipo de advertência nos maços.

 

Em 2008, uma resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) obrigou ainda que mensagens como “este produto intoxica a mãe e o bebê causando parto prematuro e morte” tornou a advertência ainda mais impactante. Em 2012, um levantamento feito pela The International Tobacco Control (ITC), em 21 países, revelou que 39% dos fumantes disseram não ter acendido um cigarro no momento em que se depararam com as imagens nos maços.

 

De acordo com o mesmo levantamento do IBGE, o Brasil possui hoje 21,9 milhões de fumantes – o que representa 15% da população, um decréscimo de 3% em relação ao mesmo índice de 2008 (18%).

 

A pesquisa do IBGE ainda investigou se as propagandas na mídia do Ministério da Saúde são observadas pelos brasileiros no rádio ou na TV, ou mesmo nas bancas de jornal ao comprar um maço de cigarro. Tal advertência foi percebida por 28,7% das pessoas e atingiu, proporcionalmente, mais os homens (32,4%) que as mulheres (25,4%).

 

Fonte: TERRA

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Risco de morte prematura pode dobrar em pessoas que assistem tv em excesso 2014-12-08 Segundo um estudo feito pelo Departamento de Saúde Pública da Universidade de Navarra, na Espanha, passar três horas por dia na televisão pode dobrar o risco de morte prematura.

 

Pesquisas anteriores já estabeleceram uma ligação entre comportamento sedentário e aumento do risco de problemas de saúde. Neste último estudo, os pesquisadores queriam determinar como três tipos de comportamento sedentário - assistir à televisão, uso do computador e tempo passado dirigindo - influenciou de forma independente o risco de morte por todas as causas.

 

Para chegar a suas conclusões, a equipe analisou o comportamento sedentário de 13.284 universitários espanhóis saudáveis, que estavam com idade média de 37 anos. Os participantes foram acompanhados por uma média de 8,2 anos. Durante o acompanhamento, 97 mortes ocorreram, dos quais 19 foram por doenças cardiovasculares, 46 foram por câncer e 32 eram de outras causas.

 

Os resultados mostraram que assistir à televisão por três horas ou mais por dia dobrava o risco de morte prematura por todas as causas, em comparação com os participantes que relataram assistir a 1 hora ou menos de televisão por dia. Este achado se manteve mesmo depois de levar em conta outros fatores que podem ter influenciado o risco de morte prematura.

 

Além disso, os autores afirmam não ter encontrada nenhuma relação significativa entre a quantidade de tempo gasto dirigindo ou utilização de um computador e aumento do risco de morte prematura por todas as causas, apesar de notar que é necessária mais investigação para determinar melhor este achado.

 

Segundo os cientistas, esses resultados sugerem que adultos deve considerar aumentar a quantidade de atividade física diária, além de evitar períodos longos sedentários e reduzir o tempo de televisão para nada mais do que uma a duas horas por dia.

 

Fonte: MINHA VIDA

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Conheça a Lichia e saiba como se aproveitar do melhor que ela possui 2014-12-05 A fruta litchia, lechia ou Lichia (Litchi chinensis Sonn), cresce em árvores frutíferas, cujas frutas são conhecidas como lichias ou uruvaias. É encontrada principalmente na China, Índia, Madagascar, Nepal, Bangladesh, Paquistão, sul e centro de Taiwan, ao norte do Vietnã, Indonésia, Tailândia, Filipinas, África do Sul, México e Brasil.

 

A fruta é relativamente nova no Brasil entrando com força no país há cerca de quatro ou cinco anos, em regiões como o interior de São Paulo e de Minas Gerais.

 

A lichia é excelente fonte de vitamina C, cada 100 gramas do fruto apresenta 71,5 mg da vitamina, o que ajuda a prevenir gripes e resfriados. Além de possuir ação antioxidante, auxiliando no combate de doenças crônico degenerativas, câncer e problemas de coração.

 

A vitamina C ainda ajuda a controlar a taxa de colesterol no sangue e faz bem para a pele. Alguns trabalhos científicos também já apontaram que o consumo da polpa branca da Lichia, rica em flavonoides, pode prevenir o crescimento de células cancerosas.

 

O pericarpo (casca) da lichia contém quantidades significantes de compostos fenólicos, antocianinas que são os principais polifenóis, indicando-a como um potente eliminador de radicais livres e possuindo uma forte atividade antioxidante utilizada na prevenção de uma série de doenças.

 

As antocianinas desempenham uma função farmacológica importante contra várias doenças, como cardiovasculares, doenças crônico degenerativas, câncer, inflamações, imunidade baixa e alergias.

 

Um trabalho científico realizado na Universidade de Hokkaido, no Japão, analisou a perda de gordura abdominal em voluntários que receberam extrato de lichia. Ao final de dez semanas, eles queimaram 15% a mais de gordura na região da barriga do que os participantes tratados com placebo, o médico Jun Nishihira, que realizou a pesquisa, concluiu que o efeito obtido se deve à cianidina presente na fruta.

 

Além disso, cada 100 gramas de lichia, entre 8 e 15 unidades, dependendo do tamanho, possui cerca de 65 calorias. É uma quantidade baixa. Por isso, a fruta é indicada para quem desejaemagrecer.

 

As poucas calorias da lichia são, em sua maioria, provenientes do carboidrato da fruta. Devemos lembrar que, para perder peso é necessário um plano alimentar pessoal, harmônico e atividade física incorporada a vida, só a lichia não faz milagre.

 

Outra pesquisa interessante, demonstrou que o Clostridium difficileé, que é a causa principal de infecções intestinais, cuja sintomatologia inclui desde diarreia, colite e perfuração intestinal, podendo levar o paciente a óbito, tem sua capacidade de causar doença reduzida com o consumo de lichia.

 

A infecção é facilitada por uso abusivo de antibióticos, que reduzem a população de organismos benéficos da flora intestinal. O tratamento padrão é efetuado com os raros antibióticos aos quais a bactéria é sensível. Entretanto, a recidiva é muito alta e o desenvolvimento de "resistência genética" tem limitado o espectro dos antibióticos que podem ser utilizados.

 

Informe da Organização Mundial de Saúde dá conta que a terapia antimicrobial padrão tem sua taxa de sucesso incrementada se for complementada por ingestão de probióticos. A levedura Saccharomyces boulardiié encontradas sobre os frutos de lichia, tem fornecido excelentes resultados terapêuticos. O microrganismo sobrevive à exposição aos ácidos gástricos, colonizando o cólon durante o tratamento, sendo rapidamente eliminada do intestino ao final da administração. A levedura reduz a capacidade de C. difficileé de causar doenças, interferindo na produção ou eliminando suas toxinas, ou ainda liberando uma protease que bloqueia os receptores das toxinas.

 

O maior benefício foi observado na redução do índice de retorno do quadro infeccioso após a cura inicial, o que ocorre em 64% dos casos, quatro semanas após o término do tratamento com antibióticos. Portanto, a lichia faz com que as bactérias não fiquem resistentes aos antibióticos, criando as "bactérias assassinas", grande problema enfrentado pela medicina contemporânea.

 

A melhor maneira de consumir a lichia é lavar bem a casca da fruta antes de abri-la, é a chamada higienização, que deve ser feita para evitar que impurezas contaminem sua polpa. É possível congelar a lichia para consumi-la ao longo do ano, mesmo por processo de congelamento lento a lichia não perde suas características de perfume e sabor.

 

Fonte: Minha Vida

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Estamos com vagas abertas! 2014-12-03 Estamos com vagas abertas para 4 funções em nossas lojas. Se você tem o perfil que procuramos, envie seu currículo para o e-mail: iasmimfarmacialopes@hotmail.com , especificando o cargo para o qual se candidata. Confira as vagas:


** Balconista de Farmácia


Atividades:


- Atender os clientes;
- Realizar venda de produtos e serviços;
- Repor mercadorias nas seções;
- Recolher das seções os produtos próximos a vencer;
- Realizar o acompanhamento dos pré-vencidos;
- Passar os cartões de créditos/débitos de suas vendas;
- Orientar o cliente quanto as promoções existentes no momento


Requisitos:


- Ensino Médio Completo;
- Disponibilidade de horário: 13:40 - 22:00 ;
- Boa comunicação;
- Foco no cliente;
- Trabalho em equipe;
- Proatividade.


Benefícios: Salário compatível com o mercado, Qualificação Profissional, VR, bonificação por resultados, assistência médica e VT.


**Auxiliar Técnico de Informática


Atividades:


- Prestar suporte aos usuários da rede de computadores, envolvendo a montagem, reparos e configurações de equipamentos e na utilização do hardware e software disponíveis;

- Montagem dos equipamentos e implantação dos sistemas utilizados pelas lojas e treinamento dos usuários.

- Elaborar programas para facilitar a interface colaborador-suporte.

- Efetuar a manutenção dos equipamentos.

- Efetuar os back-ups e outros procedimentos de segurança dos dados armazenados.

- Realizar manutenção da Rede e implantar procedimentos de restrição do acesso e utilização da rede, como senhas, eliminação de drives etc.

- Preparar relatórios de acompanhamento do trabalho técnico realizado.


Requisitos:


- Ensino Superior Completo ou cursando em Técnico de Informática , Sistemas de Informação ou Redes.

- Conhecimento em informática avançada, configurações de hardware, software, programação e redes de computador.

- Disponibilidade de horário: De SEG a SEX - 08h às 17h, e aos SAB - 07h às 11h

- Veiculo próprio (Moto ou Carro)

- Experiência anterior na função.


Benefícios: Salário compatível com o mercado, Qualificação Profissional, VR, bonificação por resultados, assistência médica e VT.


**Estoquista


Atividades:


- Atualizar notas de transferências;

- Conferir relatório de preço e estoque;

- Dar entrada em notas fiscais;

- Transferir mercadorias;

- Repassar notas fiscais e boletos para o setor administrativo;

- Realizar semanalmente o balanço de setores na loja;

- Alimentar a tabela de medicamentos próximo a se vencer;

- Conferir relatório de devolução.


Requisitos:


- Ensino Médio Completo;

- Experiência: 6 meses;

- Informática: Sistema operacional Windows, Pacote Office e Internet.


Benefícios: Salário: R$ 793,00 + R$ 200,00 de gratificação, VT, VR, 50% plano de saúde.


**Técnica de Enfermagem


Atividades:


- Realizar atendimento a clientes / pacientes no

- Ambulatório;

- Aplicar injeções;

- Fazer curativos;

- Verificar pressão arterial e frequência cardíaca;

- Realizar aplicação de aerosol;

- Realizar perfuração de orelha;

- Retirar pontos;

- Realizar testes de glicemia.


Requisitos:


- Curso Técnico em Enfermagem;

- Experiência: 6 meses em hospitais;

- Informática: Sistema operacional Windows, Pacote Office e Internet;

- Conhecimntos de medicamentos, conhecimento dos diversos métodos de aplicação de medicamentos.


Benefícios: Salário R$ 840,00, Aux. Babá R$ 101,00, insalubridade de 20%, VT, VR, 50% plano de saúde.

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Hábitos alimentares e aparelho digestivo são responsáveis por refluxo, soluço e arroto. Saiba como evitar: 2014-11-27 O refluxo acontece quando a válvula que separa o estômago do esôfago não funciona direito, fazendo com que o conteúdo extrapole, é o que diz o o cirurgião Fábio Atui . Isso pode gerar sintomas, como queimação na garganta, dor e até mesmo tosse. No caso de bebês, isso pode acontecer porque eles ainda não têm o sistema nervoso totalmente formado, o que interfere também no funcionanento do intestino e esôfago. Quando ele cresce, no entanto, essa capacidade de contração do aparelho digestivo evolui. É importante, porém, que os pais estimulem a deglutição e mastigação .

 

Para evitar esses problemas, existem algumas dicas. Confira:

 

 

Coma devagar e diminua a garfada: comer rápido pode provocar soluços porque a rapidez nos movimentos causa incoordenação na hora de engolir. Se o garfo tiver muita comida também, a entrada do ar pode favorecer o surgimento do arroto.

 

Não coma deitado: comer sentado é a melhor forma de garantir que a comida vai fazer o caminho correto e não voltar, causando o refluxo.

 

Coma a cada 3 horas e evite jejum prolongado: se você fica sem comer por muito tempo e exagera em uma única refeição, o estômago libera muito ácido para conseguir digerir aquela quantidade, aumentando o risco de refluxo e arroto, por exemplo. Se você come fracionado e em quantidades menores, o estômago aprende a liberar quantidades menores de ácido.

 

Mastigue bastante: isso evita que a comida fique muito sólida e, quanto mais pastosa, mais fácil de engolir, digerir e absorver.

 

Não beba muito líquido enquanto come: ao exagerar, você pode dificultar a entrada do alimento no estômago, levando a arrotos, refluxos e soluço. O ideal é tomar até 200 ml, aos poucos durante a refeição, e evitar bebidas gaseificadas.

 

Para parar o soluço: se for um soluço leve, prender a respiração pode ajudar. Mas se for mais persistente, a principal dica é tomar um gole de água e engolir de ponta cabeça.

 

 

 

Fonte: G1 / Bem Estar

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Como os sonhos acontecem e nossa memória reage 2014-11-26 Nem todo sonho tem um significado específico, mas no geral, eles têm uma função importante, que é consolidar as informações que a pessoa recebe ao longo do dia e fazer com que elas se tornem memórias fixas. É por isso que, após um dia de aprendizado ou estudo, é mais comum que a pessoa sonhe mais. Outra área do cérebro que é ativada no sonho é a região límbica, responsável pelas emoções – isso faz com que alguns sonhos sejam mais emocionais, com lembranças de momentos e pessoas importantes, por exemplo.

Ao contrário do que muita gente pensa, o cérebro não funciona menos durante a noite, mas funciona de um jeito diferente. Os sonhos só acontecem durante o sono REM e, se a pessoa desperta um pouco durante a noite, é nesse momento que ela vai se lembrar do que sonhou.

Existem, no entanto, sonhos bons e sonhos ruins, que são os pesadelos – tê-los só de vez em quando é normal e até dá um certo alívio ao acordar. Mas quando eles passam a ser algo muito frequente, que começa até a prejudicar a qualidade de vida, é hora de procurar ajuda.

Já as causas dos pesadelos podem ser psiquiátricas, como por exemplo, um estresse pós-traumático. Fora isso, eles podem ser causados também por problemas de saúde, como apneia do sono, febre alta e crises de hiperglicemia em pacientes com diabetes descontrolada. Segundo o psiquiatra Daniel Barros, se os sonhos e pesadelos começarem a atrapalhar o sono da pessoa, ela pode até ter um risco maior de desenvolver depressão.

Fonte: G1 / Bem Estar

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Pesquisa constata que usuários de remédios contra ansiedade são mais propensos a vício 2014-11-25 Segundo um estudo da Universidade do Michigan, nos Estados Unidos, jovens que receberam receitas de medicamentos contra ansiedade ou insônia possuem 12 vezes mais probabilidade de abusarem dessas drogas do que aqueles que nunca foram receitados. Quase 9% dos 2 745 adolescentes que participaram do estudo receberam alguma receita para combater a ansiedade ou medicamentos para dormir em algum momento da vida. Desses, 3% receberam pelo menos uma receita nos últimos três anos, período do estudo.

"Reconheço a importância desses remédios para tratar ansiedade e problemas do sono. Porém, o número de adolescentes receitados e que usam o medicamento de forma errada é preocupante", afirma a professora Carol Boyd, autora do estudo.

 

Segundo a pesquisadora, medicamentos contra ansiedade podem ser viciantes e até mesmo fatais quando misturados com narcóticos ou álcool.

O estudo da Universidade do Michigan também descobriu que os jovens que receberam receitas para remédios de ansiedade e insônia durante o estudo eram 10 vezes mais propensos a usar esses medicamentos de forma excessiva dentro de dois anos do que adolescentes que nunca foram receitados.

O estudo recomenda que pais e adolescentes sejam melhor informados sobre o efeito desses medicamentos, padronizando uma espécie de aconselhamento antes que essas drogas sejam receitadas.

Fonte: INFO

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América Latina divide-se entre problemas de desnutrição e obesidade. 2014-11-21 A Segunda Conferência Internacional sobre Nutrição (ICN2) realizada em Roma, revelou que a América Latina atravessa problemas que se dividem entre desnutrição e aumento do sobrepeso e obesidade. A conferência é uma iniciativa conjunta da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) e a Organização Mundial da Saúde (OMS), e serviu para evidenciar a pobreza e a fome em nações latino-americanas.

No outro extremo, o sobrepeso e a obesidade afetam cada vez mais esses países, com grande incidência entre as crianças, segundo o diretor da FAO, o brasileiro José Graziano Da Silva. "A obesidade infantil cresceu, por exemplo, no México, em países da América Central e na região do Caribe", analisou.

Um dos países latino-americanos que sofre com um sério problema de desnutrição crônica é a Guatemala, onde quase a metade da população (49%) é afetada, segundo informou durante a conferência o secretário de Segurança Alimentar e Nutricional do país, Germán Rafael González. Ele afirmou que o governo guatemalteco traçou como objetivo reduzir a desnutrição crônica pela metade entre 2012 e 2020.

Durante seu discurso, González lembrou algumas iniciativas no país, como o programa Fome Zero, que permitiu "diminuir em 16% a desnutrição aguda, em 1,7% a desnutrição crônica e em 4,5% a anemia em menores de 5 anos, em 2013".

O ministro da Saúde do Brasil, Arthur Chioro, reafirmou o compromisso do país de combater a pobreza e a fome com "políticas que fomentem a educação alimentícia" e que deem prioridade ao apoio à agricultura familiar e o acesso a alimentos saudáveis. "Para lutar contra a desnutrição temos que priorizar aspectos como a saúde, a educação, a renda e o saneamento", disse o ministro.

O presidente da Comissão de Saúde do Senado chileno, Guido Girardi, afirmou que 25% das crianças menores de 6 anos no Chile são obesas, das quais 10% são hipertensas e um terço têm colesterol alto. Segundo ele, a previsão dessas crianças é "muito dramática".

Fonte: EFE

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No mundo todo, afogamento vitima mais crianças que sarampo 2014-11-20 A OMS (Organização Mundial da Saúde), divulgou um relatório onde afirma que o afogamento mata mais crianças abaixo de 15 anos por ano do que o sarampo ou a tuberculose em todo o mundo.

Segundo o órgão da ONU, a asfixia debaixo d’água está entre as dez principais causas de óbito de crianças e jovens em todo o mundo. De acordo com estimativas da OMS, 372 mil pessoas morreram afogadas em 2012. Mais da metade delas tinha menos de 25 anos.

No grupo de pessoas com menos de 15 anos, essa foi a causa de morte de mais de 140 mil meninos e meninas, duas vezes mais que o número de mortes por tuberculose (quase 70 mil).

O sarampo, em comparação, matou 145 mil pessoas, em todos os grupos etários, em 2013, segundo a OMS.

O órgão da ONU informou que a maior parte das mortes por afogamento em 2012 (cerca de 90%) está concentrada em países menos desenvolvidos, especialmente na África, no sul da Ásia e nas regiões do Pacífico ocidental. Os homens têm o dobro de chance de ser vítimas de afogamento que as mulheres, acrescentou o relatório.

"Esforços para reduzir a mortalidade infantil trouxeram ganhos expressivos nas últimas décadas, mas também revelaram outros assassinos ocultos na infância", afirmou Margaret Chan, diretora-geral da OMS. "O afogamento é um deles ? e pode ser evitado. Governos locais e federais devem reconhecer esse problema e tomar as medidas cabíveis articuladas pela OMS", acrescentou.

Uma das principais conclusões do relatório diz respeito à idade das vítimas. Quanto mais jovens, mais suscetíveis a morrer afogadas. Em 48 dos 85 países analisados, por exemplo, o afogamento estava entre as cinco principais causas de morte de crianças de até 15 anos.

Segundo a OMS, outro fator de risco é o grau de exposição do indivíduo à água. Pessoas que vivem da pesca ou pescam para comer estão mais propensas a morrer afogadas. O mesmo ocorre com crianças que moram nas proximidades de canais, valas, piscinas ou lagoas.

O afogamento responde por 75% das mortes em inundações, cada vez mais frequentes devido ao aquecimento global, acrescenta o órgão da ONU. Segundo a OMS, os riscos de afogamento são maiores em países de classe baixa ou média, onde mais pessoas vivem em áreas sujeitas à inundação. Muitas vezes, por causa da falta de desenvolvimento nesses locais, a mobilidade dos moradores é limitada em eventuais desastres naturais.

Há também outros fatores de risco como: crianças brincando perto d'água sem supervisão de adultos, condições médicas, como epilepsia, e ingestão de álcool.

Fonte: BBC

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Como prevenir dores orofaciais 2014-11-19 Toda dor que se localiza na face e dentro da boca pode ser considerada como dor orofacial, problema que hoje afeta cerca de 20% da população. Ele pode vir da própria face ou de áreas próximas, como cabeça, pescoço e até mesmo da região do tórax.

Segundo Sílvia Siqueira, coordenadora do Comitê de Dor Orofacial da Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor, as causas mais comuns vêm de problemas dentários, das gengivas, língua e ossos maxilares. Além disso, doenças como câncer, problemas cardíacos, diabetes, artrite reumatóide e fibromialgia também podem causar esse tipo de dor. “Elas podem apresentar-se como dor de ouvido, dor de cabeça ou até dor nos dentes, e podem estar associadas também ao bruxismo (ato de ranger os dentes) e a disfunções temporomandibulares (ATM)”, diz.

Já que existem inúmeras possibilidades de causa, é importante que o diagnóstico seja feito de forma minuciosa e por um cirurgião-dentista especializado no tratamento das dores orofaciais. Já o tratamento desse problema pode e deve ser feito por uma equipe de profissionais de diferentes especialidades, principalmente no caso das dores crônicas, aquelas que duram mais de seis meses. Neurologistas, fisioterapeutas e psicólogos são alguns dos médicos que podem contribuir para esse tratamento.

A dor depende de múltiplos fatores para se estabelecer, que incluem aspectos emocionais, sociais, genéticos, doenças prévias, entre outros. Por isso, para Silvia, a melhor e mais eficiente forma de se prevenir é cuidando da saúde de uma forma geral.

“É preciso cuidar não somente da saúde física, mas da mental e social. Além disso, devemos estar sempre atentos à dor aguda (aquela de curta duração) para que não permaneça e se prolongue a ponto de se tornar crônica. O atendimento precoce para o diagnóstico correto podem ajudar nisso”, diz a especialista.

No caso dos problemas bucais, que são as causas mais comuns dessa doença, o que ajuda é uma higiene bucal rigorosa feita com o auxilio do fio dental e dos raspadores linguais e visitas frequentes ao dentista.

Fonte: TERRA

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Estudo diz que dietas da moda não têm tanto efeito para perda de peso ou melhora na saúde 2014-11-17 As dietas da moda podem até ajudar na perda de peso no curto prazo - mas o efeito não necessariamente se mantém no longo prazo e os regimes podem não trazer benefícios para a saúde. Foi o que sugeriu uma pesquisa canadense realizada por cientistas do Hospital Geral Judaico de Montreal e da Universidade McGill, no Canadá.

 

Eles analisaram quatro dietas famosas: Vigilantes do Peso, dieta da zona, Atkins e South Beach e segundo a pesquisa, as pessoas nestas dietas perderam peso no início. No entanto, voltaram a engordar em um prazo de dois anos.

 

"Apesar da popularidade e de importantes contribuições para a indústria multimilionária do emagrecimento, ainda não sabemos se estas dietas são eficazes para ajudar as pessoas a perder peso e diminuir o risco de doenças cardíacas", disse Mark Eisenberg, cardiologista do Hospital Geral Judaico e autor do estudo.

 

"Com um número tão pequeno de testes analisando cada dieta e seus resultados, de alguma forma, conflitantes, existem apenas pequenas provas de que fazer estes regimes seja benéfico no longo prazo."

 

A pesquisa foi publicada na revista especializada Circulation: Cardiovascular Quality and Outcomes, uma revista da Associação Americana do Coração.

 

Durante dois anos, os pesquisadores compararam as dietas com os resultados obtidos através da adoção de cuidados normais com a saúde, como cortar a ingestão de gordura, ser acompanhado por nutricionistas, mudar os hábitos e praticar mais exercícios.

 

A mais consistente foi a dieta do Vigilantes do Peso. Depois de um ano, os que fizeram este regime perderam entre 3,5 quilos e 5,99 quilos. Já as pessoas que simplesmente mudaram os hábitos perderam entre 800 gramas e 5,4 quilos. Porém, depois de dois anos, o peso perdido voltou em parte para os que fizeram a dieta.

 

Os resultados das comparações entre a dieta de Atkins e os cuidados normais foram inconsistentes. Já a comparação entre os cuidados normais e a dieta de South Beach não revelou diferença de peso durante 12 meses. Os testes envolvendo comparações entre as dietas Atkins, Vigilantes do Peso, dieta da zona e os cuidados normais sugerem que todas as três dietas resultaram em uma pequena perda de peso em um ano.

 

Os que fizeram a dieta Atkins perderam uma média que variava entre pouco mais de dois quilos e 4,6 quilos. Os que fizeram a dieta dos Vigilantes do Peso perderam uma média de quase três quilos.

 

Os que fizeram a dieta da zona perderam entre 1,5 quilo e 3,1 quilos. O grupo de controle, que tomou os cuidados normais, perdeu cerca de 2,2 quilos.

 

As análises comparando as diferençãs entre as dietas de Atkins, Vigilantes do Peso e dieta da zona não foram observados melhores índices de colesterol, pressão sanguínea, níveis de açúcar no sangue e os fatores de risco para outros problemas cardiovasculares.

 

"Uma intervenção mais ampla no estilo de vida, que também envolva médicos e outros profissinais de saúde pode ser mais eficaz. E isto também passa aos médicos a mensagem de que as dietas populares, sozinhas, podem não ser a solução para ajudar os pacientes a perder peso", disse Eisenberg.

 

Fonte: BBC

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Gene que reduz em 50% o risco de infarto é identificado por cientistas 2014-11-13 Uma pesquisa internacional liderada pelo consórcio internacional The Myocardial Infarction Genetics (MIGen), identificou pela primeira vez um gene que, se for desativado, reduz em 50% o risco de infarto, o que abre as portas ao desenvolvimento de novos fármacos.

 

110 mil pacientes de diferentes países participaram da pesquisa, nos quais foram identificadas pela primeira vez 15 mutações do gene NPC 1L1. Os pesquisadores descobriram que a presença de qualquer destas mutações está associada a uma redução dos níveis de colesterol LDL ou "colestoral mau", além de proteger contra o risco de sofrer um infarto agudo do miocárdio.

 

Os resultados do estudo, que foram publicados na revista "The New England Journal of Medicine", indicam que o gene NPC1L1 fabrica uma proteína de mesmo nome que se encarrega de absorver, no intestino, o colesterol que vem com os alimentos que ingerimos.

 

Segundo explicou Roberto Elosua, do Grupo de Pesquisa em epidemiologia e genética cardiovascular de um hospital de Barcelona, "o trabalho consistiu em buscar mutações que inativaram este gene, ou seja, que a proteína fabricada não seja ativada e portanto, seja absorvido menos colesterol no intestino, diminuindo o colesterol LDL que circula pelo sangue".

 

No estudo, os cientistas analisaram este gene em 21 mil pessoas (14 mil delas não tinham sofrido infarto e sete mil sim) e foram identificadas as 15 mutações mencionadas. Posteriormente, foram analisadas sua presença em cerca de 90 mil pessoas mais.

 

Estas mutações genéticas são pouco frequentes, e ocorrem em uma a cada 650 pessoas e de forma natural. "As pessoas com alguma destas mutações apresentavam 12 mg/dL a menos de colesterol LDL se comparaddas com as pessoas sem nenhuma mutação. A presença de alguma destas mutações foi associada a aproximadamente a metade do risco de sofrer um infarto do miocárdio", resumiu o pesquisador Jaume Marrugat.

 

Atualmente, existe um fármaco que é utilizado na prática clínica para reduzir os níveis de colesterol, o ezetimiba, que diminui a atividade da proteína NPC1L1 mas, até agora, nenhum estudo tinha demonstrado que também reduz o risco de sofrer infarto.

 

O colesterol LDL é um dos fatores de risco mais importantes para sofrer um infarto do miocárdio. Estima-se que neste ano 120 mil pessoas sofrerão com alguma doença coronária na Espanha, e os resultados abrem a porta a uma nova estratégia para a prevenção desta doença.

 

Fonte: EFE

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Novo gene responsável por alterações cardíacas e morte súbita é descoberto 2014-11-12 Uma pesquisa de cientistas espanhóis publicada essa semana revelou que um gene mutado é responsável por alguns casos de alterações cardíacas e morte súbita.

A pesquisa comandada por Carlos López-Otín, catedrático de Bioquímica e Biologia Molecular da Universidade de Oviedo e Xose S. Puente do Instituto de Oncologia da mesma universidade, analisou o genoma de pacientes com miocardiopatia hipertrófica.

O estudo genômico permitiu concluir que mutações no gene FLNC, codificante de uma proteína denominada filamina C, causam miocardiopatia hipertrófica em oito das famílias estudadas. Em declarações à Agência Efe, Ana Gutiérrez-Fernández, co-autora do estudo, publicado na "Nature Communications", comenta que o novo gene identificado "permite explicar a causa da doença em um grupo de pacientes sem mutações nos genes conhecidos".

A descoberta permitirá identificar as pessoas portadoras desta mutação no gene FLNC, fazer um "acompanhamento clínico mais personalizado" e aplicar um tratamento específico e, inclusive, se for necessário, se poderá implantar nelas um desfibrilador que evite o processo que desencadeia a morte súbita nestes pacientes, destacou a pesquisadora.

Fonte: EFE

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Pesquisa diz que Ômega 3 colabora para reduzir dependência ao cigarro 2014-11-11 Segundo um estudo da Universidade Israelense de Haifa, a ingestão de suplementos de ácido graxos Ômega 3 reduz a dependência da nicotina e inclusive o número de cigarros que um fumante consome por dia. O estudo diz que o Ômega 3 reduz o "tabagismo de maneira significativa", preservando os níveis de ácidos graxos essenciais no cérebro, especialmente aqueles similares aos Ômega 3.

 

A pesquisa ainda diz que a falta de Ômega 3 danifica a estrutura das células nervosas e interrompe a neurotransmissão em zonas do cérebro envolvidas na sensação de recompensa e satisfação. Com relação a isso, o estudo demonstra que a deficiência de ácidos graxos poliinsaturados Ômega 3 dificulta que o fumante enfrente a abstinência e, ao contrário, faz com que este recorra ainda mais ao cigarro.

 

"Pesquisas anteriores demonstraram que um desequilíbrio de Ômega 3 está também relacionado com a saúde mental, a depressão e a habilidade de enfrentar a pressão e o estresse", indica Sharon Rabinovitz Shenkar, chefe do programa de dependências do departamento de Criminalística da Universidade de Haifa (norte de Israel) e também responsável do laboratório de psicofarmacologia da Universidade Bar-Ilan.

 

Os pesquisadores apontam que a pressão e o estresse estão associados à necessidade do fumante de consumir tabaco e que seus níveis aumentam entre os que deixam esse hábito. "Apesar de tudo, a relação entre todos estes fatores não tinha sido estudada até agora", precisa Shenkar.

 

A pesquisa foi feita a partir de amostras de 48 fumantes entre 18 e 45 anos que tinham fumado no último ano pelo menos dez cigarros diários, com uma média de 14 ao dia.

 

Os participantes foram divididos em dois grupos -um deles recebeu cápsulas de Ômega 3 e o outro um placebo- e foi solicitado que tomassem cinco pastilhas durante 30 dias, mas nunca foi pedido que deixassem de fumar.

 

O estudo demonstrou que, apesar de não terem sido encontradas diferenças significativas no início do experimento, 30 dias depois os fumantes que tinham ingerido Ômega 3 reduziram o consumo de cigarros em uma média de dois ao dia (11%). A pesquisa também mostrou um descenso significativo da síndrome de abstinência.

 

Embora 30 dias após a conclusão do tratamento o desejo de fumar aumentou ligeiramente, permaneceu significativamente baixo em relação aos níveis iniciais entre os que tinham ingerido Ômega 3.

 

A universidade pretende agora ver se este suplemento não é só eficaz para reduzir a dependência ao tabaco, mas também se pode ajudar a deixar o hábito de fumar.

 

Fonte: EFE

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Pesquisa diz que idade certa pode ser revelada com exame do dente 2014-11-10 Por meio de análises de imagens radiográficas dos dentes caninos, é possível fazer a estimativa de idade com precisão. Para a execução da técnica, é preciso apenas uma radiografia em que seja possível visualizar bem a coroa e a raiz do dente. Depois, por meio do programa Photoshop, a polpa do dente é ampliada para que seja possível verificar suas medidas, em pixels, e, assim, aplicar uma fórmula que dará a idade aproximada do paciente.

 

O método foi elaborado pelo pesquisador italiano Roberto Cameriere, da Universidade de Macerata e está sendo utilizado nas pesquisas de Alana de Cássia Silva Azevedo, aluna de doutorado da FOUSP.

 

A partir dessa pesquisa será mais fácil fazer a identificação etária das pessoas, beneficiando vários órgãos públicos. “Essa pesquisa pode contribuir diante de problemas referentes à determinação da idade em processos de adoção, pedofilia, ausência de documentos válidos de identificação, registros de nascimento divergentes, criminosos que se opõem a informar a idade, como também nas situações de migração e requerimento de asilo em país estrangeiro”, diz Alana.

 

“A opção de usar o dente canino foi importante, pois ele frequentemente está presente em adultos, sofre menos desgaste quando comparado aos dentes posteriores e possui uma única raiz com a maior estrutura pulpar”, diz Alana.

 

A pesquisa foi aplicada em adultos com idades entre 20 e 87 anos e que tinham seus dentes íntegros, ou seja, eles não podiam ter passado por tratamentos de canal nem restaurações, não podiam usar nenhum tipo de próteses nem aparelhos ortodônticos, nem ter lesões de cáries e nem desgaste dental, pois esses problemas poderiam alterar o tamanho da polpa ou a clareza das imagens radiográficas.

 

Para que o resultado da pesquisa fosse ainda mais eficiente foi preciso levar em conta fatores culturais e os hábitos de cada paciente. “Biotipo (magro e gordo), clima, problemas sistêmicos, alimentação, características genéticas e diferenças populacionais são fatores que podem influenciar no processo de estimativa da idade”, diz Alana.

 

Fonte: TERRA

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Dias de calor intenso podem provocar até dor de cabeça 2014-11-07 O tempo ensolarado pode até ser motivo de alegria para muita gente, mas o calor intenso pode ser sinônimo de moleza, dores e mau-humor. É que dias muito quentes podem sim interferir no funcionamento do organismo, causando uma série de sintomas. "A principal mudança do corpo e que pode ser a precursora de todas as alterações é a desidratação.

 

Segundo o fisioterapeuta Felipe, sentir dor de cabeça no verão ou dias de calor é um sinal de que o corpo está exposto a altas temperaturas de forma exagerada. "A dor acontece porque o organismo fica sobrecarregado na intenção de manter a temperatura do corpo estável", diz. A melhor forma de evitar essa situação é resfriar o corpo, ingerindo bastante líquido (água ou suco de frutas) e tomando um banho de morno para frio. "Se a dor persistir por longos períodos, o ideal é procurar um serviço médico."

 

"O aumento da temperatura leva a uma maior dilatação do sistema circulatório, e essa dilatação diminui a pressão dos vasos sanguíneos", explica Felipe Carmona. Por conta disso, é comum pessoas mais sensíveis ao calor se sentirem cansadas ou indispostas. O especialista afirma que a melhor maneira de evitar isso é aumentar a ingestão de líquidos e alimentar-se corretamente, de preferência com alimentos ricos em água, como fruta e legumes.

 

Para que nosso corpo mantenha sua temperatura normal mesmo no calor, ele aumenta a produção de líquidos secretados pelas glândulas sudoríparas. Junto do suor, nossa pele também produz mais oleosidade, graças às glândulas sebáceas. Segundo o especialista, o suor e o sebo por si não trazem nenhum malefício, desde que a pele e roupas estejam sempre higienizadas - para não acumular bactérias causadoras do mau cheiro. A higiene das axilas para afastar os micro-organismos é essencial. Durante o banho, higienize as axilas e seque bem antes de passar o desodorante. Repasse o produto durante o dia quantas vezes sentir necessidade. Nos dias de muito calor, prefira vestir peças de algodão. Os tecidos sintéticos, como o elastano e a elanca, retêm o suor, abafam a pele e favorecem a transpiração. Durante o dia, privilegie roupas de cores claras e que não apertem as axilas. Outro ponto é manter o corpo hidratado para repor o líquido que é perdido com o suor.

 

Fonte: Minha Vida

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Estudo revela que população não escova os dentes quanto deveria 2014-11-06 Um estudo feito pela Faculdade de Saúde Pública, da USP, com testes práticos observou que a maioria das pessoas não escova os dentes três vezes por dia e que esse hábito não está de acordo com os hábitos reais da população do país.

 

A pesquisa foi divida em três partes. Em uma delas, foi aplicado um questionário sobre frequência de escovação em adolescentes de uma escola da Piracicaba, interior de São Paulo. Cerca de 73,7% responderam que escovam os dentes três ou mais vezes ao dia.

 

Porém, nas duas fases práticas, o resultado foi um pouco diferente. Primeiro, foi entregue um tubo de pasta de dente aos jovens participantes da pesquisa e verificada a quantidade de pasta de dente que cada um costumava colocar habitualmente em sua escova. Depois de um tempo, esse tubo usado foi recolhido para a análise levando em consideração a quantidade de pasta usada por escovação e os dias de teste. Desta vez, percebeu-se que apenas 55,3% dos jovens escovam os dentes três ou mais vezes por dia. É uma diferença de 18,4% entre o teste prático e o questionário.

 

“Esse resultado indicou uma superestimação da frequência de escovação estimada pela entrevista, resultado que fortalece a hipótese de que a convenção social pode exercer importante influência na resposta dos entrevistados, em que os pacientes relatam que escovam mais vezes os dentes do que realmente acontece na prática”, diz Luiz Felipe Scabar, responsável pela pesquisa.

 

Esse resultado torna-se ainda mais preocupante quando se analisa quantas vezes de fato se deve escovar os dentes por dia. A maioria dos entrevistados relatou que escova os dentes três vezes por dia, acreditando ser essa a quantidade satisfatória indicada pelos dentistas. Porém, segundo Luiz Felipe, a quantidade certa vai depender de quantas refeições a pessoa faz diariamente. “Devemos realizar a higiene bucal sempre após cada refeição, portanto um paciente que se alimenta cinco vezes durante o dia deve realizar a higiene bucal, no mínimo, cinco vezes”, diz.

 

Fonte: TERRA

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Dor muscular e sua gravidade após os treinos 2014-11-05 Após os treinos de musculação geralmente ocorrem as dores musculares, devido ao micro rompimento de fibras musculares. Quando você treina, você literalmente rompe (micro rompimentos) o tecido muscular. O resultado disso é a ocorrência de microlesões musculares nos primeiros dias dos treinos musculares, pequenas rupturas do músculo causadas pelo excesso de esforço.

 

Com alguns dias, o músculo começa a se reconstruir, por isso o repouso após os treinos é muito importante. Ocorre uma cicatrização das fibras musculares. Este processo de reconstrução torna os tecidos musculares mais fortes e maiores do que antes. Esse é o processo de hipertrofia muscular. A hipertrofia muscular é o desenvolvimento de mais fibras musculares, o que deixa os músculos maiores e mais fortes para suportarem levantar mais peso.

 

A dor que você nota nos dias posteriores ao treino é diferente da dor (queimação e ardor) que você sente durante o treino e também é diferente de uma dor de lesão muscular. É essencial a conscientização das diferenças dessas dores, como a dor dos treinos, dor boa, que ocorre um dia ou dois depois do treino, e a dor de lesões, dores ruins, de lesões nas articulações e músculos. A dor boa, por mais forte que ela seja, ela não impede você de fazer outras atividades físicas, apesar da dor você consegue executar qualquer movimento com perfeição, diferente das dores de lesões, que causam muita dor ao movimentar as áreas afetadas e aparecem algumas horas depois do treino.

 

A dor do dia seguinte geralmente é mais forte em pessoas que nunca treinaram antes. E só lembrar da época que você começou a treinar pela primeira vez e como ficou dolorido na primeira semana. Quanto mais o seu corpo se adapta ao treino, menos dor você sentirá. Se você insistir por muito tempo em apenas um tipo de treinamento, você para de ver resultados e a dor boa desaparece. Treinamento diferenciado e aumento progressivo de carga é a chave para gerar fissuras musculares, o que consequentemente aumenta a massa muscular.

 

Porém, a dor boa em um alto grau não ocorre apenas em pessoas que nunca treinaram na vida. Você também sentirá dores maiores quando começar uma rotina nova. Toda vez que você der um choque em seus músculos, com um novo programa de treino, novos exercícios, quantidade de séries e repetições que o seu corpo não está mais acostumado, pode esperar grandes quantidades de dores. Vale lembrar que a hipertrofia ocorre não apenas quando há dor.

 

Mesmo sem termos dores após os treinos, ou quando ela diminui, a hipertrofia continua acontecendo. A dor desaparece porque o músculo já está mais preparado para as atividades que serão desenvolvidas, e só volta a aparecer se uma carga ou treinos diferentes, exercícios novos e aumento da intensidade dos treinos.

 

É importante darmos atenção a fase excêntrica (parte negativa do exercício), pois nessa fase recrutamos mais fibras musculares e lesionamos mais a mesma. Quando damos mais ênfase a parte negativa do exercício, obtemos mais fissuras nos tecidos musculares, consequentemente mais dores no dia seguinte e mais resultados a longo prazo.

 

As dores devem ser controladas, a partir do momento em que impedem movimentos cotidianos é sinal que houve exagero. Um bom exemplo é o aluno não conseguir descer uma escada direito ou mesmo escovar os cabelos com facilidade.

 

Fonte: MINHA VIDA

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O paladar e os problemas que a obesidade pode causar a ele 2014-11-03 Foi Aristóteles, ainda na Grécia Antiga, quem definiu os tipos de sabores. Naquela época doce, amargo, acido e salgado foram colocados como uma relação entre percepção de sabor e controle cerebral. No século II d.C, o médico Galeno identificou os nervos que enervam e na atualidade entendemos que existem 5 tipos básicos de sabores:

 

Doce: receptor estimulado por alimentos como carboidratos, açúcar, adoçantes

Salgado: estimulado por sal

Azedo/ Ácido: estimulado por frutas cítricas, vinagre, soluções carbonatadas

Amargo: cafeína, rúcula, jiló

Umami: sabor que foi descrito no Japão, em 1908 e significa saboroso, delicioso, em japonês. Estes receptores são estimulados por leite materno, queijos, algas, cogumelo secos e ostras.

 

As papilas gustativas recebem o alimento que ingerimos e os nervos da língua transmitem o sinal do sabor para o cérebro. O tronco cerebral tem como função: mastigar, salivar e lamber. No tálamo, ocorre o processamento e se registra a memória do sabor, enquanto no córtex gustatório e frontal acontece a decisão do que vamos ingerir e a sensação de conforto gerada pelo o que comemos.

 

Todos os sistemas sensoriais são importantes para definição do nosso paladar, incluindo: visão (cor e aparência do alimento), audição (ouvimos o som produzido na mastigação), olfato (sensibilidade aos aromas desprendidos pela comida), o tato (diferentes texturas) e a propriocepção.

 

Estudos recentes têm demonstrado que ocorre uma perda da sensibilidade ao sabor e uma piora na discriminação do paladar em pessoas com obesidade, o que é contrário ao que se imaginava. As pessoas comem mais porque tem maior dificuldade de sentir o sabor da comida como satisfatório. O cérebro dos obesos parece demorar mais para codificar a informação dos alimentos.

 

Esta perda de capacidade em sentir sabor pode ter inúmeras causas, entre elas, a possibilidade de que uma dieta muito rica em gordura (principalmente na infância) incapacite os receptores de sabor.

 

Outro ponto interessante é observar como pacientes que emagrecem após cirurgias bariátricas mudam a preferência alimentar escolhendo alimentos menos calóricos em detrimento, por exemplo, de refrigerantes e sorvetes. Isto se deve provavelmente pela alteração dos receptores de sabor localizado no estômago e intestino, o que gera melhora na percepção do sabor e mudanças no paladar.

 

Outra pesquisa publicada no Archives of Diseases in Childhood demostrou que crianças com obesidade tinham menos capacidade de discriminar os sabores quando comparadas com as de peso normal, principalmente em relação ao amargo, salgado e umami.

 

A sensibilidade aos sabores parece modular a quantidade de comida que é necessária para gerar saciedade. Deste modo, não sabemos se a criança vai ficando com obesidade pela diminuída capacidade em perceber os sabores ou se a anterior ingestão de alimentos predominantemente ricos em gordura até os 6 anos de idade é a grande culpada.

 

 

Fonte: Minha Vida - Dr. Alessandra Rascovski Gobbi

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Cientistas descobrem dois tipos de genes que podem estar associados à violência 2014-10-31 Quase 900 criminosos na Finlândia foram analisados e o resultado revelou que dois genes encontrados neles podem ser associados à violência. Os criminosos identificados com os dois genes foram 13 vezes mais propensos a terem um histórico de comportamento violento frequente.

 

Os autores do estudo, publicado no jornal Psiquiatria Molecular, disseram que cerca de 5% a 10% de todo crime violento praticado na Finlândia poderia ser atribuído a pessoas com esses genes. Ainda assim, eles ressaltam que os genes identificados não poderão ser usados para 'mapear' criminosos.

 

Vários outros genes podem estar envolvidos na propensão à violência e fatores do ambiente também têm um papel fundamental para gerar esse tipo de comportamento. Mesmo se uma pessoa tem uma combinação de 'alto risco' desses genes, a maioria nunca irá cometer um crime, segundo explica o principal autor da pesquisa, Jari Tiihonen do Instituto Karolinska na Suécia.

 

"Cometer um crime violento e pesado é extremamente raro na população em geral. Então mesmo que o risco relativo seja maior, o risco absoluto é muito baixo", disse à BBC.

O estudo é o primeiro com foco na composição genética de tantos criminosos dessa forma.

 

Um perfil de cada criminoso foi feito baseado nos crimes cometidos por eles – categorizando-os em violentos ou não violentos. A associação entre os genes e um comportamento violento anterior foi a mais forte para os 78 que tinham o perfil extremamente violento.

 

Esse grupo tinha cometido um total de 1.154 homicídios, tentativas de homicídio ou lesões corporais. Em um grupo replicado de 114 criminosos, todos tinham cometido pelo menos um assassinato. Todos esses carregavam uma versão do gene MAOA de baixa atividade, que pesquisas anteriores já haviam apelidado de 'gene da violência' por causa de sua ligação com o comportamento agressivo.

 

Uma deficiência da enzima que esse gene controla poderia resultar em uma "hiperatividade de dopamina", principalmente quando uma pessoa bebe álcool ou usa drogas como anfetamina, conforme explica Jari Tiihonen. A maioria das pessoas que cometem crimes violentos na Finlândia faz isso sob efeito de álcool ou drogas.

 

Fonte: G1

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Exercícios não combinam com gripes e resfriados. 2014-10-27 As grandes variações de temperatura e a chuva que pega os desprevenidos no fim do dia são motivos pelos quais muitos ficam gripados, resfriados, com faringite, sinusite, ou seja, infecção de vias aéreas superiores.

 

E se você faz exercícios e está acostumado com uma rotina de treinos e academia? O que fazer? Levantar e lutar conta a doença ou esperar melhorar?

 

Você deve sempre optar por voltar para a cama e dar o tempo e tratamento necessários para seu corpo se recuperar. Poupe a energia que seria gasta nas atividades propostas por você, evitando agravar uma condição transitória e atrasar a sua recuperação.

 

As infecções virais, resfriados e gripes, tem um curso definido e duração prevista, dispensando tratamentos além da medicação sintomática, para alívio da febre, coriza, entre outros.

 

O comprometimento da defesa forçando um gasto energético na atividade física pode favorecer infecções por bactérias oportunistas. Você pode trocar a simples gripe por uma amidalite, ou mesmo uma pneumonia. Estas infecções mais graves impõem uso de antibióticos e o tempo de repouso será mais prolongado, atrasando ainda mais o seu retorno às atividades.

 

O melhor a fazer é curtir a gripe, o resfriado. E ao retomar o treino, faça-o com cautela, diminuindo o volume semanal, para gradativamente chegar ao ritmo habitual. Se você interromper por uma semana, programe o retorno para duas semanas, por exemplo.

 

A gastroenterocolite aguda, a diarreia, o "piriri", têm como grande complicação a desidratação. Não é preciso nem comentar o quanto a água é importante na atividade física e a falta que ela faz. Sem contar que o exercício só agrava a sua condição pela perda adicional de água que ele traz. Mais uma vez, fique perto do banheiro e da água que o sofrimento não tomará mais do que dois dias e, seu treino, um pouco mais leve no recomeço, poderá ser retomado.

 

Insistir com exercícios nessas situações é criar condições para que ocorram complicações que custarão muito mais do que dois ou três dias de treinamento. Insistir com exercícios mais intensos, que fazem parte do seu projeto verão, pode resultar em rupturas musculares, tendinites ou até rupturas tendíneas. Mais uma vez, espere as dores passarem e retome gradativamente suas atividades. Você não vai se arrepender.

 

MINHA VIDA - Ricardo Nahas

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Objetos plásticos podem ser culpados por queda da libido feminina 2014-10-22 O composto químico encontrado em materiais plásticos como canos de PVC, cortinas de banheiro, painel de carros e embalagens, pode ser o culpado pela queda do interesse das mulheres por sexo. Um estudo apresentado na American Society for Reproductive Medicine concluiu que quem tem maior concentração do componente ftalatos no corpo, costuma dizer "hoje não, querido" com duas vezes mais frequência.

 

Estudos anteriores já haviam relacionado o ftalatos a diabetes e asma, além de "feminilizar" o cérebro dos bebês de sexo masculino. A Organização Mundial da Saúde alertou para "sérias implicações na saúde" que o composto pode causar, tanto nos sistemas físico como psicológico. Em relação as questões sexuais, ele interfere no equilíbrio hormonal causando disfunções de estrogeno e testosterona, ambos envolvidos com a libido.

 

Para muitas mulheres que perdem a libido, não há explicações tão óbvias para isso acontecer, por isso é preciso saber qual a influência dos compostos químicos nisso.

 

Além do contato direto, o ftalatos entra no corpo pela comida - principalmente por causa das embalagens - e até respiração. Uma das recomendações é reduzir potencialmente o consumo de alimentos processados. A libido feminina pode ser também influenciada pelo cigarro, medicação, dar à luz, trocar de emprego, entre outros fatores.

 

Fonte: Terra

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Alimentação pode influenciar na menopausa 2014-10-21 Causada pela queda na produção ovariana dos hormônios estrogênio e progesterona, a menopausa é a transição que encerra os anos férteis e representa uma nova experiência individual para a mulher. Esse declínio hormonal pode levar, em maior ou menor grau, a mudanças nos níveis de energia, memória, saúde dos ossos, perda de massa muscular, na saúde do coração e alterações emocionais.

 

Uma boa alimentação e pequenas mudanças no estilo de vida podem ajudar muito na manutenção da boa saúde e bem-estar nessa nova fase.

 

A melhor recomendação de dieta possível é aquela que vai de encontro às demandas do corpo na menopausa. Mulheres ocidentais e orientais costumam ter experiências bem diferentes na menopausa e acredita-se que seja consequência dos hábitos alimentares influenciados pelos costumes e culturas diferentes.

 

As mulheres na menopausa têm mais dificuldades para emagrecer devido à diminuição do metabolismo, que acontece principalmente por causa da perda gradual de massa muscular. Além disso, as variações hormonais típicas desse período podem levar a alterações emocionais com consequentes mudanças no padrão alimentar, já que comer não é só um ato físico, mas muito emocional.

 

Cuidados com a alimentação incluem ingerir alimentos ricos em fitoestrogênios, que são substâncias naturais semelhantes aos hormônios e estão presentes na soja e seus derivados, assim como na linhaça, ajudando a amenizar os sintomas da menopausa. Os principais fitoestrogênios são as isoflavonas conhecidas como genisteína e daidzeína.

 

Outra substância útil é o ácido gama linoleico (GLA), um ácido graxo encontrado em óleos vegetais como o de prímula e boragem, que auxiliam a regular o balanço hormonal e dar suporte à saúde na menopausa. Ajudam nesse processo os minerais zinco e magnésio e as vitaminas C, B6 e niacina.

 

Com a queda dos níveis de estrogênios durante a menopausa, os ossos podem se tornar mais frágeis, levando à osteopenia e osteoporose, portanto, é importante aumentar a ingestão de cálcio (leite, iogurte, queijos, peixes, vegetais como brócolis, nozes e sementes) para dar suporte à densidade óssea. Para assegurar que o cálcio seja absorvido é importante combinar com alimentos ricos em fósforo como amendoim, carne, queijos, cebola e alho, em combinações com fontes de vitamina D (óleo de peixe, lentilhas, ovos e arroz integral). O magnésio é outro mineral que facilita a absorção do cálcio e é encontrado em peixes, nozes, cereais, grãos, sementes e vegetais.

 

Procure ingerir mais fibras presente nas frutas, vegetais e grãos integrais, que ajudam a melhorar a constipação e balancear os níveis de colesterol.

 

Evite alimentos com açúcar e processados, que podem conter muito sal e açúcar, contribuindo para desequilíbrios do açúcar no sangue e ganho de peso. Evite beber café, chá preto e refrigerantes, que podem interferir na absorção de cálcio e aumentar os "fogachos".

 

Fazer exercícios regularmente, musculação (dois dias na semana) e aeróbica (pelo menos 3 dias na semana) pode ajudar em vários aspectos: controlar o apetite, melhorar a digestão, controlar o peso, contribuir para a saúde dos ossos além de poderoso e positivo efeito sobre as emoções, a saúde mental e vida amorosa.

 

A prática de técnicas de relaxamento como respiração profunda, meditação e yoga também podem dar uma força para combater os sintomas da menopausa.

 

 

 

Fonte: MINHA VIDA - Filippo Pedrinola (ENDOCRINOLOGIA

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Pesquisas mostram que consumo de gordura pode ser bom para a saúde. 2014-10-20 Certos tipos de gorduras, mas não todos, podem sair da lista de vilões da saúde, é o que tem dito algumas pesquisas recentes. Seja para quem quer emagrecer ou evitar problemas cardíacos, os resultados dessas pesquisas são o tipo de notícia que faz com quem todos queiram aproveitar mais alguns alimentos.

 

Se a crença era a de que gorduras saturadas criavam coágulos nas artérias e engordavam, novas evidências mostram que consumi-las pode, na verdade, ajudar a perder peso e ser benéfico para o coração.

 

No início do ano, por exemplo, um estudo liderado pela British Heart Foundation causou polêmica. Cientistas de Oxford, Cambrige e Harvard, entre outros, examinaram a ligação entre o consumo de gordura saturada e doenças cardíacas.

 

Apesar de analisar o resultado de quase 80 estudos envolvendo mais de meio milhão de pessoas, eles não encontraram evidências convincentes de que comer gorduras saturadas implicava em um maior risco de problemas cardíacos.

 

Mais do que isso, quando analisaram os testes sanguíneos, eles descobriram que altos níveis de gorduras saturadas estão associados com menor risco de doenças coronárias. E isso é válido especialmente ao tipo de gordura saturada encontrada no leite e outros laticínios, conhecido como "ácido margárico".

 

A pesquisa provocou desconfiança por parte de alguns especialistas, que temem que o resultado possa confundir as pessoas e que passe não uma mensagem de que é ok consumir mais de algumas outras formas de gordura, mas sim de que é ok comer muito mais gordura saturadas até em doces.

 

E isso é preocupante, segundo eles, porque é sabido que os altíssimos níveis de obesidade no mundo vem sendo inflamado por petiscos como muffins, bolos e salgadinhos, todos com altos índices de gordura, açúcar e caloria.

 

A professora Kay-Tee Khaw, do Departamente de Saúde Pública da Universidade Cambridge, diz que há fortes evidências de que comer oleaginosas algumas vezes por semana, reduz o risco de males do coração, apesar de conterem gorduras saturadas e insaturadas. A pesquisadora afirma ainda que as provas disso são menos fortes em relação a laticínios, e vê poucos problemas no consumo de manteiga e leite.

 

O que se está concluindo até o momento é que não está liberado comer frituras ou colocar creme em tudo, porque mesmo o coração não sendo prejudicado pelo consumo de gorduras, já está provado que ele é sim afetado por uma alta ingestão de calorias.

 

"Acredito que a maioria das gorduras saturadas, especialmente a de alimentos processados, não são saudáveis", disse Michael Mosley. "Mas eu voltei a consumir manteiga, iogurte grego e leite semidesnatado, além de estar comendo muito mais castanhas, nozes, peixes e vegetais".

 

 

Fonte: TERRA

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Câncer bucal pode ser diagnosticado precocemente. Fique atento! 2014-10-15 O câncer de boca se caracteriza, na maioria dos casos, pelo descontrole na multiplicação das células que formam a mucosa da boca. Porém, embora esse processo seja considerado maligno, se diagnosticado cedo, tem 100% de chance de cura.

 

A cada 100 pacientes com câncer de boca, 94 apresentam o tipo mais comum, o Carcinoma Epidermóide. Ele aparece com mais frequência no lábio inferior, assoalho da boca e borda da língua, mas qualquer área recoberta por mucosa pode ser acometida por esse câncer, que atinge mais homens com idade média entre 50 e 55 anos

 

Segundo o INCA (Instituto Nacional do Câncer), ocorrem no Brasil aproximadamente 14.500 novos casos de câncer bucal por ano, com uma mortalidade anual de cerca de 5.500 pessoas. No entanto, esse número poderia ser menor se a doença fosse diagnosticada mais cedo.

 

Embora a causa seja desconhecida, existem fatores de risco envolvidos em cerca de 80% dos casos. São eles: o excessivo consumo de álcool e tabaco. Já o câncer de lábio, está diretamente ligado à exposição solar. Vale ressaltar que 20% dos pacientes não apresentam fatores de risco e, mesmo assim, desenvolvem a doença.

 

Estilo de vida e hábitos alimentares saudáveis contribuem com a diminuição da ocorrência do câncer de boca. Vários estudos têm demonstrado que uma boa higiene oral pode contribuir também com uma menor incidência desta doença.

 

Para ajudar no diagnóstico precoce, algumas dicas são importantes: A lesão pode inicialmente se parecer com uma afta indolor que dura mais de 15 dias ou uma lesão na forma de uma placa branca também indolor. Áreas que apresentam aumento de volume devem ser investigadas por um profissional de Saúde.

 

Se achar necessário, esse profissional da saúde poderá encaminhar o paciente a um estomatologista (dentista especializado em doenças que ocorrem na boca), que fará alguns exames (possivelmente uma biópsia) para descobrir a gravidade do problema.

 

 

Pacientes que são diagnosticados precocemente tem chance de cura de mais de 90%, podendo chegar próximo dos 100% de cura. Porém, casos diagnosticados tardiamente pioram bastante o prognóstico, diminuindo as chances de cura para 20%. Por isso o diagnóstico precoce deve ser sempre estimulado, com visitas regulares ao cirurgião-dentista.

 

Fonte: TERRA

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Pesquisa divulga novo tratamento que pode combater câncer de mama 2014-10-14 Um estudo publicado no Journal of National CancerInstitute, demonstrou que a combinação da quimioterapia com o tratamento trastuzumabe é efetiva para diminuir os tumores de um subtipo de câncer de mama muito resistente.

 

O estudo, dirigido por Joaquín Arribas, principal pesquisador do grupo de Fatores de Crescimento do VHIO, indica este novo tratamento para as pacientes com tumores na mama do subtipo de câncer denominado p95HER2, um subgrupo muito resistente aos tratamentos existentes. As pacientes com tumores de mama positivos p95HER2 são, aproximadamente, entre 8% e 10% de todos os doentes com câncer de mama, informou nesta segunda-feira (13) o Hospital Vall d'Hebron, que liderou a pesquisa.

 

Trata-se, segundo explicaram os oncologistas, de tumores difíceis de tratar porque são resistentes ao trastuzumabe, o fármaco mais utilizado contra câncer de mama HER2.

 

Os pesquisadores viram que a quimioterapia ajuda a acumular os receptores HER2 na membrana celular, ou seja, os expõe ao fármaco e, portanto, permite que o trastuzumabe possa atuar facilmente nestas células com tumor e há um maior efeito.

 

"Agora está sendo trabalhado em um teste clínico para comprovar que todos os resultados de laboratório se traduzem na prática em uma melhor resposta ao tratamento para que possamos oferecer uma alternativa a este subgrupo de pacientes que não respondiam aos tratamentos existentes", detalhou Arribas.

 

Fonte: TERRA

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Cura para diabetes tipo 1 mais próxima com pesquisa em células-tronco 2014-10-13 Segundo cientistas da Universidade de Harvard (EUA), os esforços pela descoberta da cura para a diabetes tipo 1 "deram um tremendo passo" recentemente. É que uma equipe da Universidade usou células-tronco para produzir centenas de milhares dessas células em laboratório.

 

Testes em ratos mostraram que elas podem tratar a doença, procedimento que especialistas descreveram como "potencialmente um grande avanço médico".

 

Células beta no pâncreas produzem insulina para baixar os níveis de açúcar no sangue.

 

Mas o próprio sistema imunológico do organismo pode se voltar contra as células beta, as destruindo e deixando a pessoa com uma doença potencialmente fatal, pois o corpo passa a não conseguir regular o nível de açúcar no sangue.

 

A doença tipo 1 é bem diferente da diabetes tipo 2, que é de incidência mais comum por ser causada por um estilo de vida pouco saudável. Ela ocorre quando o sistema imunológico do corpo humano destrói as células que controlam o nível de açúcar no sangue.

 

A equipe de Harvard foi liderada pelo professor Doug Melton, que começou sua busca pela cura da doença quando seu filho foi diagnosticado há 23 anos. Mais tarde ele teve outra filha diagnosticada com a doença.

 

Ele está tentando substituir aproximadamente 150 milhões de células beta usando a tecnologia das células-tronco. O professor descobriu o coquetel perfeito de agentes químicos para transformar células-tronco de embriões em células beta funcionais.

 

Testes feitos com ratos – cujos resultados foram publicados no jornal científico Cell – mostrou que as células produzidas em laboratório poderiam produzir insulina e controlar os níveis de açúcar no sangue por muitos meses.

 

"Foi gratificante saber que podemos fazer algo que sempre acreditamos ser possível", disse Melton. "Estamos atualmente a um passo pré-clínico para cruzar a linha de chegada".

 

Seus filhos, porém, não se mostraram tão impressionados: "Acredito que, como crianças, eles sempre pensaram que como eu disse que faria isso, eu conseguiria".

 

Mas quando as células beta forem injetadas em uma pessoa, elas também serão atacadas e destruídas pelo sistema imunológica. Por isso, será necessário fazer mais pesquisas antes que o recurso se transforme em uma cura.

 

O Brasil é o quarto país do mundo em número de portadores de diabetes, atrás de China, Índia e Estados Unidos, de acordo com a International Diabetes Federation (IDF). Os números levam em conta pessoas com idade entre 20 e 79 anos.

 

No ano passado, o Brasil tinha 13 milhões de portadores, número que poderá subir para 592 milhões em 2035, de acordo com a Sociedade Brasileira de Diabetes. Para cada caso diagnosticado, estima-se que haja um sem diagnóstico e, deste total, 1 milhão são crianças.

 

Fonte: BBC

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Pesquisa mostra que pizza e cenoura provocam a mesma sensação de conforto 2014-10-10 Se você teve um dia ruim, nada melhor do que um sorvete ou uma pizza pra te fazer sentir melhor, certo? E se você comesse uma cenoura? A sensação seria a mesma?

 

Um estudo americano revelou que comer um pedaço de pizza, uma cenoura, ou mesmo não comer nada melhoram o seu humor e te fazem sentir melhor da mesma forma.

 

A pesquisa feita pela Universidade de Minnesota realizou o estudo com estudantes. Primeiro eles citaram algumas de suas 'comidas de consolo', depois assistiram a um filme triste, o que causou neles um desconforto e um humor ruim. Nesse momento uma parte do grupo comeu 'comidas de consolo', outra parte comeu outros alimentos e ainda houve aqueles que não comeram nada. O resultado em todos os estudantes foi o mesmo: aos poucos o humor deles melhorou independente do que comeram ou se não comeram.

 

A pesquisa mostrou que, ao contrário do que as pessoas acreditam, esse tipo de comida não provoca nenhum efeito no humor, e não proporciona maior conforto. "Essas 'comidas de consolo' não oferecem mais conforto do que qualquer outro alimento. As pessoas estão dando crédito à essas comidas por uma sensação proporcionada também quando não se come nada", comentou o pesquisador Traci Mann.

 

Os pesquisadores admitem que os resultados são limitantes, uma vez que não foram feitos estudos a partir do humor do dia-a-dia das pessoas.

 

Fonte: TERRA

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A dor crônica e a busca pela sua cura 2014-10-08 Segundo números divulgados esta semana no XV Congresso Mundial da Dor em Buenos Aires, cerca de 80% da população mundial é afetada por alguma dor e 30% sofrem seus efeitos de forma crônica, tornando-se um problema de saúde pública,

 

Segundo o médico Fernando Cerveró, quando uma pessoa sente uma dor e ela não passa ou existem dores que não têm um ponto específico, então não é mais um sintoma, mas uma doença em si.

 

Para ele, o reconhecimento da dor como doença foi um dos avanços mais importantes dos últimos anos e compreende várias facetas: a médica, a psicológica, a social e a ambiental, segundo o comunicado.

 

"Atualmente, milhões de pessoas morrem todos os anos sentindo algum tipo de dor moderada ou severa, sem acesso ao tratamento adequado da dor", afirmou o especialista Srinivasa N. Raja, presidente do Comitê do Programa Científico.

 

Um dos temas dos expositores no Congresso são os últimos estudos em moléculas para encontrar medicamentos que não produzem efeitos colaterais em tratamentos oncológicos e métodos para medir objetivamente a dor através de imagens cerebrais.

 

Fonte: AFP

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Altura é determinada por combinação genética, diz estudo 2014-10-07 Estudiosos da University of Exerter, da Inglaterra, descobriram que os irmãos e irmãs menores têm um lote maior de algumas das combinações genéticas que interferem na altura. Ou seja, têm mais "genes pequenos" do que os outros familiares

 

Aproximadamente 700 variações genéticas foram identificadas e estão envolvidas com a altura, segundo Tim Frayling, responsável pelo estudo. Além disso, a pesquisa concluiu ainda que uma dieta melhor é responsável apenas em 20% dos casos por sermos maiores que nossos ancestrais. A genética ainda domina nos outros 80% deles.

 

O resultado tranquiliza os pais sobre possíveis problemas de crescimento dos filhos, como má alimentação e pouca atividade física. Talvez os menores tenham apenas uma combinação genética diferente em relação à altura.

 

O estudo é o maior deste tipo no mundo e avaliou 250 mil europeus, concluindo que as variações genéticas são a causa de mais da metade da variação de altura entre gerações, familiares e comunidades de países diferentes.

 

Segundo a pesquisa, isso comprova que o ambiente não é responsável por todas as mudanças radicais do corpo e que não é possível mudá-lo totalmente, já que as combinações genéticas determinam, e muito, aspectos da saúde, comportamento e outros tantos aspectos físicos e psicológicos.

 

Fonte: Daily Mail

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Beber pouca água pode causar doenças bucais 2014-10-02 Ingerir bastante água mantém os níveis corretos dos minerais, estimula a salivação e ajuda na limpeza de toda a boca e dentes. O certo é que as pessoas tomem de 2,5 litros a 5 litros de água por dia. Quando se bebe pouca água, o fluxo salivar diminui, o que causa o aumento de alimentos entre os dentes e, com isso, as chances de desenvolver cárie e problemas periodontais, além da halitose.

 

É na água também que encontramos grande quantidade de flúor, fundamental para a prevenção a cárie. A saliva, que é a mais beneficiada pela ingestão de água, ajuda na digestão, na eliminação de bactérias, na prevenção do mau hálito e também da cárie. Enfim, a lista de benefícios dessa aliada da saúde bucal é enorme.

 

Segundo Alexandre Bussab, cirurgião-dentista, existem algumas situações ou substâncias que causam a famosa boca seca e por isso, podem ser evitados como: cigarro, alimentos muito salgados, estresse, medo, ansiedade, diabetes e alguns remédios. Essa secura bucal pode causar, além dos problemas já citados, aftas, sapinho e estomatite.

 

Já quando mascamos chicletes ou sentimos o cheiro de uma comida gostosa, nossa boca aumenta a produção de saliva. “Isso acontece porque o sistema nervoso central associa o cheiro bom de comida ao ato de comer e manda estímulos para as glândulas salivares que aumentam sua produção à espera da comida”, diz Alexandre. Em bebês, o excesso de saliva é sinal de que um dente está para nascer.

 

Fonte: Terra

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Novo medicamento é esperança contra melanoma 2014-09-30 Um novo remédio contra o melanoma, que "estimula o sistema imunológico", foi aprovado recentemente e especialistas da área estão eufóricos com a notícia.

 

O novo tratamento é resultado de uma pesquisa liderada pelo professor Antoni Ribas, um dos principais especialistas da equipe de analistas da Escola de Medicina David Geffen, da Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA), centro que desenvolveu o estudo.

 

O fármaco foi aprovado de forma acelerada porque tem efeitos benéficos em pacientes com melanoma, que é um tipo de câncer de pele, e estes efeitos são duráveis. A comercialização do fármaco Pembrolizumab foi aprovada em 4 de setembro pela FDA. O remédio foi enquadrado na categoria de "tratamento de vanguarda" e a produção ficará a cargo da multinacional farmacêutica Merck, sob o nome de Keytruda.

 

"Espero que as agências reguladoras de medicamentos de outros países, os países latino-americanos, se deem conta que este beneficia os pacientes", expressou Ribas.

 

À frente de uma equipe de 26 médicos, Ribas iniciou no fim de 2011 os testes de imunoterapia intravenosa com base no novo fármaco, identificado inicialmente como MK-3475. “No estudo clínico inicial com 40 pacientes, observamos que a reação foi positiva. Para beneficiar mais pessoas estendemos os testes a 600", assinalou o médico, que há 18 anos trabalha em pesquisas neste tema.

 

O especialista explicou que após os testes foi observado que em um terço dos pacientes "o câncer disseminado no pulmão, fígado e ossos, se reduziu e com o tempo os pacientes melhoram"; enquanto outro terço apresenta uma menor diminuição do câncer; e os demais "não se beneficiam do tratamento".

 

"As pesquisas do funcionamento do fármaco para o tratamento do melanoma continuam na UCLA, e em mais 11 laboratórios nos Estados Unidos, Austrália e Europa", informou Ribas, que destacou que a atual fase da pesquisa pretende resolver por que alguns pacientes dão "respostas menos duradouras" ao tratamento.

 

Fonte: EFE

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Alta taxa de pacientes abandonam tratamento contra o câncer por conta de efeitos colaterais 2014-09-29 Alta taxa de pacientes abandonam tratamento contra o câncer por conta de efeitos colaterais

 

7% dos pacientes oncológicos interrompem o tratamento pelos efeitos colaterais. Foi o que comprovou uma pesquisa realizada com 7.899 pessoas na Europa. Dentre esses 7% (531 de um total de 7.899), 87% seguiam um tratamento citotóxico e 13% um tratamento hormonal.

 

A informação foi recolhida pelos próprios oncologistas a partir de questionários; cada especialista apresentou uma seleção de seus casos mais recentes. Os 531 casos analisados de pacientes que interromperam seus tratamentos por efeitos colaterais foram registrados entre janeiro e dezembro de 2013 nos cinco países participantes.

 

Os cânceres com maior taxa de interrupção de tratamento neste estudo coincidiram com os mais prevalentes. Assim, entre os cinco países, 22% dos que deixaram o tratamento tinham um tumor de mama; 14% um câncer colorretal e 13% câncer de pulmão de não pequenas células.

 

Aproximadamente 65% dos pacientes europeus que interromperam o tratamento recebiam quimioterapia, em 39% dos casos uma combinação de citostáticos tradicional com um ou mais fármacos, e o resto algum tratamento dirigido.

 

Os principais efeitos secundários para provocar o abandono foram neutropenia -baixa drástica de defesas - (36%), náuseas e vômitos (23%), anemia (21%), neuropatia (17%) e mucosite (15%).

 

No caso dos pacientes que recebiam um tratamento hormonal, a dor (51%) foi o principal efeito adverso para deixar o tratamento, seguido dos sufocos (31%).

 

Fonte: EFE

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Mulheres na menopausa costumam roncar tanto quanto homens 2014-09-26 Segundo uma pesquisa feita pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), cerca de 32% das mulheres roncam durante o sono. E, embora os homens ainda dominem esse problema - a cada quatro homens que roncam, uma mulher tem o problema -, quando chega a menopausa o índice se equipara, diz a Associação Brasileira do Sono.

 

Segundo Marcelo Quintela, professor titular de ortodontia da Universidade Metropolitana de Santos (UNIMES), atualmente, as mulheres incorporaram hábitos contemporâneos que em outras gerações eram somente ou mais ocorrentes em homens. "Trabalhos externos exaustivos, estresse e ansiedade levam à ingestão de alimentos mais calóricos, refeições pesadas antes de dormir - pelo fato de trabalhar em dois ou três ciclos -, menos tempo para descanso e para alimentação adequada. Por isso, passaram a roncar tanto quanto eles”, diz.

 

Quando o quadro aponta apenas o ronco, sem apneias graves, a melhor indicação são os aparelhos intraorais para uso noturno, desenvolvidos por ortodontistas especializados. Esses dispositivos 'empurram' a mandíbula um pouco para frente e, assim, ampliam o espaço para a passagem do ar. "As mulheres preferem esse dispositivo porque são mais discretos e em nossa experiência clínica se sentem entusiasmadas e seguras com essa opção de tratamento", diz Quintela.

 

Fonte: Terra

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Estudo afirma que aumento no tamanho de manequim revela risco de câncer 2014-09-25 Os resultados de uma pesquisa promovida pelo University College London, apontou que mulheres que subiram um tamanho de saia a cada década após os 20 anos tinham um risco 33% maior de ter câncer de mama após a menopausa.

 

Entretanto, especialistas apontaram limitações na metodologia do estudo, como se basear na memória das mulheres para lembrar seus tamanhos de saia aos 20 anos de idade e não considerar mudanças na padronização dos tamanhos de roupas ao longo das décadas.

 

"Se o tamanho da saia puder ser confirmado por outros como um bom indicador do risco de câncer de mama em mulheres mais velhas, seria uma maneira muito simples e fácil de monitorar o ganho de peso", disse à BBC a pesquisadora Usha Menon, do Departamento de Câncer de Mulheres.

 

O estudo acompanhou mais de 90 mil mulheres de 50 a 60 anos que vivem na Inglaterra. Durante os três anos do período de acompanhamento, 1.090 delas desenvolveram câncer de mama.

 

Cada aumento de uma unidade no tamanho britânico de saia a cada dez anos (por exemplo, passar de 12 para 14, ou, no Brasil, de 38 para 40) a partir dos 25 anos até o período pós-menopausa estava associado a um risco de câncer de mama 33% maior, calcularam os pesquisadores.

 

Comentando a pesquisa, Simon Vincent, da organização Breakthrough Breast Cancer, disse: "Nós sabemos que 40% dos cânceres de mama podem ser evitados por mudanças de estilo de vida, como realizar atividades físicas regulares e manter um peso SAUDÁVEL ."

 

"Este estudo destaca uma maneira fácil de controlar o seu ganho de peso ao longo do tempo. As mulheres são mais propensas a lembrar o tamanho da saia quando eram mais jovens do que seu IMC", acrescentou.

 

Manter um peso SAUDÁVEL é importante para ajudar a reduzir o risco de câncer de mama após a menopausa. Usar os tamanhos de saia para ajudar as mulheres a entender isso é interessante, mas saber se você está acima do peso é mais importante.

 

Fonte: BBC

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Diversos problemas de saúde podem causar calvície 2014-09-24 Na semana passada, uma nova pesquisa sobre calvície ligou o problema à uma forma agressiva de câncer de próstata. O estudo americano, publicado no Journal of Clinical Oncology, descobriu que aqueles que perderam cabelo na frente da cabeça eram 40% mais propensos a desenvolver este tipo de tumor.

 

E não só os homens são afetados. Cerca de oito milhões de mulheres britânicas sofrem com a perda de cabelo. Doenças cardíacas e estresse também estão ligados à calvície.

 

Homens carecas parecem ter maior risco de desenvolver doença cardíaca. A condição, que faz com que a oferta de sangue do coração seja reduzida devido à obstrução das artérias, é a causa mais comum de morte no Reino Unido, matando cerca de 180 mil pessoas por ano. Um estudo de 2013 mostrou que homens que haviam perdido a maior parte do seu cabelo se mostraram 32% mais propensos a apresentar a doença.

 

Estudos sugerem que a calvície tem laços estreitos com a saúde da próstata – a glândula que secreta o líquido seminal e é enrolada em torno da uretra.

 

Assim como o câncer de próstata, a perda de cabelo tem sido associada ao aumento desta glândula, uma condição que afeta 40% de homens acima dos 50 anos e que pode levar a sintomas como dificuldade para iniciar ou parar de urinar.

 

Um estudo feito com 30 homens, por pesquisadores espanhóis, mostrou que homens calvos apresentaram glândulas 34% maiores do que os que não sofriam do problema.

 

Homens e mulheres estressados também produzem grande quantidade de adrenalina, cortisol e testosterona. Eles fazem com que os folículos capilares entrem na fase de ‘descanso’, quando o fio cai e o folículo permanece inativo por três meses. Segundo o clínico Philip Kingsley, o estresse está associado também a condições como a alopecia, quando a perda de cabelo é dramática e repentina.

 

Fonte: Daily Mail

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Estudo diz que amigos acima do peso podem fazer você comer mais 2014-09-23 Foram os cientistas das universidades de Illinois e Cornell, nos Estados Unidos, que fizeram um experimento bastante polêmico, mas não tanto quanto o resultado dele. O estudo tinha como objetivo descobrir se jantar com pessoas acima de peso pode te fazer comer mais, e a resposta é: sim.

 

Os pesquisadores utilizaram uma atriz que "se vestiu" de obesa para comer junto com um grupo de estudantes, e pediu uma grande porção de comida. Logo após, o grupo foi convidado para servir um prato, que poderia ser escolhido entre salada e massa.

 

De acordo com o experimento, todos os estudantes que participaram, após observar o prato da atriz, optaram pela massa. Quando ela não estava presente, o grupo ficou mais inclinado a servir uma salada. "O propósito desse estudo foi saber se a presença de uma pessoa acima do peso influencia ou não no comportamento saudável de uma pessoa, e saber se os efeitos são medidos pela maneira como essa companhia se serve", disseram os autores do experimento.

 

A pesquisa foi relacionada a um estudo feito pela Universidade de Liverpool, em que nove em cada 10 pessoas abordadas não conseguiam dizer quando uma pessoa está acima do peso ideal. De acordo com os pesquisadores, quanto mais amigos obsesos você tem, menos capacidade de identificação desse problema você terá.

 

Fonte: Daily Mail

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Pessoas com enxaqueca têm mais risco de sofrerem com mal de parkinson, segundo estudo 2014-09-22 Um estudo americano recente mostrou que pessoas que sofrem de enxaqueca na meia idade têm duas vezes mais chances de serem diagnosticadas com Mal de Parkinson . Os pacientes que têm enxaqueca com aura, um tipo que inclue outros sintomas como a visão de luzes piscantes, sofrem ainda mais riscos.

 

Os especialistas afirmam que a causa seja um desequilíbrio na dopamina, um dos neurotransmissores que trabalha no controle de funções mentais e motoras. "A enxaqueca também já foi vinculada a aumento de riscos de doenças vasculares e cardíacas. Esta nova associação mostra a necessidade de estudo para entender, prevenir e tratar esta condição, que é a desordem cerebral mais comum em homens e mulheres", explica a Dra. Ann Scher, especialista da Uniformed Services University, da região de Bethesda, nos Estados Unidos.

 

Ela explica ainda que a disfunção da dopamina é relacionada ao Parkinson, a Síndrome das Pernas Inquietas e, por muito tempo, tem sido ligada à enxaqueca. Além disso, a estimulação destes neurotransmissores pode ser a causa dos sintomas da doença, como excesso de bocejos, naúseas, vômitos, entre outros.

 

O estudo, publicado no jornal American Academy of Neurology, analisou 5.620 pessoas com idade entre 33 e 65 anos ao longo de 25 anos.

 

Mas, apesar dos resultados, o número de casos é consideralvemente pequeno. Apenas 2,4% das pessoas com enxaqueca com aura foram diagnosticadas com Parkinson, enquanto este número é de 1,1% entre quem tem apenas dores de cabeças ocasionais. "As pessoas não devem se preocupar com esta pesquisa. Apesar do risco, ele é baixo demais", explica o professor David Burn, diretor da Parkinson's UK Clinical.

 

Daily Mail

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Ebola é ameaça à segurança mundial, afirma ONU 2014-09-19 Nesta quinta-feira 18/09, o Conselho de Segurança da Onu adotou por unanimidade uma resolução declarando o ebola uma ameaça à paz e a segurança internacionais. A resolução pede que todos os países do mundo forneçam assistência urgente aos países afetados pela epidemia, todos no oeste da África.

 

Ela também pede que todas as restrições impostas às viagens a esses países sejam levantadas, alegando que tais restrições estão prejudicando os esforços para combater a doença.

 

Até agora, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de 2,6 mil pessoas já morreram por causa do vírus. Os países mais atingidos pela epidemia foram Libéria, Serra Leoa, Guiné, Nigéria e Senegal.

 

Segundo a ONU, o número de pessoas infectadas com o ebola dobra a cada três semanas. Somente nos últimos sete dias, de acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), foram registrados mais 700 novos casos no oeste da África.

 

Em Serra Leoa, haverá uma paralisação nacional de todos os serviços por três dias em uma tentativa de conter a disseminação do vírus do ebola. O governo disse que são necessárias medidas extremas para conter o surto. Voluntários estão indo de porta em porta para fazer o teste do vírus nas pessoas e para levar os infectados aos centros de tratamento.

 

Fonte: BBC

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Diastema pode ocasionar problemas à saúde bucal? Saiba mais: 2014-09-17 Diastema, também conhecido como “dentes separados”, é o espaço entre dois dentes (na maioria dos casos, nos dois superiores da frente) que algumas pessoas acham defeito estético e outras um verdadeiro charme.

 

O diastema, também conhecido como “dentes separados”, na verdade pode ocorrer em qualquer lugar da arcada superior ou inferior, e nem sempre é sinal de problemas com a saúde bucal. Se o diastema for nos dois dentes da frente, geralmente não há problemas para a saúde bucal e a indicação do tratamento vai depender da necessidade estética ou do comprometimento da dicção.

 

Agora, se o diastema for nos dentes posteriores, que têm a função de mastigação, o problema deixa de ser estético e passa a ser perigoso para a saúde da boca. Isso porque o espaço entre os dentes vai servir de “esconderijo” de muitos restos alimentares, o que pode causar dor e inflamação da gengiva. Se a inflamação persistir sem tratamento, pode ocorrer perda de osso ao redor do dente e ainda comprometer a permanência dele na arcada.

 

Na infância, o diastema é bastante comum, sendo presente em quase 80% das crianças. Nessa fase, os dentes separados não comprometem a estética e até dão uma certa graça ao sorriso dos pequeninos. Além disso, a presença do diastema na dentição de leite ajuda positivamente o alinhamento espontâneo dos dentes frontais superiores permanentes durante a dentição mista. Com o passar do tempo, esse diastema regride e fecha-se espontaneamente ao final da dentição mista.

 

Já com a dentição totalmente permanente, o diastema pode ser causado pela diferença de tamanho dos dentes que nasceram ou pela falta de alguns deles na arcada. A demora na troca dos dentes de leite por permanentes, por fatores genéticos, hereditários ou ainda hábitos bucais de sucção como chupar o dedo ou chupeta também podem causar a separação dental.

 

Como não é possível evitar o diastema, a melhor opção é procurar o tratamento ideal. Entre as opções estão os aparelhos ortodônticos ou as restaurações estéticas com resina ou cerâmica. No caso dos tratamentos com restaurações é pouco provável que o diastema volte. Porém, no caso do uso do aparelho ortodôntico o acompanhamento de um dentista é fundamental.

 

Fonte: Terra

 

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Pesquisa afirma que bebês nascidos no frio apresentam desenvolvimento motor mais rápido 2014-09-15 Uma pesquisa realizada na Universidade de Haifa, no norte de Israel e divulgada recentemente, afirmou que bebês nascidos no inverno desenvolvem suas capacidades motoras mais rápido do que os nascidos no verão

 

O estudo foi realizado com 31 bebês que nasceram entre o inverno e a primavera e com 16 bebês nascidos no verão e mostrou a existência de um "fator estacional" no desenvolvimento durante o primeiro ano de vida, segundo comunicado da universidade.

 

Os resultados mostram que bebês nascidos entre dezembro e maio (período do inverno e primavera no Hemisfério Norte) começaram a engatinhar com 30 semanas de vida. Os nascidos entre junho e novembro levaram 35 semanas para iniciar o processo. Não se registrou diferença de desempenho entre meninos e meninas.

 

A pesquisa foi dirigida pela médica Osnat Atun Einy, do Departamento de Tratamento Físico da Universidade de Haifa, e envolveu outros três analistas do Departamento de Assessoria e Desenvolvimento Humano.

 

Eles acompanharam, através de visitas, o desenvolvimento motor dos bebês nas casas das próprias famílias durante os sete primeiros meses de vida. Os pais também ajudaram, filmando a evolução de seus filhos. A análise do desenvolvimento seguiu os parâmetros da Escala Motora Infantil de Alberta (AIMS, na sigla em inglês), que serve para avaliar essas características em crianças.

 

Em outros indicadores da escala, as diferenças entre ambos os grupos foram menores, mas o resultado geral mostrou vantagem dos nascidos no inverno.

 

Fonte: EFE

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Duas adolescentes são liberadas de hospital após passarem mal com vacina do hpv 2014-09-11 Depois de passarem mal com sintomas de provável reação à segunda dose da vacina contra o HPV, aplicada na última quinta-feira, 04, em uma escola estadual de Bertioga, na Baixada Santista,duas adolescentes de 12 anos tiveram alta no fim da tarde desta quarta-feira, 10.

 

Elas estavam internadas desde o fim de semana no Hospital Guilherme Álvaro, em Santos. A terceira estudante, de 13 anos, que apresentou sintomas mais acentuados, como dificuldades de locomoção, continua internada para observação.

 

Desde segunda-feira, Luana e Mariana, as duas estudantes que tiveram alta, apresentavam quadro estável, mas permaneceram no hospital para uma bateria de exames, cujos resultados foram liberados nesta quarta. Como não apresentavam mais queixas, foram liberadas. Já a menina de 13 anos, que queixava-se de dores no corpo e dizia não sentir as pernas, ainda vai passar por uma série de exames, embora as dores tenham diminuído.

 

As três jovens integram um grupo de onze meninas que, logo após a aplicação da vacina, apresentaram mal-estar, o que levou a escola a levá-las até o Pronto-Socorro de Bertioga. Oito garotas foram liberadas, mas as três foram encaminhadas primeiramente para o Hospital Santo Amaro, em Guarujá e, depois, para o Guilherme Álvaro, em Santos, que é uma unidade estadual considerada de referência para a região.

 

Logo após tomar conhecimento do caso, a diretora de Imunização da Secretaria Estadual de Saúde, Helena Sato, foi a Santos para acompanhar o quadro das três estudantes. Ela descartou problemas no lote de vacinas e problemas na aplicação ou armazenamento.

 

 

UOL

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Estudo diz que risco de câncer aumenta em pessoas com pré-diabetes 2014-09-10 Um estudo divulgado recentemente no periódico “Diabetologia” afirma que pessoas com nível elevado de açúcar no sangue, consideradas pré-diabéticas, correm mais risco de desenvolver câncer de mama, estômago, fígado e endométrio do que pessoas sem essa condição de saúde.

 

O resultado do estudo vem depois da análise de 16 pesquisas sobre diabetes --quatro da Ásia, 11 dos Estados Unidos e da Europa, e uma da África-- que envolveram a participação de quase 900 mil pessoas. A partir delas, pesquisadores da Sun Yat-sen University Cancer Center, em Guangzhou (China), verificaram o risco da glicemia alta com vários tipos de câncer.

 

Segundo o estudo, o risco de desenvolver câncer mostrou-se 15% maior entre pré-diabéticos. Entre as pessoas pré-diabéticas com sobrepeso ou obesidade, o risco saltou para 22%.

 

Ainda segundo o estudo, os pré-diabéticos mostraram-se duas vezes mais propensos a desenvolver câncer de fígado, 60% mais propensos a desenvolver câncer endometrial e 50% mais propensos a desenvolver câncer de estômago ou cólon, que pessoas com glicemia considerada adequada. O alto nível de açúcar no sangue também foi ligado a um risco 20% maior de desenvolver câncer de mama, de acordo com o estudo.

 

A resistência à insulina é uma das causas que pode explicar o risco, já que o quadro pode resultar na secreção de proteínas semelhantes as da insulina, que podem promover o crescimento de células cancerosas, segundo o estudo.

 

A pesquisa leva em conta também características genéticas que fazem algumas pessoas serem mais propensas a desenvolver tanto o pré-diabetes como um câncer.

 

Para os diabéticos, são indicados tratamentos que incluem o aumento da atividade física e mudança da dieta, aliados à administração da insulina e de medicamentos orais para reduzir os níveis de açúcar no sangue.

 

Fonte: UOL

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Prêmio de pesquisa médica vai para cientistas que estudam tratamentos contra câncer de mama e mal de Parkinson 2014-09-09 O prêmio Lasker de Pesquisa Médica é um dos mais prestigiosos no campo científico, também chamado de "Nobel americano" e nesta segunda feira, cientistas franceses e uma americana receberam a honraria.

 

Alim Louis Benabid, da Academia das Ciências na França, e Mahlon DeLong, da Universidade Emory, conquistaram o Lasker-DeBakey de Pesquisa Médica Clínica por desenvolverem técnicas de estimulação profunda do cérebro. O objetivo é restaurar funcionalidades em pacientes com Parkinson.

 

"O trabalho de DeLong e de Benabid melhorou as vidas de mais de 100 mil pacientes no mundo todo, que se submeteram ao procedimento", justificou a Fundação Lasker.

 

"Estimulou novas pesquisas no uso da estimulação elétrica, que já estão ajudando nos problemas neurológicos e psiquiátricos", acrescentou a Fundação.

 

Já a cientista Mary-Claire King conquistou o Lasker-Koshland em reconhecimento de sua extensa carreira. Entre outros avanços, ela identificou o gene BRCA1, chave no desenvolvimento do câncer de mama.

 

Mary-Claire aproveitou a cerimônia para pedir mais testes genéticos em mulheres para detectar o câncer genético antes que seja tarde demais.

 

Ela também foi reconhecida por usar tecnologia de DNA para reunir os filhos desaparecidos durante a ditadura na Argentina com suas mães e avós, baseando-se na análise de DNA mitocondrial. Esse é o DNA que passa de mãe para filho.

 

"King ajudou a provar relações genéticas, e isso facilitou a reunificação de mais de 100 filhos com suas famílias (biológicas)", explicou a Fundação Lasker.

 

Outros ganhadores foram Kazutoshi Mori, da Universidade de Kyoto, e Peter Walter, da Universidade da Califórnia em São Francisco. A dupla recebeu o Lasker de Pesquisa Médica Básica por suas descobertas sobre a capacidade interna das células de corrigir proteínas prejudiciais.

 

Fonte: TERRA

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Sabia que filmes de ação favorecem ganho de peso? Descubra. 2014-09-08 Uma nova pesquisa desenvolvida por cientistas americanos concluiu que assistir a filmes de ação pode estimular o ganho de peso. Antes dessa pesquisa, alguns estudos já haviam sido realizados apresentando associação do tempo gasto em frente à TV com a obesidade, mas a equipe de pesquisadores da Universidade Cornell, nos Estados Unidos, tentou estabelecer quais gêneros favoreceriam os quilos a mais.

 

A pesquisa revela que as pessoas beliscam muito mais durante os filmes de ação. Segundo especialistas, a TV é associada à obesidade por causa das propagandas de comida fast-food, do sedentarismo e da distração. Eles dizem que diante da TV as pessoas não percebem quanto estão comendo.

 

Para conduzir a pesquisa, os cientistas acompanharam 94 estudantes que receberam tigelas cheias de chocolate, biscoitos, cenouras e uvas enquanto assistiam à TV. Os cientistas compararam então quanta comida eles ingeriram durante o filme de ação A Ilha com um programa de entrevistas.

 

O resultado mostrou que as pessoas comiam quase duas vezes e consumiam cerca de 65% a mais de calorias durante o filme. A diferença foi mais preponderante em homens do que em mulheres.

 

"A TV pode levar telespectadores distraídos a comer sem pensar, passando do ponto em que uma pessoa normal pararia de comer", diz um trecho da pesquisa.

 

Os médicos deveriam alertar em particular contra o efeito potencial de alguns conteúdos altamente dispersantes, como filmes de ação, pois tais gêneros estimulam excessos. "Quando o conteúdo televisivo é altamente dispersante, o melhor a fazer é evitar petiscar".

 

Fonte: BBC BRASIL

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Atividade física funciona como tratamento e prevenção de várias doenças 2014-09-05 Segundo a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), o sedentarismo é uma das principais causas das 300 mil mortes anuais por doenças cardíacas do país. Com esses dados, podemos crer ainda mais na importância dos exercícios físicos para a nossa saúde.

 

O maior desafio é tornar a atividade física uma prioridade para melhorar a saúde da população e reduzir os riscos de doenças como diabetes, hipertensão, obesidade, entre outras.

 

De acordo com o cardiologista e médico do esporte Daniel Kopiler, o exercício físico diminui em cerca de 30% os riscos de desenvolver doença coronariana, e reduz aproximadamente em 50% os riscos de hipertensão.

 

Segundo Kopiler, um levantamento realizado com cardiologistas nos EUA mostrou que apenas 15 em cada 100 médicos reforçavam voluntariamente a importância da atividade física para seus pacientes em reabilitação cardíaca.

 

“Todos os profissionais de saúde deveriam recomendar atividade física para tratamento e prevenção de doenças", recomenda.

 

Segundo um estudo de 2012, liderado por I-Min Lee, na América Latina, o estilo de vida sedentário é responsável por 11,4% de todas as mortes por doenças como diabetes,

 

Fonte: Terra / EFE

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Estudo afirma que cigarro é mais viciante que cocaína 2014-09-04 Segundo relatório preparado pela organização de controle do tabagismo Campanha Crianças Livres do Tabaco (CTFK), cigarros estão mais viciantes e perigosos. O estudo foi feito a partir da análise de pesquisas científicas e de documentos fornecidos pela indústria do tabaco, o trabalho afirma ser mais fácil tornar-se dependente de cigarro do que de cocaína e de heroína.

 

A mudança é resultado de estratégia adotada pelas companhias. Ao longo dos últimos 50 anos, assegura o relatório, os produtos passaram a apresentar um teor maior de nicotina, tiveram a inclusão em sua fórmula de amônia e açúcares, que aumentam seu efeito e tornam a fumaça mais fácil de ser inalada. O próprio formato do cigarro mudou: produtos passaram a trazer filtros com pequenos orifícios, muitas vezes imperceptíveis, que levam o fumante a aumentar o volume e a velocidade de aspiração. Alta engenharia, avalia o relatório, para aumentar a atratividade, facilitar o consumo e a dependência.

 

"Nicotina e heroína apresentam mecanismos semelhantes para o desenvolvimento da dependência", afirmou um dos autores do relatório, o professor da Universidade da Califórnia David Burns. Ele observou, no entanto, que o número de experimentadores de cigarro que se tornam dependentes é maior do que os que entram em contato com a heroína pela primeira vez.

 

Documentos reunidos no relatório mostram que os teores de nicotina dos cigarros aumentaram 14,5% entre 1999 e 2011. Substância encontrada naturalmente na planta do tabaco, a nicotina, quando chega aos pulmões, é absorvida pela corrente sanguínea e em segundos é transportada para o cérebro. Os sintomas de abstinência surgem logo nas primeiras horas depois de parar de fumar.

 

A amônia acrescentada ao tabaco aumenta a velocidade com que a nicotina chega ao cérebro e a sua absorção, o que torna a sensação de prazer mais rápida e mais intensa. A amônia também torna a fumaça do cigarro mais suave, o que facilita a sua inalação pelos pulmões.

 

Além da maior capacidade de desenvolver dependência, as mudanças ampliaram o risco de câncer de pulmão. "As misturas do tabaco e os aditivos tornaram a fumaça do cigarro mais fácil de ser inalada, aumentando os níveis de nicotina no sangue e no cérebro. Outros agentes potencializaram o impacto da nicotina, como o acetaldeído produzido com a queima do açúcar adicionado ao cigarro. Tudo isso aumenta o risco de dependência", disse Burns.

 

De acordo com o trabalho, apesar de fumarem menos, tanto homens quanto mulheres têm um risco muito maior de desenvolver câncer de pulmão e doença pulmonar obstrutiva crônica do que em 1964, quando foi divulgado o primeiro relatório produzido pelo governo americano sobre o impacto do tabagismo na saúde.

 

Burns criticou a suspensão no Brasil da resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) que proibia a adição de produtos que conferissem sabor para os cigarros. "Companhias usam os aditivos para aumentar o número de vendas, para atrair jovens e evitar que pessoas abandonem o tabagismo", disse.

 

Fonte: UOL

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Laboratório cria vacina que reduziu casos de dengue em 61% 2014-09-03 Essa semana foi divulgada por um grande laboratório, a notícia de que uma vacina contra dengue testada em humanos no Brasil e em outros quatro países latino-americanos reduziu em 61% os casos comuns da doença. Embora não proteja totalmente contra a dengue, o resultado mostra que a vacina é eficaz por estar alinhada à meta da OMS (Organização Mundial da Saúde) de reduzir a mortalidade por dengue em 50% até 2020 e a morbidade pela doença em 25% no mesmo período, afirma Sheila Homsani, gerente do departamento médico da Sanofi Pasteur no Brasil, laboratório que desenvolveu a vacina.

 

A vacina foi testada em 21 mil crianças e adolescentes saudáveis, com idades entre nove e 16 anos, na Colômbia, Honduras, México, Porto Rico e Brasil. No nosso país, 3.500 crianças e adolescentes de Campo Grande (MS), Vitória (ES), Goiânia (GO), Natal (RN) e Fortaleza (CE) receberam a vacina.

 

Segundo o laboratório, a vacina pode chegar em 2015 ao Brasil, antes claro, um dossiê deve ser entregue à Anvisa para análise e liberação do uso da vacina. Às vezes demora alguns meses [para ser avaliada], mas pelo fato de ser uma doença de grande impacto social e econômico, pode ser que a vacina consiga uma avaliação mais precoce até o fim de 2015.

 

Fonte: UOL

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Chá e café não prejudicam o coração 2014-09-02 Segundo um estudo da Sociedade Europeia de Cardiologia, o consumo de café ou de chá não prejudica o coração e nem tem relação com outras causas de morte, como infecções. A pesquisa se baseia no acompanhamento de 130 mil pacientes de entre 18 e 95 anos durante três anos e meio.

 

A cardiologista Almudena Castro, explicou que "o resultado do estudo permite desmitificar a relação estabelecida historicamente entre o consumo de café ou chá e o desenvolvimento de doenças cardiovasculares".

 

Para ela, "o estudo também mostra que os consumidores de café são mais consumidores de tabaco, enquanto os de chá costumam ter hábitos cardiovasculares mais saudáveis".

 

No mesmo evento onde esse estudo foi apresentado, um outro elaborado pela Agência Francesa de Segurança Alimentar alerta sobre o consumo de grandes quantidades de bebidas energéticas, fundamentalmente entre os mais jovens.

 

O cardiologista Eduardo Alegría ressaltou que "é preciso levar em conta que este tipo de bebidas não são inócuas, como se quis fazer crer, e muitos jovens estão substituindo pelo álcool".

 

Alegría destacou que "é preciso ter muita precaução com o consumo deste tipo de bebidas que "costumam ser muito adoçadas e carbonatada e além disso têm um alto conteúdo em sódio, por isso que contribuem para a alta da tensão arterial". Seu consumo em grandes quantidades pode provocar taquicardias, tremores, ansiedade, palpitações ou dor de cabeça.

 

Fonte: EFE

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Desempenho de estudantes é prejudicado com uso do celular 2014-09-01 Estudantes universitárias gastam uma média de dez horas por dia no celular, e os homens, quase oito. Esse é o resultado de um estudo realizado pela Universidade de Baylor, nos EUA. Segundo os pesquisadores, o uso é excessivo coloca em risco o desempenho acadêmico.

 

O trabalho indica que 60% dos estudantes universitários admitem que são viciados no celular, chegando a ficar agitados quando não estão com o aparelho à mão. Ao todo, foram entrevistadas 164 pessoas e listadas onze atividades mais realizadas com o celular. Algumas delas, como o uso do Pinterest e do Instagram, foram mais associadas com características de vício do que o uso da internet e de jogos, algo que, antes da pesquisa, os pesquisadores julgavam ser mais problemático.

 

Entre as atividades mais executadas pelos estudantes estão o envio de texto, com uma média de 94,6 minutos gastos por dia, seguida do envio de e-mails (48,5 minutos), a navegação no Facebook (38,6 minutos) e na Internet em geral (34,4 minutos).

 

O estudo concluiu que os homens enviam aproximadamente o mesmo número de e-mails que as mulheres, mas gastam menos tempo em cada um. E, no geral, as mulheres usam mais o celular, contrariando a visão tradicional de que eles são mais ligados em tecnologia.

 

Os autores do trabalho chamam a atenção para a possibilidade de que os estudantes estejam utilizando o aparelho como mecanismo de fuga das salas de aula. E observam que o celular é uma ferramenta que parece libertadora, mas que, ao mesmo tempo, escraviza.

 

Fonte: UOL

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Consumo de tomate pode livrar homens do câncer de próstata 2014-08-28 Segundo um estudo feito por pesquisadores britânicos, homens que consumirem mais de dez porções de tomate por semana podem reduzir em 20% os riscos de câncer de próstata,

 

O estudo, realizada em colaboração entre as universidades de Cambridge, Oxforde Bristol, analisou a alimentação e o estilo de vida de cerca de 20 mil britânicos com idade entre 50 e 69 anos.

 

 

 

Os pesquisadores verificaram que aqueles que consumiam mais de dez porções de tomate por semana – na forma de saladas de tomate fresco ou suco de tomate, por exemplo – reduziram em 18% o risco de câncer de próstata.

 

Aqueles que consomem as recomendadas cinco porções de frutas e legumes - ou mais - por dia pode diminuem em 24% o risco de apresentar a doença no futuro, em comparação com homens que comem duas porções e meia desses alimentos ou menos, indicou a pesquisa.

 

O câncer de próstata responde por 15% dos cânceres que afetam os homens, segundo a Rede Global do Fundo Mundial de Pesquisa contra o Câncer (WCRF International, em inglês). Só em 2012 foram registrados mundialmente 1,1 milhão de casos, o equivalente a 8% de todos os casos, informa a organização.

 

Para prevenir a doença, os especialistas recomendam uma dieta balanceada, com ênfase em frutas e legumes, e pouca ingestão de gordura, sal e carne vermelha e industrializada.

 

O estudo britânico indicou que no caso específico do tomate, os benefícios em termos de propriedades anticancerígenas podem vir do licopeno, um antioxidante que pode proteger o organismo contra danos nas células e no DNA.

 

Os autores do estudo pesquisaram dois outros componentes ligados ao câncer de próstata: o selênio, presente em alimentos à base de farinha, como pão e massa, e o cálcio, encontrado em produtos lácteos como o leite e o queijo.

 

Homens que ingeriram a quantidade ideal desses três componentes na DIETA tiveram risco mais baixo de apresentarem câncer de próstata, disseram os pesquisadores.

 

Fonte: BBC

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Futuros filhos podem ser prejudicados com os maus hábitos da adolescência 2014-08-25 Segundo uma pesquisa divulgada recentemente, seguir um estilo de vida desregrado durante a adolescência ou em torno dos 20 anos pode representar um problema mais tarde. Beber, fumar ou se alimentar mal pode colocar a saúde dos seus futuros filhos em risco – mesmo antes de serem concebidos.

 

Cientistas afirmam que existem provas contundentes de que isso pode refletir no esperma do homem e nos óvulos da mulher.

 

A obesidade e outros problemas causados pelo estilo de vida podem passar para a próxima geração, alertam os especialistas.

 

Sarah Robertson, da University of Adelaide, disse que muitos fatores antes da concepção podem representar um impacto no desenvolvimento de uma criança, como uma dieta pobre, obesidade, tabagismo e outras influências ambientais.

 

O maior impacto tem a ver com o comportamento três meses antes da concepção. Os cientistas acreditam que a capacidade de repassar estes fatores tem a ver com a necessidade de evolução para se adaptar às mudanças do ambiente.

 

Isto significa, por exemplo, que se um homem ou uma mulher experimenta um período de fome, seus genes são alterados para que consiga viver com menos comida.

 

Por outro lado, se os pais comem demais, o bebê se adapta a esperar muita comida. “Pequenas mudanças no estilo de vida podem trazer melhorias na direção certa, especialmente meses antes da concepção, que podem trazer benefícios no futuro de sua criança”, reforça Sarah.

 

Fonte: Daily Mail

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Especialista esclarece mitos relacionados ao mundo fitness 2014-08-22 Em entrevista concedida recentemente, o jornalista especializado em saúde Michael Mosley, listou alguns dos principias mitos relacionados ao mundo fitness. Descubra alguns deles:

 

Exercícios são bons para a perda de peso?

A teoria de Mosley é que a gordura é muito densa. Cada meio quilo de gordura equivale a 3,5 mil calorias. O que significa que, para queimá-la, seria necessário muito exercício. Por exemplo: se você pesa em torno de 60 kg, queimará apenas cerca de 100 calorias ao correr menos de 2 quilômetros.

 

E mesmo que faça muita atividade física, isso não garantirá que vai perder peso, uma vez que muitas pessoas acabam compensando o ato comendo mais.

 

Um recente estudo australiano separou em dois grupos 45 mulheres jovens em sobrepeso. Um deles tinha que andar de bicicleta em ritmo moderado, por 40 minutos, três vezes por semana, por 15 semanas.

 

O outro tinha que fazia 20 minutos apenas, três vezes por semana, mas alternando picos intensos com mais suaves. Ao final do experimento, elas foram pesadas. O segundo grupo perdeu cerca de 2,5 kg, enquanto que o primeiro, menos de meio quilo.

 

Isso pode ser explicado provavelmente pelo efeito pós atividade física, uma vez que exercícios de alta intensidade aceleram o metabolismo e tendem a suprimir o apetite.

 

Todo mundo emagrece se fizer exercício?

Existe uma grande variação na resposta das pessoas aos exercícios. Recentemente, um estudo feito na Finlândia analisou 175 homens e mulheres de meia idade não treinados. Eles foram desafiados a fazer 21 semanas de exercícios.

 

As atividades combinavam musculação e aeróbico. Algumas pessoas melhoraram 42%, enquanto outras se tornaram ainda menos magros. A diferença se mostrou ainda maior com relação aos exercícios de força, com algumas pessoas com performance 87% melhor e outras com 12% pior do que quando começaram.

 

Várias outras pesquisas chegaram a conclusões similares. No entanto, especialistas afirmam que, independente do desempenho, a atividade física sempre faz bem, trazendo outros tipos de benefícios, como o controle do açúcar no sangue.

 

Exercícios melhoram o humor?

Pessoas que fazem muita atividade física, especialmente os que correm longas distâncias, afirmam se sentirem mais felizes. A explicação científica é a liberação de endorfina. Mas o problema é que isso não acontece com todo mundo, uma vez que as moléculas de endorfina são muito grandes para atravessar o sangue e alcançar o cérebro.

 

Um estudo de 2012, feito pela Bristol University, testou 361 pacientes em depressão. Eles foram divididos em dois grupos – um continuou a vida normalmente, o outro, dobrou o volume de atividade física. Ao final do ano, não foi comprovada nenhuma evidência de que os exercícios melhoraram o humor ou diminuíram o uso de antidepressivos.

 

Se você malhar, pode comer mais?

No passado, quando o alimento era escasso e nossos ancestrais ativos, o corpo era incrivelmente eficiente andando ou correndo. Mas atualmente, é preciso muita atividade para queimar uma pequena quantidade de calorias.

 

Para queimar cerca de 160 calorias, por exemplo, é preciso correr mais de 1, 5 quilômetro. Isso significa que um simples muffin, de 500 calorias, já inviabilizaria todo esse esforço.

 

Fonte: TERRA

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Câncer de estômago poderá ter tratamento a base de botox 2014-08-21 De acordo com estudos publicados na revista Science Translational Medicine, o botox pode servir para conter o avanço do câncer, pelo menos temporariamente.

 

O estudo revelou que o botox pode bloquear sinais do nervo vago, que vai do cérebro ao abdômen, restringindo o crescimento de tumores como se fosse um procedimento cirúrgico.

 

"Descobrimos que eliminado o efeito do nervo, as células-tronco no tumor do câncer são suprimidas, levando a um tratamento e prevenção do câncer", explicou o co-autor do estudo, Duan Chen, professor da Universidade de Ciência e Tecnologia da Noruega.

 

O botox funcionou quando injetado localmente no nervo vago, bloqueando a liberação de um neurotransmissor, a acetilcolina, que estimula o crescimento do tumor.

 

Os cientistas estão agora realizando testes clínicos em pacientes com câncer no estômago na Noruega para provar sua eficácia em humanos. Os estudiosos dizem que a técnica, embora não seja uma cura para o câncer, poderá estender a vida das pessoas com câncer no estômago inoperável ou pacientes que não respondem mais à quimioterapia.

 

O câncer de estômago é o quarto tipo mais comum de câncer no mundo e cerca de um quarto dos pacientes sobrevive mais de cinco anos após o diagnóstico.

 

Fonte: AFP

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Pesquisa diz que 90% dos brasileiros estão insatisfeitos com serviços de saúde 2014-08-20 Segundo pesquisa feita pelo Datafolha e encomendada pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) e a Associação Paulista de Medicina (APM), 93% dos brasileiros se dizem insatisfeitos com os serviços de saúde, sejam eles públicos ou privados.

 

De acordo com o Datafolha, 60% dos 2.418 brasileiros com mais de 16 anos entrevistados em junho nos 27 estados do país qualificaram os serviços de saúde do Brasil com notas entre 0 e 4, descritas pelo CFM como ruins ou péssimas, e 33% concederam notas entre 5 e 7, consideradas como regulares.

 

Na pesquisa, os brasileiros consideram as filas de espera em hospitais e consultórios, a dificuldade para se ter acesso ao serviço e a má administração dos recursos destinados ao setor como os principais problemas do atendimento de saúde. Cerca de 30% dos entrevistados afirmaram que tinham algum tipo de atendimento pendente, como uma consulta, um exame ou uma operação, e um terço dos mesmos se queixou que sua espera por esse procedimento já era superior aos seis meses.

 

Dos que aguardavam por algum atendimento, 22% admitiram que possuem plano de saúde e que, mesmo assim, não tinham conseguido ter acesso ao serviço.

 

Entre os que dependem da saúde pública, um pouco mais da metade disse ter dificuldades para conseguir ter acesso adequado ao serviço, especialmente quando necessitam de cirurgias, atendimento domiciliar e de procedimentos complexos como hemodiálise e quimioterapia.

 

Apesar da grande insatisfação com o atendimento de saúde em geral, apenas 87% qualificaram negativamente o serviço oferecido pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

 

A pesquisa mostrou que para 87% dos brasileiros a saúde é o serviço de maior importância no país e para 57% uma área que o governo deveria dar total prioridade.

 

Apesar da avaliação ruim dos serviços, o Ministério da Saúde alega que os recursos destinados à saúde pública nos últimos anos triplicaram, chegando a R$ 91,6 bilhões este ano.

 

Parte dos novos recursos, acrescentou o Ministério, foi destinado a financiar o programa Mais Médicos, pelo qual o governo contratou 14,4 mil profissionais, a grande maioria cubanos, para oferecer serviços de saúde a 50 milhões de pessoas em municípios remotos ou isolados, além das periferias das grandes cidades.

 

Fonte: EFE

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Risco de diabetes aumenta com estresse no trabalho 2014-08-19 Um novo estudo mostrou que o estresse no trabalho pode aumentar significativamente o risco de desenvolver diabetes tipo 2, mesmo que você não esteja acima do peso.

 

Pesquisadores entrevistaram voluntários levando em conta o Índice de Massa Corporal (IMC), histórico médico familiar e níveis de estresse no trabalho. O resultado publicado na revista Psychosomatic Medicine mostra que, independentemente de outros fatores, pessoas estressadas no campo profissional são 45% mais propensas a ter diabetes, o que aumenta o risco de doenças cardíacas, derrames, cegueira e amputações.

 

Cerca de 3 milhões de pessoas no Reino Unido são afetadas pela doença, mas a estimativa é que esse número aumente para 5 milhões até 2030, sendo que o diabetes tipo 2 é o responsável por 90% dos casos.

 

"De acordo com nossos dados, cerca de uma em cada cinco pessoas no mercado de trabalho é afetada por altos níveis de estresse. Isso não significa estresse do dia a dia, mas uma situação em que os indivíduos são submetidos a exigências muito altas e, ao mesmo tempo, têm pouca margem de manobra ou de tomada de decisão”, explica Karl-Heinz Ladwig , um dos responsáveis pelo estudo.

 

Segundo ele, é preciso que mais pesquisas sejam feitas para entender a real causa do problema, mas acredita-se que a exposição constante a níveis elevados de hormônios do estresse perturba o equilíbrio de glicose do corpo.

 

Fonte: Daily Mail

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Risco de obesidade na fase adulta aumenta em bebês que tomam antibióticos 2014-08-18 Um estudo feito em camundongos mostrou que os animais que receberam doses de penicilina desenvolveram um metabolismo mais lento e, portanto, com risco maior de ter excesso de peso ao longo da vida. O estudo acredita que crianças que foram medicadas com antibióticos durante os primeiros meses de vida, possuem maior probabilidade de se tornarem obesas quando adultas.

 

Cientistas acreditam que isso acontece porque os antibióticos interrompem algumas bactérias fundamentais para o intestino, o que leva o metabolismo a uma reprogramação. “Descobrimos que quando você perturba micróbios do intestino durante o início da vida, eles se normalizam em algum momento, mas os efeitos sobre o hospedeiro são permanentes”, justificou Martin Blaser, líder do estudo.

 

Camundongos que receberam doses baixas de penicilina no primeiro mês de vida foram 25% mais pesados e tiveram 60% a mais de gordura que os demais. Além disso, os machos eram mais propensos a engordar que as fêmeas.

 

O corpo humano contém cerca de 100 trilhões de micróbios que vivem sobre a pele e o intestino, chamados de microbioma. O estudo mostra que interromper o microbioma nas fases iniciais da vida pode causar mudanças na forma como o corpo se desenvolve.

 

 

Fonte: Daily Mail

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Invenção científica colabora com o controle do colesterol 2014-08-12 No México, cientistas estão desenvolvendo um espécie de “relógio-pulseira” que mede em tempo real a concentração de colesterol e triglicerídeos a partir da viscosidade do sangue. O mecanismo, que está em sua fase de protótipo no Instituto de Pesquisas em Materiais (IIM) da Universidade Nacional Autônoma do México (UNAM), facilitará o trabalho de médicos e o cuidado dos pacientes.

 

"A ideia é ter um dispositivo, como um relógio, que seja capaz de medir a pressão. Com este método não é necessário extrair o líquido (sangue) para obter os dados, o que representa uma grande vantagem", mas também o colesterol e os triglicerídeos, explicou Leonardo Moreno Morales, integrante do doutorado em Ciências e Engenharia de Materiais, em comunicado divulgado pela universidade.

 

Os pesquisadores não buscam "criar uma pulseira do zero", já que algumas questões tecnológicas, eletrônicas, instrumentais estão fora de seu campo de conhecimento. A ideia é utilizar relógios inteligentes com sensores médicos que já existem no mercado para concretizar as medições.

 

Atualmente, os triglicerídeos e o colesterol são detectados em testes de laboratório mediante a extração de uma amostra de sangue e seus resultados levam certo tempo. Com a pulseira eles podem ser obtidos em tempo real e sem extrair o fluido.

 

A quantidade de biomoléculas afeta a viscosidade do sangue, o que já é conhecido, mas nunca se quantificou nem o moldou na forma reológica. Para os primeiros testes, os pesquisadores contaram com 300 amostras de sangue fornecidas pelo Instituto Nacional de Cardiologia, na Cidade do México, junto com as características bioquímicas para relacioná-las com as reológicas.

 

A partir dessa etapa, começaram as interpretações do efeito que tem o colesterol e os triglicerídeos sobre a viscosidade do sangue, para o qual analisaram parâmetros de estruturação e, dessa forma, com apenas uma medição de pressão, pretendem estimar essa propriedade do fluido.

 

Os componentes do sangue são, por um lado, uma fração sólida, hematócrita, que incluem eritrócitos, leucócitos e plaquetas, e outra líquida, composta por água, sais, proteínas e lipídios plasmáticos.

 

O México é o segundo país com o maior número de adultos com obesidade, atrás apenas dos Estados Unidos. Segundo um estudo Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômicos (OCDE), o país é o primeiro em sobrepeso infantil.

 

Fonte: EFE

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A Chupeta pode trazer benefícios ao bebê 2014-08-11 Bastante criticada por profissionais, a introdução da chupeta na vida dos bebês vem causando dúvida aos pais, afinal seu uso contínuo pode causar problemas sérios na formação da arcada dentárias das crianças. Porém, existem alguns casos em que o uso da chupeta pode ser recomendado por médicos e dentistas.

 

Para a cirurgiã-dentista, Renata Sampaio, o uso da chupeta, quando realizado dentro de algumas regras e em algumas situações específicas, pode trazer benefícios para a criança e minimizar os riscos de problemas bucais. “O uso da chupeta é recomendado quando o bebê apresenta o hábito de chupar o dedo, por exemplo. Por estar mais acessível, o dedo poderá ser usado com mais frequência e este hábito trará alterações ortodônticas como mordida aberta, mordida cruzada, alterações na posição da língua durante a fala e a deglutição”, diz. Segundo a especialista, a chupeta também pode causar esses problemas, mas se bem utilizada e administrada, os danos serão menores.

 

Outra utilidade da chupeta é em casos em que o bebê tem dificuldades para mamar no peito, seja por rejeição ou falta de leite da mãe. “Nesses casos, a chupeta é recomendada para complementar a necessidade do bebê de realizar os movimentos de sucção que a mamadeira não preenche. Ao se alimentar na mamadeira, o bebê não exercita adequadamente os músculos orofaciais”, afirma Renata. Nesses casos, logo após a mamadeira, é recomendado oferecer a chupeta para que o bebê exercite a musculatura da maneira correta.

 

Estudos recentes correlacionam o uso da chupeta durante o sono e a redução da morte súbita em bebês de até 12 meses de idade. “Nesses casos esse uso deve ser feito apenas depois do primeiro mês de amamentação para que a chupeta não interfira na consolidação do hábito do aleitamento materno”, diz a especialista.

 

Segundo Renata, a chupeta pode ser considerada responsável pela redução da morte súbita em bebês porque a sua alça seria capaz de impedir que a criança se sufocasse ao dormir na posição prona (de bruço) ou perto de travesseiros fofos ou cobertores espessos, que também podem sufocar o bebê durante a noite.

 

Além disso, acredita-se que a chupeta ajuda o bebê a manter as vias aéreas livres, dificultando ainda mais o sufocamento. De qualquer forma, é recomendável que quando a chupeta for utilizada por esse motivo, seja retirada após o primeiro ano de vida do bebê, que é quando ocorre significativa redução desse risco.

 

Fonte: TERRA

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Estudo diz que emagrecimento melhora a saúde mas piora o humor 2014-08-08 De acordo com um estudo realizado pela Universidade College London (UCL) e publicado na revista científica PLOS One, pessoas acima do peso que emagrecem têm mais probabilidade de se sentirem infelizes do que aqueles que se mantêm iguais.

 

A pesquisa observou 1,9 mil pacientes britânicos acima do peso com mais de 50 anos, aconselhados a perder peso por questões de saúde. O estudoafirmou que pessoas que perderam mais de 5% de peso ficaram mais saudáveis, porém mais propensos a sentir mau humor.

 

A equipe responsável afirmou que quem estiver tentando perder peso deve procurar o apoio de amigos e profissionais de saúde, caso sinta necessidade.

 

Os pacientes foram observados durante quatro anos, ao longo dos quais tiveram monitorados peso, pressão sanguínea e nível de lipídios no sangue. As 278 pessoas que emagreceram também registraram queda na pressão e no nível de lipídios.

 

Elas também tiveram uma probabilidade 50% maior de se sentir tristes, em comparação com aqueles que mantiveram o mesmo peso.

 

Para os cientistas, isso poderia ser explicado pelas dificuldades de se manter uma dieta, como por exemplo resistir a beliscar e evitar encontros com amigos que envolvam refeições.

 

Especialistas dizem que é comum o humor melhorar depois que as pessoas atingem as suas metas de peso e passam a mantê-lo. Por isso, eles recomendam que quem entre em dietas de emagrecimento se mantenha atento aos efeitos físicos e psicológicos disso.

 

Fonte: BBC

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Saúde do cérebro melhora com a ingestão de peixe na semana 2014-08-07 Um novo estudo descobriu que não é necessário consumir grandes quantidades de peixes, sementes e óleos para se beneficiar do ômega-3. Segundo os cientistas, incluir apenas um filé de peixe uma vez por semana no cardápio já melhora as funções cognitivas do cérebro.

 

Segundo o estudo, as pessoas que incluem peixe, grelhado ou assado e não frito, na dieta tem mais volume em áreas do cérebro associadas a memória e cognição."Peixe assado ou grelhado contém mais níveis de ômega-3 do que o frito porque os ácidos graxos são destruídos no processo de fritura, então levamos isso em consideração durante a pesquisa", explicou Cyrus Raji, um dos autores do estudo.

 

Para chegar aos resultados, os cientistas analisaram dados de 260 pessoas que forneceram informações sobre a alimentação e tiveram os cérebros escaneados. Todos foram considerados "cognitivamente normais" em dois momentos durante os 10 anos de duração da pesquisa, iniciada em 1989. "Os participantes responderam questionários sobre os hábitos de alimentação, como a quantidade de peixe que comiam e como era preparado", explicou um dos autores do estudo, Cyrus Raji.

 

De acordo com James Becker, professor de psiquiatria na University of Pittsburgh School of Medicine, os resultados sugerem que o estilo de vida, no caso, o hábito de comer peixe, contribui mais para mudanças estruturais no cérebro do que fatores biológicos. "Uma confluência de fatores do estilo de vida é responsável por uma saúde cerebral melhor e pode evitar ou adiar problemas cognitivos no futuro", explicou.

 

Fonte: Daily Mail / TERRA

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Pesquisa mostra que câncer não fez com que alguns pacientes deixassem de fumar 2014-08-06 9,3% dos pacientes que sobreviveram ao câncer nos Estados Unidos continuaram a fumar. É o que revela um estudo publicado na revista Cancer Epidemiology, Biomarkers & Prevention, da Associação Americana para Pesquisa do Câncer (ACSR, na sigla em inglês). Destes, 83% fumavam, em média, 14,7 cigarros por dia.

 

Os pesquisadores da Associação Americana Contra o Câncer (ACS, na sigla em inglês) analisaram dados de 2.938 pacientes nove anos após o diagnóstico da doença. A prevalência do tabagismo foi maior nos pacientes que tiveram câncer de bexiga --17,2% deles não largaram o cigarro.

 

Os que foram diagnosticados com câncer de pulmão, geralmente associado ao consumo excessivo de tabaco, não abandonaram o vício: 14,9% dos pacientes ainda fumavam. Na sequência, aparecem os pacientes que tiveram câncer de ovário (11,6%), pele (7,6%), renal (7,3%) e de colorretal (6,8%).

 

Os pesquisadores avaliaram que entre os sobreviventes, os pacientes mais propensos a fumar eram mais jovens, com menos escolaridade e renda, ou tomavam bebidas alcoólicas em quantidades maiores.

 

Cerca de 40% dos fumantes relataram que pretendiam largar o cigarro no próximo mês, mas os pesquisadores verificaram que essa intenção era menor entre os sobreviventes casados, mais velhos, ou que já tinham o hábito de fumar mais.

 

O cigarro pode causar novas mutações entre os sobreviventes de câncer, que podem fazer com que a doença retorne. O tabaco também afeta a função física e interfere na eficácia das terapias utilizadas.

 

Fonte: UOL

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Saiba mais sobre a hepatite conhecendo as diferenças entre seus tipos 2014-08-05 A hepatite é uma doença que ataca o fígado e, em casos graves, pode causar cirrose ou até mesmo câncer. Há cinco tipos conhecidos de vírus que provocam hepatite, cada um com sintomas distintos. Descubra quais são as diferenças entre cada tipo da doença:

 

Hepatite A

Provoca uma infecção não crônica no fígado que, na maioria das vezes, pode ser curada sem problemas, até mesmo sem tratamento. É transmitida por água e alimentos contaminados ou por via fecal-oral, no contato entre pessoas. O vírus está presente no mundo inteiro e, segundo estimativas da Organização Mundial de Saúde (OMS), cerca de 1,4 milhão de pessoas são infectadas anualmente. Países em desenvolvimento com más condições de higiene são os mais afetados. Ganhou o "apelido" de "hepatite de viagem", pois cada vez mais turistas carregam consigo para casa o desagradável suvenir. Felizmente ela pode ser prevenida através de vacina.

 

Hepatite D

Só contrai a hepatite D que já sofre de hepatite B, pois a proteína de superfície dessa forma é indispensável à reprodução do vírus D. Assim, quem se vacina contra a hepatite B está automaticamente protegido do tipo D.

 

Hepatite E

Esta forma de hepatite é especialmente comum no sudoeste asiático, durantes as enchentes da época das monções. Ela é transmitida tanto pela água como por animais. Em 2012, a China liberou uma vacina para esse tipo de hepatite, que é raro no Brasil.

 

 

Fonte: TERRA

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Riscos de doenças cardíacas e diabetes são reduzidos com amamentação 2014-08-04 De acordo com uma nova pesquisa, receber o leite materno por três meses ou mais diminui os riscos de desenvolver inflamações, que podem causar diabetes e outras doenças metabólicas. A pesquisa também identificou que doenças cardíacas no futuro podem ser evitadas com a amamentação.

 

O estudo diz que, ser amamentado quando bebê reduz as quantidades da proteína C-reativa, ligada à obstrução das artérias e danos nos vasos sanguíneos. "Nós estamos analisando os efeitos deste fator nos níveis futuros da proteína, que é um biomarcador associado ao risco de doenças cardiovasculares e metabólicas", explicou Molly Metzger, da Washington University. "Ao comparar os efeitos da amamentação a longo prazo com os efeitos dos ensaios clínicos da terapia com estatina, descobrimos que o leite materno tem resultados tão ou mais efetivos", complementou.

 

Para chegar a esta conclusão, publicada no jornal Proceedings of the Royal Society B: Biologial Sciences, Metzger e sua equipe usaram dados do US National Longitudinal Study of Adolescent Health, que incluiu enquetes com os pais e amostras de sangue para medição da quantidade da proteína C-reativa. "Estes resultados evidenciam a importância de uma abordagem preventiva, que inclui, mas não se limita, à saúde pré-natal e à amamentação", explicou a especialista.

 

Outros estudos já sugeriram que altos níveis da proteína C-reativa podem ser um indicador de doenças cardiovasculares, mesmo em pessoas que não apresentam colesterol alto, uma das principais causas do entupimento das artérias.

 

Fonte: TERRA

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Estudo diz que grávidas que possuem enjoo matinal têm bebês mais inteligentes 2014-07-30 Sabe o enjoo matinal que muitas mulheres sentem durante a gravidez? Pois ele pode ser um sinal de que o bebê que irá nascer mais saudável e mais inteligente, é o que diz um novo estudo.

A pesquisa foi realizada pelo Hospital para Crianças Doentes em Toronto, no Canadá e apontou que mulheres com sintomas de náusea e vômito durante a gravidez tiveram menos abortos espontâneos e deram à luz bebês maiores e mais saudáveis do que outras que não haviam experimentado esses problemas. O enjoo matinal também foi associado com um índice menor de crianças com defeitos de nascença --e com bebês que apresentaram melhor desenvolvimento.

 

As conclusões publicadas no "Reproductive Toxicology Journal" devem servir de alívio para as mulheres. O enjoo matinal afeta até 85% das mães durante a gravidez e é causado basicamente pelo aumento rápido em gonadotropina, uma hormônio liberado pela placenta. Contribuem também outros hormônios que ainda estão sendo identificados para um quadro pré-natal mais favorável, diz o estudo.

 

Os pesquisadores reuniram dados de dez diferentes estudos conduzidos em cinco países entre 1992 e 2012 –num total de 850 mil grávidas. No estudo, o risco de aborto espontâneo apareceu mais de três vezes maior para mulheres sem sintomas de náusea e vômito, do que para aquelas que sofreram com tais sintomas. Mulheres acima de 35 anos, em especial, se beneficiaram do que os pesquisadores chamaram de "efeitos protetores" associados ao enjoo matinal.

 

Náusea e vômito durante a gravidez foram associados a um risco menor de crianças nascidas abaixo do peso, além de um índice reduzido de bebês prematuros –6,4% comparados aos 9,5% dos nascidos de mães que haviam experimentado uma gravidez livre dos sintomas.

 

O novo estudo descobriu que outros benefícios incluem um índice 30% menor de bebês com defeitos de nascença. Em algumas pesquisas, esse número chegou a cair 80%.

 

Quando o assunto é inteligência, os pesquisadores afirmam que os bebês nascidos de mães que sofreram enjoo matinal tiveram crianças mais com maior pontuação em testes de QI, linguagem e comportamento.

 

Durante os anos, as grávidas recorreram a remédios caseiros como chá de gengibre até vitaminas e antiacidos para tentar se livrar dos efeitos do enjoo matinal, mas estudos publicados anteriormente concluíram que não havia uma "cura" para essa manifestação.

 

Fonte: UOL

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Cortar totalmente açúcar pode prejudicar a saúde 2014-07-29 Devido aos riscos à saúde por meio da obesidade, o açúcar hoje pode ser considerado um grande mal, assim como o tabaco. Logo, imagina-se que cortar totalmente este alimento seria a solução para todos os problemas. Mas calma, um novo estudo concluiu que não é bem assim.

 

Eles analisaram alguns tipos de dieta e afirmam que os planos que eliminam 100% do açúcar não só são um desperdício de dinheiro, mas também podem ser potencialmente perigosas. Segundo a bioquímica Leah Fitzsimmons, cortar todo o açúcar pode ser algo muito difícil de se alcançar e, mais do que isso, pode trazer muitos danos à saúde. “Frutas, vegetais, derivados do leite, ovos, álcool e nozes contêm açúcar”, afirma, complementando que, cortando tudo isso, sobra pouco para se comer. “Definitivamente isso não é saudável”, pontua.

 

Os especialistas da Sense About Science também rejeitaram a dieta ‘das cavernas’, que supostamente já ajudou o ator Matthew McConaughey. O plano limita a ingestão de diversos alimentos, propondo um retorno às raízes evolucionárias: vegetais e carnes magras magras estão liberadas.

 

Outra teoria questionada por eles foi a de que algumas partes do corpo são influenciadas por hormônios. Por exemplo, já foi dito que os pneuzinhos são causados por um desequilíbrio da insulina, e pode diminuir quando se come menos açúcar.

 

Queridinha por muitos, a substituição de refeições por líquidos foi outro ponto crítico levantado pelos profissionais envolvidos na pesquisa. Rob Hagan, cientista biomolecular, disse que todos precisamos de variedade nutricional.

 

Catherine Collins, da British Dietetic Association, critica os promotores de dietas. “Usam um marketing persuasivo para promover seus mitos e gerar lucro”, pontua.

 

 

 

Fonte: Daily Mail

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Estudo revela que risco da diabetes tipo 2 pode aumentar em trabalhadores por turno 2014-07-28 Segundo uma revisão feita de 12 estudos internacionais, envolvendo quase 300 mil participantes, sendo que 14.600 com diabetes, o risco de desenvolver a doença no seu tipo 2 aumenta em até um terço para quem trabalha por turno. O risco é ainda maior para homens e para aqueles que trabalham em turnos rotativos. O hábito pode atrapalhar o relógio biológico, e, com isso, aumentar o risco de câncer, problemas cardíacos, pressão alta e colesterol algo, mas o impacto sobre as diabetes ainda não está claro.

 

Quando os pesquisadores agruparam os resultados de todos os estudos, observaram que os turnos estavam associados a uma porcentagem 9% maior de risco de se desenvolver diabetes do que um trabalho com expediente normal. O risco extra subiu para 37% para homens. As razões para isso não foram apontadas, mas acredita-se que os níveis diários do hormônio masculino testosterona são controlados pelo relógio biológico interno. Uma outra pesquisa relaciona os hormônios masculinos à resistência à insulina e diabetes.

 

A maioria dos padrões de turnos, exceto os mistos e à noite, foram associados a um risco aumentado da doença em comparação com as pessoas que trabalham em expediente normal. Já os turnos rotativos, em que as pessoas trabalham em diferentes partes do dia ao invés de ter um padrão fixo, foram associados a um risco 42% maior da doença.

 

Este tipo de rotina faz com que as pessoas tenham mais dificuldade em estabelecer um ciclo para dormir e acordar; podem também sentir falta de sono ou ter um sono de má qualidade. O trabalho por turno também está associado ao ganho de peso e ao aumento do apetite, ambos fatores de risco para a diabete.

 

Fonte: Daily Mail

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Alimentar-se apenas de frutas e vegetais não vai te fazer emagrecer 2014-07-25 Que frutas e vegetais fazem bem para a saúde, todo mundo sabe. Mas um novo estudo mostra que o simples fato de consumí-los não causa grandes efeitos quando o assunto é emagrecimento.

 

De acordo com a pesquisa, publicada no American Journal of Clinic Nutrition, comer mais alimentos frescos não conduz necessariamente à perda de peso, especialmente se eles não substituírem alimentos calóricos. Os especialistas afirmam que o hábito de consumir mais frutas e vegetais deve vir acompanhado de outras mudanças no estilo de vida, como mais atividade física, para surtir algum efeito no peso.

 

Para chegar a estas conclusões, pesquisadores da University of Alabama, em Birmingham, analisaram estudos anteriores envolvendo o consumo de frutas e vegetais e o ganho de peso. Enquanto alguns confirmaram os benefícios à saúde das cinco porções diárias, não houve evidências suficientes para provar que isso possa promover a eliminação de quilos.

 

Kathryn Kaiser, uma das pesquisadoras, disse ao NY Daily News que a recomendação sobre frutas e verduras muitas vezes é mal interpretada. “Em um contexto geral de uma dieta saudável, a redução de energia é um caminho, então para reduzir o peso você precisa reduzir a ingestão calórica”, apontou.

 

Ela acrescentou que as pessoas acreditam que o consumo de alimentos com muita fibra irá substituir as opções menos saudáveis. “Mas nossos resultados mostram que o efeito parece não estar presente entre as pessoas simplesmente instruídas a aumentar a ingestão de frutas e legumes”, finaliza.

 

Fonte: TERRA

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A vida é curta mas as pessoas só se preocupam com a saúde a partir dos 36 anos, diz pesquisa 2014-07-24 Segundo pesquisa do Spire Bristol Hospital, aos 36 anos é que as pessoas costumam a se preocuparem com a saúde. A pesquisa diz que as pessoas se tornam conscientes da mortalidade e, por isso, adotam um estilo de vida mais saudável a partir dessa idade.

 

O estudo foi feito com 2 mil pessoas e avaliou as atitudes relacionadas à saúde. As conclusões mostram que 56% das pessoas que estão entre a adolescência e os meados dos 30 anos simplesmente ignoram as recomendações e seguem com rotinas pouco saudáveis, pensando apenas no momento, independentemente do impacto a longo prazo.

 

A média de idade em que as pessoas “despertam” para as questões da saúde é 36 anos, com um terço dizendo que passou por um momento chocante que mudou o pensamento, apresentou saúde debilitada ou enfrentou comentários negativos de um amigo. A pesquisa mostrou ainda que, uma vez que as pessoas começam a pensar no futuro da saúde, tomam medidas como monitorar ou melhorar a dieta e também reduzir o consumo de álcool.

 

De acordo com Rob Anderson, diretor da instituição, mudanças simples no estilo de vida podem fazer uma grande diferença no valor que se dá a saúde “e podem significar grandes benefícios a longo prazo”.

 

No entanto, o estudo mostrou também que seis em cada 10 pessoas adotam a filosofia do “a vida é muito curta” para justificar as escolhas que sabem ter efeitos negativos na saúde, como o consumo excessivo de álcool ou uma dieta rica em gorduras.

 

Além disso, apenas quatro em cada 10 pessoas acreditam que cuidar da saúde pensando a longo prazo é mais importante do que “viver o hoje”. Ainda, uma em cada 10 descrevem os cuidados com a alimentação como completamente inexistentes, enquanto três em 10 afirmam que a única atividade física é a rotina diária. O estudo mostra também que um em cada sete ignora deliberadamente as recomendações médicas, enquanto apenas 51% preferem tomar medidas preventivas para evitar problemas futuros.

 

 

Fonte: Daily Mail

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Excesso de soja pode trazer riscos à saúde 2014-07-23 Por seu alto valor proteico, a soja virou umas das amigas de praticamente todas as dietas da moda e das pessoas que praticam atividades físicas e buscam uma alimentação mais saudável. Elas tentam colocá-la em praticamente todas as refeições, consumindo-a na forma de salada, queijo, suco e leite. Mas o consumo em excesso do vegetal pode trazer riscos à saúde, já que ele possui compostos que inibem a absorção de nutrientes no organismo, além de fitoestrógeno, similar ao hormônio feminino que pode antecipar a puberdade em meninas.

 

Segundo a nutricionista da Associação Brasileira de Nutrição Alessandra Paula Nunes, "a forma de preparo, cozida ou fermentada, é que traz benefícios à saúde. Quando consumida crua, apresenta fitato, que inibe a absorção de alguns minerais como cálcio, magnésio, ferro, cromo e zinco".

 

Mas a soja pode ser sim uma grande aliada da vida saudável, já que "pode reduzir os riscos de doenças cardiovasculares, além de controlar a glicemia, reduzir os níveis de colesterol total no sangue, da fração ruim do colesterol (LDL) e de triglicérides", ressalta Nunes.

 

A soja possui fitoestrógeno, ou seja, ela tem uma composição molecular que lembra muito o hormônio feminino, o estrógeno. Por conta disso, muitos médicos receitam para mulheres que estão na menopausa uma dieta com o consumo do vegetal, pois ele poderia ajudar a controlar e reduzir os sintomas, como por exemplo os fortes calores seguidos de mal-estar.

 

Entretanto, o alimento não é suficiente para tratar casos de queda expressiva do hormônio no organismo e não previne qualquer mal-estar da menopausa se consumido anteriormente ao problema. Além disso, a soja atua na absorção do cálcio e, em longo prazo, pode ajudar a provocar osteoporose, anemia e desnutrição.

 

Segundo o endocrinologista do hospital São Luiz Morumbi Luis Eduardo Calliari, o uso em excesso do vegetal é preocupante, pois ele pode atuar como um desregular endócrino.

 

"A soja é um alimento a mais dentro da oferta que temos disponível, mas o que temos de estudos não permite que a gente a utilize em grandes quantidades, por conta de riscos que ainda são pouco conhecidos e dos benefícios questionáveis", pondera Calliari.

 

De acordo com a médica doutorada em endocrinologia pela Universidade de São Paulo Claudia Chang, também deve-se ficar atento com o uso em excesso de derivados de soja por crianças e adolescentes em período de pré-puberdade.

 

"As crianças que têm alergia a lactose e fazem o uso muito grande de derivados de soja podem ter algum comprometimento hormonal. (...) As meninas podem entrar em processo de puberdade mais cedo, como o desenvolvimento da mama antes da idade. (...) Nos meninos é mais raro, e [a soja] teria de ser consumida em uma quantidade muito grande", alerta a médica.

 

Fonte: Terra

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O exercício ideal na adolescência 2014-07-21 Na adolescência , o exercício físico visa a manutenção e a promoção da saúde física e mental, ajudando no fortalecimento muscular, formação de massa óssea e prevenção de doenças futuras tais como obesidade, diabetes, osteoporose e doenças cardiovasculares. O jovem tem no esporte a oportunidade de socializar e aprender a trabalhar em grupo, de experimentar sensações como a frustação da derrota e a euforia das vitórias. A maioria dos adolescentes envolvidos no esporte tende a ter mais cuidado com a sua saúde, evitando situações de risco que possam atrapalhar o seu bom desempenho.

 

Entramos na adolescência com o corpo infantil e saímos dela com o corpo adulto. Daí vem a dificuldade de se definir qual é o momento exato do amadurecimento físico no qual a atividade esportiva pode ser realizada com as mesmas condições dos adultos. O adolescente tende a querer um corpo "sarado" e às vezes tenta atingir seus objetivos de forma inadequada, na busca de resultados imediatos, levando a uma série de repercussões negativas ao seu corpo.

 

É um equívoco orientar o tipo de atividade baseando-se na idade do indivíduo, pois o desenvolvimento físico não está diretamente ligado à idade cronológica. Basta olhar uma turma de jovens de 13 anos que veremos pessoas com corpo de adulto e outras com corpo infantil, apesar de todas terem a mesma idade. O correto é observar o desenvolvimento do corpo, levando-se em conta o estadiamento puberal, o que deve ser feito por um pediatra hebiatra.

 

Para aqueles com corpo infantil ou pouco desenvolvimento, os esportes aeróbicos são os mais indicados. Para aqueles mais maduros, além dos exercícios aeróbicos, os de fortalecimento muscular também podem ser realizados. Os mais jovens também podem realizar atividade de musculação, mas esta deve ser orientada e supervisionada por um profissional experiente que, de preferência, indique algum tipo de treino funcional. Assim, evita-se o excesso de carga que pode causar lesões musculares e/ou articulares e inibir o crescimento adequado, levando a um fechamento precoce das epífises de crescimento. De um modo geral as meninas estão prontas a realizar exercícios de fortalecimento muscular após o início dos ciclos menstruais, o que significa cerca de 2 anos após o aparecimento do broto mamário. Os meninos estão liberados para exercícios mais pesados no final do seu estirão de crescimento.

 

A Organização Mundial da Saúde recomenda a realização de atividade física diariamente, com duração mínima de 60 minutos, incluindo o tempo dedicado a atividades de lazer, aulas de educação física e deslocamento de um lugar ao outro. Associado a este tipo de atividade está indicado o treino de alguma modalidade esportiva no mínimo três vezes por semana. A participação em atividades de condicionamento físico diminui os riscos de lesões no dia a dia ou durante a prática esportiva, pois aumenta a capacidade muscular e dos tendões, melhora a estabilidade articular e a flexibilidade.

 

As aulas de dança, lutas, patins, skate, bicicleta e caminhadas no parque ou na rua também são úteis. O importante é o adolescente escolher algo com o qual se identifique e tenha prazer, para que não abandone em pouco tempo e volte a ficar sedentário. O estímulo a pratica esportiva precoce é a melhor forma de ensinar hábitos saudáveis que serão mantidos na idade adulta.

 

 

 

Fonte: Minha Vida

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Personal indica mulheres a comerem como homens para emagrecerem 2014-07-18 Segundo o personal trainer e especialista em dieta Jim White, dos Estados Unidos, “comer como homem” pode ajudar mulheres a perderem peso. Citando uma pesquisa da Universidade de Toronto, no Canadá, ele explica a proposta: “pessoas que comem de maneira contida são mais propensas a comer demais antes de começar uma dieta e a ter compulsão depois que a finalizam do que os que não fazem dietas restritivas”.

 

 

 

Em um artigo no site da Fitness Magazine, o profissional lista diretrizes que fogem das tendências típicas de dieta. Por exemplo, aconselha mulheres a tomarem cuidado com alimentos com rótulo light/diet, já que muitos não têm gordura e proteína, mas adicionam muito açúcar e sódio para compensar o sabor perdido.

 

Em vez disso, ele prioriza a qualidade dos ingredientes que come, com proporções de proteínas, carboidratos e gordura. O hábito de comer carne, por exemplo, oferece proteínas que contêm nutrientes que ajudam na perda de peso. Para os vegetarianos, a proposta é adicionar mais feijão e nozes à dieta.

 

Que tal saborear cerveja em vez de coquetéis? É que a cerveja tem menos açúcar e faz com que se sinta mais satisfeita, diminuindo a chance de petiscar. No entanto, White reconhece que os homens perdem peso mais rápido do que as mulheres graças ao hormônio masculino testosterona.

 

O personal trainer Matt Townsend, dos Estados Unidos, aprova as dicas de White, especialmente os conselhos relativos a comer proteínas para um treino melhor.

 

“Encontrei um grande sucesso com as mulheres que comem mais proteínas animais nos dias em que fazem treino com pesos pesados, e que comem como vegetarianas nos dias de treinos intensivos de cardio, viagens ou descanso.”

 

No entanto, a nutricionista Kimberly Snyder acredita que White não levou em conta as diferenças cruciais na forma como homens e mulheres se aproximam de alimentos. “Alguns estudos mostram que as mulheres tendem a ter desejos de comida com base mais emocional. Os homens têm desejos por comida também, mas tendem a ser mais práticos e podem fazer uma escolha e seguir em frente e não agonizar sobre ela ou se sentir

 

Fonte: Daily Mail

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Alimentação e sua ligação com a alteração de humor 2014-07-16 Você sabia que fritura, fast food e gordura demais influenciam o estado de espírito? Uma pesquisa recente mostrou que o brasileiro não liga o bem-estar à alimentação. Mesmo entre as pessoas que consideram ter uma alimentação balanceada, 34% relacionaram o mau humor aos hábitos alimentares. Já entre os entrevistados que disseram comer de maneira errada, o número sobe para 45%.

 

Entre as pessoas que sentem irritação com frequência, 64% se alimentam de fast food ao menos duas vezes na semana, 61% não bebem dois litros de água diários e 58% não costumam comer produtos integrais mais de três vezes na semana. O levantamento foi feito com 500 homens e mulheres de mais de 18 anos via internet, pela Associação Brasileira de Nutrologia (ABRAN) em parceria com o multivitamínico Centrum.

 

“Alimentação desequilibrada causa alteração nas funções metabólicas e hormonais e isso afeta o humor e causa irritação”, afirma Dr. Rogério Padovan, especialista em medicina esportiva e nutrologia pela USP. Ele explica que o efeito de certos alimentos no corpo são os responsáveis pelo desconforto. Eleger cardápios e dietas radicais que excluem grupos alimentares, como as que proíbem o consumo de carboidrato, por exemplo, alteram demais o metabolismo e rebaixam os níveis de energia, fazendo com que as pessoas experimentam eventuais momentos de fúria.

Além destes efeitos, o consumo exagerado de gordura reduz ainda os níveis de triptofano, precursor da serotonina, neurotransmissor do bem-estar. “Os alimentos ricos em gordura saturada e trans, como os industrializados, geram um estado de inflamação, liberando moléculas que vão reduzir a atividade do triptofano e podem reforçar alterações de humor”, explica a nutricionista funcional Juliana Bueno.

 

Como grande influenciador do humor, o cardápio não é só um dos responsáveis pela ansiedade, há comidas que agem também na hora de levantar o astral. “O ansiolítico mais vendido no mundo é chocolate”, diz Dr. Rogério Padovan. Além do cacau, banana e ovo também são alimentos ricos em triptofano.

 

 

Fonte: Terra

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Pesquisa diz que doces estão afetando cada vez mais a saúde dos dentes 2014-07-15 Segundo pesquisa realizada pela instituição inglesa Dental Health Foundation, mais de cinco milhões de pessoas não resistem à tentação dos doces na Inglaterra. O estudo, feito em parceria com a empresa do Listerine, mostrou que o hábito pode prejudicar os dentes.

 

"A maioria dos adultos e crianças no Reino Unido ingere muito açúcar, seja em lanches ou refrigerantes. Enquanto muitos de nós estamos conscientes de que doces podem ser apreciados com moderação, vale à pena notar que o açúcar pode esconder-se em alimentos que nem imaginamos”, disse a nutricionista Amanda Hamilton.

 

Uma porção de 15 ml de catchup, por exemplo, possui o equivalente a uma colher de chá de açúcar, uma lata (415 g) de feijões cozidos tem duas colheres de chá de açúcar, 30 g cereais com 125 ml de leite tem duas colheres de chá de açúcar, e uma porção de 300 g de sopa de tomate contem quatro colheres.

 

O chefe-executivo da Dental Health Foundation, Nigel Carter, afirmou que quando a pessoa ingere produtos ricos em amido ou açúcar, não está apenas se alimentando, mas também dando combustível para as placas bacterianas na boca.

 

"A placa é uma película fina e invisível de bactérias pegajosas e outros minerais que cobre toda a superfície dos seus dentes. Quando os açúcares em sua boca entram em contato com a placa, os ácidos resultantes podem estragar os dentes se ficam 20 minutos a mais após o término da refeição. A situação, se repetida muitas vezes, agride o esmalte duro dos dentes e leva à deterioração”, disse Carter.

 

Fonte: TERRA

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Avanço do mal de Parkinson pode ser prevenido com canela 2014-07-14 Segundo estudo do Centro Médico da Universidade Rush, em Chicago, nos Estados Unidos, o consumo de canela pode retardar o avanço do mal de Parkinson. A pesquisa, conduzida pelos professores de Neurologia Kalipada Pahan e Floyd A. Davis, descobriu que a canela foi capaz de retardar as mudanças celulares, bioquímicas e anatômicas no cérebro das cobaias afetadas pelo mal de Parkinson.

 

Dois tipos de canela são usados com mais frequência nos Estados Unidos. O primeiro é a canela chinesa (cinnamon cassia) e o outro é a canela do Sião (cinnamonum verrum). Ambos são metabolizados pelo fígado para se transformar em benzoato de sódio, uma droga usada para tratar deficiências no metabolismo hepático.

 

Depois que a canela é metabolizada pelo organismo, o benzoato de sódio vai para o cérebro, onde ajuda a prevenir a perda de proteína DJ-1.

 

O benzoato de sódio não apenas ajudou a prevenir a perda de DJ-1 no cérebro dos ratos, como também "protegeu os neurônios, normalizando os níveis de neurotransmissão, e melhorou as funções motoras", de acordo com os pesquisadores. O cérebro de pacientes que sofrem de mal de Parkinson normalmente carece de Parkin e DJ-1 –e, segundo os médicos, evitar essa perda seria o caminho para retardar a progressão da doença.

 

A doença neurológica que provoca tremores no corpo e afeta a mobilidade atinge aproximadamente 10 milhões de pessoas em todo o mundo. Segundo dados de agências e entidades de apoio, uma em cada 500 pessoas sofre ou vai desenvolver sintomas do mal de Parkinson em sua existência.

 

O médico disse que agora é uma questão de traduzir essa descoberta em um remédio que possa ser usado por quem sofre da doença. O caminho, porém, ainda é longo, já que serão precisos testes com pacientes. "Se os resultados se confirmarem nesses testes, seria um avanço considerável no tratamento dessa doença devastadora", disse.

 

Fonte: Uol

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Relatório apresenta aumento da obesidade infantil 2014-07-11 "Nossas crianças estão engordando em todas as regiões do mundo", foi o que afirmou a diretora geral da OMS, Margaret Chan, em um fórum na sede da ONU para falar sobre as políticas oficiais que buscam combater doenças como o câncer e o diabetes.

 

Esta preocupação sobre a obesidade infantil, acrescentou, é uma "sinal de alarme" que indica "um sério problema" sobre a saúde mundial, que entre outras consequências gera uma forte carga financeira sobre os sistemas públicos de saúde.

 

A OMS publicou um relatório que aponta que a cada ano morrem 38 milhões de pessoas em decorrência de doenças não contagiosas, algumas delas que podem ser evitadas com a suficiente prevenção.

 

"As políticas públicas de saúde devem mudar da cura para a prevenção, da gestão de curto prazo para outra de longo prazo", afirmou Chan em um discurso perante a Assembleia Geral da ONU, onde se analisou este tema.

 

Chan lembrou que a história mundial esteve marcada pela luta contra as doenças infecciosas, que foram diminuindo enquanto crescia a qualidade de vida.

 

"Hoje está ocorrendo o contrário. O progresso socioeconômico de fato está criando as condições que favorecem as doenças não contagiosas", insistiu Chan, ressaltando que estes males representam "enormes" desafios para os países.

 

O relatório divulgado hoje destaca que das 38 milhões de vítimas destas doenças, 14 milhões morrem entre os 30 e os 70 anos, e deles 85% são moradores de países em desenvolvimento.

 

"Estas mortes prematuras são em grande parte evitáveis com medidas governamentais que reduzam os fatores de risco", sustenta o preâmbulo do relatório, assinado pelo diretor-geral adjunto da OMS, Oleg Chestnov.

 

O relatório apresentado recolhe as respostas oficiais para lutar contra estes males em 194 países e não fixa um ranking mundial quanto à mortalidade das doenças não contagiosas, mas apresenta os dados de cada país separadamente. Por exemplo, no Brasil 31% das mortes se deve a problemas cardiovasculares e 17% ao câncer. No país, a probabilidade de morrer por doenças não contagiosas é de 19% entre os 30 e 70 anos.

 

Fonte: TERRA

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Distúrbios do sono e como livrar-se deles 2014-07-10 Fatores externos, como trabalhos noturnos, turnos rotativos e problemas com fusos horários, ou orgânicos, como os distúrbios do sono podem interferir na qualidade do sono.

 

Segundo a Academia Americana de Medicina do Sono, existem mais de 70 tipos diferentes de distúrbios relacionados ao sono. Os mais conhecidos são a insônia, a apneia e a síndrome das pernas inquietas. A insônia se caracteriza pela dificuldade em iniciar e manter o sono ou incapacidade de dormir de maneira reparadora, o que acarreta repercussão nas atividades diurnas.

 

Já a apneia se caracteriza pela diminuição ou interrupção da respiração por, no mínimo, 10 segundos, fazendo com que a pessoa acorde várias vezes durante a noite. Por fim, a síndrome das pernas inquietas é caracterizada por uma sensação de desconforto nas pernas que traz a necessidade de mexê-las em busca de alívio, trazendo dificuldades para a indução do sono.

 

Múltiplos fatores podem causar os distúrbios do sono. Os fatores envolvidos são diferentes para cada distúrbio. Por exemplo, na insônia os fatores de risco são estresse, ansiedade, depressão, trabalhos noturnos ou turnos alternados, entre outros. Já para o ronco e apneia do sono os principais fatores envolvidos são obesidade, obstrução nasal, amígdalas grandes e alterações da mandíbula, entre outros. Alterações hormonais, anemia, deficiências nutricionais e uso de medicações também podem acarretar alguns distúrbios do sono.

 

Os distúrbios do sono também podem estar ligados a outros problemas de saúde. "No caso da ansiedade e da depressão, por exemplo, fazem parte do conjunto de sintomas da doença a insônia e sonolência diurna. As demências, os traumas crânio encefálicos e alguns tipos específicos de acidente vascular cerebral também podem alterar o sono normal", diz a neurologista Carla Guariglia, do Núcleo de Neurologia do Hospital Samaritano de São Paulo.

 

A qualidade do sono pode melhorar muito, até mesmo na presença de distúrbios, com atitudes simples chamadas de higiene do sono. Ela consiste na adoção de hábitos que favorecem a indução e a manutenção de um sono com boa qualidade. Muitos casos de insônia poderiam ser evitados apenas com a correção de maus hábitos e maus pensamentos relacionados ao sono", afirma Andrade.

 

Entre os bons hábitos que ajudam a melhorar a qualidade do sono estão manter uma rotina de horários de dormir e acordar, mesmo nos fins de semana; evitar cochilos durante o dia; dormir em um local agradável, sem luz e sem barulho; desligar aparelhos eletrônicos uma hora antes da hora de iniciar o sono; não dormir com sons ambientes como TV ligada ou música; não assistir TV no quarto; evitar o consumo de bebidas que contenham álcool ou cafeína até quatro horas antes de dormir; e não realizar atividade física até quatro horas antes de dormir.

 

E se ainda assim você não conseguir dormir? Se perder o sono, o melhor é evitar longos períodos acordado na cama. Levante-se, faça uma atividade relaxante, como tomar um leite morno ou um banho e volte a deitar quando já estiver com sono.

 

Uol

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Substância que repele e mata mosquito da dengue é criada em SP 2014-07-09 Essa notícia é importante pra saúde pública nacional: Pesquisadores da Unesp (Universidade Estadual Paulista) de Rio Claro criaram uma substância capaz de repelir e matar o mosquito da dengue. A descoberta foi feita durante uma pesquisa que buscava princípios ativos para a criação de um detergente. A eficácia do produto foi confirmada em testes laboratoriais e o próximo passo é baratear o processo de criação para a produção comercial que pode funcionar sendo passado na pele ou espirrado contra mosquitos. Não há prazo, no entanto, para que o produto chegue ao mercado.

 

A substância foi produzida a partir de uma bactéria encontrada em solo contaminado por derivados de petróleo. Os cientistas já estudavam há 17 anos a bactériaPseudomonas aeruginosa LBI em uma pesquisa para a produção de detergente biológico, até perceberem que ela tinha a capacidade de destruir as larvas do Aedes aegypti, mosquito causador da dengue, no estágio de larva e na fase adulta, além de funcionar como repelente.

 

O grupo, comandado pelo professor Jonas Contiero, decidiu, então, testar a aplicação da substância contra as larvas. "A substância atua basicamente na diminuição da tensão da água. Como as larvas do mosquito da dengue precisam se manter na superfície para respirar, resolvemos testar essa situação e, com a queda nessa tensão, a larva não consegue se manter à flor da água, afunda, não consegue respirar e morre", informou a biólogo Roberta Barros Lovaglio, que participa da pesquisa. O biólogo Vinicius Luiz da Silva e o parasitologista Cláudio José von Zuben também integram o grupo.

 

A eficácia do produto, segundo os pesquisadores, é de 100%, em teste realizado com dez larvas, em todas as concentrações testadas, sendo que as larvas morreram em ate 18h depois da aplicação. Com os mosquitos adultos, foram 20 exemplares, e todos morreram após a aplicação do produto.

 

O foco do trabalho do grupo, agora, é baratear os custos de produção para um possível uso comercial da substância. Segundo os pesquisadores, a produção e purificação de dez mililitros do produto custa R$ 1,4 mil.

 

 

 

Fonte: UOL

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Pesquisa da ONU divulga dados sobre drogas 2014-07-07 De acordo com o recém-apresentado relatório da ONU, o consumo de entorpecentes ilícitos provocou 183 mil mortes no mundo em 2012. Segundo a ONU, considerando os mortos e os usuários de drogas que enfrentam problemas de saúde, a população mundial que é dependente química deixou de viver 20 milhões de anos em 2010.

 

A conta se baseia na estimativa de quanto tempo um cidadão poderia viver a mais ou melhor se não usasse drogas. Para chegar ao impacto da droga no tempo de vida do dependente, os pesquisadores realizaram cruzamentos de dados com 12 variáveis.

 

Essa interferência aumentou nas duas últimas décadas. Entre 1990 e 2010, o salto foi de 53%: passou de 13,1 milhões de anos comprometidos para 20 milhões de anos, juntando o tempo perdido para overdoses, que provocam mortes prematuras, e o tempo a ser vivido pelos dependentes com qualidade prejudicada (afetada por doenças como HIV, hepatites B e C, complicações do fígado e distúrbios psiquiátricos, resultantes do consumo de entorpecentes).

 

Em 2012, cerca de 5% da população mundial entre 15 e 64 anos consumiu drogas ilícitas, o que corresponde a algo em torno de 243 milhões de pessoas.

 

O estudo não tem indicadores específicos para o Brasil. De acordo com Francisco Inácio Bastos, 56, pesquisador-titular da Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) e ex-integrante do comitê que, até 2012, assessorava o Unodc (escritório para crimes e drogas da ONU, na sigla em inglês) no país, pesquisas com foco na carga da dependência nunca foram feitas no Brasil.

 

Fonte: UOL

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Câmara aprova obrigatoriedade de farmacêuticos em drogarias 2014-07-03 Nesta quarta-feira (2), a Câmara aprovou em votação simbólica projeto de lei para obrigar as drogarias a contarem com um farmacêutico para atendimento dos clientes em período integral. O texto, que tramita há 20 anos no Congresso, voltará para discussão no Senado Federal, onde foi apresentado em 1994.

 

As farmácias de manipulação já são obrigadas, por uma lei de 1973, a terem um farmacêutico à disposição dos clientes durante seu horário de funcionamento. Mas, segundo o relator do projeto, deputado Ivan Valente (PSOL-SP), algumas redes utilizavam uma brecha na legislação para deixarem um técnico nas drogarias.

 

"O texto transforma todos os estabelecimentos, sejam drogarias ou farmácias de manipulação, em farmácias, com a obrigatoriedade de ter um farmacêutico formado durante todo o período de funcionamento. Assim não vamos ter mais venda injustificada dos medicamentos", afirmou Valente. Segundo o deputado, antigamente havia resistência do setor pelo temor da falta de profissionais. "Em 1994, tinha 50 mil farmacêuticos, mas hoje há 150 mil."

 

O projeto também diz que as farmácias são locais de assistência à saúde, o que, no entendimento do relator, vai permitir que os órgãos de controle, ao regulamentarem a lei, especifiquem o que pode e não pode ser vendido nestes estabelecimentos. "Hoje a farmácias que vendem de medicamento a bateria de carro. Isso é um absurdo, o proprietário não quer uma farmácia, quer um empório", disse.

 

Farmacêuticos e representantes de redes de farmácias acompanharam a votação do plenário da Câmara e comemoraram a aprovação da proposta.

 

 

Fonte: Uol

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Energéticos podem aumentar risco de arritmias cardíacas 2014-07-02 Uso de energéticos e suplementos para atividade física pode modificar a forma de o coração bater em vários aspectos.

 

Apesar de apresentarem objetivos diferentes, energéticos e suplementos para atividade física podem ser consumidos pela mesma população, em ambientes e doses não controladas.

 

Os energéticos geralmente são estimulantes à base de derivados de cafeína e taurina. Ambas as substancias são encontradas em cafés, chás, refrigerantes de cola e guaraná - só que em doses menores. Algumas latas de energéticos chegam a apresentar a concentração de 10 a 15 xicaras de café preto. A cafeína, além de manter a pessoa mais "acordada", também facilita algumas arritmias cardíacas, como palpitações e extrassístoles.

 

Além disso, o consumo dessas bebidas eleva discretamente a pressão arterial, que na presença de algumas arritmias geralmente ainda não detectadas (lembrem-se, ninguém faz eletrocardiograma até uns 50 anos de idade, em média) pode levar a sintomas como desmaios e até parada cardíaca. A maioria da população não apresenta essas doenças - mas, se acontecer com você, procure um médico.

 

Minha Vida

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Uma em cada 500 mulheres sofre de perda de cabelo repentina 2014-07-01 A história é da colunista do Daily Mail, Alice Smellie que passou por uma experiência nada agradável. Em outubro de 2011, descobriu um círculo sem cabelos. O médico constatou alopecia areata, nome dado a queda repentina de cabelo em áreas delimitadas, que pode atingir uma em 500 mulheres, variando de apenas um círculo sem cabelo até perda total dos fios. O quadro pode se reverter em questão de meses ou não ter cura.

 

O cabeleireiro notou o círculo de 5 cm de diâmetro sem fios e mostrou para Alice. “Olhei para o local incapaz de dizer qualquer coisa. Em seguida, as lágrimas desceram. É difícil descrever porque perder um pequeno pedaço de cabelo era tão devastador. Não era uma ameaça à vida. Mas você não tem ideia de quanto valoriza o seu cabelo até que ele caia.”

 

O médico deu o diagnóstico: alopecia areata, um problema autoimune. Não há causa definida, embora possa ser incentivada por eventos estressantes, como luto, mudança de casa e parto. Mas remover a causa do estresse não significa necessariamente que o cabelo pode crescer novamente. Segundo Alice, três meses antes, teve um susto relacionado à saúde, que pode ter sido o gatilho. Fora isso, tem histórico familiar de doenças autoimunes, como problemas de tireoide.

 

O médico prescreveu esteroide tópico, que deveria ser aplicado na área todos os dias por algumas semanas. Começou a evitar lugares com muitas pessoas e usava tiaras e chapéus. Mas a perda de cabelo aumentou e a região afetada passou a ter 10 cm de diâmetro. Vale dizer que um em cinco pacientes vai ter apenas um círculo sem fios, enquanto um em 10 perde mais de 40% deles.

 

Um dermatologista especialista recomendou o uso por seis semanas de esteroides orais e sugeriu que aplicasse minoxidil. “Uma semana praticamente sem dormir mais tarde (cortesia dos efeitos colaterais da nova droga), meu cabelo ainda estava caindo e tinha engordado 2,3 kg. O ganho de peso pode ser o efeito colateral mais pronunciado de esteroides, que podem deprimir o seu metabolismo e aumentar a retenção de água. Também sofri mudanças terríveis de humor.”

 

 

 

No fim de fevereiro de 2012, notou que os cabelos voltaram a crescer na região. Continuou a aplicar esteroide tópico e minoxidil até recuperar tudo. Depois de quase um ano, já estavam praticamente do mesmo tamanho que o restante. “Não deixei que o cabeleireiro tocasse nos fios por um ano. Estava muito preocupada com a possibilidade de cair novamente, embora não há absolutamente nenhuma ligação com qualquer produto de cabelo. Levei seis meses para perder o peso.”

 

Embora não haja números definitivos, alopecia muitas vezes retorna e não é possível saber quanto isso pode acontecer. “Dois anos depois, ainda vou para o espelho todas as manhãs só para verificar os cabelos. No entanto, também sei agora que a parte realmente assustadora não era a perda de cabelo, mas a incerteza. E espero, se acontecer de novo, estar pronta para lidar com isso.”

 

Fonte: TERRA

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Bebedeira prejudica alimentação no dia seguinte 2014-06-26 Segundo um estudo encomendado pela organização inglesa Slimming World , uma noite de bebedeira também interfere na escolha de um cardápio rico em alimentos gordurosos e calóricos no dia seguinte.

 

Pelas contas dos pesquisadores, as calorias extras ingeridas no dia seguinte, bem como a falta de disposição para praticar qualquer atividade física, podem acrescentar 900 gramas a mais por semana na balança.

 

De acordo com Pedro Assed, pesquisador do Grupo de Obesidade e Transtornos Alimentares (Gota) da PUC-Rio, o aumento do consumo de calorias extras é inevitável, pois o corpo está desidratado e é comum alguns sintomas como náuseas, dores de cabeça e fome.

 

"Nessas situações de estresse pós-alcoólico, nosso cérebro recebe sinais neuronais complexos que são mediados por vários neurotransmissores e indicam a necessidade de aumentar a sede e a fome para contrabalancear a perda de sais minerais e nutrientes na bebedeira da noite anterior", explica Assed.

 

Os responsáveis pelo estudo, realizado com 2.042 pessoas, estimam que beber em excesso uma vez por semana pode somar mais de 10 quilos na balança em um ano.

 

O consumo extra de 6.300 calorias nas 24 horas após a bebedeira é dividido. Durante a noite, só em comida, os participantes do estudo consumiram, em média, 2.829 calorias extras e mais 1.476 calorias em bebidas. Na manhã do dia seguinte, mais comidas calóricas no cardápio, 2.051 calorias extras consumidas.

 

Das 2.042 pessoas acompanhadas na pesquisa, 50% disseram que a bebida alcoólica tinha impacto na sua escolha alimentar e que costumam cancelar as atividades físicas no dia seguinte, optando por ficar em casa vendo TV e usando as mídias sociais.

 

Assed explica que isso acontece, pois no dia seguinte da bebedeira o organismo ainda sofre com os efeitos do álcool. "O uso abusivo dessas bebidas causa reflexos nos mais diferentes órgãos, causando sonolência, letargia, tonteira, boca seca, fraqueza, indisposição e náuseas, o que dificulta a prática de atividade física", explica.

 

De acordo com o pesquisador, quem não quer sofrer com os sintomas de ter exagerado na bebida deve se hidratar com no mínimo dois litros de líquidos (isotônicos, água de coco, água comum sem gás, sucos mais leves como o de limão), associados com uma alimentação com pouco carboidrato e mais proteína e saladas.

 

A má notícia para quem é fã de uma cervejinha é que, segundo Assed, não há uma quantidade de bebida alcoólica que seja "recomendável" do ponto de vista da saúde. "Para quem realmente não quer abrir mão, o melhor termômetro é o bom senso", recomenda.

 

Fonte: UOL

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Previna-se da gripe e doenças respiratórias com algumas dicas 2014-06-25 Em ambientes favoráveis para doenças como gripe, faringite, resfriados e pneumonias, a prevenção é o melhor cuidado a se ter. O infectologista Bráulio de Mello Araújo, do Hospital Geral de Pirajussara, alerta para algumas medidas, entre elas, não fumar ou se expor à fumaça e poeira, ficar em locais arejados, lavar sempre as mãos, cobrir boca e nariz com as mãos ao espirrar ou tossir, respirar sempre pelo nariz e trocar a roupa de cama com frequência.

 

A proliferação dessas doenças é reforçada no inverno pois as pessoas permanecem mais tempo em ambientes fechados, sem ventilação, onde as bactérias ficam concentradas. São medidas simples, mas que na opinião do médico fazem toda a diferença. Respirar pelo nariz, por exemplo, faz com que o ar seja filtrado e o corpo aquecido; lavar as mãos, principalmente, após higiene nasal, impede o acumulo de bactérias.

 

Pessoas que já possuem problemas respiratórios, como bronquite, asma ou sinusite devem ficar longe de bichos de pelúcia, tapetes e outros objetos acumuladores de pó. Para garantia de um sistema imunológico saudável, Araújo ainda alertou para alimentação saudável e hidratação. “Ela deve ser balanceada, com sopas e caldos ricos em verduras e legumes. As frutas são essenciais, principalmente as que contêm vitamina C, pois ajudam a prevenir gripes e resfriados”, disse.

 

Fonte: Terra

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Parkinson e esclerose múltipla podem ser sinalizados com dores abdominais. Entenda: 2014-06-23 Cientistas descobriram que as vias nervosas entre o intestino e o cérebro, podem estar ligadas à doenças degenerativas, como Parkinson e esclerose múltipla. Sabe aquela sensação de “borboletas no estômago”que temos quando estamos ansiosos? Pois essa é uma das causas.

 

O intestino e o cérebro participam da mesma química nervosa e têm um diálogo. É por isso que quando você sente o estresse e outras emoções fortes, como o medo, acaba tendo sintomas gastrointestinais. O estudo publicado no jornal Movement Disorders descobriu que pessoas que sofrem da doença de Parkinson apresentam maior prevalência de uma condição chamada de Supercrescimento Bacteriano do Intestino, quando bactérias inofensivas proliferam em grande número no intestino delgado.

 

Os sintomas são excesso de gases, inchaço, diarreia e dor abdominal. Ninguém sabe ao certo quantas pessoas sofrem dessa condição, já que ela não é diagnosticada na maioria das vezes ou é confundida com síndrome do intestino irritável.

 

Pesquisadores sugerem que essas bactérias podem produzir substâncias químicas que afetam os nervos no intestino, passando os danos para o cérebro e resultando em doenças como Parkinson e esclerose múltipla.

 

Os cientistas esperam que esta descoberta abra caminho para novos tratamentos para ambas as condições incapacitantes.

 

Fonte: Daily Mail

 

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Agência inglesa sugere novos medicamentos para tratar problemas cardíacos 2014-06-20 De acordo com novas regras do Instituto Nacional para Saúde e Excelência Clínica da Grã-Bretanha (Nice, na sigla em inglês), médicos devem usar novos medicamentos além da aspirina para tratar problemas cardíacos comuns. Segundo o Nice, medicamentos anticoagulantes como a varfarina são mais indicados para aqueles com fibrilação atrial, que pode aumentar o risco de um ataque.

 

Especialistas dizem que muitos médicos já estão fazendo isso. A indicação deverá afetar centenas de milhares de pacientes.

A fibrilação atrial, que causa um batimento cardíaco irregular, é o problema de coração mais comum e afeta até 800 mil pessoas no Reino Unido - cerca de uma pessoa a cada 100. Com a fibrilação atrial, o coração não trabalha de maneira apropriada e podem se formar coágulos de sangue, o que aumenta o risco de um ataque.

 

A aspirina tem sido usada há anos para ajudar a proteger os pacientes de ataques, mas evidências sugerem que os benefícios do medicamento são muito pequenos em comparação com outros tratamentos. As diretrizes do Nice reconhecem isso - é a primeira vez que elas são atualizadas desde que foram originalmente lançadas, em 2006.

 

O conselho de substituir a aspirina por um medicamento anticoagulante como a varfarina deve evitar milhares de ataques. Outros anticoagulantes mais recentes podem ser mais adequados pois não exigem acompanhamento regular, diz o Nice.

 

Especialistas dizem que se a ingestão de aspirina for interrompida, o processo deve ser feito gradualmente e somente sob orientação de um médico. "Ataques causados pela fibrilação atrial são comuns e evitáveis, mas apenas se o ritmo cardíaco anormal for identificado em primeiro lugar e se medicamentos eficazes são dados para prevenir o desenvolvimento de coágulos de sangue", disse o professor Peter Weissberg, diretor-médico da Fundação Britânica do Coração. "A orientação revisada do Nice reflete o acúmulo de evidências que a varfarina e os anticoagulantes mais novos são muito mais eficazes que a aspirina na prevenção de AVCs", explicou. "Isso não significa que a aspirina não seja importante e eficaz na prevenção de ataques cardíacos e derrames em outras circunstâncias".

 

O professor Peter Elwood, especialista da Universidade de Cardiff, alertou que pode não ser seguro parar de tomar aspirina repentinamente. "Se o consumo de aspirina tiver de ser interrompido, ele deve ser interrompido gradualmente", disse ele.

 

Fonte: BBC

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Entenda mais sobre o infarto e saiba quando procurar atendimento 2014-06-18 Conhecido popularmente como ataque cardíaco, o infarto é provocado quando uma ou mais artérias que irrigam o coração ficam obstruídas e o músculo cardíaco deixa de receber oxigênio. A gravidade do infarto depende do tamanho da área afetada. Em alguns casos, pode restar uma pequena sequela, em outros, tudo acontece tão rápido que não há tempo para conseguir ajuda médica.

 

Quando o bloqueio atinge uma artéria importante, ele pode causar uma parada cardíaca e até levar à morte. Se a parada cardíaca acontece de forma súbita, o infarto é considerado fulminante.

 

"Metade dos óbitos por infarto acontece antes de a pessoa chegar ao hospital", afirma o cardiologista Marcelo Cantarelli, diretor da Angiocardio e coordenador da Campanha Coração Alerta, realizada pela Sociedade Brasileira de Hemodinâmica e Cardiologia Intervencionista (SBHCI) e pela Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC).

 

O sintoma clássico do infarto é a dor no peito, a angina, que pode se manifestar depois de algum tipo de esforço físico, incluindo os mais triviais, como subir uma escada ou uma ladeira. A dor é resultado da redução do fluxo de sangue e pode piorar progressivamente com a realização de atividades mais intensas.

 

Há casos em que a pessoa leva dias para perceber que está enfartando, principalmente quando o problema se manifesta com sintomas atípicos, como dor no estômago e na mandíbula. Nessas situações, não é raro que o atendimento médico demore a ser realizado.

 

Fonte: UOL

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Infecções podem ser transmitidas através de beijos com cães 2014-06-13 Pode parecer carinhoso e inofensivo, mas cientistas desconfiam que receber ‘beijos’ de cães e gatos pode transmitir infecções resistentes a antibióticos para humanos. Uma investigação será conduzida pelo professor Nigel French da Universidade de Massey, na Nova Zelândia, que acredita que o aumento do uso de antibióticos em animais pode contribuir para o problema da resistência às bactérias. “Vamos analisar os riscos que os animais representam na transmissão de doenças bacterianas que foram identificadas pela Organização Mundial de Saúde como uma questão pública enorme e crescente”, disse.

 

Ele explicou ainda que existe uma preocupação com o aumento da incidência de dois tipos específicos de bactérias ligadas ao trato urinário que são resistentes aos antibióticos. Essas infeções foram encontradas na maioria dos animais domésticos e transmitidas por fezes e urina. Isso acontece porque os pets lambem as partes íntimas para higienização e, em seguida, lambem os donos.

 

"Se o cão lambe suas mãos, você deve lavar as mãos depois. Higienize as mãos e evite o contato muito íntimo com seu animal de estimação”, aconselhou.

 

Fonte: Daily Mail

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Tratamento da diabetes pode ter a cirurgia bariátrica como aliada 2014-06-11 Segundo um estudo sueco publicado recentemente, a cirurgia bariátrica para redução de estômago supera outros tratamentos por conseguir levar pacientes obesos à remissão da diabetes tipo 2. Pra quem não sabe, remissão é o período em que os pacientes têm menor necessidade de insulina.

 

A pesquisa, que foi divulgada na edição do Jornal da Associação Médica Americana (JAMA), também mostrou que o procedimento está vinculado a um número menor de complicações relacionadas à diabetes nas pessoas que estão muito acima do peso.

 

Os autores descobriram que a proporção de pessoas com diabetes tipo 2 que fizeram cirurgia bariátrica e estavam em remissão era de 72,3%, dois anos depois do procedimento, contra 16,4% no grupo de controle. Quinze anos depois, as taxas de remissão de diabetes foram de 30,4% entre os que fizeram a cirurgia, significativamente maior do que os 6,5% de remissão no grupo de controle.

 

Todos os tipos de cirurgia bariátrica - inclusive o bypass gástrico, bem como procedimentos com bandas ou anéis ajustáveis e não ajustáveis - "foram associados com taxas mais elevadas de remissão em comparação com o tratamento usual", destacou um comunicado que anunciou o estudo. Além disso, segundo os autores, este tipo de cirurgia também está vinculada com uma incidência menor de complicações micro e macrovasculares, embora tenham alertado que as descobertas precisam de confirmação por meio de testes aleatórios.

 

Fonte: TERRA

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Consumo de álcool na gravidez prejudica mais que fumo ou maconha 2014-06-10 Segundo pediatras, pelo menos 1% dos bebês nascidos na Inglaterra sofrem de problemas comportamentais ou de desenvolvimento devido à exposição ao álcool. Isto significa que, entre 730 mil nascidos no país por ano, pelo menos 7 mil são afetados. Os danos que as bebidas alcoólicas podem causar são tão sérios que um especialista disse que, se é para ter um hábito ruim durante a gravidez, que seja o uso de maconha ou cigarro.

 

A recomendação dos especialistas para as gestantes é que eliminem de vez o álcool da rotina. Neil Aiton, pediatra dos hospitais universitários de Brighton e Sussex, disse que sua recomendação para as futuras mamães seria “não beba”. “Temos fortes evidências de que beber álcool com regularidade é prejudicial”, afirma. Ele complementa dizendo que bebês de mães que fumam podem nascer menores do que o normal. “Existem outras evidências, mas são menores quando comparadas com os prejuízos psicológicos e neurológicos de longo prazo que o álcool causa ao sistema nervoso.”

 

Uma taça de 250 ml contém cerca de três unidades de álcool e os médicos dizem que, com isso, as mulheres estão colocando os seus fetos em risco. Sheila Hollins, da British Medical Association, diz que esta é uma recomendação difícil de se seguir, já que as pessoas não sabem o que é uma unidade. “A recomendação do BMA seria a de que eliminar a bebida durante a gravidez é mais seguro devido à incerteza sobre beber de níveis baixos a moderados”.

 

TERRA

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Correr faz bem a saúde de jovens e adultos 2014-06-09 Quer queima calorias, definir os músculos, reduzir as taxas de estresse e melhorar a saúde do coração? É só correr. Além de ser muito prático e barato, a corrida pode trazer outros benefícios.

 

Em 2013, mais pessoas completaram provas com obstáculos e corridas na lama do que maratonas e meia-maratonas convencionais. Estima-se que 4 milhões de corredores participaram destas provas não-tradicionais. No entanto, as corridas mais frequentadas e populares ainda são as provas de 5 km, que foram feitas por 6,2 milhões de pessoas em 2012.

 

Um estudo espanhol comparou as idades e tempos de prova de corredores da Maratona de Nova York em 2010 e 2011 e concluiu que os homens são mais rápidos aos 27 anos e as mulheres aos 29. Em outras idades, notaram que as pessoas eram 4% mais lentas a cada ano antes desta média e 2% nos anos depois. Assim, um maratonista de 18 anos corre quase na mesma velocidade que um atleta de 60.

 

Já percorrer distâncias, é bem mais fácil para os mais velhos. A pessoa mais velha a completar uma prova foi o inglês Fauja Singh. Ele tinha 101 anos quando correu a Maratona de Londres em 7h49min21s, em 2012. Atualmente ele está vivo e completou 103 anos. Já a havaiana Gladys Burrill é a mulher mais velha a ter o mesmo feito: em 2011 e aos 92 anos, ela cruzou a linha de chegada da Maratona de Honolulu em 9h53min16s.

 

Dizem também que 100 calorias são gastas a cada 1,6km percorridos, mas a queima varia de acordo com o peso, ritmo e preparação física. Uma boa fórmula é multiplicar o peso em libras (0,45kg) por 0,63 e então pelo número de quilômetros da prova. Assim, se uma mulher de 68kg corre 9,6km, ela queimará 567 calorias. Se uma pessoa mais magra corre a mesma distância, ela gastará menos calorias, por isso o ideal é sempre ir cada vez mais rápido e longe para manter a queima calórica em alta.

 

As mulheres representam 56% do total de 15,5 milhões de pessoas que completaram alguma corrida em 2012, de acordo com a organização Running USA. As meia-maratonas (21,1 km) são as provas preferidas do público feminino e têm uma proporção de 61 mulheres para cada 39 homens. Na verdade, as maratonas (42,1km) são as únicas provas com maioria masculina.

 

 

 

Fonte: TERRA

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Exposição excessiva a dispositivos eletrônicos prejudica sua visão 2014-06-06 Embora colabore, e muito, para a comunicação entre pessoas, há desvantagens na utilização excessiva de tablets e smartphones. Um estudo publicado no Jornal da Associação Médica Canadense analisou mais de 150 mil adultos em 107 mil famílias de 17 países. Nove em cada dez pessoas que se expõem à luz destes dispositivos móveis na hora de dormir têm dificuldade em pegar no sono.

 

Não há um tempo determinado que deve ser considerado para uma exposição excessiva. Mas a pessoa precisa prestar atenção se sentir algum incômodo. Ao menor sinal de vermelhidão, de coceira nos olhos, acompanhado muitas vezes de cor de cabeça, é recomendável diminuir o brilho das telas e piscar sempre para lubrificar os olhos. Além disso, o ideal é dar um intervalo de 10 minutos para descanso dos olhos a cada 40 minutos de exposição às luzes dos dispositivos.

 

Nestes 10 minutos de pausa, sugere-se ler uma revista, conversar com os amigos ou colegas de trabalho, admirar a paisagem na janela ou algo que não envolva computador ou outro aparelho tecnológico. Outra sugestão é quando sentir os olhos secos, e for um incômodo recorrente, consultar um oftalmologista para utilizar o colírio de lágrimas artificial de três a quatro vezes ao dia.

 

 

 

Fonte: Minha vida

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A pele escura também precisa de proteção contra o sol 2014-06-04 Naturalmente mais firmes e protegidas contra o sol, as peles negra e morena escura escondem os efeitos do fotoenvelhecimento e sofrem menos com rugas e a flacidez. Além disso, do jambo ao ébano, as tonalidades dão à pele um brilho único. Mas isso não significa que os cuidados básicos, como um bom hidratante, até os mais elaborados, como os tratamentos estéticos, estão dispensados a elas. As peles morena escura e negra estão mais suscetíveis a manchas e oleosidade, fora que os pelos encravados também costumam gerar muito incômodo.

 

Engana-se quem pensa que as peles negra e morena escura não precisam de proteção solar. Apesar de serem mais resistente ao sol, essas tonalidades de pele também podem sofrer queimaduras e sentir os efeitos da radiação tanto no quesito envelhecimento precoce quanto no desenvolvimento de doenças, como o câncer de pele.

 

A dermatologista Valéria Campos, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia, explica que o filtro solar deve ter FPS, de pelo menos 15, e o seu uso deve ser diário. "Outro ponto importante é que o protetor solar proteja contra raios UVA e UVB", explica a dermatologista. Nem todas as marcas possuem essas duas frentes de proteção, portanto é importante ler atentamente o rótulo para certificar-se de que a proteção é total. Valéria Campo explica ainda que a radiação UVB é a que provoca queimaduras e está relacionada ao fotoenvelhecimento, já a radiação UVA provoca efeitos invisíveis, o principal deles é o câncer de pele.

 

"Vale também buscar um protetor solar que contenha coloração na fórmula, chamados de filtros físicos, que protegem também contra a luz visível, o seja, emitida pelas lâmpadas, computadores e televisões", explica Valéria. Essa radiação, que também provoca danos à pele, encontra pouca resistência nos filtros sem cor. Vale apostar nos BB cream, no protetor com cor e na base com proteção, desde que eles tenham FPS mínimo de 15 e protejam contra os raios UVA e UVB.

 

 

Fonte: Minha vida

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Evite o desperdício de alimentos consumindo no tempo certo 2014-06-03 Não se engane, de um modo geral, os produtos são comestíveis depois da data de validade – basta usar o bom senso, os olhos, mãos e nariz para determinar o que passou da conta. Uma campanha inglesa vem tentando diminuir o desperdício de alimentos entre a população britânica, a “Love Food Hate Waste” ("ame a comida, odeie o desperdício"), divulga que se cada família pensasse um pouco antes de jogar alimentos fora, poderia economizar 60 libras (cerca de R$ 230) por mês.

 

Aproveitando essa notícia, resolvemos garimpar algumas informações e dividir com vocês o prazo que alguns alimentos podem ser consumidos depois do vencimento.

 

Tomates

Por conta do amadurecimento, você não consegue usar o tomate uma semana ou duas depois de sua melhor data. Mas quanto mais macio e enrugado melhor! Diferente da maioria dos vegetais, o tomate fica mais doce com o tempo. Sendo assim, mesmo que estiver mais escuro por dentro, ele ainda está bom. Evite-os apenas se ficar muito aguado ou se tiver cheiro de álcool.

 

Filé de peixe

Filés de peixe cru, como bacalhau, salmão e haddock, mantêm-se comestíveis por quatro semanas depois que foram pescados, desde que se mantenham refrigerados abaixo de cinco graus.

 

Neste período ainda estará seguro, mas o gosto não fica bom. O peixe pode levar até três semanas do mar até o supermercado, e como a embalagem não mostra quando ele foi pescado, é melhor ter cuidado.

 

O peixe branco deve parecer translúcido e com pele brilhante, sem cheiro e a carne deve parecer elástica, porém firme, quando pressionada.

 

Sorvete

Mesmo quando mantido no freezer, o sorvete tem um tempo de vida surpreendentemente curto. Isto porque é rico em gordura, então nunca fica completamente congelado. Ele pode perder o sabor dentro de três meses. Se o produto escurecer, ou ficar com o gosto azedo, é hora de jogar no lixo.

 

Salsichas

Não há muita margem de manobra com as carnes processadas. Não arrisque mais do que um dia depois da data. Quando a carne é processada ou picada, ela fica exposta a bactérias como a E.coli, que se proliferam rapidamente mesmo sob refrigeração. Se o produto parece seco ou com tom mofado, jogue fora. Se a salsicha ou hambúrguer parecem pegajosos, ao invés de lisos e brilhantes, ou aparentam uma tonalidade mais escura, não coma.

 

Ovos

Para testar os ovos, mergulhe em um copo com água: se ele flutuar, não está bom, pois à medida em que envelhece, mais entra ar pela casca, através de furos microscópicos. Se ele afunda, está bom para comer.

 

Iogurte

Quando o produto é feito sobre o processo de fermentação láctica, estão garantidos sob este método de conservação que estabiliza o leite fresco para fazer com que o produto dure. Jogue fora se detectar a menor partícula de mofo; mas se ele parece limpo, fresco, e com gosto bom, pode ser ingerido.

 

Carne

Um filé de carne pode parecer fantástico após longas cinco semanas. Mas se está com cheiro ruim, é sinal de que estragou. Uma dica é usar um pano limpo e úmido, com vinagre, para remover as bactérias antes de cozinhar. Se a data de validade estiver vencida, prefira fazer o bife bem passado, para exterminar de vez as bactérias.

 

Farinha e especiarias

Especiarias como pimenta em pó, páprica e pimenta de caiena podem durar mais de seis meses se no rótulo constar “vapor pausterizado”, “fumigados com gases químicos” ou ainda “irradiada”. Isto significa que foram esterilizados para matar os ácaros. Estes insetos microscópicos vivem em alimentos secos como farinha e especiarias. Você não consegue vê-los, mas pode notar marcas por onde eles cavaram para baixo.

 

Frango

Ao contrário do peixe, o frango se deteriora rapidamente. Se estiver com cheiro azedo, pode estar estragado, mas lave com água e cheire novamente para verificar se o cheiro não vem da embalagem. De um modo geral, não arrisque comer frango mais do que um dia ou dois depois da data.

 

Muitas vezes, após o abate, o frango é colocado em um banho de água fervente e isso acelera o crescimento de bactérias. Veja sempre o método de processamento no rótulo.

 

 

 

FONTE : TERRA

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Dieta: atenção aos produtos com baixo teor de gordura 2014-06-02 Segundo um estudo recente, enquanto a maioria dos produtos com baixo teor de gordura contêm um terço a menos de calorias do que a versão normal, 10% na verdade tem mais ou a mesma quantidade de calorias, principalmente devido ao açúcar adicionado. Ou seja, as pessoas que optam pelos produtos com baixo teor de gordura, com a esperança de diminuir o consumo calórico, podem estar ingerindo ainda mais calorias do que a versão tradicional

 

O levantamento foi feito pelo Rotherham Institute for Obesity, e mostrou que um pão integral da marca Weight Watchers tinha mais calorias do que qualquer outra marca, enquanto que uma fatia de queijo na verdade tinha mais calorias do que mostrava o rótulo.

 

Os pesquisadores também verificaram, entre outras comparações, que o iogurte com baixa gordura da marca Asda tinha mais calorias do que o iogurte natural tradicional.

 

Frequentemente, açúcar extra é adicionado para aumentar o sabor dos alimentos com pouca gordura. “Alimentos com baixa gordura parecem em média reduzir o consumo de calorias. No entanto, exigem a leitura do rótulo”, observa Matthew Capehorn, especialista em obesidade envolvido na pesquisa.

 

Das 10 marcas mais populares no Reino Unido, quatro forneceram informação suficiente para que os pesquisadores complementassem o estudo. Eles compararam a taxa de gordura, açúcar e quantidade de calorias de produtos com baixa gordura e suas versões regulares.

 

Fonte: TERRA

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Pesquisa diz que 30% da população mundial tem sobrepeso 2014-05-30 Segundo um estudo publicado nessa semana, a epidemia de obesidade já atinge 2,1 bilhões de pessoas, quase 30% da população mundial --dos quais 62% estão nos países em desenvolvimento.

 

"A obesidade é um problema que atinge todo mundo, não importando qual é sua renda ou o lugar onde se vive", resume Christopher Murray, diretor do Instituto de Avaliação da Saúde da Universidade de Washington, que analisou dados sobre 188 países.

 

Entre 1980 e 2013, a porcentagem de pessoas que têm um IMC (índice de massa corpórea) superior a 25 --limite para que as pessoas sejam consideradas em sobrepeso-- passou de 28,8% para 36,9% nos homens e de 29,8% para 38% nas mulheres, segundo o estudo publicado na revista britânica 'The Lancet'.

 

O IMC é a relação entre a altura e o peso, e um índice superior a 30 é considerado como sinal de obesidade no adulto. Para uma média entre 25 e 30, fala-se em sobrepeso.

 

Mas o fenômeno ainda está longe de atingir os países da mesma forma: os Estados Unidos, o Reino Unido e a Austrália são os campeões de obesidade entre as nações mais ricas do mundo: mais de 60% de seus habitantes maiores de 20 anos são obesos ou têm sobrepeso.

 

Nos países em desenvolvimento, se a obesidade continua uma condição excepcional em alguns países da África como Burkina Faso ou Chade, outras nações do Oriente Médio, América Latina ou Oceania já ultrapassaram os países ocidentais.

 

No Egito, Líbia, Arábia Saudita, Omã, Bahrein e Kuwait o sobrepeso e a obesidade tiveram um aumento brutal, atingindo 70% das mulheres com mais de 20 anos.

 

A mesma tendência é encontrada em diversos países da América Latina (México, El Salvador, Costa Rica, Honduras, Chile e Paraguai) e sobretudo nos pequenos países do Pacífico (ilhas Tonga, Kiribati ou Samoa), onde as taxas ultrapassam os 80% tanto nas mulheres quanto nos homens com mais de 20 anos.

 

Segundo um estudo publicado em 2012 na revista 'The Lancet' sobre "O peso mundial da doença", o sobrepeso e a obesidade teriam causado 3,4 milhões de mortes ao longo do ano de 2010.

 

Com 160 milhões de pessoas afetadas pela doença, os Estados Unidos são o país com mais obesos ou em sobrepeso do mundo, à frente de China, Índia, Rússia, Brasil e México.

 

Nos Estados Unidos, o problema atinge pouco mais de 70% dos homens e quase 62% das mulheres com mais de 20 anos, assim como 30% das crianças e adolescentes.

 

Quanto aos obesos propriamente ditos, eles representam respectivamente 32% dos homens adultos e 34% das mulheres adultas nos Estados Unidos, contra 4% dos adultos chineses ou indianos.

 

"Ao longo das três últimas décadas, nenhum país conseguiu reduzir suas taxas de obesidade e nós acreditamos que esses índices irão aumentar regularmente nas nações mais pobres do mundo caso medidas urgentes não sejam tomadas", advertiu Murray, falando numa crise da saúde pública.

 

Fonte: TERRA

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Os mais pobres são os mais afetados pelo câncer de útero ou pênis 2014-05-29 Segundo estudo feito nos EUA, as condições financeiras de uma pessoa são um indicador-chave do tipo de câncer a que ela está suscetível. Indivíduos com mais dinheiro são mais propensos a cânceres como melanoma, de tireoide e testicular, enquanto os menos abastados têm mais tendência à doença na laringe, colo do útero, pênis e fígado, e morrem mais de câncer.

 

O estudo avaliou bairros pobres e ricos em mais de dois quintos dos EUA. O especialista Francis Boscoe, do New York State Cancer Registry, afirmou que o objetivo do estudo é mostrar a importância desse mapeamento como ferramenta de prevenção. Já uma pesquisa anterior, da UCSF, descobriu que as mulheres são mais propensas a câncer de pele. Nos EUA, mais de 90% dos casos da doença ocorrem em pessoas de pele branca. Outro estudo, feito pelo The Hospital Christie, mostrou que as mulheres da classe média são mais propensas a terem câncer de mama e de pele que os mais pobres. O motivo, de acordo com os pesquisadores, é o adiamento da maternidade e maior exposição ao sol.

 

A privação social está ligada ao câncer de pulmão e colo do útero, portanto, afeta mais as pessoas pobres, que têm mais tendência a fumar.

 

Os pesquisadores ainda não têm estudos conclusivos sobre as possíveis causas dos resultados obtidos.

 

Fonte: Terra

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Dieta pode evitar que câncer de mama se espalhe 2014-05-28 Segundo informações do site do jornal Daily Mail, um estudo recente afirmou que cortar calorias reduz a probabilidade de que um tipo de câncer de mama migre para outros órgãos. A doença em questão é o câncer triplo-negativo, uma das formas mais ameaçadoras e menos sensíveis ao tratamento padrão.

 

Uma teoria é que uma dieta com menos calorias pode diminuir as chances de o câncer se espalhar por meio do fortalecimento do tecido que envolve o tumor. Muitas pacientes com câncer de mama são tratadas com terapia hormonal e esteroides, para neutralizar os efeitos colaterais da quimioterapia. No entanto, ambos os tratamentos podem alterar o metabolismo, o que pode impulsionar o ganho de peso, com a média de mulheres engordando cerca de 5 quilos no primeiro ano de tratamento. Estudos anteriores mostraram que estar acima do peso faz com que o tratamento seja menos efetivo.

 

O estudo usou testes em ratos. Os animais em dieta tiveram dimimuição na produção das microRNAs 17 ae 20, moléculas que têm um papel vital em influenciar vias responsáveis por muitos processos da doença. Nicole Simone, líder da pesquisa pela Thomas Jefferson University, na Filadélfia, já havia descoberto anteriormente que a restrição de calorias impulsiona a efetividade da terapia de radiação. “A restrição calórica promove mudanças epigenéticas no tecido mamário, que ajuda a manter uma matriz extracelular forte”, afirma.

 

A especialista explica que, com uma matriz forte, cria-se uma espécie de “gaiola” ao redor do tumor, fazendo com que seja mais difícil as células escaparem para outras partes do copo. As descobertas podem ajudar no desenvolvimento de novas drogas para este tipo de câncer.

 

Fonte: TERRA

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Não existe açúcar saudável, diz site 2014-05-26 Não é segredo pra ninguém que o consumo de açúcar em grandes quantidades traz efeitos negativos para a saúde. Estudos inclusive já o relacionaram à obesidade, diabetes e aumento de risco de doenças cardíacas.

 

 

No entanto é necessário na alimentação, mas é possível estar de olho na quantidade extra que colocamos nos alimentos. E de acordo com Marion Nestle, professora de nutrição na New York University, não importa o tipo de açúcar – seja em mel, néctar de agave ou açúcar de coco. O excesso é notado no sangue.

 

Em última análise, todos trazem efeitos semelhantes sobre a obesidade, de acordo com Jaimie Davis, da University of Texas. “Não existem dados que sugerem que, se consumir mais calorias vindas do mel, vai armazená-las de forma diferente”, explicou.

 

Açúcar = frutose + glicose

O açúcar de mesa geralmente é um composto de 50% de glicose e 50% de frutose. Os adoçantes mais calóricos, incluindo os ditos “saudáveis”, contêm alguma relação entre os dois compostos, o que desencadeia reações chaves no nosso corpo.

 

 

Kristin Kirkpatrick, do Cleveland Clinic Wellness Istitute, afirma que quando consumimos açúcar o processo metabólico começa no minuto em que ela entra na boca. Mas a maioria é absorvida no intestino delgado, onde o açúcar é metabolizado e absorvido no sangue.

 

As enzimas do estômago a convertem em glicose, a fonte de energia preferida do corpo. Isso pode servir como combustível, mas também causa excesso de peso.

 

A frutose, ou o “açúcar da fruta”, é metabolizado de forma diferente, uma vez que o fígado faz a maior parte e os seus níveis de insulina não atingem um pico tão alto quanto na ingestão de glicose.

 

Isso faz com que a frutose pareça melhor, mas isso não é verdade: a insulina desencadeia a resposta hormonal que diz que você está cheio. A frutose não provoca esta reação, então é mais fácil acabar comendo demais.

 

A frutose pode ser tolerada em pequenas quantidades, mas cada vez mais pesquisas estão sendo realizadas para determinar se mesmo em pequenas quantidades ela pode aumentar o risco de desordens metabólicas. Vale notar que os chamados “açúcares saudáveis”, como o néctar de agave, são ainda mais elevados em frutose do que o açúcar de mesa.

 

O problema em chamar alguns açúcares de “saudáveis” é que algumas pessoas podem acabar se sentindo bem consumindo mais deles. A dica é usar sempre menos.

 

 

Quando incorporar o açúcar na dieta, lembre-se das recomendações da Organização Mundial da Saúde de que a ingestão diária não pode ultrapassar os 10% do consumo calórico. A American Heart Association, por sua vez, indica que mulheres consumam menos de 100 calorias e homens menos de 150 de alimentos com açúcar por dia – e não importa se é orgânico ou de qualquer outro tipo mais “saudável”, é a quantidade que faz a diferença.

 

Fonte: Terra

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Câncer de mama: dupla mastectomia pode não resolver em alguns casos 2014-05-23 Segundo o resultado de um estudo publicado na última quarta-feira (21/05), algumas mastectomias duplas realizadas em mulheres diagnosticadas com câncer em uma das mamas, podem ocorrer sem necessidade.

 

A cirurgia não aumenta a sobrevivência na maior parte das mulheres e é tipicamente recomendada para cerca de 10% daquelas consideradas com alto risco de desenvolver o câncer de mama. O estudo diz que as mulheres que se submeteram à cirurgia para remover a mama saudável, 69% não apresentavam grandes fatores de risco familiares ou genéticos, destacou o estudo, publicado no Jornal da Associação Médica Americana.

 

Enquanto isso, apenas um quarto das mulheres que correm um risco maior de desenvolver câncer no futuro teve a recomendação de remover as duas mamas, uma operação conhecida como mastectomia profilática contralateral.

 

Mulheres com algumas mutações nos genes BRCA1 e BRCA2 ou que têm um forte histórico familiar de câncer de mama costumam ser aconselhadas a remover as duas mamas após a doença ser diagnosticada em uma, para evitar a recorrência.

 

"As mulheres parecem estar se baseando em uma preocupação com a recorrência do câncer para optar pela mastectomia profilática contralateral", disse a principal autora do estudo, Sarah Hawley, professora associada de medicina interna da Escola Médica da Universidade de Michigan.

 

"Não faz sentido, porque ter uma mama não afetada removida não reduzirá o risco de recorrência na mama afetada", disse Hawley. A pesquisa tomou como base uma amostra de 1.447 mulheres americanas, com média de 59 anos, que foram diagnosticadas com cânceres no estágio de 1 a 3 em uma das mamas.

 

Cerca de 8% das mulheres tiveram as duas mamas removidas, 35% tiveram apenas a mama afetada removida e quase 58% fizeram uma cirurgia de conservação da mama, na qual apenas o tumor é retirado.

 

Os cientistas descobriram que as mulheres com nível educacional mais elevado eram mais propensas a optar pela mastectomia profilática contralateral, e que o principal fator que pesou em sua decisão foi a preocupação de que a doença pudesse vir a aparecer na mama sadia.

 

Fonte: AFP

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Fortaleza está entre as três cidades-sede da Copa com mais chances de surto de dengue 2014-05-22 Segundo um estudo científico publicado na revista de medicina britânica The Lancet, Fortaleza, Natal e Recife que serão cenário de jogos da Copa do Mundo, têm um risco maior de sofrer um surto de dengue do que as outras nove sedes.

 

Em termos absolutos, o risco é baixo em todas, mas é comparativamente superior nas três cidades do Nordeste e as autoridades deveriam tomar medidas, afirmam os encarregados do estudo. No Brasil, a dengue é um mal endêmico e mais de 570 pessoas morreram vítimas da doença em 2013.

 

A doença é transmitida pela picada do mosquito Aedes Aegypti, causa febre, dores de cabeça e musculares e, em casos extremos, pode causar morte por hemorragia. Os autores do artigo, uma equipe de cientistas europeus e brasileiros, chefiados por Rachel Lowe, do Instituto Catalão de Ciências do Clima de Barcelona, examinaram dados de diversas fontes para identificar as áreas de risco.

 

Eles estudaram os padrões climáticos de quatro agências meteorológicas, em particular os dados sobre chuvas, que têm grande influência na procriação do mosquito. Depois, compararam com os dados sobre surtos de dengue dos últimos 13 anos, no mês de julho, em 553 "microrregiões" do Brasil, inclusive nas 12 sedes da Copa. Finalmente, levaram em conta os elementos que caracterizam o desenvolvimento de um surto de dengue.

 

Os mosquitos levam de 7 a 14 dias para se tornar vetores do vírus, o qual contraíram após picar uma pessoa doente. E quando o inseto pica outra pessoa, o vírus precisa de quatro a sete dias de incubação. Os visitantes não costumam ficar mais de duas ou três semanas na mesma cidade, o que significa que nesse momento já se estaria gestando um surto que poderia afetar o mês de junho.

 

 

"Nossas previsões para junho mostraram que o risco era baixo nas cidades-sede de Brasília, Cuiabá, Curitiba, Porto Alegre e São Paulo", destaca o artigo. "O risco era intermediário no Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador e Manaus. Os alertas de alto risco saltaram nas cidades do Nordeste de Recife, Fortaleza e Natal", prossegue.

 

"Os esforços para reduzir o impacto e a severidade da dengue teriam de se concentrar nestas cidades", sugere o estudo. Uma medida que pode ser aplicada é fumigar os locais de procriação dos mosquitos, principalmente em água parada.

 

De qualquer forma, "o risco será, provavelmente, baixo nas 12 cidades-sede", insistiu Lowe, em declarações enviadas por e-mail. Oitenta por cento das pessoas infectadas com o vírus não desenvolvem sintomas, mas 5% ficam doentes e, para 1%, a doença pode ser mortal.

 

Neste século, o Brasil registrou mais casos de dengue do que qualquer outro país do mundo - mais de 7 milhões entre 2000 e 2013, completa o estudo.

 

Fonte: AFP / UOL

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Azeite de oliva reduz a pressão arterial, entenda mais: 2014-05-20 Os resultados de um estudo divulgado recentemente revelaram que ingerir gordura não saturada, como a contida no azeite de oliva, juntamente com vegetais de folhas verdes, entre outros, gera um tipo de ácido-graxo que reduz a pressão arterial. A pesquisa com ratos de laboratório ajuda a entender trabalhos anteriores, segundo os quais a dieta mediterrânea combate a hipertensão, e foi publicado nos Estados Unidos e financiado pela British Heart Foundation.

 

Pra quem não sabe, a dieta mediterrânea inclui lipídios não saturados contidos no azeite de oliva e em alguns frutos secos, bem como espinafre, aipo, abacate e cenouras ricas em nitratos inorgânicos e nitritos, produto da oxidação do nitrogênio.

 

Estes ácidos-graxos parecem inibir uma enzima conhecida como epóxido hidrolase solúvel, que regula a pressão arterial, segundo artigo publicado na revista americana Proceedings of the National Academy of Sciences.

 

"Os resultados do nosso estudo ajudam a explicar porque trabalhos anteriores mostraram que uma dieta mediterrânea, combinada com azeite de oliva extra-virgem ou nozes, pode diminuir a incidência de problemas cardiovasculares", disse o coautor do estudo, Philip Eaton, professor de bioquímica cardiovascular do King's College de Londres.

 

Enquanto a maioria dos especialistas concorda que a dieta mediterrânea --que consiste em comer verduras, peixe, grãos, ingerir vinho tinto, nozes e azeite-- traz benefícios para a saúde, houve até agora pouco consenso sobre como e por quê.

 

 

 

Fonte: AFP / Uol

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O sorriso perfeito depende do formato do seu rosto 2014-05-19 Para um sorriso ser classificado como bom, deve-se observar não só se os dentes estão perfeitos, mas se a gengiva está no nível certo em relação aos lábios e se todos os elementos do rosto estão em harmonia entre si. Quem afirma isso é Joel Mauri dos Santos, dentista especializado em estética. Segundo ele, o formato do rosto e as características faciais de cada um podem fazer a diferença na hora de conseguir um sorriso deslumbrante.

 

Um estudo feito pelo departamento de psicologia da Manchester Metropolitan University, o sucesso de um sorriso cativante começa com a soma da capacidade de “sorrir com os olhos”, maças do rosto destacada, e um queixo fino. Com esses três itens você faz com que a área ocupada pelo sorriso fique ainda maior aumentando o encantamento de uma pessoa.

 

Além disso, é possível determinar algumas características que podem deixar o sorriso visualmente mais “correto”. Rostos quadrados, por exemplo, pedem dentes mais alinhados e retos que acompanhem o formato do queixo. Já em rostos com o perfil mais arredondado, o sorriso fica melhor se acompanhar a forma arredondada da cabeça. “O importante é que quando alguém abra um sorriso os dentes acompanhem o lábio inferior e a gengiva fique paralela ao lábio superior”, afirma Joel.

 

Ainda segundo o estudo, existem outros fatores que ajudam o sorriso a ficar ainda mais interessante. Por exemplo, é importante que a cor branca dos dentes seja compatível com o branco dos olhos da pessoa. Os lábios precisam ser arqueados e rosados e fazer um arco que atraia a atenção de quem olha.

 

Porém, para Joel, ter um sorriso encantador tem a ver mesmo com a naturalidade do momento. “No sentido estético, quando a pessoa sorri com vontade, com alegria, com emoção, a própria estética do sorriso muda, chamando atenção não mais para imperfeições, quando elas existem, mas sim para a alegria do sorriso”.

 

Fonte: Terra

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Câncer: mulheres morrem mais de câncer de pulmão do que mama 2014-05-16 Segundo pesquisa feita pela American Lung Association (ALA) e publicada pelo site Health.com, as mulheres americanas ainda enxergam o câncer de mama como mais ameaçador do que o de pulmão, apesar do fato deste último matar mais do que qualquer outro tipo da doença a cada ano.

 

 

 

O levantamento, realizado com mais de 1 mil mulheres adultas, mostrou também que muitas desconhecem o risco deste tumor para as não-fumantes, e algumas também não sabem o quanto ele é mortal.

 

 

 

O número de pessoas que sobrevive ao câncer de mama pode fazer com que a atenção para os outros tipos da doença diminua. “Mais da metade das mulheres diagnosticadas com câncer de pulmão morre todo ano. Não há sobreviventes contando suas experiências”, observa Alana Burns, vice-presidente da ALA’s Signature Cause Campaign,

 

 

 

Nos Estados Unidos, o câncer de mama é o tipo mais comum entre as mulheres, seguido pelo de pulmão, que é o que mais mata. Segundo o US Centers for Disease Control and Prevention, o tumor no pulmão mata cerca de 38 a cada 100 mil mulheres a cada ano. A taxa de morte para o câncer de mama é de 22 a cada 100 mil. As respondentes da pesquisa tinham que escolher qual tipo mais matava as mulheres e 51% delas optaram pelo câncer de mama, enquanto apenas 22% escolheram o de pulmão. Os especialistas envolvidos na pesquisa também observam que os médicos, de um modo geral, não alertam sobre os riscos para mulheres que não fumam.

 

 

 

Fonte: TERRA

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Ansiedade extrema leva muitas mulheres ao hospital 2014-05-15 Segundo números da Assistência Social do Centro de Informação de Saúde (UK) mulheres com mais de 50 anos e com ansiedade crônica representam mais de um terço de todas as admissões hospitalares, geralmente após um grave ataque de pânico.

 

A ansiedade é uma condição mental caracterizada por uma incapacidade de parar de se preocupar com o futuro, na medida em que a vida do dia-a-dia é afetada. Ela também pode causar graves sintomas físicos, como insônia, tontura, palpitações, pressão alta e ataques de pânico.

 

As causas podem ser difíceis de definir, pois a ansiedade pode surgir de repente, mas também pode ser desencadeada por problemas financeiros e alterações hormonais, até mesmo com a chegada da menopausa. É comum que as pessoas se preocupem com algo de tempos em tempos, mas o tipo de ansiedade debilitante que pode levar à hospitalização é mais grave. Acredita-se que 3 milhões de pessoas no Reino Unido são afetadas por esse tipo de ansiedade grave, de alguma forma.

 

Nigel Campbell, especialista em doenças mentais, disse que “a ansiedade é uma resposta natural a determinados estímulos. Um exame, falar em público ou dificuldades financeiras são exemplos. A aposentadoria é um gatilho comum para a ansiedade - combinando preocupações financeiras, a mudança de status e o afastamento da rotina diária. A ansiedade toma conta do corpo com adrenalina e estimula respostas de luta ou fuga”, descreveu. Especialistas dizem que a alteração dos níveis de estrogênio desempenham um papel importante na gestão das atividades químicas do cérebro.

 

Fonte: Daily Mail / TERRA

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Alerta para surto de dengue no Nordeste durante a Copa 2014-05-14 Mesmo com a queda dos números de casos de dengue este ano no Brasil, especialistas alertam para o risco mais elevado de uma epidemia da doença no Nordeste durante a Copa do Mundo.

 

O período em que o mosquito transmissor fica mais ativo acaba em maio na maior parte do país, quando em geral chove menos. Mas como o clima é diferente no Nordeste, mais chuvoso em junho e julho, o surto pode coincidir com o Mundial. Para especialistas, as cidades com mais risco são Natal, Fortaleza e Salvador.

 

Em dezembro, quando o pesquisador britânico especialista em dengue Simon Hay havia alertado para o risco maior da doença no Nordeste durante o Mundial, o Ministério da Saúde minimizou o problema. O órgão disse que "em junho e julho, meses em que serão realizados os jogos da Copa do Mundo 2014, as taxas de incidência da doença mostram baixa transmissão na região Nordeste, não havendo evidências de que, durante a realização dos jogos, possam ocorrer epidemias de dengue nas cidades-sede".

 

Segundo dados do Ministério da Saúde, o Brasil registrou 322.230 casos de dengue neste ano, até 19 de abril. O número é bem menor do que os 1,1 milhão de casos registrados no mesmo período de 2013.

 

No Estado de São Paulo, também houve queda na incidência da doença (117 mil casos neste ano ante 170,5 mil em 2013), mas os casos graves aumentaram 184,68% - de 359 entre 1º de janeiro e 19 de abril de 2013 para 1.022 em 2014.

 

Os casos da doença têm se concentrado em algumas cidades paulistas e municípios como Campinas e Jaú apresentam epidemia da doença.

 

Fonte: Uol / BBC

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Sedentarismo e tabagismo representam os maiores riscos para o coração 2014-05-12 Segundo uma pesquisa feita por cientistas da Universidade de Queensland, na Austrália, a falta de exercício é o maior fator de risco para o aparecimento de doenças cardíacas em mulheres acima de 30 anos. O estudo foi feito com mais de 30 mil mulheres do país nascidas nas décadas de 20, 40 e 70 e foi constatado que o tabagismo teve o maior impacto sobre o risco de doenças cardíacas em mulheres abaixo de 30 anos.

 

No entanto, à medida em que elas ficavam mais velhas e abandonavam o cigarro, a falta de atividade física passou a ter influência dominante sobre o aparecimento de problemas ligados ao coração. A pesquisa foi publicada na revista científica British Journal of Sports Medicine.

 

Segundo os cientistas, as autoridades de saúde devem continuar encorajando as pessoas a deixarem de fumar, porém deveriam também se concentrar em promover a prática da atividade física.

 

"Precisamos de um maior empenho das autoridades no sentido de manter as mulheres de meia-idade ativas para que elas possam chegar à velhice mais saudáveis e praticando exercícios físicos", disse à BBC Wendy Brown, professora do centro para a pesquisa sobre o exercício, atividade física e saúde da Universidade de Queensland.

 

Brown sugere às mulheres fazer exercícios diários de pelo menos 30 minutos para reduzir os riscos de problemas cardíacos.

 

"Garanto que qualquer mulher que faça pelo menos 30 minutos de exercício físico por dia vai sentir grandes melhorias em sua saúde", diz Brown. "Só a prática de atividade física reduz em 50% o risco de doenças cardíacas", acrescenta ela.

 

Os pesquisadores afirmam ainda que se todos as mulheres acima de 30 anos na Austrália seguissem as diretrizes recomendadas de exercício físico, cerca de 3 mil vidas poderiam ser salvas por ano no país.

 

Já no Brasil, dados recentes do Ministério da Saúde apontam um aumento no número de brasileiros que incorporam os exercícios físicos à rotina.

 

Entre 2009 e 2013, segundo a pesquisa Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), cresceu de 30,3% para 33,8% a proporção de pessoas que realizam atividade física no período de lazer.

 

Os homens são os mais ativos: 41,2% praticam exercícios no tempo livre, enquanto que, em 2009, o índice era de 39,7%. Entretanto, o aumento da prática de exercícios entre as mulheres foi maior, passando de 22,2% para 27,4% no mesmo período. Ainda assim, mais da metade da população - 50,8% - está acima do peso ideal - destes, 17,5% são considerados obesos.

 

A pesquisa Vigitel ouviu cerca de 23 mil brasileiros maiores de 18 anos que vivem nas 26 capitais do país e no Distrito Federal.

 

Fonte: Portal Terra

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Sabia que a dor nas costas pode ser ocasionada pelo tabagismo? 2014-05-08 Que o cigarro prejudica o sistema respiratório e tem efeitos negativos no coração, todo mundo sabe, no entanto, pouco se fala sobre a relação desse hábito com a dor nas costas. Estudos têm demonstrado que o tabagismo pode aumentar as dores musculares e articulares. Além disso, quando associado ao processo de envelhecimento, aumenta as chances de doenças articulares, com o aparecimento, principalmente, das artrites, artrites reumatóides ou osteoartrites.

 

As pesquisas também estão apresentando uma estreita ligação entre o tabagismo e o aumento da dor lombar, doenças do disco intervertebral e complicações pós-operatórias após cirurgias de coluna.

 

Os dados apontam que os indivíduos que pararam de fumar tendem a diminuir o desconforto da dor nas costas. Além da diminuição da dor dos ex-fumantes, os tratamentos para reabilitar as lesões são mais efetivos.

 

Mesmo com muitos anos de tabagismo, parar de fumar já é um importante passo para a prevenção de dores na costas. E a grande culpada disso tudo é a nicotina, que, além de causar dependência, tem efeito vasoconstritor na microcirculação sanguínea. Isto é, diminui o diâmetro dos pequenos vasos, dificultando o aporte sanguíneo de oxigênio e nutrientes que as células recebem, o que interfere no funcionamento ideal de músculos e ossos.

 

Em se tratando de dor nas costas, a prevenção é a melhor solução. Não basta apenas controlar o tabagismo, mas, também, o peso e manter uma prática regular de exercícios físicos.

 

Com a musculatura fortalecida e flexível, e o aporte sanguínea adequado, além de uma boa alimentação e hábitos saudáveis, a probabilidade de um indivíduo vir a ter dor nas costas cai significativamente.

 

O estresse e a má postura também são outros fatores causadores de dores nas costas. Então, é importante manter uma boa postura ao caminhar, sentar-se, dormir e durante o trabalho. Além disso, procurar atividades de lazer ou outros mecanismos de relaxamento podem ser grandes aliados no combate ao estresse.

 

Fonte: Minha Vida

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Mulher: comer peixe reduz em chances de depressão 2014-05-06 Incluir frutos do mar ao menos duas vezes por semana no cardápio reduz em 25% o risco das mulheres desenvolverem depressão. Essa é a informação do jornal Daily Mail, segundo dados de um estudo realizado na Austrália

 

A pesquisa foi conduzida pelo Menzies Research Institute da Tasmania e segundo ela, as altas doses de ômega 3 encontradas nos frutos do mar combinadas com os hormônios femininos, como estrogênio e progesterona, mantêm as funções cerebrais funcionando de forma melhor.

 

Foram observados mais de 1.400 homens e mulheres com idades entre 26 e 36 ao longo de cinco anos. Além do cardápio repleto de peixes, camarões e mexilhões, a atividade cerebral também era medida assim como consumo de tabaco e álcool, peso, altura, sedentarismo, educação e situação profissional.

 

O responsável pelo estudo explicou que para as mulheres, cada vez que um tipo de peixe era consumido durante a semana, as chances de depressão caíam cerca de 6%. E completou: "nos homens não foi observada esta ligação entre consumo de frutos do mar e redução do risco de depressão".

 

Richard Marsh, diretor do Insitute of Food, Brain and Behaviour, comentou que estudos anteriores já haviam determinado que óleo de peixe, rico em ômega 3, influenciava no humor. "O estudo mostra que o corpo humano como um todo, inclusive o cérebro, precisa da nutrição necessária para funcionar adequadamente e que certas deficiências podem causar problemas, como a depressão", finaliza.

 

Fonte: Daily Mail

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Altos níveis de vitamina D contribuem para a saúde de pacientes com câncer 2014-05-02 Segundo uma nova pesquisa divulgada recentemente, a vitamina D vinda da luz do sol pode aumentar as chances de sobrevivência dos pacientes com câncer, especialmente de mama, intestino e linfoma, sugere uma nova pesquisa. O nutriente que é fabricado pelo próprio corpo sob a pele em reação à luz do sol, é também encontrado em peixes como salmão e sardinha, além de ovos, cereais matinais e leite em pó.

 

Realizado pelo Institute for Nutritional Sciences, o novo estudo descobriu que pacientes com câncer que têm níveis mais elevados da vitamina D quando são diagnosticados tendem a sobreviver e permanecer em remissão por mais tempo do que os que são deficientes do nutriente. A vitamina D ajuda o organismo a absorver o cálcio e o fósforo necessários para a saúde dos ossos e afeta uma grande variedade de processos biológicos pela ligação a uma proteína receptora de vitamina D. Esta proteína está presente em praticamente todas as células do corpo.

 

Segundo Hui Wang, um dos pesquisadores, ao revisar os estudos que examinaram os níveis de vitamina D em 17.332 pacientes com câncer, descobriram que o nutriente está associado a melhores resultados em vários tipos de câncer. A conclusão sugeriu que a vitamina D pode influenciar no prognóstico das pessoas com câncer de mama, colorretal e linfoma.

 

A equipe analisou 25 estudos que mediam os níveis de vitamina D em pacientes com câncer no momento do diagnóstico e rastreou a taxa de sobrevivência. Os resultados mostraram que a maior quantidade do nutriente esteve associada a um aumento de 4% na sobrevivência entre pessoas com câncer. “Considerando que a deficiência em vitamina D é uma questão mundial, é importante ter certeza de que todos apresentam níveis suficientes do nutriente”, concluiu Wang.

 

Fonte: Daily Mail / TERRA

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Diabetes, obesidade e flacidez podem ser combatidos com uma dieta rica em amêndoas 2014-04-30 Os dados de seis estudos apresentados pela Sociedade Americana de Nutrição chegaram a conclusão de que comer amêndoas pode ajudar a prevenir doenças, pois elas são ricas em nutrientes, além de saciarem o apetite, combaterem a flacidez e manterem o coração saudável.

 

Para pessoas com risco de diabetes, as amêndoas ajudam a controlar os níveis de glicose no sangue. As amêndoas são repletas de minerais, entre eles o manganês, que ajuda a fortalecer os ossos; e o magnésio, que é essencial para a função muscular e nervosa, além da regulação da pressão arterial. Como benefício para a pele, o conjunto de flavonoides age como antioxidantes e melhora o efeito da vitamina E.

 

Um dos estudos, feito pela Louisiana State University, analisou 24.808 adultos com idade superior a 19 anos e mostrou que aqueles que comiam amêndoas ingeriam mais nutrientes e tinham melhor estado fisiológico em comparação com os demais voluntários. Em outro, realizado pela Universidade Purdue, foi descoberto que as amêndoas podem frear o apetite e regular as concentrações de glicose no sangue.

 

Resultados de outro estudo sugerem, preliminarmente, que as porções de amêndoas podem ajudar a diminuir a gordura abdominal, assim como evitar diabetes, pressão alta e obesidade.

 

Fonte: Daily Mail / Terra

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Campanha de vacinação contra a gripe acontece em todo o Brasil 2014-04-23 O Ministério da Saúde realiza a 16ª Campanha Nacional de Vacinação Contra a Gripe. A campanha está sendo realizada em parceria com as secretarias estaduais e municipais, no período de 22 de abril a 9 de maio, em todos os estados brasileiros. Segundo o Ministério da Saúde, o objetivo da vacina é proteger pessoas mais vulneráveis, como idosos, crianças de seis meses a cinco anos, trabalhadores da saúde e gestantes - o equivalente a 49 milhões de pessoas no Brasil. A meta é vacinar 80% desse grupo.

 

Por mais que não seja considerada uma doença grave, a gripe pode levar à morte, sobretudo quando aparece associada a outras complicações mais graves, como traqueobronquite ou pneumonia. A solução prática e simples para combater esse male é a vacina. No entanto, apesar de eficiente, essa solução ainda gera muitas dúvidas e preconceitos entre a população, principalmente sobre sua eficácia e riscos. Quem não deve tomar a vacina e quais complicações ela pode trazer são alguns exemplos dessas questões.

 

 

 

A vacina da gripe é opcional e está disponível na rede privada e na rede pública para gestantes, pessoas com 60 anos ou mais, mulheres até 45 dias após o parto, indígenas, crianças de seis meses e menores de dois anos, profissionais de saúde, além dos doentes crônicos e pessoas privadas de liberdade.

 

 

 

No Brasil, utilizam-se apenas as vacinas de vírus fracionados (split) ou de subunidades. Qualquer um desses dois tipos pode ser utilizado em todas as idades. Na composição das vacinas entram antibióticos, tais como a neomicina e a polimixina, e o timerosal como conservante. As vacinas contra influenza têm sido fornecidas em seringas já preparadas com 0,25ml e 0,5ml, bem como em frascos multidoses.

 

 

 

 

 

Efeitos adversos

 

Qualquer hipersensibilidade aos componentes de uma vacina - como as proteínas do ovo - a torna contraindicada, além da reação anafilática após tomar uma das doses. Doenças febris agudas também contraindicam a aplicação imediata da vacina.

 

Dor local, de pequena intensidade, com duração de até dois dias. Febre, mal estar e mialgias, mais frequentes em pessoas que não tiveram exposição anterior aos antígenos da vacina (por exemplo, crianças). Começam seis a 12 horas após a vacinação e podem persistir durante um ou dois dias.

 

As vacinas constituídas por vírus fracionados ou por subunidades causam menos reação do que as de vírus inteiros. Reações anafiláticas são raras, geralmente em consequência da proteína residual do ovo.

 

 

 

Fonte: Minha Vida

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Estudo diz que o riso colabora para manter a memória 2014-04-22 Pesquisadores americanos afirmaram recentemente que uma boa gargalhada pode ser a melhor forma de melhorar a sua memória. Num estudo promovido pela Loma Linda University, foi pedido que 20 adultos saudáveis assistissem a um vídeo divertido, durante 20 minutos. Ao mesmo tempo, um outro grupo se manteve sentado calmamente, sem assistir nenhum filme.

 

Depois disso, todos os participantes fizeram um teste de memória e também tiveram amostras da saliva colhidas para que os especialistas pudessem medir os níveis de cortisol, o hormônio do estresse. Os resultados mostraram que as pessoas que assistiram ao vídeo engraçado tiveram uma melhor performance no teste de memória de curto prazo, além de apresentarem índice mais baixo de cortisol.

 

Tudo isso porque o ato de gargalhar reduz os níveis de estresse, que, por sua vez, pode afetar de forma negativa a memória. O estudo reforça que as pessoas menos estressadas tendem a ter uma memória melhor. Isso porque rir aumenta o nível de endorfina no corpo, e envia dopamina ao cérebro, melhorando as sensações de felicidade e recompensa. Isso altera a atividade das ondas cerebrais, resultando em melhora da memória.

 

Vamos rir muito então?

 

Fonte: TERRA / Daily Mail

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Estudo afirma que peso da mãe na gestação influi na saúde do bebê 2014-04-17 Um estudo americano, publicado no American Journal of Obstetrics and Gynecology concluiu que mulheres de peso normal que engordam demais na gestação, aumentam em 80% a chance dos filhos serem obesos

 

Mais de 4 mil mulheres grávidas e seus filhos foram observados. Deste total, 20,4% de meninos e meninas nascidos de mães que engordaram mais do que o aconselhável eram considerados acima do peso para crianças entre 2 e 5 anos, comparado com 19,5% dos bebês de mulheres que ganhavam menos peso e apenas 14,5% dos filhos daquelas que ficavam na média sugerida.

 

No entanto, os dados mais revelantes são de como as mulheres de peso normal se comportam na gravidez: aquelas que engordam demais têm 80% mais chance de ter um filho obeso do que aquelas que comem o recomendado. Já as futuras mães que comem menos do que deveriam e não ganham peso suficiente aumentam para 63% o risco de seus filhos serem crianças obesas, ou seja, aquelas mulheres que comem demais ou de menos durante a gravidez têm iguais chances de terem filhos obesos, principalmente as futuras mães que têm peso normal quando engravidam.

 

Estes resultados mostram que os genes não são totalmente responsáveis pelo histórico de peso, mas que as condições no útero influenciam o metabolismo para os primeiros anos de vida da criança. Entre as consequências que os filhos enfrentam é a de conseguir ou não controlar o apetite, caso das crianças de mães de peso normal que engordam muito pouco, ou nascem com maior propensão de armazenar gordura, situação observada nos filhos de mulheres que descontrolam o peso na gravidez.

 

"O ganho de peso na gravidez afeta permanentemente os mecanismos que controlam o gasto de energia, o metabolismo, o apetite e o estoque de gordura. Isto tem efeitos potentes de longa duração no crescimento e peso das crianças", explica Dra. Monique Heddrson, especialista do Kaiser Permanante Division of Research in Oakland California.

 

Fonte: Terra

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Nutrientes podem ser encontrados em alimentos descartados 2014-04-16 Você pode nem estar acostumado, mas é possível aproveitar nutrientes na cozinha em partes de alimentos que se costuma jogar no lixo. Esses alimentos aproveitados podem ser usados para tornar outros pratos mais saudáveis.

 

Ao cozinhar batatas com casca, por exemplo, não descarte a água. O líquido pode ser usado para cozinhar arroz ou massas, preparar caldos e sopas ou o próprio purê de batatas, misturado com leite em pó, pois ele retém carboidratos, vitaminas B6 e C, potássio, cobre, magnésio e ácido fólico. O ideal é usar esta água no mesmo dia, para aproveitar melhor os nutrientes.

 

Sabe as sementes de tomate que costumam ir diretamente para o lixo? Elas podem muito bem entrar no molho, se ele for consumido logo, evitando assim que o amargor seja notado. As vantagens dela é que contêm vitamina C.

 

Outra dica super saudável é usar a carcaça de frango para fazer caldos. Quem gosta de praticar a habilidade de desossar a ave pode aproveitar a proteína da carcaça para preparar um caldo nutritivo. Esse caldo inclusive, pode ser usado para fazer risoto, polenta, capelletti in brodo, cozinhar legumes ou até servir de base para sopas. Lembre-se apenas que ele agrega sabor de frango ao novo prato.

 

Até as alfaces murchas têm salvação na cozinha. Se não estiverem frescas e bonitas para uma salada, as folhas podem virar um pesto, ao serem batidas com azeite, alho, castanha, queijo ralado e sal. O aproveitamento compensa. A alface é rica em vitaminas A e K, ferro, fósforo, potássio, manganês, carotenoides e fibras.

 

Pra finalizar, a dica é utilizar a barriga de peixes como salmão, pescada, linguado e robalo, que também tem o seu valor nutritivo: ômega 3, que contribui para a produção do chamado colesterol bom (HDL). Geralmente destinada à lata do lixo, a barriga destes pescados rende um patê saboroso e de nome francês – rillette --, que pode ser usado em torradas e brusquetas. É um patê fácil de fazer, com creme de leite e as especiarias que você tiver em casa. Basta dar uma buscada na internet e usar sua criatividade nas receitas.

 

 

Fonte: UOL

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A dieta do suco verde e suas características 2014-04-14 Uma das novidades entre os adeptos de dietas, o suco verde caiu tanto na boca do povo quanto no copo de alguns famosos. São várias receitas que circulam por aí e muitas delas acaba substituindo refeições . Tecnicamente não existe uma 'dieta do suco verde', apenas a adoção dessa bebida para a alimentação", explica a nutricionista funcional e clínica Roseli Rossiem matéria do site Minha Vida.

 

Mas sair por aí trocando o almoço ou jantar pelo suco e mexer como bem quiser no próprio cardápio pode trazer prejuízo à saúde. "Em longo prazo, ao fazer a dieta sem acompanhamento, a tendência é caminhar para uma perda balanço nutricional", pondera Roberto Navarro, nutrólogo e membro da Associação Brasileira de Nutrologia (ABRAN).

 

O suco verde tem entre seus ingredientes básicos couve, aipo, pepino e espinafre, e é sempre adicionado de uma fruta. Ele pode levar também algum grão funcional e o líquido usado para sua diluição também é variado, como chás, sucos, água ou água de coco. Os maiores trunfos da bebida para ajudar no emagrecimento são o seu efeito desintoxicante, a união entre consumo de fibras e hidratação e o coquetel de nutrientes proporcionado pelo mix de frutas e vegetais das receitas, sendo possível perder peso de forma gradual e segura com o suco verde, aliando a bebida à uma dieta equilibrada.

 

Fonte: MINHA VIDA

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Maioria dos casos de diabetes poderia ser evitado com hábitos saudáveis 2014-04-11 O 5º Congresso Internacional de Atividade Física e Saúde Pública, que está acontecendo no Rio de Janeiro e se prolongará até sexta-feira (11/04) trouxe um dado que assusta: nove de cada dez casos de diabetes poderiam ser evitado com um estilo de vida saudável.

 

A informação foi dada pelo pesquisador e professor de Medicina Interna e Esportiva da Universidade de Los Andes da Colômbia, John Duperly.

 

Duperly falou na conferência intitulada "Balanço Energético, Fluxo de Energia e Regulação do Consumo de Calorias" e avaliou a necessidade da existência de um equilíbrio entre as calorias que são ingeridas e as que são consumidas já que, "se temos muita energia em nossas células, bloqueamos algumas funções", comentou.

 

Por sua parte, o pesquisador americano e professor da Universidade da Carolina do Sul, Robin Shook, fez um recorrido histórico do balanço energético e observou alguns dos estudos realizados desde o século XVIII assim como os fatos históricos como as crises de fome do século XX e a Segunda Guerra Mundial.

 

"Estamos sobre os ombros de gigantes", comentou em referência a que as novas pesquisas se fundamentam sobre as pesquisas feitas até agora.

 

Shook comentou que o consumo de alimentos se complementa com o gasto energético e aquele que não é consumido se transforma em energia acumulada. O cientista americano repassou alguns dos estudos feitos durante a Segunda Guerra Mundial, quando pesquisadores observaram o gasto energético em soldados para entender os efeitos e aplicá-los no conflito bélico. Além disso, comentou que desde os primeiros dados obtidos pelos pesquisadores observaram que o ser humano já era "predominantemente sedentário", o que tem uma notável influência no balanço energético.

 

A palestra foi concluída pela diretora do Centro para a Pesquisa do Exercício, Atividade Física e a Saúde da Austrália Wendy Brown, que falou aos presentes sobre sua experiência profissional com a qual procura promover uma mudança no balanço energético em comunidades particularmente afetadas por um equilíbrio delicado.

 

Neste sentido disse que "não se pode mudar o balanço energético concentrando-se em apenas um campo, mas é necessário uma aproximação global dos problemas.

 

Brown destacou ainda que para avaliar o gasto energético de uma pessoa é necessário considerar toda a atividade física realizada e ressaltou que tanto aconselhar de maneira tradicional como através das novas tecnologias são formas adequadas de se aproximar do público potencial.

 

TERRA

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Diabéticos sofrem mais com mau hálito e doença periodontal 2014-04-10 O Brasil possui 13.4 milhões de pessoas portadoras de diabetes, ocupando a quarta posição entre os países com maior prevalência da doença. Isso corresponde a aproximadamente 6.5% da população entre 20 e 79 anos de idade.

 

As causas desse aumento estão associadas ao sedentarismo e obesidade para o diabetes tipo 2. No entanto, o diabetes tipo 1 (de origem genética) também vem aumentando, não se sabe o porquê.

 

O diagnóstico precoce e o tratamento adequado do diabetes evitam muitas das consequências danosas à saúde, mas é preocupante o número de pessoas portadoras de diabetes que não sabem dessa condição. Ela é considerada uma doença silenciosa, pois muitas pessoas não apresentam sintomas ou não dão importância a sinais como: visão turva, sonolência, dores, câimbras, formigamentos e dormências dos membros inferiores, debilidade orgânica, indisposição para o trabalho, desânimo, cansaço físico e mental, disfunção erétil e hálito cetônico.

 

O hálito cetônico (semelhante ao cheiro de maçã velha) é característico no diabético e a doença periodontal costuma estar presente. Esses sinais podem aparecer antes de outros sintomas, por isso, uma consulta de rotina e uma boa anamnese podem levar o dentista a encaminhar o paciente ao médico e assim chegar ao diagnóstico precoce da diabetes.

 

O tratamento da doença periodontal é extremamente importante porque, como qualquer infecção, é um fator que eleva o nível de glicose no sangue e dificulta o controle da glicemia.

 

Fique atento ao menor sintoma da doença periodontal, que é o sangramento da gengiva (no momento da escovação, com o fio dental ou até espontaneamente). No paciente diabético, a doença periodontal é mais severa por causa da dificuldade de cicatrização (ocorrem alterações nos pequenos vasos sanguíneos) e pela facilidade em contrair infecções (a imunidade diminui). Se o paciente for fumante e hipertenso, as consequências serão ainda maiores.

 

Halitose (mau hálito), xerostomia (boca seca),candidíase, aftas e cáries são outras manifestações bucais que podem acontecer no diabético não compensado, isto é, aquele que não consegue manter o nível de glicemia bem controlado.

 

Todo paciente com diabetes deve ter consciência da importância da sua saúde bucal e não se esquecer de fazer uma avaliação com o dentista no mínimo a cada seis meses.

 

 

 

Fonte: Minha vida / Eliana Avelãs - Odontologia

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O vídeo game de hoje é um perigo pros ossos de amanhã 2014-04-09 Segundo estudo publicado no Congresso Mundial sobre Osteoporose, Osteoartrose e Doenças Osteomusculares, adolescentes que passam horas e horas em frente à TV jogando videogame têm ossos mais fracos do que aqueles que apreciam atividades ao ar livre.

 

Isso quer dizer que futuramente eles poderão sofrer fraturas com mais facilidade ou ter osteoporose. As informações são do Daily Mail.

 

O estudo analisou 463 meninas e 484 meninos com idades entre 15 e 18 anos na Noruega. Foram avaliados o estilo de vida de cada participante e a densidade óssea. Não surpreendentemente, pesquisadores descobriram que os entrevistados do sexo masculino passavam mais tempo no computador que as meninas.

 

Os resultados foram diferentes para os dois grupos. Enquanto as meninas que passam quatro horas em frente ao computador têm maior densidade óssea que as que passam menos de 1,5 hora, os meninos apresentam resultados contrários.

 

Terra

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Consumo de melacia reduz pressão e risco de ataque cardíaco 2014-04-08 Além de saborosa, a melancia reduz a pressão arterial em pessoas com sobrepeso e também diminui o risco de um ataque cardíaco. A informação é de um estudo publicado no American Journal of Hypertension.

 

Por três meses, cientistas analisaram 13 homens e mulheres obesos, de meia-idade, que sofriam de pressão alta. As mãos dos participantes foram mergulhadas em água fria para testar as reações do organismo. Diariamente, metade dos participantes recebeu extratos de melancia - que corresponde a 4 g de citrulina e agina - e a outra metade recebeu um placebo.

 

O levantamento mostrou que comer melancia faz bem para a saúde e reduz o risco de problemas cardíacos durante o frio, já que a baixa temperatura gera condições de estresse para o corpo e faz com que o coração trabalhe mais. Os resultados mostram que a melancia reduz a pressão arterial e o estresse cardíaco, mesmo em condições de baixa temperatura.

 

“Isso significa menos sobrecarga para o coração, de modo que ele funcione facilmente durante uma situação de tensão, como a exposição ao frio”, detalhou o professor Arturo Figueroa, da Univerdade Estadual da Flórida.

 

Recentemente, pesquisadores da Universidade de São Paulo, mostraram que fazer hidroginástica em água quente pode reduzir a pressão arterial, mesmo em pessoas para as quais a medicação não funciona.

 

Fonte: Terra / Daily Mail

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O tempo curto não pode atrapalhar seu treino 2014-04-07 Não é nada fácil manter uma rotina de atividade física e treinos não é nada fácil, já que diariamente temos inúmeras atividades durante o dia que em algum momento pode atrapalhar e diminuir o tempo que havia sido planejado pra se exercitar. No geral, quem tem o tempo reduzido não pode deixar de trabalhar os principais grupos musculares que foi planejado no seu treinamento, mas é claro que levando em conta apenas as questões estéticas seria melhor as mulheres abrirem mão dos exercícios de membros superiores, assim como os homem abrirem mão daqueles de membros inferiores. Em nenhum dos casos se aconselha deixar de fazer exercícios para o core que envolve principalmente a musculatura abdominal, lombar e oblíquos. Mas calma, existem outras possibilidades pra quem está sem tempo. Algumas delas são:

· Diminuir o número de séries. Por exemplo: ao invés de 3 faz 2.

· Diminuir o número de repetições. Por exemplo: ao invés de 15 faz 12.

· Diminuir a quantidade de exercícios por músculo. Por exemplo: tinha 2 para o bíceps e você só faz 1.

· Realizar os exercícios de forma combinada. Por exemplo: faz um exercício para membros superiores e ao invés de descansar já vai fazendo outro que preferencialmente deve ser para membro inferiores ou para um músculo antagonista ao que foi trabalhado. Algo como alternando bíceps com cadeira extensora ou bíceps com tríceps.

Além disso, existe a possibilidade de abrir mão de algum músculo que já é trabalhado em outro exercício. Isto porque normalmente o trabalho muscular convencional tem uma divisão de exercícios por grupo muscular, mas muitos desses exercícios não trabalham apenas um músculo em específico. Um exemplo clássico é o supino que é um exercício prescrito para a musculatura peitoral, porém durante a sua execução utiliza também tríceps e a porção do deltoide anterior.

Seguindo essa linha de raciocínio, se você for ter que cortar algum exercício por problemas com tempo e na sua série tem, por exemplo, um supino e algum exercício para o tríceps certamente a melhor alternativa seria não realizar o tríceps. Como esse exemplo temos vários outros e existem exercícios com características mais funcionais que trabalham 3, 4, 5 ou até mais grupos musculares ao mesmo tempo.

Como cada caso tem suas particularidades é de extrema importância que o praticante converse com seu professor para este profissional faça os ajustes necessários nesses dias em que o tempo está corrido.

Fonte: MINHA VIDA / Givanildo Matias Educador Físico

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Gravidez após os 35 anos pode ter riscos? 2014-04-04 Mesmo com as evoluções do mundo e da medicina, o ciclo reprodutivo da mulher continua o mesmo, decaindo após os 35 anos mais ou menos. As células que geraram todos os óvulos já nascem com as mulheres e elas elas vão envelhecendo com o tempo, o que aumenta as chances de problemas. Além disso, com a idade avançada há alterações do metabolismo, sistema imunológico, e do preparo do organismo para uma gestação, podendo assim desenvolver complicações

Mas quem disse que você não pode ser mãe depois dessa idade? Ter qualidade de vida melhora muito as chances de uma gravidez tranquila e feliz, em qualquer período da vida. "Mulheres acima de 35 anos, que são saudáveis, praticam atividade física, mantêm alimentação equilibrada e fazem acompanhamento médico rigoroso conseguem amenizar alguns riscos", diferencia a ginecologista e obstetra Erica Mantelli.

Por outro lado, ter filhos após essa idade está se tornando cada vez mais comum. "Há 20 anos 5% das grávidas tinham idade superior a 35 anos, hoje esse número chega a 20% em grandes capitais", contextualiza o ginecologista e obstetra Sang Cha, professor livre-docente da Universidade de São Paulo e vice-presidente da Sociedade Brasileira de Ultrassonagrafia. E se esse é o seu caso, não precisa então se desesperar. Vá aao médico, avalie os principais riscos da sua gestação e veja como é possível evitá-los ou minimizá-los.

Fonte: MINHA VIDA

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Chances de morte precoce é maior em pessoas abaixo do peso. 2014-04-03 Segundo um novo estudo divulgado pelo site do jornal britânico Daily Mail, pessoas que estão abaixo do peso ideal correm mais risco de morte precoce do que indivíduos obesos.

 

O estudo foi feito por pesquisadores do St. Michael Hospital, em Toronto, que analisaram os dados de 51 estudos e descobriram que adultos excessivamente magros era quase duas vezes mais propensos a morrer prematuramente do que as pessoas em peso normal.

 

As complicações associadas ao baixo peso incluem doenças pulmonares, cardiovasculares - como insuficiência cardíaca - quedas e lesões devido a uma menor taxa de massa muscular, além de suicídios em decorrência de doenças mentais.

 

A obesidade, por sua vez, também coloca as pessoas em risco por conta das diabetes, doenças cardiovasculares, pressão alta e derrame.

 

O estudo categorizou as pessoas pelo Índice de Massa Corporal, que é utilizado como um indicador da gordura do corpo. Para homens e mulheres adultos, a variação de 18,5 a 24,9 é considerada saudável; 25,0 a 29,9 indica que o indivíduo está acima do peso e mais de 30 indica obesidade.

 

Na outra extremidade da escala, um IMC abaixo de 18,5 é considerado abaixo do peso, enquanto que a pontuação menor do que 16 é classificada como "magreza severa".

 

Joel Ray, autor do estudo, acredita que a maior ênfase está voltada à obesidade, e o peso abaixo da média tem sido ignorado. “Este é um problema importante de saúde pública”, disse.

 

 

FONTE: TERRA

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Risco de diabetes em adolescentes pode ser reduzido com práticas saudáveis 2014-04-02 A revista Pediatrics divulgou um estudo onde cientistas afirmam ter descobertos uma ligação entre a resistência física em adolescentes e redução do risco de diabetes, doença cardíaca ou AVC. Pesquisadores da University of Michigan Medical School examinaram o impacto da força muscular em meninos e meninas.

 

Eles avaliaram dados de mais de 1.400 crianças entre 10 e 12 anos de idade. A análise incluía porcentagem de gordura corporal, nível de glicose no sangue, pressão arterial e níveis de colesterol e triglicerídeos no sangue. Os dados provêm do Programa de Intervenção Cardiovascular da Saúde, que é um estudo feito com alunos do sétimo ano em 17 escolas de Michigan, coletados entre 2005 e 2008.

 

A aptidão cardiorrespiratória dos participantes foi medida. Esta é a forma como o corpo é capaz de transportar oxigênio para os músculos durante o exercício prolongado e como os músculos são capazes de absorver e utilizar.

 

Os resultados mostraram que os adolescentes com maiores índices de resistência e massa corporal tiveram riscos "significativamente" mais baixos de diabetes e doenças cardíacas. A equipe observa que as crianças mais fortes também tendem a ter um IMC inferior, menor percentual de gordura corporal e circunferência da cintura, além de níveis de aptidão mais altos.

 

Segundo os autores, este é o primeiro estudo a mostrar uma forte ligação entre a resistência física e os riscos de diabetes, doença cardíaca ou AVC em adolescentes. Dessa forma, dizem os cientistas, é importante que atividade física seja incentivada nessa idade e a alimentação seja equilibrada. O ideal seria a pessoa experimentar o maior número de atividades possível ainda na infância, de forma que se identificasse com uma em especial.

 

O incentivo dos pais pode fazer muita diferença para evitar que o sedentarismo vire um hábito para a vida toda, porém sempre respeitando os limites e preferências dos jovens.

 

Fonte: Minha Vida

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Cirurgia bariátrica na prevenção da diabetes 2014-04-01 Um estudo divulgado no dia 31 de março de 2014 apresentou dados que mostram que a cirurgia bariátrica, que consiste em restringir a absorção de alimentos, é de longe o método mais eficaz para controlar o diabetes tipo 2 em pessoas obesas ou com sobrepeso.

 

Cerca de 80% dos 23 milhões de norte-americanos com diabetes também têm sobrepeso ou são obesos, segundo os autores da pesquisa que acompanhou pacientes durante três anos. O estudo clínico foi o mais amplo e de maior duração já realizado, e foi apresentado durante a conferência anual do Colégio Norte-Americano de Cardiologia (ACC), em Washington.

 

Os 150 participantes, com idades entre 41 e 57 anos no momento do recrutamento, sofriam de diabetes adulta (tipo 2) não controlada. O grupo, 66% composto por mulheres, foi dividido aleatoriamente em três sub-categorias.

 

O primeiro foi submetido a um tratamento médico intenso, que combinava exercícios, dieta e medicação. O segundo recebeu tratamento anti-diabetes e foi submetido à cirurgia de de bypass gástrico, que reduz o estômago em 2% a 3% de seu volume original mediante a criação de uma derivação no trato digestivo para reduzir a absorção de nutrientes pelo intestino delgado.

 

Por último, o terceiro grupo - além do tratamento com medicamentos - sofreu uma gastrectomia, que consiste numa incisão no estômago para reduzir seu volume.

 

O objetivo do estudo, batizado "Stampede", era comparar a eficácia dos três enfoques para o controle do diabetes mantendo uma taxa de açúcar no sangue superior a 6% em média, durante três meses. Os participantes tinham uma taxa média de glicose de 9,2% antes de começar o estudo.

 

Três anos após as intervenções, somente 5% dos integrantes do primeiro grupo - tratado apenas com medicamentos - foram capazes de controlar o diabetes, contra 37,5% dos que se submeteram à cirurgia de bypass gástrico e 24,5% daqueles que fizeram a diminuição de estômago. "Vemos pessoas que tinham a vida devastada pelo diabetes, e três anos mais tarde este estudo mostrou que a cirurgia bariátrica é o tratamento mais eficaz, com maiores efeitos positivos duradouros para pessoas com obesidade de grau II e III", disse Sangeeta Kashyap, endocrinologista da Clínica Cleveland (Ohio, norte dos Estados Unidos), um dos principais autores da pesquisa. "Mais de 90% dos pacientes submetidos a uma das cirurgias bariátricas conseguiram perder 25% de seu peso e controlar o diabetes sem necessidade de recorrer à insulina ou a múltiplos anti-diabéticos", explicou.

 

Em comparação, os participantes do primeiro grupo, tratados apenas com uma terapia convencional, reduziram somente 4% de seu peso. O estudo mostra também que a cirurgia permite melhorar a qualidade de vida dos pacientes e diminuir a necessidade de tomar medicamentos para controle da pressão arterial e dos níveis de colesterol se comparados aos tratados com a terapia convencional.

 

Assim, os participantes submetidos a um procedimento bariátrico tomavam significativamente menos remédios cardiovasculares e contra o diabetes. O estado mental dos voluntários também apresentou uma notável melhora.

 

Os médicos ressaltam que, apesar dos grandes benefícios, a cirurgia bariátrica não está isenta de riscos, já que pode acarretar em complicações como sangramento, infecção e embolia.

 

Nenhuma complicação importante foi observada entre as 100 pessoas que foram submetidas a uma intervenção durante o estudo, segundo os autores da pesquisa. Após um ano, os problemas mais frequentes foram sangramentos e desidratação.

 

A obesidade, que afeta mais de um terço dos adultos nos Estados Unidos, é o principal fator desencadeador do diabetes tipo 2. As autoridades sanitárias falam de uma verdadeira epidemia, à qual deram o nome de "diabesidade".

 

Segundo a Associação Norte-Americana de Diabetes, caso a tendência atual continue, um em cada três adultos norte-americanos será diabético em 2050. O estudo também foi publicado na versão online da revista New England Journal of Medicine.

 

Fonte: Terra

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Pesquisa afirma que envio de SMS’s aumentam risco de morte 2014-03-31 De acordo com um estudo, conduzido pela United Chiropractic Association (UCA), enviar mensagens de texto e usar celulares por longos períodos pode diminuir a expectativa de vida. A explicação, segundo os especialistas da quiropraxia, estaria na postura adotada ao telefone ou tablet, que pode trazer problemas respiratórios e cardiovasculares, que aumentam o risco de morte com o passar dos anos.

 

O estudo ainda diz que a postura pode representar um risco tão grande à saúde quanto à obesidade. A pesquisa indica que, ao abaixar a cabeça e os ombros ao olhar para o celular ou tablet, fica mais difícil fazer uma respiração completa devido à contração muscular. A UCA ressalta que os danos são imperceptíveis a curto prazo, mas com o passar dos anos pode afetar seriamente a qualidade de vida.

 

De acordo com Estelle Zauner-Maughan, profissional envolvida na pesquisa, as pessoas devem estar mais atentas à postura para evitar os riscos à saúde. “A postura tem sido um fator negligenciado em nossa saúde, mas a pesquisa nos ajuda a aumentar a conscientização sobre isso”, afirma, acrescentando que o tema pode ser importante em termos de expectativa de vida.

 

Outra recomendação também diz respeito ao tempo que as pessoas gastam diante destes dispositivos – diminuir essa quantidade também pode ajudar a diminuir este quadro, informa a especialista.

 

Fonte: Terra

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Suicídio é terceira causa de morte entre jovens no Brasil 2014-03-28 Motivos como relacionamentos ou lares desfeitos, aumento do uso de drogas e dificuldades financeiras são alguns dos problemas que levam pessoas ao suicídio no Brasil. Essa é a terceira causa de morte entre jovens (atrás apenas de acidentes e violência), segundo a psiquiatra Alexandrina Meleiro, do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (Universidade de São Paulo).

 

Os transtornos psiquiátricos são o principal fator de risco para que alguém acabe com a própria vida. Segundo Meleiro, a depressão está em primeiro lugar (em 35% dos casos). Em segundo aparece a dependência de álcool e drogas e, em terceiro, a esquizofrenia. Por isso é muito importante combater o estigma que essas doenças possuem, ressalta a médica.

 

"Os homens se suicidam mais, mas as mulheres tentam mais o suicídio", comenta a psiquiatra em relação aos brasileiros. Mas ela diz que há exceções: na classe médica, por exemplo, são elas que mais se matam.

 

Entre os jovens, a taxa de suicídio multiplicou-se por dez de 1980 a 2000: de 0,4 para 4 a cada 100 mil pessoas no país. A tendência de aumento, aliás, é global. A psiquiatra diz que a gravidez indesejada na adolescência também é um fator de risco importante nessa faixa etária.

 

Mas qual a melhor forma dos pais prevenirem o suicídio de um filho? Segundo ela, o principal indício que deve ser valorizado é a mudança de comportamento. Irritação, desesperança, faltas no trabalho ou na escola também devem chamar atenção, assim como comentários de que a vida não vale a pena. Se alguém próximo se matou, o risco aumenta - se for o pai ou a mãe, a propensão é quatro vezes maior.

 

Fonte: UOL / Coluna Jairo Bouer

 

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Infertilidade nas mulheres pode ser causada por estresse 2014-03-27 Cientistas alertam para o risco de infertilidade nas mulheres estar aumentando por conta do excesso de estresse. Pesquisadores afirmam que aquelas que apresentam elevados níveis de estresse têm metade de chance de engravidar no período de um ano. Eles sugerem que métodos simples de relaxamento, como uma caminhada diária de 20 minutos, pode aumentar as chances de gravidez.

 

A relação entre os hormônios do estresse e a redução da probabilidade de gravidez foi estabelecida por cientistas em 2010, mas o último estudo é o primeiro a mostrar que tensões mentais e emocionais podem causar a infertilidade, que é clinicamente definida como a falta de sucesso em engravidar após 12 meses de tentativas.

 

Pesquisadores americanos rastrearam 501 casais por um ano e mediram os seus níveis de alfa-amilase, uma enzima na saliva que indica o estresse. Mulheres com altos níveis eram 29% menos propensas a engravidar do que as que tinham baixos níveis.

 

Depois de um ano de tentativas, elas tinham duas vezes menos probabilidade de engravidar, o que é suficiente para serem classificadas como inférteis. O time por trás do estudo, publicado no jornal Human Reproduction, testou mulheres entre 18 e 40 anos sem problemas de fertilidade conhecidos, e que haviam acabado de começar as tentativas. O progresso delas foi seguido por um ano.

O importante é que as mulheres não se sintam culpadas por não conseguir engravidar. “Nós sabemos que muitas coisas podem reduzir o estresse da mulher. Meditação e ioga podem ajudar, assim como simples exercícios díarios – de 20 a 30 minutos – são suficientes”, ressalta Courtney Denning-Johson Lynch, da Ohio State University.

 

Fonte: Portal Terra

 

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Fritura pode engordar o dobro pessoas propensas à obesidade 2014-03-26 Segundo uma pesquisa recente conduzida por especialistas da Universidade de Harvard nos EUA, pessoas com os genes que determinam a maior propensão à obesidade têm o dobro de chance de ganhar peso ao comer fritura.

 

As informações são do site inglês Daily Mail, que divulgou o estudo inédito, já que é a primeira vez que especialistas conseguem definir uma relação entre genética, tipos de alimentos e ganho de peso. Eles analisaram mais de 37 mil homens e mulheres norte-americanos que responderam questionários sobre os hábitos alimentares e foram compararam ao Índice de Massa Corporal (IMC).

 

Os especialistas concluíram que as pessoas que tinham maior predisposição genética à obesidade ganharam o dobro de peso ao comerem a mesma quantidade de fritura entre três e quatro vezes na semana do que os donos de genes menos propensos ao excesso de peso. "Pela primeira vez, os resultados mostram que indivíduos com grande predisposição genética à obesidade podem ser mais suscetíveis ao consumo exagerado de algum tipo de comida, como as frituras, por exemplo. Além disso, o consumo excessivo de gordura pode fazer também com que esta predisposição aumente ainda mais", explica Lu Qi, professor da Harvard School os Public Health, responsável pela pesquisa.

 

"O estudo prova que há uma interação grande entre genética e o ambiente em que vivemos para o aumento da obesidade", afirmam as professoras do Imperial College London, Alexandra Blakemore e Jessica Buxton.

 

TERRA

 

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Problemas de saúde podem ser influenciados por personalidade 2014-03-24 Segundo o estudo da Universidade de Duke, na Carolina do Norte (EUA), o comportamento pode influenciar em problemas de saúde mais sérios ao longo da vida e é tão importante quanto o histórico médico familiar. As informações são do Daily Mail.

 

O motivo é a interferência da personalidade nos cuidados que a pessoa têm com ela mesma. Os pesquisadores afirmaram que as mais conscientes são muito menos propensas a desenvolver problemas de saúde do que as que não são. A característica, de acordo com o estudo, é o mais importante traço da personalidade que pode impactar a saúde no futuro.

 

Professor da Universidade Duke, Salomon Israel, disse que, das pessoas “com menos consciência na juventude, 45% tiveram problemas de saúde a partir dos 38 anos, contra apenas 18% do grupo mais cuidadoso”. Para realizar o estudo, os cientistas analisaram dados de uma pesquisa de saúde e desenvolvimento da Nova Zelândia, envolvendo 1.037 pessoas nascidas entre abril de 1972 e março de 1973. Os participantes foram avaliados a cada dois anos, desde o nascimento, até completarem 38 anos.

 

Fonte: Terra

 

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Mulheres morrem mais por infarto em decorrência de erro de diagnóstico 2014-03-20 Segundo um estudo canadense, as mulheres têm maior probabilidade de não resistir a um infarto do miocárdio do que os homens, devido a erros de diagnóstico que atribuem os sintomas a crises de ansiedade.

 

Foram ouvidos 1.123 pacientes com idade entre 18 e 55 anos, hospitalizados em 24 estabelecimentos de saúde do país, mas também em um hospital americano e outro suíço, e os investigadores da Universidade McGill, de Montreal, tentaram compreender o que justificava a grande diferença na taxa de mortalidade entre homens e mulheres vítimas de enfarte.

 

Os pacientes, todos diagnosticados com síndrome coronária aguda, responderam às perguntas dos investigadores nas 24 horas após a internação.

 

As mulheres ouvidas tinham rendimentos menores do que os dos homens que participaram do estudo. Apresentavam também maiores riscos de diabetes e de hipertensão arterial, tinham um histórico familiar de doenças cardíacas e estavam ainda mais sujeitas à depressão e ansiedade.

 

Os pesquisadores, que tiveram as suas conclusões publicadas no Jornal da Associação Médica do Canadá, constataram que, em média, se recorre mais frequentemente a eletrocardiogramas e desfibriladores no tratamento dos homens do que no das mulheres.

 

A diferença de tratamento foi explicada pelo fato de que os pacientes que procuram as urgências por dores torácicas de origem não cardíaca são, em sua maioria, mulheres.

 

Da mesma forma, "a prevalência da síndrome coronária aguda é menor nas jovens mulheres do que nos homens mais novos", informou a pesquisadora principal do trabalho, Louise Pilote.

 

Fonte: UOL

 

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Estudo revela que 1 em cada 5 crianças consome vegetais diariamente 2014-03-18 Conduzido pela Vouchercloud.com, um novo estudo concluiu que apenas uma em cada cinco crianças consome vegetais todos os dias, e a maioria estaria substituindo alimentos saudáveis por comidas processadas.

 

A pesquisa, que contou com 1.912 pais de crianças com 10 anos ou menos e também descobriu que uma criança come, em média, apenas cinco diferentes tipos de refeições por semana no Reino Unido. Mais de 80% dos participantes da pesquisa admitiram que seus filhos são “muito exigentes” e quase 40% disseram que não consideram vegetais necessários em todas as refeições.

 

Ainda, mais de 61% consideraram a dieta das crianças limitada, enquanto apenas 23% disseram ter tentado ampliar as preferências dos filhos em relação à alimentação. “É surpreendente a pequena quantidade de refeições que a criança média consome no Reino Unido. Mas com tão poucos pais tentando aumentar as opções nas dietas dos filhos, entendemos o porquê”, disse Matthew Wood, da Vochercloud.com.

 

Estas descobertas alarmantes acontecem após a revelação de que um terço das crianças do ensino fundamental está com sobrepeso ou até mesmo obesas. No ano passado, foi descoberto também que adolescentes de apenas 14 anos estão se submetendo a cirurgias para perda de peso, sendo que 45 já fizeram a operação na Inglaterra, desde 2007.

 

Fonte: Daily Mail / TERRA

 

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O limão e alguns benefícios para a sua saúde 2014-03-17 Nutrientes poderosos e importantes fazem parte da composição do limão, fruta que se trata de um verdadeiro bálsamo para o organismo. Dentre tantas presenças marcantes, uma substância merece destaque: o ácido cítrico. A laranja e a mexerica também apresentam esse nutriente, mas o limão ocupa o topo do pódio, com o teor de 6% para cada 100 gramas. “Esse ácido tem função adstringente, que auxilia na dissolução de toxinas e na quebra das moléculas de gordura”, esclarece Alessandra Guerra, nutricionista (SC). Ao contrário do que sugere seu gosto amargo, o limão não aumenta a acidez presente no organismo. Pelo contrário: uma vez ingerido, o ácido cítrico age como alcalinizante, equilibrando o pH sanguíneo. O que você ganha com isso? Muito, pode acreditar. “A acidez do sangue prejudica as células e favorece a incidência de várias doenças. Um sangue mais alcalino, por sua vez, faz o corpo trabalhar de forma harmoniosa e ativa o metabolismo, facilitando a queima de calorias”, garante Pollyana Esteves, nutricionista (SP).

 

A vitamina C é outro componente importante da fruta, cujo potencial benéfico é bastante conhecido. Com seu consumo, a primeira a levar vantagem é a saúde: o nutriente reduz a suscetibilidade às infecções, inibe a oxidação do colesterol LDL, participa do processo de cicatrização e atua na produção das substâncias responsáveis pelo bem-estar. “Ela tem ação antioxidante, atuando no combate aos radicais livres, que podem desencadear doenças degenerativas e são os grandes vilões do envelhecimento precoce da pele e dos cabelos”, diz Alessandra Guerra. E já que o assunto da vez é a manutenção da beleza, aí vai mais uma informação interessante: com a faxina no organismo, melhora da digestão e redução do mau colesterol, a circulação também é beneficiada. E disso você já sabe: ela é uma aliada importante na prevenção de males que podem comprometer a aparência da pele, como a celulite e as varizes.

 

Fonte: Editora Escala

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O açaí e suas vantagens 2014-03-14 Muito consumida no verão, o açaí é uma ótima opção para aqueles que praticam atividades físicas. Com grande valor nutricional, o açaí se destacada pelos seus antioxidantes e apesar de seu alto valor calórico, pode ser usada para auxiliar na perda de peso.

 

“Estudos têm demonstrado benefícios para quem está obeso ou sobrepeso, se usado no momento e quantidades adequadas e também na versão sem açúcar ou xarope de guaraná que são os maiores causadores do ganho de peso, pois esses podem levar ao pico de insulina fazendo com que o corpo sintetize mais gordura”, explica Carina Amorim, nutricionista da Academia Contours.

 

Carina ainda destaca, que para não engordar, “vale lembrar que um ótimo momento para consumir o açaí é antes de praticar atividade física por possuir inúmeras vitaminas e minerais e garantir energia o suficiente durante o exercício. E, claro, não exagere na quantidade e porções, ou seja, consuma somente uma vez ao dia e não precisa ser todos os dias, faça o uso a cada 3 a 4 dias.

 

Para quem gosta de estar atento às calorias, Fernanda Caldeira, nutricionista-chefe da PronoKal, conta quantas tem: "O fruto açaí tem em média 60 kcal/100g, ou seja, baixo valor calórico. Entretanto, na região sudeste o açaí é consumido basicamente na forma de polpa com xarope de guaraná, o que eleva o valor calórico para 110 kcal/100g. Ao acrescentar outros ingredientes, o valor calórico aumenta ainda mais. É o famoso “açaí na tigela”.Uma tigela de 500g com banana, por exemplo, tem aproximadamente 700 kcal. Se houver acréscimo de castanha ou granola, o valor calórico pode chegar a quase mil calorias.Sendo assim, da forma que é consumido na região sudeste, é considerado um lanche com alto valor calórico. Logo, dependendo da quantidade consumida e das necessidades energéticas de cada indivíduo, seu consumo pode levar ao ganho de peso."

 

A nutricionista Kátia Carvalho da Silva, da Sapore, explica que para obter os benefícios que o açaí pode oferecer, sem extrapolar nas calorias, pode-se consumir entre 100g e 200g diárias. Porém, é preciso ter alguns cuidados antes de consumir a fruta. Katia alerta para estar atento à procedência, devido à contaminação por doença de chagas, caso não haja cuidados higiênicos sanitários na hora da colheita. Carina conta que os principais benefícios da fruta são:

 

- É uma das frutas que têm maior poder contra os radicais livres, com efeito significativo sobre o sistema de defesa antioxidante do fígado auxiliando até mesmo na eliminação de toxinas;

 

- Possui um elevado teor de antocianinas que também auxiliam na prevenção de câncer, doenças cardiovasculares, processos alérgicos, doenças neurodegenerativas e aumento da longevidade;

 

- Auxilia na prevenção e controle do Diabetes Mellitus tipo 2 e resistência à insulina, por ser rico em lipídios e fibras e pobre em carboidratos se comparado a outras frutas, o açaí possui baixos índice e carga glicêmica, ou seja, sua ingestão não causa picos de glicemia e insulinemia, associados a aumento de gordura corporal e do risco de doenças crônicas não transmissíveis como diabetes;

 

- Propriedades hipocolesterolêmicas, atuando na redução do colesterol total, não-HDL e melhora da relação LDL/HDL;

 

- É riquíssimo em diversos minerais como manganês importante para a saúde óssea, magnésio, essencial à geração e utilização de energia no corpo, cálcio, que age na contração muscular, transmissão do impulso nervoso e na formação dos ossos, e cromo necessário para uma boa atuação do hormônio insulina e ainda favorece a redução do desejo por doces;

 

- É rico em vitamina E, com ação antioxidante e antiinflamatória.

 

FONTE: Site Corpo a Corpo

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A Cafeína e seus benefícios para o treino 2014-03-12 Ela é considerada como um potente ergogênico nutricional, o suplemento age no organismo ajudando na mobilização de gorduras e consequentemente na utilização desta como fonte de energia, o que permite à atleta se exercitar mais. De acordo com Érica Zago, nutricionista da Probiótica Laboratórios (SP), a cafeína melhora o desempenho, diminui a fadiga e a percepção de esforço.

O indicado para ter os benefícios durante o treino é ingerir a substância aproximadamente uma hora antes do exercício. “Qualquer pessoa pode se beneficiar dos efeitos, poupando o glicogênio e prorrogando o cansaço. Porém, a dose ergogênica segura deve estar entre 3 mg e 6 mg/kg de peso corporal”, adverte. Doses elevadas (em torno de 1.000 mg) podem induzir a insônia, o nervosismo e a irritabilidade, podendo influenciar negativamente.

 

 

Fonte: Corpo a Corpo

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Medição da pressão dos dois braços podem ser melhor para identificar AVC 2014-03-11 Verificar a pressão arterial em ambos os braços pode ajudar a salvar vidas. Segundo pesquisa recente do Hospital Geral de Massachusetts, nos Estados Unidos, verificar a pressão arterial em ambos os braços pode ajudar a salvar vidas.

 

Os cientistas mediram a pressão arterial nos dois braços de quase 3, 4 mil pessoas, com 40 anos ou mais e sem sinal de problemas no coração. Constatou-se que a diferença média foi de cerca de cinco pontos na pressão arterial sistólica, que é a pressão do sangue nas artérias quando é bombeado para fora do coração. No entanto, 10% dos voluntários tinham uma diferença de 10 pontos ou mais. Ou seja, a diferença grande entre as leituras pode ser sinal precoce de doença cardíaca.

 

A equipe acompanhou os participantes por 13 anos e descobriu que, durante esse período, aqueles que tinham inicialmente uma diferença de pressão arterial sistólica de pelo menos 10 pontos entre os braços eram 38% mais propensos a ter um ataque cardíaco ou um acidente vascular cerebral.

 

Os médicos dizem que uma grande diferença sugere que as artérias do braço podem estar entupidas. Se as do braço estão obstruídas, é provável que as do coração e do cérebro também estejam parcialmente bloqueadas.

 

Ainda não está claro se uma intervenção precoce pode ajudar a prevenir ataques cardíacos e derrames em pacientes com diferenças grandes de pressão arterial entre os braços. No entanto, saber que tem maior risco pode fazer com que as pessoas se motivem a melhorar o estilo de vida para reduzir a pressão. Entre as apostas estão deixar de fumar, fazer exercícios, perder de peso, seguir uma dieta saudável, reduzir os níveis de estresse e diminuir consumo de álcool.

 

Fonte: Terra / Daily Mail

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Nos EUA, Alzheimer está fazendo muitas vítimas 2014-03-07 Segundo um estudo divulgado no último dia 05 de março, acredita-se queo Alzheimer pode estar deixando tantas vítimas quanto o câncer, ou as afecções cardíacas. Hoje, o Alzheimer é a sexta causa de morte nos Estados Unidos, segundo dados dos centros federais para o controle e a prevenção de doenças (CDCs, na sigla em inglês). Essa lista é liderada pelas doenças cardíacas, seguidas pelo câncer.

 

Os pesquisadores desse estudo acreditam, porém, que as mortes ligadas ao Alzheimer possam ser até seis vezes mais comuns do que se pensa.

 

"O Mal de Alzheimer e outras demências são registrados de maneira deficiente nos atestados de óbito e nos boletins médicos", disse o autor do estudo, Bryan James, do centro médico da Universidade Rush de Chicago.

 

"Os atestados de óbito registram, normalmente, a causa da morte imediata, como a pneumonia, mas sem levar a demência em conta como uma causa subjacente", frisou.

 

Nesse estudo, foram observadas mais de 2.500 pessoas com mais de 65 anos de idade, examinadas anualmente para determinar se apresentavam demência. Ao todo, 559 participantes desenvolveram Mal de Alzheimer durante a realização do estudo. O tempo médio entre o diagnóstico e a morte foi de quatro anos.

 

As pessoas com entre 75 e 84 anos diagnosticadas com Alzheimer eram quatro vezes mais propensas a falecer do que aquelas que não tinham a doença. Um terço de todas as mortes das pessoas de mais de 75 anos foi atribuído ao Alzheimer, de acordo com o estudo.

 

Ao fazer uma projeção sobre toda a população americana acima de 75 anos para 2010, James afirmou que esse número equivaleria a 503.400 mortes por Alzheimer. Esse total é seis vezes superior aos 83.494 casos relatados pelos CDCs, com base nos atestados de óbito.

 

"Determinar os efeitos reais da demência nesse país é chave para aumentar a consciência do público e identificar prioridades de pesquisa relacionada a essa epidemia", alertou James.

 

Fonte: Terra

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O ar-condicionado e como aproveitar o melhor dele 2014-03-06 Você sabia que quando utilizado em excesso, o ar-condicionado pode oferecer riscos à saúde, aumentando, inclusive, a incidência de casos de gripe? Isso acontece porque o inegável frescor proporcionado pelo aparelho tende a ressecar a mucosa do nariz (responsável por defender o organismo da entrada de bactérias no pulmão), permitindo assim que o vírus da doença tenha uma maior chance de se estabelecer no organismo.

 

Por essa razão, o uso do eletrodoméstico precisa ser acompanhado de algumas medidas preventivas simples, que ajudam a umidificar as vias respiratórias, como aplicar soro fisiológico no nariz ou gel nasal, ingerir de bastante água de forma fracionada e colocar, até mesmo, um balde de água no local enquanto os aparelhos estiverem ligados.

 

Além disso, manter o hábito de lavar as mãos e não levá-las aos olhos ou à boca, assim como o de ficar agasalhado em ambientes que tenham ar-condicionado também pode ajudar”, informa Marcelo Freire, médico e diretor executivo de assuntos científicos da Takeda Pharma.

 

A falta de limpeza nos aparelhos também é um fator que contribui bastante para a gripe. Sem a higienização necessária, os filtros acabam acumulando fungos, vírus e bactérias que se alastram no ar e invadem com facilidade as vias aéreas, sobretudo, em lugares que apresentam um elevado número de pessoas, como escritórios.

 

Para evitar a proliferação desses micro-organismos, é fundamental retirar a tela do equipamento uma vez por mês para limpá-la com água corrente e pedir a visita de um técnico pelo menos uma vez por ano para verificar se existe ou não a necessidade de uma limpeza mais profunda do eletrodoméstico, que deve ter a temperatura mantida entre 21ºC e 23ºC para evitar o famoso choque térmico.

 

 

Fonte: Terra

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Pesquisa sobre mamografia traz novidades sobre prevenção do câncer 2014-02-27 Após acompanharem 90 mil mulheres durante 25 anos, pesquisadores canadenses constataram que quem passou por mamografias regulares não experimentou menos mortes por câncer no seio ou de todas as causas, na comparação com quem não as realizou.

 

Apesar da notícia, ainda restava um fio de esperança. As mulheres que não fizeram mamografias regulares foram monitoradas com exames físicos dos seios que se mostraram eficazes. Todas as participantes foram ensinadas a examinar os próprios seios uma vez por mês, e enfermeiras que receberam treinamento especial examinaram mulheres acima dos 50 anos. Segundo os pesquisadores, essa abordagem de baixa tecnologia foi tão boa ou melhor do que mamografias regulares para localizar cânceres graves que precisavam de tratamento.

 

Os autores do estudo estão hesitantes em tirar qualquer conclusão sólida porque não haviam se programado a estudar os exames manuais dos seios em si. Contudo, conforme os dados chegavam, "eu comecei a sentir que o experimento demonstrava que o exame clínico do seio era eficiente e poderia substituir a mamografia, caso fosse bem realizado e acompanhado pelo ensino do autoexame da mama", afirmou Anthony B. Miller, da Universidade de Toronto, principal autor do estudo.

 

Trata-se de uma mensagem bem diferente do que as mulheres vêm ouvindo.

 

No estudo canadense de mulheres entre 40 e 59 anos, a mamografia identificou mais cânceres, mas o sobrediagnóstico levou a tratamentos desnecessários como a quimioterapia.

 

Organizações médicas como o Congresso Americano de Obstetrícia e Ginecologia recomendam exames clínicos regulares dos seios, realizados por médicos ou enfermeiros treinados, para mulheres a partir dos 20 anos. Porém, o autoexame vem perdendo espaço. A Sociedade Americana do Câncer oferece instruções e sugere que as mulheres perguntem aos médicos a seu respeito, mas a força-tarefa de Serviços Preventivos dos Estados Unidos deu, em 2009, a nota "D" para o autoexame, afirmando ser perda de tempo ensinar as mulheres a executá-lo.

 

Dados que apoiem o autoexame são "bastante nebulosos", comentou a médica Elizabeth Steiner, diretora do programa de Educação da Saúde dos Seios do Instituto Knight de Câncer, da Universidade de Ciências e Saúde do Oregon. Ainda assim, ela acredita existirem bons motivos para incentivar as mulheres a fazer o autoexame.

 

"Quem vai conhecer melhor seus seios: seu médico, que a examina uma vez por ano, ou você, que o faz todo mês?", indagou ela.

 

Não há muitos estudos em relação a exames clínicos dos seios, mas Steiner acredita que "mais profissionais de saúde necessitam ser treinados a realizar exames clínicos dos seios de alta qualidade".

 

Dado o debate sobre mamografia, seria de se pensar que os cientistas examinariam mais de perto as alternativas. Contudo, um estudo clínico aleatório comparando o exame clínico dos seios à falta de cuidado é improvável, afirma Cornelia J. Baines, uma das autoras do estudo canadense de mamografia.

 

"Todo mundo procura uma solução tecnológica, não o que os dedos podem fazer", ela argumentou.

 

Fonte: UOL

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Alimentos açucarados aumentam propensão a doenças cardíacas 2014-02-25 Segundo estudo publicado online no periódico Jama Internal Medicine, comer alimentos açucarados aumenta o risco de morrer de doenças cardíacas. Os pesquisadores analisaram dados de uma amostra representativa a nível nacional de um estudo extenso de 20 anos sobre saúde e mortalidade do qual participaram 31.147 adultos.

 

Todos os participantes realizaram exames físicos e responderam a um questionário sobre alimentação. Os cientistas calcularam a porcentagem total de calorias ingeridas provenientes de açúcares adicionados aos alimentos como bebidas açucaradas, sobremesas e outros alimentos – que não estão presentes como elemento natural de frutas e sucos de frutas.

 

Eles descobriram que mais de 10% das calorias ingeridas pelos participantes provinha de açúcares adicionados. Após adequar os fatores idade, tabagismo, atividade sexual, índice de massa corporal, atividade física, entre outros, eles descobriram que o risco de ter doenças cardiovasculares aumentava 30% para as pessoas cuja proporção de calorias provenientes de açúcares adicionados era de 10 a 25%, em comparação às pessoas para as quais essa proporção era inferior a 10%. Esse risco quase triplicou entre os participantes cuja dieta incluía 25% de açúcar adicionado.

 

"As doenças cardiovasculares são a principal causa de morte nos Estados Unidos. A ingestão de açúcares é um fator de risco modificável", afirmou Quanhe Yang, principal autor do estudo e epidemiologista dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças.

 

Fonte: UOL

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Alimentos embalados podem oferecer riscos à saúde 2014-02-24 Segundo publicação do Journal of Epidemiology and Community Health, parte do grupo British Medical Journal, os produtos químicos sintéticos utilizados no processamento, embalo e armazenamento da comida que consumimos podem trazer prejuízos à saúde a longo prazo.

 

Os cientistas alegam que as pequenas quantidades de produtos químicos sintéticos podem contaminar a comida. Apesar de essas pequenas quantidades não representarem danos, ninguém sabe o quanto estamos seguros diante de uma vida toda de exposição a componentes como formaldeído, por meio da ingestão de alimentos previamente embalados ou armazenados em plástico.

 

Os especialitas observam que alguns destes produtos químicos são regulamentados, mas isso nao impede que sejam utilizados em larga escala nas embalagens dos produtos. Eles afirmam que as pessoas que comem alimentos processados ou previamente embalados estão mais propensas a estar crônicamente expostas a baixos níveis destas substâncias ao longo da vida.

 

Muito pouco é conhecido sobre os impactos de longo prazo e especialmente sobre a exposição a este tipo de componente em momentos críticos do desenvolvimento humano, como no útero ou durante a primeira infância. Os escritores, que incluem Jane Muncke, da Food Packaging Forum Foundation, em Zurique, dizem que isto traz muitas preocupações, uma vez que os produtos químicos são conhecidos por serem tóxicos. O formaldeído, substância causadora de câncer, é legalmente utilizado. Ele está presente, ainda que em baixos níveis, em garrafas de bebidas gaseificadas.

 

Outros componentes conhecidos por atrapalhar a produção de hormônio são usados em embalagens de comida e bebida, incluindo o bisfenal A, tributilteno, triclosan e osftalatos. Ao todo, existem mais de 400 substâncias envolvidas. Os especialistas alertam que estas potenciais alterações celulares causadas pelo contato com o material que envolve a comida e, particularmente, com a capacidade de atrapalhar os hormônios, ainda não são nem mesmo consideradas na rotina das análises toxicológicas.

 

Eles ressaltam que vai ser difícil monitorar e avaliar os efeitos ao longo das décadas, já que o número de pessoas não exposta a estas substâncias é muito pequeno. Uma avaliação de base populacional é uma necessidade urgente, para estabelecer quaisquer ligações potenciais entre os produtos químicos e condições crônicas como câncer, obesidade, diabetes e doenças neurológicas e inflamatórias, argumentam os cientistas.

 

Fonte: Terra

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Exercícios e convívio social aumentam expectativa de vida 2014-02-21 Com base em uma pesquisa com 20 mil pessoas, estudos revelam que a sensação de solidão profunda está acompanhada de perturbações do sono, hipertensão arterial, alteração do sistema imunológico e um aumento dos estados depressivos.

 

"Sentir-se extremamente sozinho pode aumentar em 14% o risco de morte precoce em uma pessoa idosa. O impacto é tão nefasto quanto o fato de ser socialmente desfavorecido", diz John Cacioppo, professor de Psicologia na Universidade de Chicago, citando uma análise de vários estudos científicos publicada em 2010.

 

A decisão de muitos aposentados americanos de se mudar para a Flórida (sudeste), onde o custo de vida é mais baixo, e viver "em um clima mais benigno, mas em um meio desconhecido, não é necessariamente uma boa ideia, se isto significa se afastar das pessoas às quais se está ligado afetivamente", adverte o psicólogo, que apresentou neste domingo (16) seus trabalhos durante conferência anual da Associação Americana para o Avanço da Ciência, celebrada em Chicago (Illinois).

 

Com frequência, a solidão é acompanhada de vida sedentária, um fator que contribui para debilitar a saúde, acrescenta.

 

O exercício, mesmo que seja caminhar regularmente com algum ritmo, pode diminuir pela metade os riscos de doenças cardiovasculares e de desenvolver Mal de Alzheimer.

 

A atividade física também detém o envelhecimento normal do cérebro em pessoas idosas, explicou à AFP durante a conferência Kirk Erickson, professor de Psicologia da Universidade de Pittsburgh (Pensilvânia, leste).

 

Com a idade, o cérebro diminui e a atividade física permite melhorar o funcionamento geral e aumentar o volume do hipocampo em 2%, retardando, com isso, o envelhecimento, afirma Erickson, baseando-se principalmente em um estudo feito com 120 pessoas de 65 anos ou mais.

 

Fonte: UOL

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Aumenta a lista de substâncias proibidas no país pela Anvisa 2014-02-20 Após reunião da diretoria colegiada da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) no último dia 18 de fevereiro, a lista de substâncias de uso proibido no Brasil foi ampliada. Mais 21 passaram fazer parte da relação, totalizando 89 substâncias de uso proibido no país.

Em entrevista à Agência Brasil, o diretor-presidente da Anvisa, Dirceu Barbano, explicou que o pedido de revisão da lista foi feito pela Polícia Federal e pelo Ministério Público de Santa Catarina. Ainda segundo Barbano, a maior parte das substâncias que integram o levantamento tem efeito alucinógeno e estimulante e incide diretamente sobre o sistema nervoso central.

 

"Quando apreendidas, são consideradas substâncias de trânsito ilícito. A comercialização, o porte ou a utilização são considerados crime", ressaltou Barbano.

 

Uma das substâncias incluídas é a metilona, um alucinógeno sintético estimulante semelhante ao ecstasy. Outra substância que teve o uso proibido foi a metoxetamina, droga recreativa com efeitos estimulantes.

 

A última atualização da lista havia sido feita pela agência em 2012.

 

Fonte: Uol

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São Paulo tem mais da metade da população acima do peso 2014-02-19 Segundo um levantamento da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo em parceria com o Núcleo de Pesquisas Epidemológicas em Nutrição e Saúde da Universidade de São Paulo, aproximadamente 52,6% dos paulistas estão acima do peso. Mais de 5,7 mil adultos foram entrevistados por telefone entre 2012 e 2013, na capital, região metropolitana e interior do estado para a pesquisa e de acordo com ela, 31,5% consomem refrigerante cinco ou mais dias na semana, 37,9% dos entrevistados consomem carnes com gordura regularmente, 14,3% são sedentários, 13,5% fumam e 15% abusam do álcool.

 

Com os resultados, o governo pretende definir novas políticas públicas para prevenção e promoção da saúde. “Todos estes hábitos favorecem o desenvolvimento de doenças crônicas, como por exemplo, problemas cardiovasculares, cânceres, doenças respiratórias crônicas e diabetes, podendo levar o individuo à morte”, diz Marco Antônio de Moraes, do Centro de Vigilância Epidemiológica da Secretaria.

 

Fonte: Terra

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Pesquisadores usam corrente elétrica para tratar depressão 2014-02-17 Uma estimulação elétrica indolor feita com a ajuda de dois eletrodos, colocados na cabeça do paciente, poderá servir como alternativa para quem sofre de depressão mas não toma os medicamentos antidepressivos devido aos fortes efeitos colaterais. A técnica foi desenvolvida por cientistas da USP (Universidade de São Paulo).

 

De acordo com o coordenador da pesquisa, o médico psiquiatra Andre Russowsky Brunoni, pessoas jovens, as mais acometidas pela depressão, evitam remédios para a doença porque muitas vezes eles vêm acompanhados de ganho de peso e disfunção sexual. Mulheres grávidas ou que estão amamentando também são impedidas de ingerir essa medicação.

 

Segundo o cientista, os eletrodos transmitem uma corrente elétrica contínua de baixa intensidade para a área do cérebro que envolve a depressão, o córtex dorso lateral pré-frontal. A corrente corrige o baixo funcionamento dessa região cerebral, característica de quem sofre de depressão. "A estimulação elétrica aumenta a atividade dessa área do cérebro. Com isso, a gente tenta melhorar os sintomas depressivos", explicou.

 

O procedimento dura 30 minutos e é repetido por 15 dias consecutivos. "Algumas pessoas sentem um leve formigamento na cabeça, mas outras não sentem absolutamente nada", conta.

 

Fonte: UOL

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Estudo revela que cirurgia de redução de estômago pode levar ao alcoolismo 2014-02-13 Segundo estudo recente, cirurgias de redução do estômago e outros procedimentos usados como tratamento para a obesidade podem fazer com que os pacientes se tornem alcoólatras. As informações são do site do jornal britânico Daily Mail.

 

Cientistas noruegueses estão prestes a começar um estudo com 30 pacientes que estão passando por tratamentos do tipo para avaliar se são capazes de mudar a reação do corpo com relação ao álcool. Eles suspeitam que este tipo de cirurgia pode alterar a química do organismo, fazendo com que o álcool pareça mais satisfatório e gratificante. Diversos pacientes já admitiram que passaram a beber consideravelmente mais após o procedimento e um estudo feito na América em 2012 sugeriu que este hábito pode dobrar o risco de alcoolismo.

 

Magnus Strommen, da St. Olav’s University, que está à frente do estudo, disse que algumas complicações relacionadas ao procedimento já são conhecidas, “mas o aumento do risco do desenvolvimento de alcoolismo nos pegou de surpresa”. “Parece que ela aumenta a disponibilidade do álcool no sangue. Além disso, normalmente uma concentração de álcool atinge seu pico em cerca de 30 minutos, mas, após a cirurgia, o auge pode ocorrer nos primeiros 5 ou 10 minutos”, observa. Ele afirma, ainda, que conheceu diversos pacientes que se tornaram alcoólatras após a cirurgia. “Eles não são mais obesos, mas têm que lidar com um problema novo e sério.”

 

O desvio gástrico, procedimento em que o estômago é reduzido e os pacientes se sentem saciados mais rapidamente, é um dos mais populares para combater a obesidade e cerca de 5.400 pessoas se submetem ao tratamento pelo Sistema Nacional de Saúde britânico por ano. Geralmente, os pacientes perdem cerca de metade ou dois terços do peso. No mês passado, pesquisadores do Imperial College London afirmaram que 2 bilhões de britânicos são obesos o suficiente para serem qualificados aptos à cirurgia. As pessoas mais propensas são mulheres aposentadas ou com qualificações educacionais e nível sócioeconônimo baixos.

 

Fonte: Terra

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Os cuidados com as crianças na praia 2014-02-11 O sol forte, o mar agitado, as brincadeiras, a areia suja... Os perigos que envolvem uma simples visita à praia parecem se multiplicar quando o foco está nas crianças. Isso porque elas têm a pele mais sensível, estando mais suscetíveis a queimaduras de sol, além de serem mais curiosas e terem a costume de levar tudo à boca. Por isso, cabe aos pais ou adultos responsáveis ficarem atentos às atividades dos pequenos. Especialistas recomendam os principais cuidados a serem tomados com crianças de 1 a 4 anos na praia.

 

Cuidado com a areia

Nessa faixa etária, é comum que a criança queira colocar tudo o que vê na boca, inclusive a areia, o que pode causar problemas de saúde ao pequeno. "A areia oferece inúmeros perigos por conter fezes de animais e viver habitada por pombas, cachorros e gatos de rua. A criança pode se contaminar, contraindo doenças como a toxoplasmose?, afirma a pediatra Alessandra Cavalcante, do Hospital e Maternidade São Luiz, em São Paulo. Os pais também devem estar atentos a objetos pequenos, como tampinhas e palitinhos de sorvete espalhados pela praia.

 

A temperatura da areia também precisa de atenção. Segundo a pediatra Isabella Assis, do AMA Santa Cruz, em São Paulo, a areia quente pode queimar a pele da criança. "Também é preciso proteger o ouvido da criança para que não entre areia fina, causando incômodos", diz a especialista. Um chapéu pode resolver esse problema - e ainda ajuda a proteger obebê dos efeitos sol.

 

Pés descalços

Não tem problema deixar o seu filho com os pés descalços na areia. "Os pais devem apenas observar se a criança não está com qualquer machucado ou ferida, pois eles servem como porta de entrada para microrganismos e podem infeccionar", diz Alessandra. Um dos riscos é o famoso bicho geográfico, que não é contraído apenas pelo pé, mas por qualquer contato com a pele.

 

Fonte: Minha Vida

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Entenda mais sobre a síndrome do intestino irritável 2014-02-07 Sintomas que levam a queixas frequentes de cólicas, abdômen inchado, gases, flatulência, crises de constipação, diarreia, além de uma referência maior a enxaquecas e dores crônicas são comuns em pessoas portadoras de um distúrbio funcional denominado como Síndrome do Intestino Irritável (SII). Essa síndrome está relacionada a uma falha no movimento peristáltico e falta de coordenação do cólon e tubo digestivo.

 

Como isso nos afeta? Possuir a coordenação motora funcionando de maneira adequada é absolutamente necessário para gerarmos o bolo fecal e fazermos ele se movimentar adequadamente no intestino.

 

Essa coordenação depende do movimento peristáltico e de alguns agentes químicos que atuam nas fibras musculares, provocando contrações e nos ajudando a expulsar o bolo fecal. Esses agentes químicos ou mediadores, são tão importantes que a medicina hoje considera o intestino como um segundo cérebro.

 

Para entender o grau de importância, estudo publicado pela Universidade de Boston, nos Estados Unidos, declarou aumento de 40% no risco de depressão entre pacientes possuidores da Síndrome do Intestino Irritável. Esta doença atinge um quinto da população mundial e é mais frequente nas mulheres.

 

Cuidados com o intestino

O intestino acumula uma série de tarefas essenciais, entre elas, a nobre função de absorver nutrientes e eliminar toxinas. Portanto, é fundamental possuir uma flora intestinal saudável.

 

O que evitar:

-Para manter sua flora intestinal saudável é necessário evitar o uso de medicamentos laxantes continuadamente e sem orientação médica; Leite e derivados, em geral portadores da SII possuem certo grau de intolerância à lactose; Condimentos picantes; Alimentos refinados (como a farinha branca); Industrializados com excesso de conservantes e corantes; Formadores de gases (como repolho, brócolis, feijão, batata doce entre outros); Doces em geral, ricos em açúcar; Bebidas alcoólicas; Refrigerante e bebidas gaseificadas.

 

Como proteger sua flora intestinal

Alimentos ricos em fibras não absorvíveis, favorecem a formação adequada do bolo fecal. Mas, a orientação se dá de acordo com a tendência a apresentar com maior frequência episódios de constipação ou diarreia, para uns mais fibras absorvíveis, para outros, mais fibras não absorvíveis.

 

Equilibrar a flora intestinal, deixá-la com mais bactérias benéficas do que com bactérias maléficas, evitando alimentos que desequilibram a flora e acrescentando probióticos em sua alimentação diária é uma atitude protetora do intestino e do sistema imunológico.

 

A principal função dos alimentos acrescidos de probióticos é, além de ajudar no equilíbrio da flora intestinal, diminuir reações alérgicas e doenças inflamatórias intestinais. Se usados de maneira correta, os probióticos ajudam a diminuir o Ph intestinal, estimulam a produção de antibióticos naturais pelo organismo, melhoram a barreira intestinal, impedindo a passagem de bactérias para o sangue.

 

Algumas espécies de probióticos auxiliam na digestão da lactose (açúcar presente no leite), reduzem a constipação e a diarreia, aliviando os sintomas dos portadores da Síndrome do Intestino Irritável. Outras estimulam o sistema imunológico, a produção de vitamina B e inibem a multiplicação de causadores de doenças, além de restabelecerem a flora.

 

Além do leite fermentado

Laticínios como leite fermentado e iogurtes são as principais fontes desses micro-organismos, mas hoje eles já são vendidos, em forma de sachês em farmácias e drogarias. Ainda hoje, também encontramos alimentos, que não contêm lactose, enriquecidos com probióticos. Seu consumo é seguro e livre para todas as faixas etárias.

 

Fonte: MINHA VIDA - ESCRITO POR:Roberto Navarro Nutrologia

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Meditação pode ajudar a curar doenças 2014-02-05 Um estudo feito por pesquisadores na Espanha, França e Estados Unidos mostrou que a meditação pode reduzir a manifestação de genes envolvidos em processos inflamatórios, como o RIPK2 e COX2. O resultado da pesquisa, que será publicada em fevereiro no jornal especializado Psychoneuroendocrinology, aponta a supressão de genes responsáveis por esses fenômenos no grupo que praticava meditação profunda.

 

Além da descoberta, o estudo proporciona evidências científicas de que é possível alterar a atividade genética e, assim, melhorar o estado de saúde por meio do pensamento e do comportamento.

 

Durante a pesquisa, foi constatado que, após oito horas de meditação, os indivíduos apresentaram uma redução nos níveis de genes pró-inflamatórios, além de outras alterações no mecanismo de regulação genética. Isso está relacionado com a rápida recuperação física após situações estressantes.

 

Para Ritwick Sawarkar, do Instituto Max Planck de Imunobiologia e Epigenética, o estudo é "promissor, além de ser uma primeira pesquisa muito interessante que tenta vincular o comportamento ao que ocorre dentro das células".

 

O especialista acredita ainda que, se a meditação pode ter um efeito imediato sobre inflamações, novos medicamentos poderiam ser desenvolvidos para produzir um efeito similar.

 

A pesquisa reforçaria a importância da meditação no combate ao estresse. A prática seria ainda importante para a saúde, já que o estresse desliga o crescimento e a manutenção do corpo e do sistema imunológico. O argumento é de Bruce Lipton, considerado um dos criadores da epigenética, ramo da ciência que defende que hábitos de vida e o ambiente social em que uma pessoa está inserida poderiam modular o funcionamento de seus genes.

 

Essa pesquisa faz parte de um campo relativamente novo da epigenética, que investiga como o ambiente pode modificar permanentemente atividades genéticas em nível molecular.

 

A epigenética surgiu como uma área da biologia molecular no início dos anos 1990 e abalou a crença convencional de que o desenvolvimento de um organismo era predeterminado pelos genes. Ao examinar uma camada de moléculas dentro do núcleo celular no genoma, epigeneticistas perceberam como genes podem ser ativados ou desligados, independentemente da mudança na sequência do DNA.

 

Lipton explica que um cromossomo é composto por metade de DNA e metade de proteína. "Os pesquisadores estavam focados no DNA e esqueceram as proteínas. A epigenética diz que a proteína está fazendo algo", conta.

 

O biólogo compara o controle epigenético, ou o controle "sobre os genes", a botões de uma velha televisão analógica que ajustam cores e tonalidades. Fatores ambientais externos são capazes de modificar essa imagem, que seriam os genes. "Embora a transmissão não tenha mudado, a leitura dessa transmissão modificou a imagem", completa Lipton.

 

Sawarkar reforça que as alterações na organização da cromatina podem tornar-se permanentes e hereditárias, sendo transferidas de mãe para filho ou até mesmo entre células. "Eu chamo isso de inato, adquirido e ruído" – ou seja, como a condição de existência é determinada pela herança recebida no nascimento, pelo ambiente onde a pessoa cresce e pelo o que aconteceu no passado e no presente, completa o especialista.

 

A pesquisa sobre meditação examinou apenas o terceiro passo no processo de sensação, ou seja, o envio de um sinal que gera um produto que resulta em mudanças. Porém, ela não prova se essas mudanças foram permanentes – mas há essa possibilidade, afirma Sawarkar.

 

A meditação pode ajudar no tratamento de várias doenças, inclusive do câncer, que é acompanhado com frequência de processos inflamatórios. "Nós recomendamos meditação aos nossos pacientes. A atitude do paciente é um fator determinante no processo de cura, uma pesquisa sobre o efeito do placebo reforça esse fato", conta György Irmey, diretor da Associação para a Resistência Biológica contra o Câncer, na Alemanha.

 

Para Irmey, o estudo sobre meditação contraria muitos campos da medicina baseados no poder de decisão do mapa genético. Pesquisas futuras poderiam, por exemplo, ajudar a explicar o fenômeno da redução espontânea do câncer que, segundo o pesquisador, acontece com mais frequência do que admitido por fontes médicas.

 

Já Lipton está convencido da cura por meio de pensamento e comportamento. O cientista aponta um estudo de 2008 que revelou que mudanças na alimentação e no estilo de vida reduzem a quantidade de genes que estimulam o desenvolvimento de câncer. "A mente vê algo e traduz em química, que é enviada para as células do corpo e ajusta epigeneticamente."

 

TERRA

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Perder peso rapidamente pode ocasionar anemia 2014-02-04 Perder peso de fato é muito importante. Sempre que um nutricionista orienta um tratamento emagrecedor, o foco é o cuidado com a saúde. O emagrecimento pode prevenir diversas doenças que assolam a sociedade moderna como diabetes, doenças cardíacas e até mesmo doenças como o câncer. Porém, emagrecer rápido demais, seguindo dietas restritivas, por períodos prolongados, traz muito mais complicações para saúde do que benefícios.

 

Muitas vezes, o nosso corpo tolera bem dietas restritivas quando realizadas por curto espaço de tempo e eventualmente. Tolera porque o organismo é dotado de reservas de micronutrientes, vitaminas e minerais. Quando esses períodos de restrição passam a ser mais frequentes ou realizados por pouco tempo, mas durante vários anos, os estoques vão se esgotando e as complicações de saúde começam a aparecer. As manifestações podem ocorrer de várias maneiras e às vezes muito sutis.

 

Os sintomas mais frequentes são queda de cabelo, unhas fracas e quebradiças, desânimo, fraqueza, indisposição, tonturas, flacidez e constipação intestinal. Esses sintomas não estão relacionados à deficiência de apenas um nutriente, normalmente há diversas carências nutricionais.

 

Dietas de baixo valor calórico são as principais responsáveis por sintomas como dor de cabeça e tonturas. Normalmente esse modelo de dieta apresenta valor calórico muito aquém da necessidade mínima do corpo humano, e os níveis de açúcar no sangue podem cair muito, causando hipoglicemia. Esses modelos de dieta também podem causar alterações do equilíbrio. Inicialmente pode haver uma leve tontura, que se faz associar com náuseas, progredindo para um verdadeiro quadro de labirintite de causa metabólica. A retomada de um modelo de dieta normal contribui para a recuperação imediata dos sintomas.

 

A redução do consumo de frutas, legumes e verduras, seja por dieta privativa ou seletiva, como a dieta do tipo sanguíneo, influencia diretamente a imunidade do corpo humano. Não há como avaliar a queda da imunidade com exames laboratoriais, mas é comum observar o aumento de resfriados ou gripes e infecção por herpsvirus em pessoas que estão seguindo esses modelos alimentares restritivos. Essas doenças são tidas como oportunistas e aproveitam que as defesas do corpo humano estão baixas para se instalarem.

 

Dietas líquidas ou desintoxicantes costumam ser as grandes responsáveis pela maior carência nutricional entre as dietas de moda. Normalmente, faltam os macronutrientes como proteína, gorduras e carboidratos levando a queima inevitável de massa muscular. Mas também vários micronutrientes ou vitaminas e minerais ficam deficientes, entre o mais importantes estão o ferro, vitaminas do complexo B, principalmente a B12 e zinco. A deficiência desses nutrientes causam desânimo e indisposição, são responsáveis pela queda de cabelos e enfraquecimentos das unhas. Seguidas por períodos prolongados, ou realizadas muitas vezes ao longo de determinado período, podem levar à anemia. Nesses casos a recuperação pode ser mais longa e algumas vezes necessitam de reposição vitamínica.

 

A complicação mais comum de quem segue modelos alimentares restritivos é a constipação intestinal. As causas englobam desde a simples redução do volume dos alimentos da dieta, até o baixo teor de gorduras e fibras alimentares. Comer menos já causa certa redução no bolo fecal, mas, além disso, quando a dieta tem o rigor de abolir radicalmente as gorduras, que são fundamentais para o estimulo evacuatório, ocorre a constipação.

 

A maior parte dessas dietas é avaliada pela sua capacidade de causar emagrecimento, e com isso ganham muitos créditos. Mas é preciso estar alerta para as possíveis complicações. Perder peso é possível e prazeroso, mas não deve ser banalizado com orientação e atitudes de ?fechar a boca?, como se isso fosse muito simples e inofensivo. Perder peso requer dieta balanceada e deve ser orientada por profissional habilitado para que não traga consigo outros problemas que comprometem a qualidade de vida e saúde das pessoas.

 

MINHA VIDA / ESCRITO POR:Amanda Epifânio Pereira - Nutrição

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A importância do aparelho ortodôntico na saúde bucal das crianças 2014-01-31 Graças a alguns avanços incríveis na tecnologia os aparelhos que seus filhos usarão são mais leves, mais atraentes e mais confortáveis que aqueles aparelhos antigos que você lembra. Eles até funcionam mais rápido, assim as crianças não precisam usá-los por muito tempo.

 

Pelo fato dos aparelhos terem se tornado mais acessíveis, são mais populares, o que significa que praticamente toda criança na escola vai usar. Variações divertidas como metal e elásticos coloridos podem até transformar o velho ?sorriso metálico? em uma moda legal.

 

Dependendo da severidade da mordida e do alinhamento dos dentes, algumas crianças podem optar por aparelhos transparentes, feitos de plástico ou material cerâmico da cor dos dentes. Embora os aparelhos transparentes sejam menos visíveis que os de metal, eles geralmente são mais caros e demoram mais para funcionar, então é uma troca justa.

 

Aparelhos podem apresentar muitos desafios e, claramente, uma das partes menos prazerosas é quando eles são apertados. A boa notícia é que os fios modernos são mais fortes e duráveis, significando menos visitas ao ortodontista para ajustes. Outro bônus: A tecnologia de aparelhos infantis evoluiu tanto que os aparelhos extra bucais dificilmente são usados.

 

Uma coisa não mudou: A necessidade de boa higiene bucal para evitar cárie enquanto usa aparelho.

 

Artigo fornecido pela Colgate-Palmolive. Copyright 2014 Colgate-Palmolive.

 

fonte: MINHA VIDA

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Cuidado com as dietas estranhas 2014-01-29 Você já sabe que dietas malucas e sem a orientação médica podem causar uma série de complicações para a saúde, não é mesmo? Deixar de consumir grupos alimentares importantes, como as dietas que restringem os carboidratos, ficar longos períodos em jejum, ingerir basicamente líquidos, como sopas, shakes e vitaminas, são alguns exemplos de dietas prejudiciais.

 

Afinal, para conseguir uma perda de peso saudável e duradoura é importante investir em bons hábitos alimentares e exercícios. "Para a obtenção de um peso adequado não existe fórmula mágica, o ideal é uma dieta balanceada em nutrientes e adequada ao sexo, idade e estilo de vida. A atividade física também é essencial", afirma a nutricionista Rita de Cássia Leite Novais, especializada em nutrição clínica.

 

Conversamos com especialistas e listamos oito sinais de que a dieta que a pessoa está fazendo é maluca e pode favorecer problemas que vão desde desmaios até diabetes e depressão.

 

Dietas que excluem determinados grupos alimentares, como os carboidratos, proteínas ou lipídeos, são prejudiciais à saúde. "A alimentação deficiente pode resultar em problemas físicos e mentais. Dietas restritas ou milagrosas devem ser avaliadas por profissionais da saúde e exigem cuidados", alerta a nutricionista Beatriz Botéquio. Por isso é importante fazer uma dieta que mantenha o equilíbrio dos grupos alimentares e nutrientes.

 

O carboidrato é a principal fonte de energia para o organismo. "A dieta do Dr. Atkins ou da 'proteína', que consistem no consumo liberado de gorduras e proteínas e restrição de carboidratos, por exemplo, é deficiente em fibras, vitaminas e minerais e pode causar complicações como alterações cognitivas e aumento dos níveis do colesterol LDL", conta Botéquio.

 

A falta dos carboidratos ainda pode proporcionar fadiga, cansaço e tonturas, e devido ao alto consumo de proteínas ocorre o aumento da concentração de homocisteína, composto químico que eleva o risco de problemas cardiovasculares. "Pode ocorrer ainda a queda de serotonina, levando a irritabilidade, ansiedade, dispersão e insônia. Com a falta dos carboidratos, o corpo tende a converter gordura em energia, acarretando a liberação de corpos cetônicos, que em altos níveis podem ser prejudiciais", afirma a nutricionista Rita de Cássia Leite Novais, especializada em nutrição clínica. O excesso de proteínas ainda pode causar uma sobrecarga nos rins.

 

A falta de lipídeos também é prejudicial, pois além de serem fontes de energia eles possuem vitaminas A, relacionada ao sistema imunológico, vitamina D, que influencia consideravelmente no sistema imunológico e na diferenciação celular, vitamina E, que possui ação antioxidante, e vitamina K, que é fundamental para manter os ossos saudáveis e também atua no processo de coagulação sanguínea. "Os lipídeos ainda agem como hormônios esteroides e são componentes de membranas celulares. Um dos problemas do baixo consumo de gorduras é a queda nos níveis de testosterona", conta a nutricionista Katherinne Gutierrez, do Grupo Nutricionistas Associadas.

 

É importante ressaltar que os lipídeos aos quais nos referimos são as gorduras monoinsaturadas, como o abacate e o azeite de oliva, e poli-insaturadas, como os peixes gordurosos e a semente de linhaça.

 

A falta de proteínas na dieta também afeta a saúde, isto porque o nutriente é formado por aminoácidos que ajudam na construção e manutenção de órgãos e tecidos e ajudam na formação de enzimas e hormônios e na imunidade. "Alguns dos problemas causados pela deficiência de proteínas é o comprometimento do sistema imunológico e perda de massa muscular", conta Gutierrez.

 

Fonte: Minha Vida

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Cogumelos comestíveis podem ajudar no tratamento do câncer 2014-01-28 Os cogumelos comestíveis são fungos com espécies originárias de diversos pontos do mundo. Apesar de não serem muito consumidos no Brasil, eles são saudáveis e pouco calóricos.

 

O alimento possui boas quantidades de proteínas, fibras, fósforo e vitamina C e poucas gorduras. Além disso, os cogumelos contam com ação antimicrobiana, anticancerígena, antioxidante e ainda há estudos preliminares que apontam o fungo como um poderoso aliado para os portadores do vírus HIV e no controle do diabetes e do colesterol.

 

Apesar de todos serem muito benéficos, os cogumelos que se destacam são o Agaricus brasiliensis, mais conhecido como o cogumelo-do-sol, que está sendo estudado como um aliado no tratamento e prevenção de alguns tipos de câncer e o shitake que conta com ação antioxidante, antimicrobiana e contribui com o sistema imunológico.

 

Os principais nutrientes dos cogumelos

 

Todos os cogumelos comestíveis são ricos em diversos nutrientes, porém, há algumas variações de acordo com a espécie. Os cogumelos possuem boas quantidades de proteínas, que são necessárias para o desenvolvimento do organismo. O champignon é um dos tipos que conta com as maiores quantidades deste nutriente.

 

Esses fungos também possuem muitas fibras, com destaque para o shitake. O nutriente contribui para o melhor trânsito intestinal, proporciona saciedade, ajuda a diminuir o colesterol, melhora a imunidade e pode prevenir o diabetes.

 

O alimento conta com poucos lipídeos e considerável quantidade de fósforo que é um mineral que atua no metabolismo auxiliando na ativação das vitaminas do complexo B e também tem a função de fortalecer ossos e dentes, juntamente com o cálcio.

 

O ácido fólico está presente nos cogumelos, especialmente no shitake. A carência desta substância pode levar a doenças cardiovasculares, câncer e desordens mentais, como a doença de Alzheimer, além de resultar na má formação do feto e más formações congênitas. A vitamina C também está presente nos cogumelos. Ela é interessante para a saúde porque melhora a imunidade e possui ação antioxidante.

 

O nutriente é essencial para as gestantes, pois contribui para evitar malformações neurológicas no feto, já que ele ajuda na construção do tubo neural do bebê. Além disso, um estudo publicado pela Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, observou que tomar suplementos alimentares de ácido fólico durante a gravidez reduz as chances do bebê nascer com autismo.

 

Alguns tipos do fungo contam com o ergosterol, substância que ao reagir com a radiação ultravioleta forma a vitamina D. Este nutriente é importante para o desenvolvimento e manutenção do tecido ósseo, os processos celulares, na secreção hormonal, no sistema imune e em diversas doenças crônicas não transmissíveis.

 

O cogumelo e o câncer: Estudos preliminares apontam a relação entre o cogumelo e o tratamento do câncer, isto porque o alimento é rico em beta-glucanas, especialmente a lentinana. Essa substância estimula o sistema imunológico, especialmente células chamadas de natural killer, que destroem as células cancerígenas.

 

O mastologista e oncologista Jorge Laerte Gennari, ex-professor da Faculdade de Medicina do Amazonas, utiliza comprimidos de cogumelo-do-sol como parte do tratamento do câncer de mama. "Tenho 400 pacientes em observação para saber se o cogumelo auxilia no tratamento deste câncer. Porém, isso não invalida a recuperação convencional, como cirurgia e quimioterapia, ele não é milagroso", alerta Gennari.

 

O cogumelo que possui maiores quantidades de beta-glucanas é o cogumelo-do-sol, Agaricus brasiliensis. Porém, o champignon de Paris e o shitake também contam com esta substância benéfica para o organismo.

 

Fonte: Minha Vida

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30% do açúcar em alimentos industrializados deve ser cortado em campanha na Europa 2014-01-24 A notícia vem do Reino Unido, onde especialistas em obesidade estão lançando uma campanha para colocar pressão no governo e na indústria para que cortem o açúcar contido nos alimentos e bebidas em até 30%. As informações são do site do jornal britânico The Guardian.

 

Os cientistas e médicos por trás da ação “Action Sugar” afirmam que cortes graduais na quantidade de açúcar em pratos prontos, cereais, doces e refrigerantes não devem ser notados pelas pessoas, mas irão resultar na redução de calorias consumidas.

 

Uma diminuição de 20% a 30% de açúcar pode resultar em 100 calorias diárias a menos– e mais ainda para quem o consome muito. Isto é o suficiente para reverter ou pelo menos parar o crescimento da epidemia de obesidade e reduzir o número de casos de diabetes e outras doenças, dizem os especialistas.

 

A Action Sugar tem o objetivo de fazer algo parecido com o que foi realizado na década de 90, em uma campanha chamada Cash (Consensus Action on Salt and Health – Ação de Consenso sobre Sal e Saúde), que teve sucesso ao reduzir os níveis de sal na comida. “Na maioria dos produtos dos supermercados, o sal caiu entre 25% e 40%”, disse Graham MacGregor, professor que participou da ação.

 

As pessoas não perceberam a diferença. Mas os cereais Kellogg’s, por exemplo, contêm 60% menos sal do que costumavam ter. A indústria argumenta que o açúcar é uma forma de carboidrato, que é necessário na dieta, e que é preciso cortar calorias para emagrecer e não necessariamente o açúcar. “O açúcar, assimo como qualquer outro nutriente, consumido como parte de uma dieta equilibrada, não é a causa da obesidade. Não existe uma única solução”, afirma a Food and Drink Federation.

 

O cardiologista e diretor científico Aseem Malhotra discorda e pontua estudos que associam o excesso de açúcar com diabetes, em pessoas acima do peso ou não. "A adição de açúcar não tem nenhum valor nutricional e o corpo não precisa disso", alerta. A campanha nasceu a partir da preocupação com o açúcar escondido em alimentos processados, como por exemplo as nove colheres de sopa em 330 ml de Coca-Cola e as quatro colheres em 300 gramas de sopa de tomate.

 

Simon Capewell, professor da Liverpool University, diz que o açúcar é o “novo tabaco”. “Em todo lugar, as bebidas com açúcar e as junk foods pressionam pais e filhos por uma indústria focada em lucro, e não em saúde”, afirma. O Departamento de Saúde afirma que ajudar as pessoas a ingerirem menos calorias, incluindo o açúcar, é achave para a redução da obesidade. Já existem 38 empresas envolvidas no acordo, mas o governo quer ir além e conquistar novos aliados. Como parte do compromisso de redução de calorias, a Coca-Cola já diminuiu o nível em algumas de suas marcas de refrigerantes em pelo menos 30%.

 

Fonte: Terra

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A comida mais abundante e saudável do mundo é da Holanda 2014-01-22 Superando França e Suíça, a Holanda foi considerada o país com a comida mais nutritiva, abundante e saudável do mundo, ao passo que os EUA e o Japão não ficaram nem entre os 20 melhores, de acordo com um novo ranking divulgado na terça-feira pela organização humanitária britânica Oxfam.

 

O Chade é o último entre os 125 países da lista, imediatamente atrás de Etiópia e Angola. O Brasil aparece em 25º lugar, melhor resultado da América Latina.

 

"A Holanda criou um bom mercado que permite que as pessoas obtenham alimento suficiente. Os preços são relativamente baixos e estáveis, e o tipo de comida que as pessoas estão consumindo é balanceada", disse em entrevista Deborah Hardoon, pesquisadora-sênior da Oxfam que compilou os dados.

 

A Oxfam avaliou a disponibilidade, qualidade e preço dos alimentos e da saúde alimentar. Examinou também o percentual de crianças abaixo do peso, a diversidade alimentar e o acesso à água limpa, além de aspectos negativos, como obesidade e diabetes.

 

Os países europeus dominam a lista, mas a Austrália conseguiu um lugar entre os melhores, empatando com Irlanda, Itália, Portugal e Luxemburgo no oitavo lugar.

 

Já a parte de baixo da lista é dominada por países africanos, embora alguns asiáticos apareçam entre os 30 piores - Laos (112º. lugar), Bangladesh (102º.), Paquistão e Índia (empatados em 97º.).

 

Embora os EUA tenham a comida mais barata, e de boa qualidade, seus altos níveis de obesidade e diabetes derrubam o país para o 21º lugar no ranking, empatado com o Japão, que teve um mau resultado por causa do preço alto dos alimentos em comparação a outros produtos.

 

O Chade foi para a lanterna porque lá a comida é caríssima em comparação a outras coisas, e há muitas crianças abaixo do peso ideal -- 34 por cento. Só Guiné e Gâmbia, também na parte de baixo do ranking, têm alimentos proporcionalmente mais caros.

 

Burundi, Iêmen, Madagáscar (todos abaixo da centésima posição) e Índia são os países com maior prevalência de desnutrição e crianças abaixo do peso, segundo a Oxfam.

 

De acordo com a ONG, 840 milhões de pessoas passam fome a cada dia, apesar de o mundo produzir alimentos suficientes para todos. Por isso, a organização propõe mudanças na forma como a comida é produzida e distribuída em nível mundial.

 

Fonte: UOL

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SUS recebe em 2013 R$ 167 mil por clientes atendidos dos planos de saúde 2014-01-20 Em 2013 os planos de saúde repassaram R$ 167 milhões ao Sistema Único de Saúde (SUS) para cobrir os gastos dos clientes de planos que foram atendidos pela rede pública de saúde. A arrecadação foi considerada recorde. O valor foi divulgado nesta quinta-feira (9) pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) e pelo Ministério da Saúde.

 

Este valor não se refere necessariamente a atendimentos feitos em 2013. Muitos destes pagamentos são de procedimentos realizados em anos anteriores, mas que só foram efetuados no ano passado. Segundo o Ministério, atualmente são recuperados apenas os recursos de internações.

 

Entre 2000 e 2010, foram recuperados cerca de R$ 125 milhões no total; só nos últimos três anos, foram R$ 322 milhões, segundo a ANS e o Ministério da Saúde. Não foram divulgados, porém, dados referentes a cada ano, especificamente.

 

"Nos últimos três anos recuperamos quase três vezes mais recursos do que foi arrecadado desde a criação da ANS", afirmou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha. Segundo ele, esse aumento nos repasses ao SUS se deve a um aprimoramento nos sistemas de coleta de dados, especialmente na identificação dos pacientes por parte dos hospitais das redes do SUS.

 

Atualmente, segundo dados do Ministério, 150 milhões de brasileiros estão inscritos no SUS. Beneficiários de planos de saúde são 50 milhões; 20 milhões possuem plano odontológico.

 

As operadoras que não fazem o ressarcimento são inscritas em dívida ativa. Atualmente, 795 operadoras se encontram nessa situação.

 

Como funciona o ressarcimento

O ressarcimento ao SUS foi criado pelo artigo 32 da Lei nº 9.656/1998 e regulamentado pelas normas da ANS.

 

Trata-se de uma obrigação legal das operadoras de planos privados de saúde de restituir as despesas do Sistema Único de Saúde no eventual atendimento de seus beneficiários que estejam cobertos pelos respectivos planos.

 

Nestes casos, os beneficiários dos planos de saúde são atendidos pelo SUS; a ANS, então, cruza os dados dos atendimentos do SUS com os dados de usuários de planos que são detidos pela própria agência.

 

Após a identificação dos beneficiários dos planos de saúde atendidos no SUS, a ANS exclui os atendimentos sem cobertura contratual. Depois, a ANS notifica os planos de saúde sobre os valores a serem pagos.

 

Fonte: Agência Brasil / UOL

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Pesquisa polêmica diz que comer castanhas na gravidez reduz risco de alergias em bebês 2014-01-16 Uma recente pesquisa do Dana-Farber Children's Cancer Center, de Boston, nos Estados Unidos apontou que as crianças poderiam ter menos riscos de desenvolverem alergia ao amendoim se as mães comessem mais castanhas na gestação. De acordo com o site inglês Daily Mail, o consumo de castanhas não causa nenhum dano ao bebê.

 

Em geral, as mulheres grávidas são instruídas a não comerem castanhas, especialmente se têm casos de alergias na família. Isto é uma precaução para que o bebê não tenha sensibilidade à castanha. Segundo os médicos, um em cada sete crianças sensíveis, desenvolvem alergia.

 

No entanto, o estudo, que avaliou 8.205 crianças, mostra que não há risco aos bebês, com exceção das mães que são alérgicas a amêndoas, castanha de caju, avelãs ou pistaches, e que devem se manter longe do consumo durante a gestação.

 

Os números mostraram que os bebês de mães que comiam castanhas até cinco vezes por semana tinha chances inferiores de desenvolverem aversão ao grupo de alimentos. "Nosso estudo apóia a hipótese de que a exposição a alérgenos precocemente aumenta a probabilidade de tolerância e, assim, reduz o risco de alergia alimentar na infância", explica a Dra. Lindsay Frazier, responsável pelo estudo.

 

Para Dra. Ruchi Gupta, especialista da Northwestern University Feinberg School of Medicine de Chicago, a pesquisa mostra que as mulheres grávidas devem avaliar melhor antes de suspenderem o consumo de certos alimentos. "Obviamente, as mulhers alérgicas devem continuar evitando as castanhas, mas o restante não deve eliminar porque são ótima fonte de proteína, ácido fólico, que ajuda a prevenir defeitos no tubo neural, além de reduzir a sensibilidade a alergias alimentares", disse.

 

O resultado do estudo gerou controvérsia no meio médico, já que alguns especialistas disseram que pesquisas anteriores não haviam mostrado nenhum efeito real dos efeitos positivos do consumo. "Existe também uma forte evidência que sugere que a alergia não se desenvolve até o nascimento e que a exposição da pele do bebé à proteína das castanhas é o item mais importante no desenvolvimento da alergia", explica Dr. Adam Fox, consultor em alergias infantis do Guy's and St Thomas's NHS Foundation Trust. Ele completa: "os últimos estudos mostram que não há necessidade de evitar as nozes, nem de comê-las ativamente".

 

As pessoas que são diagnosticadas com alergia a amendoim podem ter problemas respiratórios se comerem ou entrarem em contato com o alimento e, em casos extremos, correm o risco de terem choque anafilático. Segundo levantamentos, o número de crianças britânicas alérgicas a castanhas dobrou nos últimos 20 anos.

 

Fonte: Terra

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Estudo diz que fast food torna mais difícil a apreciação de arte e música 2014-01-14 De acordo com um novo estudo feito pela Universidade de Toronto, a exposição a alimentos fast food torna mais difícil a apreciação da arte e música. Os pesquisadores descobriram que apenas ver logotipos e ou lanches de redes fast food, sem mesmo ingeri-los, pode provocar impaciência e tornar mais difícil curtir experiências agradáveis, como ouvir uma ópera ou olhar fotos da natureza.

 

O tipo de comida produz gratificação instantânea e torna a pessoa mais inquieta, disse o coautor do estudo Sanford DeVoe. Além do mal para o corpo, confira a seguir uma lista de estragos provocados no cérebro.

 

Em outro estudo dos mesmos pesquisadores de Toronto, os participantes puderam escolher entre um prêmio em dinheiro no dia seguinte e outro um pouco maior na semana seguinte. Aqueles convidados a escolher em pé ao lado de um restaurante de fast food foram 40% mais propensos a optar pelo menor pagamento, mais rápido do que aqueles que foram questionados perto de um restaurante de serviço completo.

 

Você já se perguntou por que tantas cadeias de fast food usam as mesmas cores em seus logos? O esquema de marketing não é coincidência. Estudos descobriram que ver a combinação de vermelho e amarelo ajuda a alavancar o metabolismo, aumentando a fome.

 

Falando de ansiedade...

 

Pesquisadores canadenses encontraram ratos que seguiram uma dieta com alto teor de gordura e que ficaram mais ansiosos. A ingestão de alimentos ricos em açúcar e gordura realmente muda a atividade química em seu cérebro causando sinais de abstinência e depressão caso o consumo seja interrompido. Já um outro estudo, dessa vez do Instituto de Pesquisa Scripps, descobriu que quando ratos comem alimento gorduroso, carregados de açúcar - como os encontrados em menus de fast food -, podem adquirir o hábito de comer compulsivamente.

 

Fonte: Terra

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Síndrome das pernas inquietas encurta o sono de muita gente 2014-01-07 Se você é daqueles que ficam sempre mexendo as pernas quando está na cama, talvez você sofra da síndrome das pernas inquietas, um distúrbio que geralmente ocorre quando a pessoa vai dormir. O problema é caracterizado por uma sensação desagradável - às vezes até agonizante - que obriga o indivíduo a mexer as pernas continuamente. A consequência? Demora para pegar no sono e perda de qualidade de vida. Segundo especialistas, a síndrome afeta aproximadamente 9% da população.

 

A síndrome pode se manifestar inclusive quando a pessoa fica muito tempo confinada no ônibus, no avião ou em uma reunião de trabalho, segundo a neurologista Dalva Poyares, do Instituto do Sono.

 

A médica esclarece que aquele movimento rítmico da perna que algumas pessoas apresentam ao assistir a uma aula, por exemplo, não configura a síndrome. No entanto, quem sofre dela tem uma tendência maior a apresentar esse tipo de comportamento, mesmo que o indivíduo não seja agitado.

 

O que é mais comum, diz a médica, é a síndrome aparecer no adulto, após os 40 anos, e principalmente na velhice, quando é mais comum que haja um diagnóstico equivocado. Porém, em muitos casos a síndrome é passada de pai para filho e, nessas situações, pode aparecer até na infância.

 

O tratamento pode ser feito com medicamentos, como anticonvulsivantes, ou um remédio que, em doses mais altas, é usado para controlar o Parkinson. Mas eles são indicados somente para os casos mais graves, quando o problema é diário e prejudica muito a qualidade de vida da pessoa.

 

Em casos mais leves, algumas mudanças de hábito já resolvem o problema. A falta de ferro pode levar ao distúrbio, e nesse caso tomar suplementos é a solução. "A cafeína em excesso pode desencadear até nas pessoas que não têm [a síndrome]", comenta Poyares. Os cigarros e os remédios estimulantes também podem agravar os sintomas, por isso precisam ser reduzidos ou eliminados. E praticar atividade física moderada e regular é uma forma natural de tratar a síndrome, de acordo com a especialista.

 

Fonte: UOL

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Estudo revela que inatividade aumenta com passar da idade e aumento de peso 2014-01-02 De acordo com uma pesquisa do Brigham and Women's Hospital, mulheres mais velhas são fisicamente inativas durante dois terços do tempo em que passam acordadas. Entretanto, isso não significa que elas ficam todo esse tempo paradas. Os resultados do estudo foram publicados dia 18 de dezembro no Journal of the American Medical Association.

 

O estudo incluiu mais de 7.000 mulheres com idade média de 71 anos. Durante quase sete dias, elas usaram dispositivos chamados acelerômetros, que medem a quantidade de movimento que você faz durante o dia. No entanto, o dispositivo não pode dizer se alguém está em pé ou sentado, apenas se ela está em movimento ou não. As mulheres usavam os aparelhos durante o tempo em que passaram acordadas - aproximadamente 15 horas por dia.

 

Em média, as participantes eram fisicamente inativas em 65,5% do dia, o equivalente a 9,7 horas em média. Além disso, as mulheres se movimentavam numa média de nove vezes por hora. Uma ruptura no sedentarismo (inatividade) tinha de incluir pelo menos um minuto de movimento, de acordo com o estudo.

As mulheres mais velhas e acima do peso tiveram um comportamento mais sedentário, com períodos inativos mais longos. Segundo os pesquisadores, é preciso entender se ficar sentado por cinco, 10 ou 30 minutos significar algo diferente para a saúde.

 

Eles afirmam também que o término da rotina de cuidar dos filhos e a aposentadoria contribuem para a inatividade. Os cientistas recomendam ter um plano de atividade para o envelhecimento, pois é necessário se encontrar em outras atividades para esse ponto da vida.

 

Envelheça com saúde

Os pés para o alto e a cabeça desocupada, observando o tempo passar, estão longe da rotina atual de quem se aposenta. Hábitos mais saudáveis, aliados aos avanços da medicina, derrubam os limites físicos que caracterizavam o envelhecimento. E exigem um plano capaz de afastar a ociosidade e problemas relacionados a ela, como a depressão e a ansiedade. "A rotina é deixada de lado com a aposentadoria, mas é hora de alimentar projetos pessoais e até investir em uma guinada profissional", afirma o especialista em gerontologia Diego Miguel, do Centro de Referência do Idoso (CRI-Norte), em São Paulo. Estresse, gastrite e até descontrole da glicemia são outros males que aparecem nesta fase - principalmente, nos casos em que a falta de um projeto abala a autoestima do idoso, explica a geriatra da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia, Silvia Pereira.

 

Dançar na terceira idade não é só uma maneira divertida de mexer o corpo. Habilidades como força, ritmo, agilidade, equilíbrio e flexibilidade também são desenvolvidas e trazem bem-estar e saúde aos idosos. Quando dançam, eles fazem um esforço maior para memorizar a sequência dos passos e precisam se concentrar para não invadir o espaço do parceiro, conclui um estudo recente da Unicamp, em São Paulo. Além disso, se lembram de experiências e sensações vividas no passado, quando a música os remete à juventude.

 

Fonte: Minha Vida

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Alteração genética aumenta chances de ataque cardíaco em 38% 2013-12-23 Segundo um estudo da Universidade de Duke (EUA), uma variante genética que faz o organismo produzir cortisol - hormônio responsável pelo estresse - em grandes quantidades pode aumentar as chances de infarto ou morte por doenças cardiovasculares. O trabalho foi publicado dia 18 de dezembro na revista PLoS One e a equipe fez análises genéticas em mais de 6.100 homens e mulheres que constavam em um banco de dados da Universidade com pacientes de alto risco cardíaco.

 

Dois terços dos participantes eram homens. Durante seis anos de acompanhamento, os pacientes portadores da variante genética apresentaram um aumento no risco de infarto e morte por doenças cardiovasculares até 38% maior do que aqueles que não tinham a alteração.

 

Apesar de ajustados os resultados para os fatores de risco como idade, obesidade e tabagismo, o traço genético ainda mostrava essa associação. No entanto, os pesquisadores afirmam que isso não prova uma relação de causa e efeito, sendo necessários mais estudos. De acordo com os autores, o próximo passo seria testar pessoas de forma geral em vez de apenas aqueles com risco cardíaco.

 

O Ministério da Saúde estima que 31,5% dos óbitos no Brasil são provocados por doenças cardiovasculares, tornando-se a primeira causa de morte entre a população brasileira. A doença mata por ano, 7.6 milhões de pessoas no mundo todo, devido às suas complicações como AVC, infarto, entre outras. A hipertensão arterial e obesidade são consideradas duas das maiores vilãs da saúde do coração. Segundo dados do Ministério, cerca de 30 milhões de brasileiros têm hipertensão e há outros 12 milhões de brasileiros que ainda não sabem que possuem a doença no Brasil. Quando não controlada, a pressão arterial causa lesões na artéria aorta e provoca a sobrecarga do coração, que fica com o músculo mais rígido, aumenta de tamanho e fica inchado. Já o excesso de peso, principal causador da hipertensão, exige um esforço maior não só do coração, mas também de todo o sistema circulatório, sendo a principal causa do aumento da pressão e podendo levar ao desenvolvimento de insuficiência cardíaca, ou seja, da diminuição da capacidade do coração de cumprir a sua função de bombear efetivamente o sangue, que corre por todo o corpo, alimentando órgãos e tecidos vitais. Por isso, manter hábitos saudáveis é fundamental para blindar o coração.

 

Fonte: Minha Vida

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Estudo mostra que taxa de mortalidade no câncer de mama está ligada ao sedentarismo 2013-12-20 Segundo um grande estudo desenvolvido pela equipe do Laboratório Nacional Lawrence Berkeley, na Califórnia (EUA), se uma mulher que desenvolve câncer de mama, tiver seios pequenos e praticar exercícios poderá reduzir seu risco de morrer pela doença - principalmente se ela tem receptores de estrogênio. O estudo foi publicado online dia 09 de dezembro na revista PLoS One.

 

Especialistas já sabiam que ser fisicamente ativo reduz o risco de contrair câncer de mama em cerca de 25%. O novo estudo, no entanto, observou como o exercício pode ajudar aquelas pacientes que já foram afetadas com a doença.

 

Para o estudo, os cientistas acompanharam quase 80 mil mulheres durante 11 anos. Todas eram participantes em estudos nacionais sobre caminhada e corrida - do total, aproximadamente 33 mil mulheres caminhavam e 46 mil praticavam corrida.

 

Quando a pesquisa começou, nenhuma das mulheres tinha sido diagnosticada com câncer de mama. Todas relataram as distâncias que andavam ou corriam a cada semana, bem como tamanho de seu sutiã, peso corporal e altura. Durante o período de acompanhamento, 111 participantes do estudo morreram de câncer de mama. Elas estavam com 50 anos em média quando morreram.

 

Aquelas que seguiram as diretrizes atuais de exercício - duas horas e meia de atividade moderada, uma hora e 15 minutos de atividade vigorosa ou uma combinação semanal equivalente - tinha uma chance 42% menor de morrer por câncer de mama, em comparação com aquelas que não atenderam às diretrizes. A quantidade de exercício descoberta como protetora contra o câncer de mama foi de cerca de sete quilômetros de caminhada rápida ou quase cinco quilômetros de corrida por semana.

 

Os autores também notaram que as mulheres cujos sutiãs eram taça C tinham um risco maior de morte por câncer de mama, em comparação com aquelas que vestiam taça A. Mulheres com taça D ou mais tinham as chances aumentadas em quase cinco vezes se comparadas com a taça A.

 

Segundo os estudiosos, Ter altos níveis de estrogênio é um conhecido fator de risco para câncer de mama - e mulheres de seios maiores têm uma produção maior desse hormônio do que as mulheres de seios pequenos. Entretanto, a atividade física beneficia todas as mulheres, independe do tamanho do seio, uma vez que o exercício diminui a produção de estrogênio.

 

Embora o estudo tenha encontrado uma ligação entre exercícios e menor risco de morrer por câncer de mama, ele não estabeleceu uma relação de causa e efeito. Além disso, outros hábitos saudáveis que podem reduzir o risco de câncer, como a manutenção de um peso corporal saudável e limitar o consumo de bebidas alcoólicas.

 

Fonte: MINHA VIDA

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Vacina contra gripe reduz risco de infecções mais graves em crianças 2013-12-18 Um estudo clínico publicado no dia 11 de dezembro de 2013 pela esta quarta-feira (11) no New England Journal of Medicine revelou que vacinar as crianças contra a gripe reduz em mais de 50% o risco de contrair esta e outras doenças graves.

Trata-se do primeiro estudo ampliado para avaliar a eficácia da vacina contra a gripe em crianças. Os autores analisaram 5.168 crianças com idades entre três e oito anos, com metade sendo vacinada apenas contra a hepatite A, e a outra metade recebendo uma vacina tetravalente para a gripe que protege contra quatro cepas do vírus.

O estudo clínico, financiado pelo grupo farmacêutico britânico GlaxoSmithKline, foi realizado em oito países, entre eles Bangladesh, Honduras, República Dominicana, Líbano, Tailândia e Turquia.

A vacina antigripal foi eficaz em 59,3% comparativamente ao grupo de controle, mas a proteção atingiu 74,2% contra infecções mais severas, como a pneumonia.

Os autores do estudo comprovaram que a vacina contra a gripe reduz em 69% os atendimentos médicos aos menores; em 75%, as internações; e em 77%, as faltas escolares.

O Centro Federal de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA recomenda vacinar contra a gripe a partir dos seis meses de idade. Em 2012, apenas 37% dos americanos se vacinaram.

FONTE: UOL

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Órgão regulador europeu afirma que aspartame é seguro para saúde 2013-12-16 Segundo parecer publicado pelo European Food Safety Authority (EFSA), órgão regulador de alimentos e bebidas da Europa, o adoçante aspartame é seguro para uso pela indústria de alimentos e bebidas.

"É um importante posicionamento para desmistificar as polêmicas infundadas que envolvem o aspartame e dá segurança ao consumidor para utilizá-lo em sua dieta sem preocupação", explica a engenheira de alimentos Maria Cecilia Toledo, da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas).

Especialistas da entidade analisaram e revisaram todos os dados científicos disponíveis sobre o aspartame, inclusive os metabólitos - metanol, ácido aspártico, fenilalanina e produtos de degradação (DKP e beta-aspartame) - e concluíram que o adoçante não representa uma preocupação de segurança para os consumidores.

"Essa conclusão confirma o que nós, pesquisadores, já sabíamos: o uso do aspartame como aditivo alimentar não representa risco à saúde humana nos atuais níveis estimados de exposição", avalia a engenheira.

Para ela, as principais fontes de adoçantes usadas pelos brasileiros estão em bebidas de baixa caloria como refrigerantes e suco, além dos adoçantes de mesa.

"Para todo aditivo alimentar é estabelecida uma quantidade máxima que pode ser ingerida diariamente sem dano à saúde humana, chamada Ingestão Diária Aceitável (IDA)", explica.

Nessa revisão, a EFSA não viu necessidade de alterar a IDA do aspartame, que continua sendo de 40mg/kg de peso corporal ao dia.

"Como a IDA incorpora uma grande margem de segurança, é muito difícil que uma pessoa ultrapasse as quantidades estabelecidas, mesmo com o uso frequente de produtos com aspartame", afirma Maria Cecília.

Segundo a especialista, o aspartame pode ser consumido por todas as pessoas, incluindo crianças e mulheres grávidas, com exceção dos portadores de fenilcetonúria, que são incapazes de metabolizar a fenilalanina, substância presente no aspartame.

FONTE: UOL

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Estudo diz que filhos de pais estressados engordam mais rápido que outras crianças 2013-12-13 De acordo com o site inglês Daily Mail, crianças frutos de relacionamentos com altos níveis de estresse tendem a engordar 7% mais rápido que as demais. Os dados são de um estudo recente feito pelo St. Michael's Hospital, de Toronto, no Canadá, que concluiu que pais estressados têm mais chances de terem filhos obesos.

Além disso, elas podem ter o IMC (Índice de Massa Corpórea) cerca de 2% mais alto do que os filhos de pessoas com menores taxas de estresse.

Dr. Ketan Shankardass, responsável pelo estudo, alerta que a descoberta é um passo para que os pais cuidem da saúde dos filhos antes que a obesidade se torne recorrente na adolescência e idade adulta. "A infância é um período em que as crianças desenvolvem os hábitos que se relacionam entre si na maneira como lidam com o estresse, com a comida e com os exercícios físicos", explica. Ainda segundo o especialista, os danos causados nesta faixa da vida são irreversíveis ou, no mínimo, muito difíceis de serem consertados.

Os pesquisadores afirmaram não saber o real motivo pelo qual o estresse dos pais e a obesidade infantil estão relacionados, mas acreditam que, devido a falta de tempo, os adultos mudam o comportamento, comprando mais comida pronta e junk food do que preparando refeições saudáveis. Além da alimentação errada, nestas famílias o exercício é prática rara e as pessoas apresentarem mudanças biológicas que facilitam ainda mais o ganho de peso.

Para os resultados, os especialistas submeteram os pais de crianças que já tinham participado de um estudo anterior a um questionário sobre os dados familiares. Eles descobriram ainda que as pessoas de descendência hispânica são mais sujeitas a apresentarem descontrole em relação à comida, aumento de apetite e vida sedentária.

FONTE: TERRA

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Mulheres que consomem bebidas açucaradas têm mais risco de câncer de endométrio 2013-12-11 Segundo estudo publicado pelo periódico Cancer Epidemiology, Biomarkers & Prevention, a ingestão de bebidas açucaradas está associada ao aumento do risco de câncer de endométrio em mulheres na pós-menopausa. Pesquisas anteriores descobriram a associação entre essas bebidas e o diabetes tipo 2. Entretanto, o novo estudo foi o primeiro a associá-las a um tipo específico de câncer de endométrio.

Em 1986, 23.039 mulheres com idade média de 62 anos preencheram questionários sobre estilo de vida, histórico médico e dieta. Durante o ano de 2010, foram registrados 506 casos de câncer de endométrio tipo 1 e 89 casos do tipo 2, uma forma mais grave da doença.

O estudo descobriu que, embora todos os tipos de açúcares aumentem o risco do câncer de endométrio tipo 1, as bebidas açucaradas produzem um efeito mais intenso. Após o controle de outros fatores, os pesquisadores descobriram que o risco era 74% maior para os participantes com nível mais elevado de consumo dessas bebidas em comparação com o grupo com nível menos elevado.

"Não quero que as pessoas mudem seu comportamento com base nessas descobertas", afirmou Maki Inoue-Choi, principal autora do estudo e estudante de pós-doutorado nos Institutos Nacionais de Saúde. "Precisamos realizar mais estudos para confirmarmos essa associação. Todavia, eu aconselho às pessoas a seguirem as orientações de dieta e evitarem bebidas açucaradas".

Em comparação com outros açúcares alimentares, os presentes nas bebidas geram aumentos e diminuições mais acentuadas dos níveis de glicose sanguínea. Essas oscilações podem influenciar no aumento do risco de câncer, especulam os pesquisadores.

FONTE: UOL

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Champanhe pode ser sua aliada no emagrecimento 2013-12-06 Depois das pesquisas que apontavam os benefícios do consumo do vinho, outra bebida feita a partir de uvas ganha status de amiga da boa saúde: a champanhe. A razão é a presença de polifenois, que ajudam a controlar a pressão arterial, pois funcionam como vasodilatadores. Os benefícios listados são redução do mau colesterol, diminuição do risco de derrames, ataques cardíacos e até a redução da incidência de doenças como Alzheimer e Parkinson. Os resultados foram apontados pela Universidade de Reading, na Inglaterra, em parceria com a Università degli Studi di Cagliari, na Itália.

 

Para aproveitar os benefícios da champanhe sem comprometer a saúde, os cientistas recomendam o consumo de duas taças da bebida por dia. A bebida está sendo usada também como incentivo para a perda de peso. A Dieta da Champanhe sugere o consumo de duas taças por dia combinadas a uma dieta de até 1,4 mil calorias, como maneira de “glamourizar” o processo de perda de peso e de incentivar o emagrecimento.

 

Fonte: TERRA

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As propriedades e vantagens da berinjela 2013-12-05 A berinjela é um legume que contém a seguinte composição: vitamina B5 e sais minerais como cálcio, fósforo, ferro e fibra solúvel. A niacina (vitamina B5) protege a pele e ajuda a regularização do sistema nervoso e aparelho digestivo. Enquanto os minerais cálcio, fósforo e ferro contribuem para a formação dos ossos e dentes, construção muscular e coagulação do sangue.

 

Poucas pessoas sabem, contudo, que ela é um vegetal com poder de diminuir o colesterol e reduzir a ação das gorduras sobre o fígado. Seu suco é utilizado nas inflamações dos rins, bexiga e uretra como poderoso diurético.

 

A berinjela é muito recomendada para quem sofre de artrite, gota, reumatismo, diabetes e inflamações da pele em geral. Como tem poder laxante, aconselha-se nas indigestões e prisão de ventre.

 

Dietas com alto teor de fibra alimentar têm apresentado resultados positivos em relação a tolerância à glicose, redução de hiperglicemia pós-prandial e taxa secretória de insulina em indivíduos diabéticos. A fração da fibra solúvel, que está presente na berinjela, é apontada como responsável por estes efeitos fisiológicos benéficos e vários mecanismos têm sido propostos para explicar sua ação. A alteração na velocidade de difusão da glicose, devido à formação de gel no lúmem intestinal é um deles. Já a alteração na estrutura da mucosa intestinal, com rarefação das criptas e vilosidades da mucosa intestinal e aumento da produção de mucina, que atua como uma barreira à absorção de glicose, é outro.

 

Atualmente, o extrato e o suco de berinjela, têm sido utilizados para diminuir as taxas de colesterol e de colesterol ruim, LDL. A produção de ácidos graxos de cadeia curta, como o acetato e o propionato, em decorrência da fermentação da fibra solúvel pelas bactérias do cólon, também exercem efeitos na diminuição das taxas de glicose e colesterol sanguíneo. O acetato inibe a lipólise do tecido adiposo que é responsável pelo excesso de ácidos graxos livres que chega ao fígado e acarreta a produção de acetoacetato em indivíduos diabéticos.

 

Diversos trabalhos científicos tem verificado se dietas ricas em berinjela apresentam efeito hipoglicêmico e uma melhora a tolerância à glicose, e se a presença de fibra solúvel (pectina solúvel) é um fator determinante nestes efeitos. Dietas ricas em berinjela apresentam efeito hipoglicêmico, e contribuem para o retardamento de absorção da glicose pós-prandial e a fração fibra solúvel está correlacionada com estes efeitos.

 

Experimentos realizados com a utilização de berinjela com casca e sem casca, e de casca de berinjela por um período de 42 dias. A glicose sangüínea foi determinada no início do experimento e aos 13, 21, 34 e 42 dias. Os testes orais de tolerância à glicose (TOTG) foram realizados no final do experimento.

 

Os resultados mostraram que as rações à base de farinha de berinjela com casca e de casca de berinjela apresentaram redução nos níveis de glicose. Este efeito não foi significativo para a ração à base de farinha de berinjela sem casca. Os animais do grupo com diabetes que receberam ração à base de berinjela com casca apresentaram menor área sob a curva de glicose, do que os dos grupos controle (ração à base de caseína e de berinjela com casca) e do que o do grupo diabético que recebeu a ração de caseína. Este efeito não foi observado nos animais que receberam ração à base de berinjela sem casca e casca de berinjela.

 

Estes resultados indicam a presença de um composto responsável pelo efeito hipoglicêmico na casca de berinjela e que a pectina solúvel da ração não foi suficiente para promover tal efeito, mas que a administração contínua de pectina solúvel contribuiu para a melhora da TOTG.

 

Experimentos mostraram que o suco de berinjela administrado a pacientes hipercolesterolêmicos, reduziu significantemente o peso corpóreo, o colesterol total, o colesterol ruim, LDL, e os triglicérides, assim como aumentou o relaxamento dependente do endotélio, melhorando a pressão arterial.

 

Fonte: Minha Vida

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AIDS: Mudanças no atendimento médico a portadores. 2013-12-03 Foi publicada na edição de ontem, segunda-feira (2) do Diário Oficial da União portaria que define mudanças no atendimento a pessoas portadoras do HIV. Conforme anunciado pelo Ministério da Saúde, ontem (1º), Dia Mundial de Luta contra a Aids, a partir de agora, assim que a pessoa for diagnosticada com o vírus, receberá o tratamento imediato na rede pública, com uso de antirretrovirais.

 

O governo espera que a medida contribua para reduzir as possibilidades de transmissão, uma vez que esse tipo de tratamento reduz a carga viral, e oferece melhor qualidade de vida ao paciente. Segundo a portaria, o novo Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas para Manejo da Infecção pelo HIV em Adultos, disponível nosite, é de caráter nacional e deve ser usado pelas secretarias de Saúde dos estados e dos municípios na "regulação do acesso assistencial, autorização, registro e ressarcimento dos procedimentos correspondentes".

 

O documento também estabelece que é obrigatório informar ao paciente, ou a seu responsável legal, os potenciais riscos e efeitos colaterais relacionados ao uso da terapia antirretroviral.

 

Os gestores estaduais e municipais do Sistema Único de Saúde, conforme a sua competência e pactuações, deverão estruturar a rede assistencial, definir os serviços referenciais e estabelecer os fluxos para o atendimento das pessoas com a doença.

 

A expectativa do Ministério da Saúde é incluir mais 100 mil pessoas no tratamento, em 2014, com a mudança de protocolo. Desde o início da oferta de antirretrovirais pelo sistema de saúde, há 17 anos, 313 mil pessoas foram atendidas.

 

Fonte: UOL

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Bebês do sexo masculino têm mais possibilidades de nascerem prematuros 2013-11-29 Um levantamento publicado no Daily Mail mostra um acréscimo de 5.700 bebês do sexo masculino que nascem mais cedo no Reino Unido a cada ano. De acordo com o estudo, meninos são 14% mais propensos a nascerem prematuros que meninas. Os dados de 2012 apontam que 32.300 meninos nasceram com menos de 37 semanas no país, enquanto o número para meninas é de 28.700.

 

O estudo mostra ainda que meninos são mais propensos a sofrerem morte e incapacidade como consequência de terem nascido muito cedo. “Meninos têm maior probabilidade de infecções, icterícia, complicações no parto e problemas congênitos, mas o maior risco para meninos é devido ao nascimento prematuro. Se comparar dois bebês nascidos no mesmo grau de prematuridade, um garoto terá um risco maior de morte e incapacidade em comparação com uma menina”, explica Joy Lawn, neonatologista e epidemiologista da Escola de Higiene e Medicina Tropical de Londres.

 

"Mesmo no útero, as meninas amadurecem mais rapidamente do que os rapazes, o que proporciona uma vantagem, porque os pulmões e outros órgãos são mais desenvolvidos. Uma explicação parcial para mais nascimentos prematuros entre os meninos é que as mulheres grávidas de menino são mais propensas a terem problemas de placenta, pré-eclâmpsia e pressão alta”, detalhou ele.

 

Os estudos encontraram maiores taxas de incapacidade em meninos através de uma variedade de problemas de saúde, incluindo paralisia cerebral, cegueira e deficiência visual.

 

Há 1.300 mortes devido a complicações de parto prematuro a cada ano no Reino Unido, principalmente entre bebês nascidos com menos de 28 semanas. Segundo Lawn, mães muito jovens e mais velhas tiveram maior risco de parto prematuro, sendo que a idade elevada está relacionada com mais frequência à pressão arterial alta, diabetes e complicações médicas.

 

Globalmente, os estudos publicados no jornal Paediatric Research mostraram que dos 15,1 milhões de bebês nascem antes do previsto e um milhão de pessoas morreram devido à prematuridade. Dos sobreviventes, 345 mil - 2,7% - apresentam deficiência moderada ou grave.

 

Fonte: Terra

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Café à noite prejudica sono 2013-11-28 Uma pesquisa feita pela Universidade Wayne State, de Michigan acompanhou os hábitos de sono de 12 pessoas que receberam comprimidos com 400 mg de cafeína, o equivalente a duas xícaras de café.

 

Durante quatro dias, os candidatos consumiram as doses entre três e seis horas antes de ir para a cama. Um dos comprimidos era um placebo, sem cafeína. A qualidade do sono foi medida com um diário de sono e um monitor.

 

Os resultados publicados no Journal of Clinical Sleep Medicine mostra que a cafeína consumida até cinco horas antes de dormir pode tirar uma hora de sono. “As pessoas tendem a ser menos propensaas a detectar efeitos negativos da cafeína no sono quando tomada na parte da tarde”, explica o psiquiatra Christopher Drake.

 

A cafeína, o estimulante no café, interrompe o fluxo de melatonina, uma substância química que influencia no sono. Secretado pela glândula pineal no fundo do cérebro, o hormônio ajuda a controlar os ritmos do corpo e avisar ao corpo a hora de dormir e acordar.

 

“Especialistas do sono sempre suspeitaram que a cafeína pode atrapalhar o sono por muito tempo após consumida. Este estudo fornece evidência objetiva de que apoiar a recomendação geral de evitar a cafeína no final da tarde e à noite é benéfico para o sono”, aconselhou Safwan Badr, da Academia Americana de Medicina do Sono

 

Fonte: Terra Saúde

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Para jovens, anticoncepcional evita DSTs, é o que diz pesquisa 2013-11-27 A informação é do Portal Terra: Um estudo que ouviu 30 mil pessoas em 37 países concluiu que o uso de camisinha na primeira relação aumenta em três vezes o uso de proteção ao longo da vida e o Brasil, que correspondeu a 66% dos entrevistados, foi o país no qual a maior parte das pessoas disse ter usado proteção na primeira vez. O material foi divulgado nesta segunda-feira (23) durante o Congresso da Associação Mundial de Saúde Sexual, em Porto Alegre.

 

De acordo com o levantamento, entre os brasileiros, as chances de contrair uma Doença Sexualmente Transmissível (DST) ou de ter uma gravidez não planejada é duas vezes menor do que entre aqueles que não usaram camisinha na primeira vez. A educação sexual tem muita relação com estes resultados, uma vez que, entre os que não receberam nenhum tipo de orientação, as chances de não utilizar nenhum tipo de proteção durante relações sexuais aumentam duas vezes.

 

O objetivo do estudo Durex Global Face do Sex, que ouviu pessoas com idades entre 18 e 64 anos, era entender os impactos da orientação e educação sexual na infância e adolescência no comportamento sexual, além das particularidades de cada país, e avaliar os efeitos do uso da camisinha na primeira relação. No Brasil, foram ouvidas 1.004 pessoas (54% homens e 46% mulheres) e os números mostraram que é o país no qual as pessoas afirmam ter usado proteção desde a primeira experiência sexual.

 

A educação sexual também começa mais precocemente no País, antes dos 13 anos, enquanto que crianças e adolescentes de outros países começam aos 14 anos. Na Índia, por exemplo, a educação sexual começa a partir dos 16 anos. “Nossa vida sexual começa mais cedo, e o que acaba acontecendo é que acabamos oferecendo educação sexual para os nossos adolescentes em cima da hora, quando estão com a vida sexual iniciada ou prestes a iniciar”, avalia a coordenadora do Programa de Estudos em Sexualidade do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, psiquiatra Carmita Abdo.

 

Segundo ela, esta falta de informação faz com que alguns jovens acreditem que as pílulas anticoncepcionais previnam não apenas uma gravidez, como também a transmissão de doenças sexuais. “Porque acaba tendo esse problema da falta de conscientização maior, ou falta de conhecimento, e é incrível como alguns jovens acreditam que a pílula anticoncepcional pode proteger de doenças sexualmente transmissíveis, em algumas regiões do País esses desconhecimento chega a esse ponto”.

 

Segundo Drª Carmita, estudos mostram que jovens que tiveram educação sexual não começam a ter relações mais precocemente porque “eles começam mais orientados, escolhem melhor os parceiros, se guiam por uma decisão pessoal e não por pressão do grupo”, explica. Apesar da educação sexual no Brasil começar em média aos 13 anos, a psiquiatra considera que ainda não está adequada a com a realidade local, uma vez que a iniciação começa a partir dos 15 anos, em média, ”mas se sabe que existem adolescentes que começam com 12, 13, 14 anos...”.

 

“O dia em que conseguiremos a educação sexual ideal será o dia em que isso acontecerá na família, porque os pais conhecem seus filhos e desde os 3, 4 anos, as crianças começam a ter curiosidade, fazem suas primeiras perguntas, que muitas vezes não vão sendo respondidas, e dão a impressão de que é um assunto que não é bem quisto, e que não deve continuar", concluiu.

 

Fonte: Terra Saúde

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Farmácia Lopes entra em campanha pró doação de sangue 2013-11-25 Para comemorar os 30 anos de funcionamento do Centro de Hematologia e Hemoterapia do Estado do Ceará - Hemoce com o objetivo de mostrar à população que nós temos compromisso social com as campanhas de doação de sangue, mudamos a iluminação da fachada de nossas lojas. A ação faz parte da campanha EU ME IMPORTO: SOU DOADOR DE SANGUE e iniciou nas vésperas da comemoração do Dia do Doador de Sangue (25 de novembro), devendo continuar nos próximos meses.

 

Ao longo de sua história o Hemoce já ajudou milhares de pessoas, através do gesto de amor e solidariedade dos doadores voluntários e dos serviços prestados aos cidadãos. Mas porque é importante doar? Esse simples ato de solidariedade ajuda a salvar muitas vidas, são mais de 110 mil transfusões em todo estado por ano, e quase 100 mil pessoas por ano que se importam com as outras e doam sangue.

 

Nós da Farmácia Lopes, acreditamos que essa parceria com o Hemoce contribui para a conscientização da sociedade e colabora para transformar o nosso estado em um exemplo para todos os outros estados na luta pela doação de sangue. Se você também se importa, então abrace esta campanha e procure o posto de coleta mais próximo. Além de um gesto de amor e solidariedade, a doação de sangue pode salvar muitas vidas e você é responsável por isso.

 

Fonte: Hemoce - Coordenação de Captação de Doadores

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Estudo garante: comer oleaginosas aumenta a expectativa de vida. 2013-11-25 Uma nova pesquisa, liderada por um cientista da Dana-Farber Cancer Institute, descobriu que as pessoas que comiam uma porção de oleaginosas (como nozes, amêndoas e castanhas) por dia reduzia em 20% o risco de morte por qualquer causa nas três décadas seguintes, em comparação com aqueles que não faziam esse lanche. Os resultados foram publicados na edição de 21 de novembro no New England Journal of Medicine.

 

O estudo incluiu mais de 76 mil mulheres do Nurses' Health Study e mais de 42 mil homens que participaram do Health Professionals Follow-Up Study - ao todo são cerca de 119 mil pessoas na amostragem. Nenhum deles tinha histórico de doença cardíaca, AVC ou câncer anterior.

 

Durante 30 anos de acompanhamento, mais de 16 mil mulheres e mais de 11 mil homens morreram. A cada quatro anos eram verificados os hábitos alimentares de todos os participantes, incluindo consumo de oleaginosas. O trabalho foi financiado pelos Institutos Nacionais de Saúde dos EUA e da International Tree Nut Council Nutrition Research and Education Foundation, um instituto sem fins lucrativos.

 

Quando os pesquisadores compararam pessoas que comeram oleaginosas com aquelas que nunca incluíam esses alimentos na dieta, eles descobriram uma redução de 7% no risco de morte por qualquer causa durante os 30 anos. Aqueles que faziam esse lanche uma vez por semana tiveram um risco 11% menor de morte, enquanto as pessoas que comiam duas a quatro porções por semana sofreram uma queda de 13% no risco. A amostragem que comeu pelo menos sete porções semanais diminuiu as chances de mortalidade em 20%. Comer mais oleaginosas também foi associado a um menor risco de morte especificamente por câncer, doenças cardíacas e doenças respiratórias.

 

O estudo revelou uma associação entre comer nozes e viver mais tempo, mas não conseguiu provar uma relação de causa e efeito. Os autores afirmam que uma porção foi calculada entre 16 e 24 amêndoas, de 16 a 18 castanhas de caju ou 30 a 35 unidades de amendoim.

 

Segundo os autores, as oleaginosas são ricas em nutrientes. Elas contêm ácidos gordos insaturados, fibras, vitaminas, minerais e antioxidantes. Pesquisas anteriores já haviam relacionado o consumo delas a um menor risco de doença cardíaca, bem como redução do colesterol alto. Fora isso, as pessoas que comiam nozes tendiam a ser mais saudáveis no geral ? tinham menores taxas de obesidade, apresentaram menor colesterol, menores concentrações de menos açúcar no sangue e circunferência abdominal menor, além de comer mais frutas e verduras e praticar mais exercícios.

 

Fonte: Minha Vida

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Entenda o porquê das mulheres ficarem mais exaustas que os homens durante os exercícios 2013-11-21 Não é falta de preparo, há uma explicação genética para que as mulheres fiquem mais cansadas que os homens durante a prática de exercícios. Um novo estudo mostra que as mulheres tem “maior ativação elétrica” dos músculos do tórax, responsáveis por controlar a respiração, o que torna uma corrida mais exaustiva. As informações são do Daily Mail.

 

Isso significa que as mulheres se esforçam mais para recuperar o fôlego quando comparadas aos homens da mesma idade. A diferença é vista em adultos jovens, idosos, pessoas com insuficiência cardíaca crônica e doenças pulmonares.

 

Uma equipe realizou experimentos da Universidade McGill, no Canadá, e os resultados foram publicados na revista Experimental Physiology. Participaram 50 homens e mulheres saudáveis com idade entre 20 e 40 anos. Eles pedalaram em uma bicicleta ergométrica. Além de exames com elétrodos, eles precisavam avaliar a intensidade da falta de ar utilizando uma escala de 0 a 10 pontos.

 

“Nosso estudo mostrou que as diferenças sexuais relacionadas a falta de ar e atividade física podem ser explicadas pela maior ativação elétrica dos músculos respiratórios – especificamente o diafragma – necessários para alcançar qualquer ventilação em mulheres jovens saudáveis em relação aos homens”, explicou Dennis Jenden, especialista em movimento humano.

 

Fonte: Terra

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Exercite-se na piscina e fortaleça sua musculatura 2013-11-20 A atividade aquática é uma das mais completas, pois trabalha todos os grupos musculares e também a respiração. A modalidade, inclusive, é um ótimo exercício para os idosos. Exercícios feitos na água não tem impacto, o que diminui os riscos de lesões musculares.Os exercícios feitos com o espaguete inclusive, melhoram nosso condicionamento cardiovascular e neurovascular, além de queimar cerca de 400 calorias em apenas uma hora de exercício com intensidade moderada. O portal Minha Vida publicou matéria falando dos exercícios com espaguete e nós compartilhamos com vocês os principais benefícios no corpo.

 

 

Pés no chão e musculatura a toda:

Exercícios com espaguetes feitos com os pés no chão, ou seja, sem boiar, costumam combinar movimentos com os braços e pernas, pois o aproveitamento é maior e não exige condicionamento físico muito elevado - ou seja, mesmo aqueles que não praticam exercícios com frequência podem fazer.

 

Existem diversos movimentos, e você pode combinar braços e pernas da forma que preferir.

 

 

Braços:

Os movimentos com os braços trabalham a musculatura superior do nosso corpo, que são os braços, ombros, costas e peitoral.

 

 

Pernas:

Enquanto as mãos seguram o espaguete e fazem os movimentos, suas pernas também devem trabalhar. Os movimentos trabalham os músculos da coxa, glúteos e abdômen, e devem ser feitos sempre alternando as pernas:

 

 

Exercícios de suspensão:

Os exercícios de suspensão são aqueles feitos com o espaguete em baixo dos braços, permitindo que a pessoa deixe as pernas livres, meio boiando.

 

"Por exigir mais do abdômen, que vai trabalhar para manter o corpo suspenso, recomenda-se fazer movimentos só com as pernas", diz Martha.

 

Porém, para aqueles que têm mais resistência e praticam atividade física com frequência, vale arriscar uma combinação. Nesse caso, Martha conta que os braços podem fazer um movimento estilo "nado cachorrinho", com o espaguete embaixo dos braços e virado para frente.

 

 

 

Minha vida

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Vídeo - Dia da Inclusão Social 2013-11-19 Que tal relembrarmos mais um grande evento realizado pela Farmácia Lopes?

 

No dia 27 de setembro o bairro Conjunto Ceará esteve movimentado para comemorar o Dia da Inclusão Social. A Farmácia Lopes preparou um dia inteiro de prestação de serviços para a população que incluía aferição de pressão arterial, teste de glicemia, emissão de documentos, corte de cabelo, manicure e sorteio de cadeira de rodas.

 

 

 

 

Assista o vídeo e confira como foi:

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Novembro azul : a importância do exame de próstata 2013-11-18 Para alertar os homens sobre a importância do diagnóstico precoce do câncer de próstata, a Sociedade Brasileira de Urologia (SBU), em parceria com Instituto Lado a Lado pela Vida, vão iluminar pontos turísticos em várias cidades e distribuir panfletos explicativos no movimento chamado Novembro Azul. O tema da campanha - Um Toque, um Drible - pretende conscientizar os homens sobre a necessidade de se submeter a exames preventivos.

 

 

Dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca) informam que no ano passado foram identificados mais de 60 mil novos casos da doença. O instituto considera câncer de próstata uma doença da terceira idade, porque cerca de três quartos dos casos no mundo surgem a partir dos 65 anos. De acordo com Eduardo Ribeiro, uro-oncologista do Hospital Santa Lúcia, em Brasília, os homens estão mais conscientes, “não tanto quanto as mulheres, que vão ao ginecologista desde adolescentes, mas a gente não vê mais tanta resistência”, contou Ribeiro.

 

A próstata é uma glândula presente nos homens, localizada abaixo da bexiga e à frente do reto. O câncer pode ser descoberto inicialmente no exame clínico, um toque retal, exame que enfrenta a resistência de muitos homens, combinado com o resultado de um exame no sangue. Se detectado o tumor, só a biópsia é capaz de confirmar a presença de um câncer. Segundo a SBU, quando descoberto no início, 90% dos casos de câncer de próstata são curáveis. De acordo com Ribeiro, pessoas que têm casos de câncer de próstata na família, obesas, e negras têm mais risco de desenvolver a doença.

 

Segundo o Inca, no Brasil, o câncer de próstata é o segundo mais comum entre os homens, atrás do câncer de pele. Em valores absolutos, é o sexto tipo mais comum no mundo e o mais prevalente em homens, representando 10% do total de cânceres. A taxa de incidência do câncer de próstata é seis vezes maior nos países desenvolvidos em comparação aos países em desenvolvimento.

 

Na fase inicial, o câncer da próstata não costuma apresentar sintomas. Quando surgem são parecidos com os do crescimento benigno da próstata: dificuldade de urinar e necessidade de urinar mais vezes durante o dia ou a noite. Na fase avançada, a doença pode provocar dor nos ossos, problemas para urinar e, quando mais grave, infecção generalizada ou insuficiência renal.

 

O tratamento vai depender do estágio da doença, e pode ser feito com cirurgia, radioterapia, tratamento hormonal e algumas vezes apenas observação médica.

 

As ações do Novembro Azul preveem, além de uma iluminação azul em pontos turísticos, como o Cristo Redentor, no Rio de Janeiro, e o Congresso Nacional, em Brasília, a distribuição de panfletos em estádios de futebol durante o campeonato brasileiro. A SBU vai entregar uma lista de sugestões aos parlamentares, entre elas a criação de centros de Referência em Saúde do Homem, para melhorar seu acesso ao SUS, assim como acontece com as mulheres.

 

Fonte: Agência Brasil

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Cuidados e tratamentos para a diabetes 2013-11-14 Segundo o Ministério da Saúde, que cerca de 13 milhões de brasileiros sofrem de diabetes no Brasil. Entre 2000 e 2010 a doença matou mais de 470 mil pessoas no país, fazendo com que o Brasil já ocupe a quarta posição em prevalência da doença em todo o mundo. Hoje, são mais de 13,4 milhões de portadores do diabetes tipo 2, especialmente pessoas acima de 40 anos. Além disso, um levantamento do Instituto Ipsos em parceria com a empresa farmacêutica Novo Nordisk mostra que aproximadamente 10% dos brasileiros (19 milhões de pessoas) corre alto risco de desenvolver a doença, se não mudarem seus hábitos. Dentro desses 10%, aproximadamente 60% das pessoas não acredita que está em grupo de risco - o que é muito grave. Além disso, a maioria dos brasileiros não acredita que mudanças no estilo de vida sejam efetivas para prevenir o diabetes tipo 2. É o que afirma a pesquisa "Diabetes: mude seus valores" desenvolvida pela Sociedade Brasileira de Diabetes.

 

 

 

"A alimentação é um dos pilares mais importantes na prevenção do diabetes", afirma o endocrinologista Fádlo Fraige, presidente da Associação Nacional de Assistência ao Diabético (Anad). Isso porque o excesso de peso é um fator de risco para a doença. "Ingerindo mais calorias do que se gasta, a tendência é que o ponteiro da balança suba", explica. Por isso, elabore refeições ricas em verduras, legumes e frutas e modere no consumo de carboidratos e proteínas.

 

Que fique bem claro: comer doce não causa diabetes. "O que favorece o diabetes é o sobrepeso e a obesidade, que podem acontecer graças à ingestão excessiva de doces", explica o endocrinologista Balduíno. Por isso, maneire no consumo. A recomendação merece atenção especial apenas por quem já é portador do diabetes. "Neste caso, a taxa de glicose no sangue pode ficar muito alta, ocasionando a chamada hiperglicemia", complementa.

 

 

 

De acordo com o endocrinologista Balduíno Tschiedel, presidente da Sociedade Brasileira de Diabetes, exercícios também são fundamentais para ficar longe do diabetes tipo 2. Mas fique tranquilo. Ninguém precisa fazer uma grande mudança na rotina para atender a esse quesito. "Cerca de 30 minutos de caminhada diariamente já é o bastante para afastar o risco de desenvolver a doença", aponta o especialista. Se possível, entretanto, associe exercícios aeróbicos com atividades que exigem força muscular para queimar calorias e definir o corpo.

 

"O excesso de peso faz com que os tecidos do organismo não consigam captar glicose, apesar da ação da insulina", afirma o endocrinologista Fádlo. Segundo a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, cerca de 80% dos portadores de diabetes tipo tem sobrepeso ou são obesos. O especialista explica que a insulina é um hormônio que tem como principal função abrir uma porta de entrada nos tecidos para a absorção da glicose. Por esse motivo, a cirurgia bariátrica se tornou uma boa opção para quem sofre de obesidade e diabetes. Afinal, por meio dela há redução brusca do peso e, consequentemente, melhor captação de glicose.

 

O estresse aumenta a produção de hormônios contrarreguladores da insulina, assim como os distúrbios do sono. "Além disso, o estresse crônico é um fator de risco também para a hipertensão, doença que caminha lado a lado com o diabetes", declara o endocrinologista Balduíno. Ele explica que a hipertensão pode, de alguma forma, antecipar o aparecimento do diabetes, uma vez que ambas as doenças tem mecanismos de aparecimento semelhantes. Outra questão acerca do estresse é que ele tem impacto inflamatório - ou seja, favorece uma série de processos inflamatórios em nosso corpo, e estes podem agravar ainda mais a produção de insulina e favorecer o acúmulo de glicose no sangue.

 

"A nicotina interfere na ação da insulina, elevando os níveis de glicose no sangue", explica o endocrinologista Fádlo. Entretanto, os especialistas explicam que fumar somente não está relacionado com um aumento do risco de diabetes. "Ele causa um prejuízo maior a pacientes que já tem diabetes, aumentando o risco de inflamação nas artérias e, consequentemente, um entupimento", ressalta Balduíno Tschiedel. Entretanto, o tabagismo pode ser um complemento maligno a pessoas que já estão em forte risco para o diabetes, como obesos e hipertensos, uma vez que o cigarro só irá prejudicar o bom funcionamento do organismo.

 

O excesso de bebida alcoólica pode favorecer o diabetes tipo 2, uma vez que sua ingestão contribui para o excesso de peso, principalmente o acúmulo de gordura visceral (abdominal). Esse tipo de gordura localizada é a mais perigosa no que diz respeito ao surgimento do diabetes tipo 2, uma vez que ela intensifica a produção de substâncias inflamatórias que geram uma cadeia de desequilíbrio no nosso corpo, levando ao diabetes tipo 2. O alcoolismo também aumenta o depósito de gordura no fígado, que geram um efeito no pâncreas chamado de lipotoxicidade. "Ela acontece quando a gordura circulante é tóxica ao funcionamento das células beta do pâncreas", explica a endocrinologista Andressa Heimbecher, de São Paulo. Esse mau funcionamento das células beta do pâncreas, que causa a resistência insulínica, pode agravar e se transformar em diabetes tipo 2.

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NOVEMBRO AZUL: 3 dicas para não se incomodar com o exame do toque 2013-11-13 O exame de toque retal costuma durar menos que 15 segundos e é necessário para descobrir se o paciente possui algum tumor. Mesmo com tanta importância para a saúde do homem, o exame ainda pode provocar medo e desconforto graças ao preconceito. Para tentar acabar com isso, compartilhamos com vocês três dicas que vão deixar o paciente mais relaxado na hora temido exame.

Experimente uma dose de bom humor

Para aumentar o nível de conforto durante a consulta com seu urologista, uma dica é somar uma boa dose de bom humor e deixar as tensões de lado. "Quando o paciente está seguro e bem humorado, a consulta flui muito melhor. Com um pouco de descontração tudo fica mais fácil e simples, até mesmo o exame de toque", diz o urologista do Hospital Urológico de Brasília.

 

Pense que será rápido

Não consegue perder o receio do exame? Pense que serão apenas 15 segundos! "Outra dica para quem está muito nervoso, é lembrar que o exame é rápido. Na maioria dos casos o homem espera algo complicado e doloroso, mas isso não existe", afirma o oncologista Cid Buarque de Gusmão.

 

Converse com sua mulher

Sua esposa (mãe ou amiga) pode ser uma boa companheira na hora de te ajudar a tomar a decisão certa. "As mulheres estão mais acostumadas a enfrentar esses tipos de exames. Então, costumam dar força para os homens ao explicar que nada é tão complicado quanto parece", acrescenta Evando Cunha.

 

Já ouviu falar que este exame fere sua masculinidade? O médico é categórico na hora da resposta. "Esse papo é recheado de preconceito e totalmente infantil. Um simples exame é incapaz de tirar a masculinidade de um homem. Muito pelo contrário, a atitude de cuidar da saúde é uma característica de homens muito bem resolvidos", ressalta o urologista.

 

O indicado é que o exame de toque seja realizado, no mínimo, uma vez por ano. "Depois de 15 segundos, o homem pode se sentir tranquilo (e prevenido). Claro que as visitas aos urologistas devem ser mais frequentes, mas em relação ao exame, ele pode se despreocupar", ressalta Evandro Cunha.

 

Fonte: Minha Vida

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Excessos ao praticar exercícios físicos podem trazer problemas 2013-11-11 Manter um corpo com a porcentagem de gordura adequada e com músculos fortes é uma atitude saudável. Fazer exercícios regularmente e manter uma alimentação adequada é o caminho certo para essas conquistas. Mas na ansiedade de conseguir resultados rápidos, muita gente acaba lançando mão de excessos. Eles até chegam lá, mas acabam levando o organismo ao limite e prejudicando a saúde. Outros se deixam influenciar pelos modelos impostos de beleza e acabam ultrapassando as possibilidades do próprio corpo.

 

É preciso entender que o corpo se adapta progressivamente ao novo hábito de praticar atividades físicas. Com a prática regular de exercícios, o corpo progressivamente se ajustará ao esforço, permitindo modificações a médio e longo prazo na duração, intensidade ou frequência. Caso o corpo seja submetido a um estímulo cada vez maior sem conseguir se adaptar é possível que ele entre em estado de esgotamento.

 

Treinos com promessas milagrosas, consumo de substâncias que otimizam os resultados sem orientação médica e até mesmo o exagero na prática de exercícios físicos estão na lista de quem não obedece o ritmo do próprio organismo e pega atalhos em busca de entrar em forma.

 

A bola da vez é a tal da “barriga negativa” mas ela só é possível com a associação de diversos fatores: depende de uma baixa massa de gordura corporal, músculos pouco desenvolvidos e anatomia das costelas e do quadril. Assim, algumas pessoas até podem ter a barriga negativa sem maiores prejuízos à saúde, mas nem todas as pessoas que perdem muita gordura terão a barriga negativa.

 

Para conseguir esse formato, é ultrapassado o limite entre dieta e desnutrição, muitas mulheres optam por uma alimentação extremamente hipocalórica e acabam excedendo as quantidades de exercício recomendadas. Esse processo leva o organismo ao esgotamento e pode até causar doenças e problemas de saúde, como distúrbios alimentares, alterações da ovulação e do ciclo menstrual, alterações cardiovasculares, fraqueza do sistema imunológico, entre outros.

 

Portanto, muito cuidado! Os excessos podem prejudicar em vez de favorecer o seu corpo. O acompanhamento de um profissional é a melhor opção pra quem quer obter grandes resultados sem vacilar.

 

Fonte: Minha Vida

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Participe da campanha Sem imposto tem remédio 2013-11-08 “Sem imposto tem remédio” foi uma campanha que nasceu da ideia de reduzir os impostos cobrados sobre os medicamentos no Brasil, que são um dos mais altos do mundo. A carga tributária sobre os remédios comercializados no país é de quase 34%. Em países como Portugal, Suíça e Holanda, os medicamentos são tributados em, no máximo, 10%. No Reino Unido e Canadá, as pessoas simplesmente não pagam impostos quando compram remédio. Lá, a tributação é ZERO!

 

O artigo 196 da Constituição Federal Brasileira diz que a saúde é um direito de todos e um dever do Estado, por isso em apoio à redução dos impostos sobre os remédios, a campanha pretende coletar dez milhões assinaturas em todo o Brasil, por meio de um abaixo-assinado que será levado às autoridades do governo e ao Congresso Nacional. A coleta de assinaturas será feita em seis mil farmácias de todo o País e você também pode participar através de uma petição online.

 

Você se interessou pela campanha e quer lutar por preços mais justos de remédios? Então, vá até uma das farmácias participantese faça parte do abaixo-assinado! Quer fazer mais? Compartilhe esta causa e faça também sua assinatura online acessando os links abaixo. Lembre-se, a receita para um país melhor é simples!

 

 

Assinatura online: https://secure.avaaz.org/po/petition/Reducao_dos_impostos_sobre_medicamentos_SemImpostotemRemedio

 

Site da campanha:

www.semimpostotemremedio.com.br

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Existe flúor suficiente na água? 2013-11-06 Se a água mineral for sua fonte principal de água de consumo, você poderá não estar obtendo flúor em quantidade suficiente. Enquanto o flúor é adicionado na água de abastecimento público em 60% dos municípios do Brasil para reduzir a cárie dental, a maioria das águas minerais disponíveis no mercado não contém níveis ideais de flúor. Diversos fatores são importantes para saber se você está recebendo ou não flúor suficiente, entre eles:

 

* O nível de flúor na sua água mineral, que pode variar muito entre as diferentes marcas. Se a quantidade de flúor não aparecer no rótulo, peça informações à empresa responsável.

 

* A quantidade de água mineral que você bebe durante o dia.

 

* Se você usa a água mineral para beber, cozinhar ou preparar sopas, sucos e outras bebidas.

 

* Se você também bebe água fluoretada na escola, trabalho ou outros lugares. Se você bebe principalmente água mineral, você deve conversar com seu dentista sobre a necessidade de tratamentos complementares com flúor -especialmente se tiver filhos. Seu dentista pode recomendar complementação de flúor se achar que seu filho não está recebendo níveis adequados de flúor.

 

Fonte: Artigo fornecido pela Colgate-Palmolive. Copyright 2013 Colgate-Palmolive. / Minha Vida

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Três xícaras de café por dia podem reduzir risco de câncer de fígado 2013-11-01 Um pesquisador do departamento de epidemiologia do Istituto Di Ricerche Farmacologiche Mario Negri e do departamento de ciências clínicas e de saúde da Università degli Studi di Milano, na Itália, descobriu que beber três xícaras de café por dia diminui o risco de câncer de fígado, particularmente o tipo mais comum, que é o carcinoma hepatocelular. A pesquisa foi publicada em outubro na revista Clinical Gastroenterology and Hepatology.

 

 

Os pesquisadores realizaram uma meta- análise de artigos publicados entre 1996 e setembro de 2012, envolvendo 16 estudos de alta qualidade com um total de 3.153 casos. Também foram incluídos dados sobre 900 casos mais recentes de carcinoma hepatocelular. Feita a análise, os autores chegaram à conclusão de que o café pode reduzir as chances de câncer de fígado em 40%, podendo chegar a 50% em alguns casos.

 

Apesar da consistência dos resultados entre os estudos acompanhados, os cientistas afirmam que é difícil estabelecer se a associação entre o consumo de café e carcinoma hepatocalular é causal, ou se pode estar parcialmente atribuída ao fato de que os pacientes com doenças hepáticas e digestivas muitas vezes param voluntariamente sua ingestão de café. Além disso, o café comprovadamente ajuda a prevenir o diabetes, que é um conhecido fator de risco para o câncer de fígado.

 

O câncer primário é altamente evitável se feita vacinação do vírus da hepatite B, o controle da transmissão do vírus da hepatite C e redução do consumo de álcool. Essas três medidas podem, em princípio, evitar mais de 90% dos cânceres primários de fígado em todo o mundo. O câncer de fígado é o sexto tipo de câncer mais comum no mundo, e a terceira causa mais comum de morte por câncer.

 

 

Fonte: Portal Minha Vida

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Previna o estresse adotando alguns hábitos 2013-10-30 O estresse é uma sensação que acaba nos afetando em algum momento da vida, fazendo com que fiquemos ansiosos, nervosos e desconcentrados. Algumas pessoas, porém, passam por situações de estresse todos os dias, às vezes mais de uma vez, e isso interfere diretamente na qualidade de vida de qualquer ser humano.

 

O estresse é uma reação do organismo com componentes psicológicos, físicos, mentais e hormonais, que ocorre quando surge a necessidade de uma adaptação a um evento ou situação de grande relevância negativa, ou mesmo positiva. Mesmo que isso pareça um bicho de sete cabeças, é muito fácil fugir do estresse comum do dia a dia - basta a adoção de alguns simples hábitos. O pior que se pode fazer em um momento de estresse é tentar ignorá-lo. Fingir que nada está acontecendo e continuar suas atividades pode apenas agravar os sintomas, que podem evoluir para uma crise de estresse mais grave.

 

Por isso, é recomendado que em qualquer situação de estresse, o ideal é pensar em algo que o acalme. Visualize algo agradável, que o tranquilize. Porém, no meio de uma situação estressante, é muito difícil pararmos para imaginar os pensamentos mais adequados e positivos, assim como cenas agradáveis para substituir os ansiógenos - agentes causadores da ansiedade e do estresse. Esses pensamentos já devem ser planejados anteriormente, para que a pessoa possa utilizá-los no momento, sem ter que ficar procurando o que pensar.

 

 

No momento de estresse e ansiedade, diga para si mesmo coisas como "já senti isso antes e até hoje nada de grave me aconteceu", "se conseguir mudar meus pensamentos e relaxar, começarei a me sentir melhor" ou "eu posso controlar meu estresse". Se acalme, respire fundo e pense em algo agradável.

 

Fonte: Minha Vida

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A importância da Mamografia 2013-10-29 A mamografia é Considerada como o melhor exame para rastrear o câncer de mama, a mamografia consegue detectar uma lesão tão pequena quanto uma ervilha. Mas como funciona? A mamografia trata-se de um exame feito com um aparelho de raio X chamado mamógrafo, que radiografa a mama para detectar o câncer no estágio inicial, quando as lesões ainda são milimétricas.

Em termos de eficiência, tanto o método tradicional quanto a versão digital fornecem resultados satisfatórios. A principal diferença entre os dois é que a técnica computadorizada permite manipular as imagens para melhorar a visualização, além de dispensar a repetição do procedimento.

O exame também pode flagrar cistos (alterações inofensivas do tecido mamário), nódulos (formações sólidas que costumam ser benignas) e calcificações (depósitos de cálcio que, em geral, não indicam perigo).

 

Para mulheres que não têm histórico de câncer de mama na família, o Instituto Nacional do Câncer (Inca) recomenda fazer um exame anual a partir dos 40 anos. Mas se sua mãe ou irmã tiveram a doença, a mamografia é indicada dez anos antes da data em que as familiares foram diagnosticadas com o mal, não importando a sua idade.

 

Fonte: Revista Boa Forma

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Alimentos para fortalecer sua imunidade 2013-10-28 Se sua imunidade anda baixa ou você não quer dar chance para que nenhum mal afete a sua saúde, o lance é apostar em um prato de comida bem equilibrado, principalmente com os ingredientes certos. Nutricionistas garantem que atingir a recomendação diária de consumo de frutas e vegetais já garante uma defesa melhor. O consumo deve ser de cinco porções por dia: três frutas e dois vegetais.

 

Os vegetais verdes escuros (brócolis, couve, espinafre), feijão, cogumelo (shimeji) e fígado são alguns dos alimentos que apresentam ácido fólico. O nutriente auxilia na formação de glóbulos brancos, responsáveis pela defesa do organismo.

 

Já carne, cereais integrais, castanhas, sementes e leguminosas (feijão, lentilha, ervilha, grão de bico), são ricos em zinco, nutriente que combate resfriados, gripes e outras doenças do sistema imunológico. Nozes, castanha, amêndoa e óleos vegetais (de girassol, gérmem de trigo, milho e canola) são ricos em vitamina E. Ela é benéfica, principalmente para os idosos, agindo no combate à diminuição da atividade imunológica por conta da idade.

 

Fonte: Minha Vida

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Entenda o Outubro Rosa 2013-10-25 O movimento Outubro Rosa que está ocorrendo durante esse mês, pretende conscientizar as mulheres sobre a importância de se realizar anualmente a mamografia para monitorar a saúde das mamas. Tipo de câncer mais comum entre as mulheres, o câncer de mama é o segundo mais frequente no mundo - só no Brasil, foram registrados mais de 52 mil casos em 2012.

 

Criado nos Estados Unidos na década de 1990, o Outubro Rosa é um movimento popular do qual participam instituições governamentais, empresas e entidades da sociedade civil, como a ONG Américas Amigas, criada em 2009 para doar mamógrafos a hospitais.

 

 

Andréa Ferreira, vice-presidente da ONG, conta que a entidade investiu na conscientização porque acredita na prevenção como melhor maneira de diminuir a letalidade do câncer de mama. Se você detecta a doença precocemente, há até 95% de chance de cura. Mas, sem o exame anual, o câncer é descoberto num estágio avançado e aí a letalidade é maior”, afirma. Para ela, muitas mulheres não fazem a mamografia por medo e pelo câncer ser um tabu para a família. Estamos falando de uma mulher de classe média baixa que trabalha, sustenta os filhos e cuida da casa. É muito pressão em cima dela”, afirma.

 

A Américas Amigas foi criada por iniciativa da ex-embaixatriz americana no Brasil, Barbara Sobel, e suas amigas. Até hoje já foram doados 22 mamógrafos, incluindo dois para a Marinha brasileira, que percorre as áreas ribeirinhas da região Norte em navios.

 

Fonte: Revista Saude

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Os benefícios da pipoca pra saúde 2013-10-24 Nem precisa de muita coisa, basta um punhado de milho, um fiozinho de óleo e uma panela no fogo. Pronto! Em alguns minutos temos a famosa pipoca. Vira e mexe no centro de acaloradas discussões, ela costuma ser acusada de ser um tanto quanto traiçoeira para a saúde. A presença de gordura e o fato de nos incentivar a extrapolar nas pitadas de sal estão entre as principais queixas Mas se preparada corretamente, isso sem contar com a versão microondas, ela é uma explosão de benefícios, informação reforçada por um estudo recente da Universidade de Scranton, nos Estados Unidos. Segundo o time de cientistas, a pipoca reúne mais certos antioxidantes que uma porção de frutas e verduras. O que faz com que ela possa ser uma aliada ardilosa na guerra contra os radicais livres, aquelas moléculas instáveis e perigosas que atacam as células e provocam desastres que vão de envelhecimento precoce a câncer.

 

Isso se deve à diferença entre a quantidade de água encontrada na pipoca, que é de 3 a 5%, e a detectada nos vegetais, que chega a 90%. Na prática, esses valores revelam que, no subproduto do milho, os compostos fenólicos - benditos antioxidantes! - ficariam concentrados, enquanto nas outras classes alimentares eles apareceriam mais diluídos. A pipoca é o único snack formado 100% pelo grão. Já os antioxidantes encontrados em outros produtos à base de sementes integrais, por exemplo, são removidos ou sofrem degradação durante o processamento.

 

O melhor é que o papel das fibras não fica restrito a dar um empurrão ao funcionamento do intestino. Elas também são reverenciadas por tornar a digestão mais lenta, prolongando, assim, a sensação de barriga forrada - uma vantagem e tanto para quem quer derrubar o ponteiro da balança.

 

Fonte: Revista Saude

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Refrigerantes favorecem o inchaço 2013-10-23 Ele pode ter muitas causas e é considerado como sintoma de muitas doenças, mas uma das principais razões para o inchaço ser tão incômodo é a manutenção de maus hábitos alimentares. A causa mais comum do inchaço é a retenção de líquidos, provocada pelo acúmulo excessivo de água no organismo, o que leva ao inchaço principalmente na barriga, pés, mãos, coxas, tornozelos e mamas. Outras causas de inchaço são a flatulência, gerada pelo acúmulo de gases no corpo, e a prisão de ventre, que pode formar aquela barriguinha indesejada. Mas com os ajustes certos no cardápio é possível eliminar o desconforto. Refrigerantes e outras bebidas gaseificadas devem ser evitadas por quem sofre de inchaço. "Esse gases dilatam o estômago, causando desconforto e a sensação de que estamos cheios", diz a nutricionista Roseli Rossi, da Clínica Equilíbrio Nutricional, em São Paulo. Ela ressalva que esses gases proporcionam um inchaço temporário, que apenas agravam os sintomas que já sofrem com o problema. "No entanto, os refrigerantes são ricos em sódio, outro vilão da barriga inchada", diz. Para evitar esses efeitos, prefira sucos e água sem gás.

 

Fonte: Minha Vida

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O bom humor aliado ao combate ao câncer 2013-10-21 Essa é uma matéria publicada pelo Portal Terra

 

Quando a jovem inglesa Laura Cannon foi diagnosicada com câncer no seio aos 22 anos, ela estava determinada a derrotar a doença. Mas, decidiu fazer isso com estilo. Por isso, ela criou o blog Laura Louise and her Naughty Disease (Laura Louise e sua Doença Impertinente, em português). Segundo o Daily Mail, a estudante de pós-graduação conta detalhes da decisão de raspar a cabeça antes de começar o tratamento, os detalhes dos seis meses de quimioterapia, da cirurgia de retirada das duas mamas e da reconstrução dos seios.

 

Com bom-humor, personalidade e carinho com os leitores, Laura dá dicas para disfarçar a cabeça raspada usando um sapato vermelho, e também fala como corrigir "a palidez de quase morte" que vem depois das sessões de quimio. Fã de maquiagem, a jovem fala ainda como colocar cílios postiços e como acertar na hidratação da pele e do cabelo. "Eu estava determinada a mostrar que a luta contra o grande C não tem que ser somente desgraça e tristeza", afirma.

 

Com fotos usando maquiagens e perucas, ela conta como está indo a "missão para acabar com Kenneth", nome que deu ao seu tumor. Laura diz que o motivo de escrever o blog era compartilhar o desejo e mostrar que era possível parecer saudável e estilosa, mesmo passando por rígidas sessões de quimioterapias, que deixavam suas unhas pretas e fizeram o cabelo cair.

 

"Meu maior obstáculo é que sem cabelo parecia estar ainda mais doente. Mas, como não queria parecer estar muito mal quando fosse almoçar ou sair com os amigos, tenho trabalhado sério no meu projeto 'quimio chic'", disse.

 

Em muitos posts, Laura mostra que olhar os obstáculos pelo lado positivo pode fazer toda a diferença em situações extremas e que ajuda a deixar o tratamento menos doloroso."Quando meu cabelo começou a crescer, pensei que talvez as pessoas olhassem e pensassem que resolvi adotar aquele visual por escolha própria como a Jessie J. Pela primeira vez na vida, será que ia ser uma das mais legais da turma?", diz.

 

Devido ao blog, que se tornou um sucesso com mais de 100 mil visualizações, Laura ganhou prêmios e recebe o apoio de famosos, como o comediante Russell Brand. No entanto, não só de posts felizes vive o blog. "Não estou dizendo que estava sempre glamourosa mesmo passando por tudo aquilo, porque haviam dias em que eu estava no hospital sem nenhuma maquiagem e me sentindo um lixo, mesmo estando rodeada de médicos bonitões", diz.

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Exercícios na adolescência combatem o câncer na vida adulta 2013-10-18 Segundo estudo publicado no Journal of the National Cancer Institute, adolescentes praticantes de exercícios físicos intensos diminuem as chances de sofrer de câncer de mama na fase adulta em até 23%. Nessa análise, a prática de atividade física deveria começar por volta dos 12 anos e durar por pelo menos dez anos para que a proteção contra a doença seja notada. Os exercícios são capazes de reduzir os níveis de estrógeno, hormônio relacionado ao risco de câncer. A prática de exercícios também diminui o estresse e ajuda no controle do peso, fatores que também influenciam no desenvolvimento de câncer de mama.

 

Outra dica é manter uma dieta adequada. Além de ajudar no controle do peso, ainda atua na prevenção de doenças crônicas e melhora a saúde como um todo. Um corpo saudável trabalha melhor, prevenindo inclusive o surgimento de tumores. Mulheres que consomem vegetais com frequência têm até 45% menos chances de desenvolver câncer de mama, de acordo com um estudo realizado pela Boston University. Alimentos como brócolis, mostarda, couve e hortaliças verdes são ricos em glucosinolatos, que são aminoácidos com um papel importante na prevenção e tratamento de câncer de mama.

 

Fonte: Minha Vida

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DSTs entre jovens até 25 anos aumentam 2013-10-17 Infelizmente o sexo seguro, com o uso de preservativo, ainda não é uma realidade para boa parte dos adultos jovens. De acordo com um relatório da Saúde Pública da Inglaterra, as doenças sexualmente transmissíveis aumentaram quase 50% em 10 anos entre pessoas com até 25 anos. Os dados são do jornal Daily Mail.

 

O levantamento mostra que havia 448.422 novos casos de DSTs no Reino Unido em 2012. O total é 5% maior em relação ao ano anterior e 46% mais alto que em 2003, quando os dados começaram a ser coletados.

 

Quase dois terços dos casos de clamídia e mais de metade das infecções por gonorreia ocorrem nesse grupo etário. “As altas taxas de transmissão de gonorreia preocupam conforme a resistência ao tratamento com antibióticos cresce”, acrescentou o relatório. As taxas de gravidez na adolescência, por sua vez, caíram.

 

Fonte: Terra

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Reaproveitar os alimentos é uma boa 2013-10-16 Sabia que aquela casca de banana que você joga fora possui duas vezes e meia mais vitamina C do que a polpa da fruta? As cascas, talos, sementes e folhas dos vegetais e frutas que costumamos desprezar podem ser muito saudáveis. "As partes não convencionais dos alimentos possuem um rico valor nutricional, ou seja, a quantidade de vitaminas, sais minerais e proteínas concentradas podem aparecer até em quantidade maior do que na parte costumeiramente utilizada", observa a nutricionista Lenita Borba do Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia.

 

 

Aproveitar as frutas e vegetais ao máximo é cada vez mais importante em um mundo onde 1,3 bilhão de toneladas de alimentos é desperdiçado anualmente de acordo com a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura.

 

Um grande exemplo é a banana. A casca de banana é rica em vitaminas A, C e do complexo B e fósforo. "O fósforo é um mineral que atua no metabolismo auxiliando na ativação das vitaminas do complexo B e também tem a função de fortalecer ossos e dentes, juntamente com o cálcio", conta Silva.

 

Uma pesquisa publicada pela Bioscience, Biotechnology and Biochemistry, revista da Sociedade Japonesa de Biociência, Biotecnologia e Agroquímica concluiu que a casca de banana é benéfica para quem possui câncer de próstata. O extrato da casca ajudaria a reduzir o aumento da glândula da próstata. A casca de banana pode ser utilizada na produção de doces como bolos ou geleias.

 

-Confira em quais nutrientes a casca da banana vence a polpa

 

Vitamina C: A casca conta com duas vezes e meia mais vitamina C do que a polpa. 100 gramas de casca possuem 10,14 mg enquanto a mesma quantidade da polpa têm 3,9 mg. O nutriente irá aumentar as defesas do organismo, contribuindo na prevenção e no combate de infecções como a gripe.

 

Potássio: A casca também tem o dobro de potássio da polpa. 100 gramas de casca possuem 0,93g enquanto a mesma quantidade da polpa têm 0,45 g. O potássio auxilia nas contrações musculares, além de ser importante, juntamente com outros nutrientes, para melhorar a circulação sanguínea.

 

Fonte: Minha Vida

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Risco de câncer pode ser reduzido com caminhada 2013-10-15 Segundo estudo da Sociedade Americana do Câncer, mulheres na pós-menopausa que andam uma hora por dia podem reduzir significantemente o risco de sofrerem de câncer de mama. O relatório, que acompanhou 73.000 mulheres por 17 anos descobriu que andar sete horas durante uma semana diminui os riscos de contrair a doença.

 

Essa foi a primeira vez que a redução de riscos foi especificamente ligada à caminhada. Especialistas britânicos disseram que o estudo é uma evidência de que o estilo de vida influencia o risco para o câncer. Uma pesquisa recente da organização beneficente Ramblers mostrou que um quarto dos adultos anda mais de uma hora por semana. Manter uma rotina de atividades físicas é um fator conhecido na redução do risco de se contrair diversos tipos de câncer.

 

O estudo, publicado na revista científica Cancer Epidemiology, Biomarkers & Prevention, acompanhou 73.614 mulheres com idades entre 50 e 74 anos recrutadas pela Sociedade Americana do Câncer entre 1992 e 1993 para monitorar a incidência do câncer.

 

Elas responderam questionários sobre sua saúde e a respeito de quanto tempo permaneciam ativas e participando de atividades como caminhar, nadar e fazer exercícios aeróbicos. Elas também registraram quanto tempo ficavam sentadas assistindo televisão ou lendo. Elas preencheram os mesmos questionários em intervalos de dois anos entre 1997 e 2009.

 

Andar como única atividade recreacional foi o hábito mencionado por 47% das pesquisadas. Aquelas que andavam ao menos sete horas por semana tiveram uma redução de 14% no risco de câncer de mama, comparado com aquelas que andavam apenas três ou menos horas por semana. Alpa Patel, epidemiologista da Sociedade Americana do Câncer em Atlanta, na Georgia, que liderou o estudo, afirmou: "Dado que mais de 60% das mulheres relataram andar diariamente, promover a caminhada como uma atividade saudável de lazer pode ser uma estratégia efetiva para aumentar a atividade física entre as mulheres em fase de pós-menopausa."

 

"Ficamos contentes em descobrir que sem nenhuma outra atividade recreacional, apenas andar uma hora por dia foi associado com menor risco de câncer de mama nessas mulheres". "Atividades mais longas e extenuantes reduziram ainda mais o risco." A baronesa Delyth Morgan, executive-chefe da Campanha Contra o Câncer de Mama afirmou: "Este estudo adiciona mais evidências de que nossas escolhas de estilo de vida podem influenciar o risco de câncer de mama e mostra que mesmo mudanças pequenas incorporadas às nossas atividades cotidianas podem fazer a diferença."

 

"Nós sabemos que a melhor arma para superar o câncer de mama é a habilidade de interrompê-lo, em primeiro lugar." "O desafio agora é saber como transformamos essas descobertas em ação e como identificamos outras mudanças de estilo de vida sustentáveis que nos ajudarão a prevenir o câncer de mama."

 

Fonte: Portal Terra

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25 anos é a idade em que termina a adolescência 2013-10-08 De acordo com diretrizes atualizadas e dadas a psicólogos infantis, agora a adolescência termina aos 25 anos. A ideia busca evitar que crianças e jovens se apressem e se sintam pressionados a atingir marcos importantes, o que pode levar a um complexo de inferioridade caso não os atinjam.

 

“A ideia de que, de repente aos 18, você é um adulto não soa verdadeira”, diz a psicóloga infantil Laverne Antrobus, que trabalha na Tavistock Clinic de Londres. “Minha experiência com os jovens é a de que eles ainda precisam de uma quantidade bastante considerável de apoio e ajuda para além dessa idade”, completou.

 

A mudança acompanha os acontecimentos na compreensão de maturidade emocional, desenvolvimento hormonal e atividade do cérebro. O desenvolvimento cognitivo de uma pessoa jovem, por exemplo, continua em um estágio mais tardio e a maturidade emocional, a autoimagem e julgamento serão afetados até que o córtex pré-frontal do cérebro esteja totalmente desenvolvido.

 

Agora, existem três fases da adolescência: início da adolescência entre 12 e 14 anos, adolescência média entre 15 e17 anos, e adolescência final de 18 a 25 anos. “Alguns adolescentes podem querer ficar mais tempo com suas famílias, porque eles precisam de mais apoio durante esses anos de formação e é importante que os pais percebam que os todos jovens não se desenvolvem no mesmo ritmo”, completou Laverne.

 

Fonte: TERRA

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Drogas psiquiátricas diminuem em crianças 2013-10-04 Um estudo publicado dia 30 de setembro na revista Pediatrics e feito no Hospital Infantil de Cincinnati, em Ohio (EUA), conclui que o uso de drogas psiquiátricas têm diminuído entre crianças.

 

O estudo analisou dados de pesquisas do governo com mais de 43 mil consultas pediátricas - em crianças de dois e cinco anos - entre 1994 e 2009 para consultórios e ambulatórios em todo os EUA. Após atingir um pico entre 2002 e 2005, o uso de drogas como estimulantes e antidepressivos para tratar TDAH e depressão, respectivamente, estabilizou entre 2006 e 2009, apesar de o diagnóstico desses distúrbios ter subido em relação ao mesmo período de tempo. O trabalho mostra também que uma criança diagnosticada com algum problema entre 2006 e 2009 tinha metade das chances de receber um medicamento do que crianças diagnosticadas entre 1994 e 1997.

 

Os cientistas sugerem que os médicos podem estar usando tratamentos como terapia comportamental em prescrições para ajudar crianças e jovens. Eles atribuem a diminuição, em parte, a uma maior consciência dos médicos e pais sobre os perigos potenciais de alguns medicamentos comumente prescritos. No entanto, a pesquisa revela um aumento do uso desse tipo de medicamentos entre certos grupos: meninos, crianças brancas e crianças sem seguro de saúde privado durante o período de estudo em geral, 1994-2009. O diagnóstico de TDAH foi o mais comum, e estimulantes foram os medicamentos psiquiátricos mais frequentemente prescritos.

 

O Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade é o transtorno psiquiátrico mais comum não-diagnosticado entre os adultos e um dos mais prevalentes na população mundial: 3 a 5% de adultos e crianças apresentam o problema, segundo o psicólogo clínico Ronaldo Ramos, diretor executivo da Associação Brasileira de TDAH. Um novo levantamento feito pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) também mostra que o consumo do medicamento metilfenidato, usado para o tratamento de hiperatividade, cresceu 75% de 2009 a 2011 por crianças com idades entre seis a 16 anos. "O uso de medicação contra TDAH pode ser iniciado por volta dos oito anos de idade, de forma a estimular uma maior produção de neurotransmissores no cérebro da criança e melhorar a atenção", explica o psicólogo Ronaldo. Mas é preciso fazer um diagnóstico preciso da doença antes e - se realmente for detectado o problema - aliar ao tratamento medicamentoso terapias e alguns hábitos diários

 

Fonte: Minha vida

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A alimentação indicada pra quem tá praticando exercícios 2013-10-03 Praticar atividades físicas é muito importante para a nossa saúde e bem-estar, além de ajudar - e muito - na hora de perder alguns quilinhos. Porém, é importante não se preocupar apenas com o tipo de exercício ou a intensidade dele - também temos que nos alimentar de acordo com os treinos, pois uma refeição adequada é capaz de conseguir as reservas de energia necessárias para que a atividade física não se torne um fardo

 

Antes do treino, o ideal é consumir alimentos que dão mais energia, já que você está prestes a gastar um monte dela nos exercícios. Quando se fala em alimentos que dão energia, entram em cena os carboidratos. Além de ser sinônimo de energia e garantir disposição, o carboidrato preserva a massa muscular. Nutrientes como vitaminas, minerais e aminoácidos também são necessários para o treino, embora não precisem ser consumidos necessariamente antes dos treinos, como os carboidratos. Eles podem estar diluídos durante o dia todo, em várias refeições. O ideal é dar preferência aos carboidratos complexos, presente nos pães, arroz e massas, pois sua digestão é lenta, garantindo energia por mais tempo.

 

Deve-se evitar a ingestão de fibras e alimentos gordurosos, pois podem causar desconforto gastrintestinal. Dê preferência aos lácteos com baixo percentual de gorduras e retire as cascas e bagaço das frutas.

 

Antes do treino a indicação é consumir cereais matinais, pães, bolachas e biscoitos simples (sem recheio), arroz, massas em geral, tubérculos (batata, mandioquinha, mandioca), frutas frescas como melancia, pêssego e uvas.

 

Já durante a prática do exercício, também devemos tomar cuidados importantes, como a reposição de líquidos e hidratação do nosso corpo. "A ingestão de líquidos é fundamental para o desempenho. Essa estratégia é importante para prevenir hipoglicemia e/ou desidratação, quadros que comprometem o rendimento" diz Camila. "É importante sempre levar água e, preferencialmente, bebidas esportivas", completa.

 

Fonte: Minha vida

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Dormir à tarde pode ser prejudicial a diabetes tipo 2 2013-10-01 O famoso soninho à tarde pode aumentar o risco de diabetes tipo 2. É o que afirma uma nova pesquisa da Universidade de Ciência e Tecnologia de Huazhong, na China. O trabalho foi publicado em setembro na revista Sleep Medicine. O estudo acompanhou 27.009 homens e mulheres com 45 anos ou mais. Quase 70% dos voluntários disseram tirar um cochilo à tarde regularmente tirou um cochilo à tarde. Durante a pesquisa eles descobriram que as leituras de glicose eram muito maiores entre aqueles que mantinham essa prática. Os pesquisadores descobriram que dormir de 30 minutos a uma hora pode aumentar as chances de desenvolver diabetes do tipo 2. Quarenta por cento deles também tinham pressão arterial elevada, em comparação com apenas 33% dos não-cochiladores, e 24% tinham níveis aumentados de colesterol, em comparação com 19% dos participantes que não dormiam à tarde ou o faziam por um tempo menor que 30 minutos.

De acordo com os autores, uma razão para a sesta ser prejudicial é simplesmente o fato de que dormir a tarde significa que menos exercício está sendo realizado. Outra hipótese é a de que o cochilo interrompe o relógio interno do corpo e expõe o organismo a níveis mais altos do hormônio do estresse cortisol. Os cientistas afirmam que esses resultados estão em contraste com os de outros estudos recentes - que mostram o cochilo como benéfico para o cérebro e para reduzir o risco de ataques cardíacos e derrames. Eles completam dizendo que é importante descobrir o tempo certo de soneca e se pessoas com fatores de risco para essas doenças realmente se beneficiam no hábito.

 

Fonte: Minha Vida

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Sintomas do parkinson podem ser amenizados com acupuntura 2013-09-27 A notícia vem da Universidade de Seul, na Coreia do Sul. Os pesquisadores identificaram sinais de atividade em áreas da massa cinzenta afetadas pela doença depois de estimularem com agulhas um ponto na perna de indivíduos com o problema. A comprovação foi feita por meio de imagens de ressonância magnética. "A acupuntura pode promover a liberação de neurotransmissores como a dopamina, que estão vinculados à melhora dos sintomas", explica Hildebrando Sábato, presidente do Colégio Médico de Acupuntura.

Mas não são apenas os parkinsonianos os beneficiários da técnica. Outro estudo, realizado com 18 mil pessoas ao redor do globo, indica que o método auxilia a aplacar dores crônicas e até mesmo aquelas típicas de quadros de enxaqueca.

 

Fonte: Revista Saúde

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2o. Passeio Ciclístico Farmácia Lopes 2013-09-25 Assista ao vídeo do 2o. Passeio Ciclístico Farmácia Lopes no Conjunto Ceará. Centenas de clientes e amigos prestigiaram o evento que mais uma vez foi um sucesso e já entrou definitivamente para o calendário local, como uma oportunidade de celebrar a saúde, fortalecer laços, presenciamos famílias inteiras pedalando de forma alegre e descontraída.

 

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A importância da vitamina D na dieta do brasileiro 2013-09-25 Os bons hábitos alimentares influenciam de forma significativa o bom funcionamento do seu corpo. Entretanto, é difícil saber se estamos realmente mantendo a dieta na linha, com a presença de todos os nutrientes importantes - e nesse deslize podem aparecer as carências, acompanhadas de sintomas graves. Esse é o conceito de fome oculta, que acontece quando há uma carência nutricional não aparente de um ou mais nutrientes em nosso corpo. Isso ocorre muito com a vitamina D. De acordo com o The Brazilian Osteoporosis Study (BRAZOS) a vitamina D não é consumida adequadamente por mais de 99% dos brasileiros adultos ? sendo que a sua ingestão pode ser seis vezes menor que o recomendado (10 mcg até 70 anos e 15 mcg acima de 70 anos). "A causa principal da falta do nutriente é a não exposição ao sol", afirma a nutricionista Cátia Medeiros, da Clínica Atual Nutrição, em São Paulo. O sol, quando em contato com a nossa pele, torna o mineral disponível para uso em nosso organismo, explica a especialista. Entre outras causas da deficiência estão obesidade, sedentarismo, uso de alguns medicamentos por tempo prolongado e o baixo consumo de fontes do nutriente - como óleo de fígado de bacalhau, atum, sardinhas, leite, iogurte, queijos e gema de ovo. Além disso, a vitamina D também pode ser obtida por meio de suplementação, já que as suas fontes são no geral alimentos mais gordurosos e pouco consumidos.

 

Os sinais de que o corpo está precisando de mais doses de vitamina D, de acordo com a nutricionista, são diminuição da imunidade - podendo se apresentar como resfriados e infecções frequentes - fraqueza muscular, inquietude e irritabilidade em alguns casos, principalmente em crianças e idosos. "Há também um sério impacto na massa óssea se a deficiência se prolongar, trazendo complicações como a osteoporose, principalmente em pessoas com obesidade ou idosos." Quando ela se encontra normalizada, é mais fácil o controle de peso, fortalecimento de ossos e dentes, crescimento em crianças e até mesmo na hipertrofia e controle de acne.

 

 

Minha Vida

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Obesidade e enxaqueca possuem ligação 2013-09-18 A enxaqueca episódica - o tipo mais comum da doença - ocorre durante 14 dias ou menos por mês, enquanto as enxaquecas crônicas se caracterizam por uma dor que dura pelo menos 15 dias por mês. Existem alguns gatilhos para o surgimento da enxaqueca, como alimentação e falta ou excesso de sono. Agora, pesquisadores da Johns Hopkins University School of Medicine (EUA) descobriram que pessoas com obesidade podem estar em maior risco para enxaqueca episódica. O estudo foi publicado dia 11 de setembro a revista Neurology.

 

 

O trabalho acompanhou mais de 3.862 adultos que responderam questionários para o National Comorbidity Survey Replication, nos Estados Unidos. Eles foram divididos por índices de massa corporal (IMC), sendo classificados como baixo peso (IMC menor que 18,5 kg/m2), normal (entre 18,5 e 24,9 kg/m2), sobrepeso (entre 25 e 29,9 kg/m2) ou obesidade (acima de 30 kg/m2). Um total de 188 participantes preencheram os critérios para enxaqueca episódica. Aqueles com um IMC alto eram 81% mais propensos a ter enxaqueca do que aqueles com um IMC mais baixo. Isso foi particularmente mais acentuado em mulheres brancas e em participantes com idade inferior a 50 anos.

 

Os autores explicam que o estudo é transversal, ou seja, não prova que a obesidade causa enxaqueca episódica. No entanto, eles demonstram que as pessoas com obesidade têm um risco aumentado de ter o problema. Eles ressaltaram, no entanto, que ainda não se sabe o que veio primeiro - a obesidade ou a enxaqueca. Eles afirmam que uma pessoa com enxaqueca pode começar a tomar medicamentos que estão associados ao ganho de peso, como aqueles a base de amitriptilina ou ácido valpróico. Ou então a obesidade por si pode ser um fator de risco importante para o surgimento de enxaqueca.

 

 

 

Fonte: Minha Vida

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Incentive o bebê a comer sozinho 2013-09-16 A partir dos oito meses de vida, os pequenos ganham mais coordenação motora e começam a querer comer sozinhos - um aprendizado saudável e necessário. "Uma criança consegue desenvolver suas habilidades à medida que a refeição tem novidades, novos sabores e cores", conta o nutrólogo Ary Cardoso, do Instituto da Criança do HC-FMUSP. "Se a introdução de alimentos variados for gradativa, ela fica curiosa e aprende a manipulá-los até conseguir segurar sozinha."

 

 

Com um ano e meio, o bebê já deve querer segurar a sua colherzinha. "Mas vale ressaltar que cada criança tem seu tempo e é preciso paciência com a bagunça", lembra a pediatra Wilma Hossaka, do Hospital Beneficência Portuguesa de São Paulo. A seguir, veja o que os especialistas recomendam para incentivar seu pequeno a comer sozinho.

 

 

A primeira aventura de seu pequeno com a comida será com as mãos. Essa fase, segundo a pediatra Wilma Hossaka, é fundamental para que ele descubra a textura dos alimentos. "Os pais podem começar a dar alimentos com alguma consistência, como uma bolachinha, biscoito de polvilho, uma banana ou uma fatia pequena de maçã. A criança deve conseguir segurar o alimento sem esmagá-lo", afirma.

 

 

Aos poucos, os movimentos com as mãos se tornarão mais precisos. Ao perceber isso, os pais já podem introduzir mais um elemento no jogo: os talheres. Para a pediatra Wilma, o ideal é que isso comece quando o pequeno quiser segurar o talher junto com o adulto, em uma tentativa de aprendizado. "A princípio, o bebê não saberá fazer isso, vai deixar o talher, não vai conseguir colocar comida na colher, não vai conseguir levá-la à boca, mas é importante continuar tentando", afirma a pediatra.

 

 

Os talheres mais indicados são aqueles mais "grossinhos", de plástico ou silicone, que machucam menos e são mais fáceis de segurar. Os de metal, por serem mais finos e terem maior capacidade de cortar, podem machucar o bebê, já que ele não tem noção de profundidade. Não é preciso comprar as colheres com cabinho "torto", já que é necessário que o pequeno se adapte a segurar o talher que usará até a vida adulta.

 

 

O bebê tem o costume de imitar os adultos e fará isso na hora das refeições também. Por isso, manter horários regulares nas refeições e ingerir alimentos saudáveis são ótimos passos na hora de incentivar seu pequeno a aprender a comer sozinho. "A família que não tem um horário para todos comerem à mesa diminui a aceitação da criança ao alimento. Deve existir pelo menos uma refeição em família", recomenda a pediatra Wilma.

 

 

Fonte: Minha Vida

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Homem, entenda mais sobre o câncer de próstata 2013-09-13 Com mais incidência entre os brasileiros do sexo masculino, o câncer de próstata é o segundo câncer mais comum na população, perdendo apenas para o câncer de pele não melanoma. São 60 mil novos casos estimados anualmente, de acordo com o Instituto Nacional do Câncer (Inca). Nesse cenário, se faz de extrema importância a realização dos exames e o acompanhamento com o médico, principalmente aqueles que estão em grupo de risco para a doença. Pensando nisso, conversamos com especialistas e tiramos a principais dúvidas sobre o diagnóstico

 

 

Não exclusivamente, mas principalmente. "A idade média é de 68 a 72 anos, mas pode ser encontrado em jovens - principalmente de etnia negra - ou em indivíduos com forte história familiar de câncer de próstata", explica o oncologista Fabio Kater, coordenador do Centro de Oncologia do Hospital 9 de Julho. Segundo o oncologista Anderson Silvestrini, da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica, cerca de 60 a 70% dos homens a partir dos 80 anos pode ter um câncer de próstata inicial.

 

 

Os homens precisam fazer o exame de toque anualmente a partir dos 50 anos, pois é a partir dessa idade que a incidência aumenta. "Antes desta idade o exame pode ser recomendado pelo médico para pessoas sintomáticas ou pessoas de alto risco para a doença, como obesidade e parentes de primeiro grau com o diagnóstico da doença", ressalta o oncologista Anderson. A recomendação atual da Associação Americana de Urologia é de que homens entre 40 e 54 anos sejam submetidos a avaliação prostática com PSA e toque retal se apresentarem fatores de risco para o câncer de próstata, caso contrário, a avaliação prostática de rotina deverá ser realizada em homens a partir dos 50 anos. Entretanto, homens em idade muito avançada - expectativa de vida abaixo dos 10 anos - que não apresentam sintomas e nunca tiveram diagnóstico para câncer de próstata podem receber dispensa do exame pelo médico, sob a justificativa de que o diagnóstico nessa idade pode não beneficiar o paciente, pois o tratamento poderá ser muito exaustivo e pouco efetivo para alguém cuja expectativa de vida já está baixa. Um exemplo: um homem que já tem 90 ou 95 anos não se beneficia tanto do diagnóstico quanto um homem mais jovem, pois ele provavelmente morrerá por outras coisas relacionadas à velhice, e o tratamento para o câncer pode ser debilitante. Entretanto, tudo deve ser conversado adequadamente com um médico.

 

 

O exame de toque não é a única maneira de diagnosticar o câncer de próstata. "O toque é parte importante do exame da próstata, porém pode ser falho", afirma o cirurgião oncologista Gustavo. A investigação correta é feita com uma história clínica completa, dosagem de PSA, toque retal e ultrassom de próstata por via retal. "O PSA é uma proteína que a próstata normal pode produzir e o tumor de próstata produz em quantidade muito maior", explica o oncologista Anderson. Segundo o oncologista Fabio, esses exames conferem 95% de chance de um diagnóstico.

 

 

Fonte: Minha Vida

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Saiba mais sobre a hepatite 2013-09-12 A hepatite é uma inflamação que surge principalmente pela ação de vírus, mas que também ocorre por abuso de drogas e álcool”, revela o médico Márcio Dias de Almeida, do Hospital Albert Einstein. Entre os sintomas estão cansaço, fraqueza, perda de apetite, urina escura e fezes claras. Entretanto, nem sempre esses sinais dão as caras. Os casos mais graves da doença podem evoluir para a cirrose, mal que deixa o fígado cheio de cicatrizes e provoca sua falência. Péssimo, porque, entre outras coisas, o órgão ajuda na digestão, processa remédios e fabrica colesterol.

 

A hepatite é classificada pelos médicos de acordo com as diferenças entre os vírus que provocam a doença, são elas:

 

 

Tipo A

 

É contraído por meio de água e alimentos contaminados, caso de verduras mal lavadas. Ou transmitido pela saliva.

 

 

Tipo B

 

É transmitido por secreções e sangue, por contato sexual, por meio de transfusões e utilização de agulhas infectadas.

 

 

Tipo C

 

Também é adquirido por contaminação sanguínea, seringas, manicure e tatuagem, mas raramente.

 

 

Para prevenir os tipos A e B há vacinas que fazem parte do calendário de vacinação. Infelizmente, para o tipo C, ainda não existe, isso porque este vírus é muito mutante e tem dado um baile na ciência. Quando a doença já está instalada, o tratamento é feito com medicações modernas que inativam o microorganismo e evitam sua replicação. No caso da hepatite A, o vírus é eliminado naturalmente depois de 30 dias ou mais. Daí uma grande dose de paciência ser bem-vinda.

 

Via Minha Vida

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A importância da amamentação 2013-09-11 Você sabia que quanto mais o pequeno suga ou a mama é ordenhada, maior é a produção do leite? Pois é, quanto mais o bebê mama, mais leite você vai ter. Outra opção para estimular a produção é tirar o leite você mesma, com as mãos ou com o auxílio de uma bombinha. Você pode guardá-lo no congelador para oferecer mais tarde ou doar a um banco de leite, que dispõe do alimento para outras mães.

 

 

Não existe leite fraco. Realmente, o leite materno não tem a mesma consistência do de vaca, por exemplo, que é bem mais grosso. Mas essa aparência aguada não quer dizer menos nutrição. Se você mantém uma dieta equilibrada e oferece o peito sempre que o bebê pede, vai produzir leite de qualidade, na quantidade certa, e não precisa complementar a dieta do pequeno com nada. Se, apesar de mamar, o bebê não está ganhando peso ou parece insatisfeito, chorando muito, converse com o pediatra para descobrir a origem do problema.

 

 

Em relação à estética feminina, durante os meses da gravidez e da amamentação, os seios aumentam muito de volume seu sutiã pode crescer até três números. Se você tem tendência a ter flacidez, ou se ganhar muitas estrias no período, quando deixar de amamentar pode ficar com a pele caída.

 

 

Além disso, os seios vão diminuir consideravelmente de tamanho, já que não estarão mais cheios de leite. Acostumada ao peitão, você pode mesmo sentir que eles estão menores, quando estarão apenas do tamanho normal.

 

 

Mas nada disso é desculpa para não amamentar! Para prevenir flacidez e estrias, capriche na hidratação desde a gravidez, usando cremes específicos e lembrando-se sempre de lavar os seios antes de amamentar

 

Por instinto, os bebês já sabem como executar os movimentos da mamada. Mas você pode ajudá-lo, posicionando o pequenino do jeitinho certo. Além de facilitar a mamada para ele que, se não conseguir mamar, pode ficar irritado e rejeitar o peito, você previne problemas como o empedramento e as rachaduras. Aprenda a melhor forma:

 

 

1. O queixo do bebê deve tocar a mama;

2. Ele deve estar com a boca bem aberta;

3. O lábio inferior deve ficar virado para baixo;

4. As bochechas devem estar bem arredondadas (não encovadas) ou achatadas contra as mamas;

5. Durante a mamada, vê-se mais a porção da aréola superior do que a inferior;

6. A mama deve parecer arredondada, não repuxada.

7. As sucções são lentas e profundas: o bebê suga, dá uma pausa e suga novamente (sucção, deglutição e respiração);

8. A mãe deve conseguir ouvir o bebê deglutindo.

 

 

Minha vida

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Consumir suco no lugar da fruta aumenta as chances em 21% da diabetes 2013-09-05 Incluir mais frutas na dietaé essencial para a saúde. Na busca pela praticidade, alguns preferem optar pelos sucos em vez de ingerir a fruta inteira - mas essa pode não ser a melhor decisão, principalmente se você está em grupo de risco para o diabetes tipo 2. Uma pesquisa conduzida pela Harvard School of Public Health mostrou que comer mais frutas inteiras, especialmente amoras, uvas e maçãs, foi significativamente associado com menores chances de desenvolver a doença. O estudo, publicado online em 29 de agosto no British Medical Journal, é o primeiro a olhar para os efeitos de frutos individuais sobre o risco de diabetes.

 

 

Os pesquisadores examinaram os dados recolhidos entre 1984 e 2008 a partir de 187.382 participantes em três estudos de longa duração (Nurses' Health Study, Nurses' Health Study II, eHealth Professionals Follow-Up Study). As pessoas que relataram diagnóstico de diabetes, doença cardiovascular ou câncer no início do estudo foram excluídas. Os resultados mostraram que 12.198 participantes (6,5%) desenvolveram diabetes durante o período de estudo.

 

 

Os autores analisaram o consumo geral de frutas, bem como o consumo de frutas individuais: uvas frescas ou passas, pêssegos, ameixas ou damascos secos, ameixas, bananas, melão, maçãs ou peras, laranjas, toranjas, morangos e mirtilos (blueberry). Eles também analisaram o consumo de diferentes sucos de frutas.

 

 

As pessoas que comeram pelo menos duas porções por semana de certas frutas inteiras - especialmente mirtilos, uvas e maçãs - reduziram seu risco de diabetes tipo 2 em até 23% em comparação com aqueles que comiam menos de uma porção por mês. Por outro lado, aqueles que consumiram uma ou mais porções de suco de frutas a cada dia aumentaram o risco de desenvolver diabetes tipo 2 em até 21%. Os pesquisadores descobriram que a troca de três porções de suco por semana para frutas inteiras resultaria em uma redução de 7% no risco de diabetes.

 

 

O índice glicêmico dos frutos não vem a ser um fator importante na determinação da associação deste com o risco de diabetes tipo 2, afirmam os autores. No entanto, o alto índice glicêmico do suco de frutas - que passa pelo sistema digestivo mais rapidamente do que frutos ricos em fibras - pode explicar a relação entre o consumo de suco e aumento do diabetes. Porém, mais pesquisas são necessárias para determinar quais componentes dos frutos são mais efetivos contra o diabetes.

 

 

Fonte: Minha Vida

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Sintomas do câncer de mama vão além do nódulo. 2013-09-03 Você sabia que o câncer de mama é o segundo tipo mais frequente no mundo e o mais comum entre as mulheres? No Brasil, a estimativa em 2012 foi de aproximadamente 50 mil novos casos. Estatísticas indicam aumento no número de casos mundialmente. Se diagnosticado precocemente e tratado, seu prognóstico é relativamente bom. No Brasil, a mortalidade por câncer de mama continua elevada provavelmente por ser uma doença diagnosticada ainda em estágios avançados.

 

O câncer de mama não é comum antes dos 35 anos, porém a partir dessa idade o número de casos aumenta progressivamente. Mulheres com história familiar de câncer de mama, especialmente se parentes de primeiro grau foram acometidas pela doença antes dos 50 anos, merecem mais atenção, devendo ser acompanhadas a partir dos 35 anos. Outros fatores de risco incluem menstruação precoce, menopausa tardia (após os 50 anos), primeira gravidez após os 30 anos, obesidade, ingestão de álcool e não ter tido filhos.

 

Os sinais do câncer vão além da presença de um nódulo na mama, podendo se apresentar das seguintes formas:

 

· Alterações na pele que recobre a mama, como abaulamentos ou retrações, inclusive no mamilo, com aspecto semelhante à casca de laranja

 

· Coceiras e vermelhões, que devem ser avaliados

 

· Secreção pelo mamilo com sangue ou secreção mais clara também é um sinal de alerta

 

· Há o sintoma do câncer palpável, que é o nódulo no seio, acompanhado ou não de dor

 

· Podem também surgir nódulos palpáveis nas axilas.

 

 

Lembre-se de que nem sempre essas alterações são sinais de câncer de mama. Por exemplo, a causa mais comum de dor no seio são as mudanças hormonais que ocorrem durante o ciclo menstrual de uma mulher. As formas mais eficazes para a detecção precoce do câncer de mama são o exame clínico e a mamografia. O exame clínico das mamas deve ser feito uma vez por ano pelas mulheres a partir de 40 anos. A mamografia deve ser realizada a cada dois anos por mulheres entre 50 e 69 anos, ou conforme orientação médica.

 

Fonte: Minha Vida. Dr. Emerson Neves dos Santos - Médico Oncologista da CLINONCO, Graduado pela Faculdade de Medicina de Teresópolis, Coinvestigador de Pesquisas Clínicas Nacionais e Internacionais e Oncologista do Hospital Professor Edmundo Vasconcelos (SP).

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Pessoas com distúrbios do sono têm mais chance de internação 2013-08-30 Problemas do sono são comuns em pessoas com doença mental grave e estão associados a maior risco de internação e uso de serviços de emergência de saúde mental. Essas são conclusões de pesquisadores da Johns Hopkins Bloomberg School of Public Health e do Instituto Americano de Psiquiatria para Pesquisa e Educação.

 

Eles acompanharam 1.560 pacientes que tomavam medicamentos para algum distúrbio psiquiátrico. Todos forneceram informações sobre seus diagnósticos, medicamentos, problemas de sono, tratamentos, número de internações psiquiátricas e de uso de serviços de emergência.

 

Ao final da análise, os estudiosos descobriram que 78% dos analisados tinham algum problema de sono, e que esses pacientes tinham chances maiores de internação psiquiátrica e de uso de serviços de emergência em comparação com aqueles sem problemas para dormir.

 

Os pesquisadores caracterizaram os seus resultados como um problema médico que deve ser levado em conta na avaliação de custo dos cuidados em pacientes com esses problemas.

 

A insônia é curável, mas depende da disposição da pessoa em mudar hábitos e seguir o tratamento. Tratá-la é essencial para a manutenção da qualidade de vida e da saúde, já que doenças psiquiátricas (ansiedade e depressão) e cardiovasculares podem surgir em decorrência da falta de sono. Faz parte do tratamento da insônia o uso de medicamentos hipnóticos, que provocam e prolongam o sono. Procure um médico caso necessite de cuidados.

 

 

Fonte: Minha Vida

 

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Suplementação com vitamina D e cálcio podem estender a vida 2013-08-28 Idosos que ingerem altas quantidades de vitamina D e cálcio apresentam taxas mais baixas de morte do que aqueles que são deficientes nesses nutrientes. Esta conclusão vem de um estudo desenvolvido por pesquisadores da Aarhus University Hospital, na Dinamarca, e publicado no Journal of Clinical Endocrinology & Metabolism.

 

Os estudiosos analisaram resultados de oito grandes testes sobre vitamina D, envolvendo mais de 70 mil pessoas idosas. Um grupo de participantes tomou suplementos com quantidades entre 400 ou 800 UI de vitamina D por dia e 1.000 miligramas de cálcio. Os participantes foram acompanhados durante três anos, em média.

 

Durante esse tempo, aqueles que tomaram a suplementação de vitamina D e cálcio juntos tinham 9% menos probabilidade de morrer por qualquer causa. A razão para essa redução ainda não é clara, mas os pesquisadores afirmam que a menor taxa de mortalidade não se deve apenas pela prevenção de fraturas, principal indicação para a ingestão de cálcio e vitamina D.

 

Em estudos anteriores, a vitamina D já foi associada a menores riscos de câncer colorretal e vários outros tipos de câncer, mas a investigação está longe de ser conclusiva. Segundo os autores, o cálcio com vitamina D aparentemente trazem benefícios para a saúde geral, mas são necessários mais estudos para compreender essa associação.

 

Embora o valor da suplementação permaneça em questão, os pesquisadores afirmam que as quantidades de cálcio e a vitamina D obtidas por meio de suplementação no estudo podem ser absorvidas normalmente pelo nosso corpo a partir da dieta, exposição à luz solar e atividade física. É importante consultar um médico antes de iniciar qualquer tipo de suplementação.

 

Fonte: Minha Vida

 

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Hábitos que ajudam a emagrecer 2013-08-26 Anotar o que você come, alimentar-se em casa e não pular refeições são atitudes preconizadas para perder peso. Mas estudo americano delimita exatamente quanto cada uma delas contribui para o emagrecimento. E não é pouco, confira:

 

Se não comer muito fora pode perder 2,3 kg

 

No trabalho feito no Centro de Pesquisas em Câncer Fred Hutchinson, nos Estados Unidos, voluntárias que iam ao restaurante menos de uma vez por semana perderam peso. Mas não está proibido sair para se alimentar. Nessas ocasiões, tente antecipar o que vai escolher no cardápio para calcular as calorias e não exagere nas porções.

 

Se fizer um diário pode perder 2,7 kg

 

Por seis meses, mulheres do mesmo levantamento receberam instruções para escrever de forma completa, precisa e honesta o que ingeriam. "Isso fez com que elas prestassem atenção ao que colocavam na boca e evidenciou correções na dieta que as ajudaram a emagrecer", diz a nutricionista e autora Angela Kong.

 

Não pulando as refeições, você pode perder 3,2 kg

 

Essa foi a estratégia que mais trouxe resultados, segundo o artigo científico. Afinal de contas, passar o horário do almoço com o estômago vazio, por exemplo, geralmente culmina em lanche da tarde bastante engordativo. O ideal é se alimentar de maneira moderada cinco vezes ao longo do dia.

 

Fonte: Saude Abril

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Vacine-se contra HPV 2013-08-21  

Foram desenvolvidas duas vacinas contra os tipos de HPV mais presentes no câncer de colo do útero. Essa vacina, na verdade, previne contra a infecção por HPV. Mas o real impacto da vacinação contra o câncer de colo de útero só poderá ser observado após décadas. Uma delas dessas vacinas é quadrivalente, ou seja, previne contra quatro tipos de HPV: o 16 e 18, presentes em 70% dos casos de câncer de colo do útero, e o 6 e 11, presentes em 90% dos casos de verrugas genitais. A outra é específica para os subtipos de HPV 16 e 18.

 

A vacina funciona estimulando a produção de anticorpos específicos para cada tipo de HPV. A proteção contra a infecção vai depender da quantidade de anticorpos produzidos pelo indivíduo vacinado, a presença destes anticorpos no local da infecção e a sua persistência durante um longo período de tempo. A vacina contra HPV é opcional e não substitui a realização regular do exame de citologia, Papanicolaou (preventivo).

 

O HPV - vírus do papiloma humano, do inglês -, traz dados alarmantes: segundo o Ministério da Saúde, 137 mil novos casos são registrados por ano no Brasil. Esse vírus é tido como o responsável por 90% dos casos de câncer de colo do útero, além de atuar como protagonista em casos de câncer de pênis. Ele é o principal responsável por inúmeras doenças da região genital - que compreende colo, vagina, vulva e ânus nas mulheres e, nos homens, pênis e ânus. Assim como as verrugas na região genital e da boca, os cânceres.

 

A Anvisa recomenda a vacinação para mulheres a partir dos nove anos - em especial para aquelas que ainda não iniciaram sua vida sexual, para garantir maior eficácia na proteção. Homens entre nove e vinte e seis anos de idade, em função do risco de câncer anal, também recebem indicação para a vacinação. Vale lembrar, no entanto, que a vacina não dispensa o uso de preservativos na relação sexual.

 

Fonte: Ministério da Saúde

 

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Evite AVC e infarto se movimentando 2013-08-19 Ficar a maior parte do dia sentado engorda, faz mal para a coluna, dificulta a circulação e dá varizes. Pesquisas citadas em um artigo recém-publicado no site do American College of Cardiology revelam que os prejuízos vão além: passar muitas horas nessa posição aumenta o perigo de infarto e acidente vascular cerebral (AVC), especialmente nas mulheres. Se você malha, melhor. Mesmo assim, evite ficar o restante do dia colado na cadeira, trabalhando, navegando na internet ou assistindo televisão. "A partir de cinco horas consecutivas na posição sentada, os efeitos do exercício começam a ser anulados e cresce o risco de doenças cardiovasculares", avisa a cardiologista Janieire Alves, de São Paulo. Impossível ficar mais tempo em pé? A médica sugere adotar o hábito de levantar várias vezes ao longo do dia.

 

Três medidas para proteger o coração

 

1. Levante da cadeira a cada 40 minutos para ir até o bebedouro (evite deixar a garrafinha na mesa) e beba pelo menos 100 mililitros de água. Com isso, você dilui o sangue e reduz o risco de formação de trombos (coágulos de sangue na circulação sanguínea).

 

2. Vá ao banheiro sempre que sentir vontade. Assim, você evita segurar o xixi por muito tempo, o que aumenta os batimentos cardíacos e a pressão arterial, estressando o sistema cardiovascular. E ainda aproveita para esticar as pernas.

 

3. Em pé, suba e desça o calcanhar, apoiando-se na ponta dos dedos para estimular os músculos da panturrilha e melhorar o retorno do sangue para o coração. Repita por 30 segundos em cada lado, de manhã e à tarde.

 

Fonte: Editora Abril

 

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3 Frutas saborosas que vão eliminar sua gordura 2013-08-14 Não custa nada ficar de olho nos alimentos que além de nutritivos, ainda podem ajudar a eliminar gorduras. Dessa vez trazemos para vocês informações sobre três frutas que vão acabar com aqueles quilinhos extras que tanto te incomodam. Atenção para as dicas que descobrimos com a ajuda do site Saúde Abril. Confira:

 

Pera

 

Ela tem seu mérito e não só a popular maçã - na hora de enxugar os quilos extras. Pesquisa do Instituto de Medicina Social da Universidade do Rio Janeiro -- e publicada no o Journal of Nutrition, uma das mais respeitadas revistas americanas sobre nutrição -- mostrou que as mulheres que comeram três peras por dia durante 12 semanas consumiram menos calorias e perderam mais peso do que as que não ingeriram nenhuma fruta. O estudo foi feito com 411 voluntárias entre 30 e 50 anos. A pera tem a grande vantagem de ser bem fibrosa. Concentra, em média, 3 gramas de fibras totais por 100 gramas - quase o dobro da maçã, que fornece 1,6 grama, afirma a nutricionista Tânia Rodrigues, diretora da RGNutri Consultoria Nutricional, de São Paulo. Além disso, o consumo de uma unidade representa 12% da necessidade diária de fibras, que é de aproximadamente 25 gramas por dia. Ela também é grande fonte de fibras insolúveis, que estão relacionadas à prevenção de prisão de ventre e de doenças como diverticulite e câncer de cólon, completa Tânia.

 

Banana verde

 

Ela faz a balança se render graças a um amido resistente que ainda marca presença no macarrão integral, no feijão branco, na lentilha, na cevada e no pão com grãos integrais, que têm alto poder de saciedade. Esse efeito ficou mais do que comprovado em uma pesquisa americana realizada pela Universidade do Estado de Louisiana e publicada no Journal of Obesity. De acordo com o estudo, esse amido estimula hormônios que fazem o organismo se sentir satisfeito e sinalizam que é hora de parar de comer. O amido resistente também promove um aumento do peristaltismo intestinal, que pode diminuir a absorção de nutrientes e, consequentemente, de calorias, afirma a nutricionista Luci Uzelin, coordenadora de nutrição do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo. Outro dado: um pequeno estudo da Universidade do Colorado revelou que a queima de gordura foi 23% maior entre os pacientes que incluíram alimentos ricos nesse amido. Dá para comer banana verde? Sim. Você encontra receitas ótimas na internet ou no livro Yes, nós temos Bananas (editora Senac), de Heloísa de Freitas Valle, uma das pioneiras no uso da fruta verde como ingrediente principal de vários pratos.

 

Amêndoas

 

Um farto punhado de amêndoas, cheia de gorduras -- benéficas, diga-se -- é capaz de reduzir o peso. E não só ele: a barriga também! Isso é o que mostra um estudo realizado no City of Hope National Medical Center in Duarte, Califórnia, nos Estados Unidos, e publicado no International Journal of Obesity. Em seis meses, os pacientes que adotaram diariamente 84 gramas da fruta oleaginosa (cerca de 70 unidades!) reduziram 18% do peso e 14% da medida na cintura. O colesterol ruim (LDL) também diminuiu 15% e os triglicérides, 29%. O grupo que se deliciou com as amêndoas perdeu também 56% a mais de gordura corporal em comparação com a turma que ingeriu o mesmo número de calorias na forma de carboidratos complexos, que estão nos cereais integrais, no arroz, nos pães, nas massas e nas batatas. Além das fibras, que afastam a fome por mais tempo, a amêndoa contém ômega-3, gordura do bem que ajuda a estimular os hormônios da saciedade, afirma a médica ortomolecular Heloísa Rocha, do Rio de Janeiro. Também é riquíssima em vitamina E, que regula os hormônios sexuais tanto no homem como na mulher. Nele, a amêndoa facilita a formação de massa magra. E, quanto mais massa magra, maior a queima de gordura. Nela, o mesmíssimo amido resistente evita o estoque das células gordurosas. Ou seja, o peso despenca.

 

Via SAÚDE Abril

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Saiba mais sobre o metabolismo de repouso 2013-08-13 Você sabia que as pessoas emagrecem de maneira diferente - ainda que sejam do mesmo sexo, tenham peso e altura equivalentes e pratiquem atividade física igual?

 

Uma das razões para isso é a diferença que elas apresentam no metabolismo de repouso, ou seja, a soma de calorias que o corpo gasta apenas com as reações químicas que mantêm o organismo funcionando. Esse processo, avaliado pelo consumo de oxigênio, pode ser medido por um aparelho chamado calorímetro, e varia de indivíduo para indivíduo. Aqueles com queima calórica menor, claro, têm facilidade para engordar e dificuldade para se livrar dos quilos a mais. Por outro lado, obesos têm metabolismo de repouso mais elevado, porque ele depende da massa. A questão é que, quando perdem peso e a balança aponta números "normais", seu metabolismo passa a ser menor comparado com o daqueles que não apresentam tendência à obesidade.

 

Via Saúde é Vital

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Dores de ouvido e febre frequentes pode ser otite 2013-08-09 A otite é uma inflamação numa porção mais interna do ouvido, a chamada orelha média. O problema que atinge muito as crianças, surge quando vírus ou bactérias que penetram as vias respiratórias conseguem migrar para a orelha. Os agentes por trás da gripe e do resfriado e a bactéria pneumococo, que também causa a pneumonia, estão entre os principais vilões.

 

Num quadro de otite, o processo inflamatório vem acompanhado do acúmulo de secreções purulentas e, claro, das dores. Os principais sintomas da otite são dor de ouvido e febre. Para tratar, é preciso combater o micro-organismo que disparou o problema. Assim, se a otite foi uma complicação de uma gripe, deve-se ficar de olho no vírus influenza, usando, se necessário, drogas antivirais, analgésicos e anti-inflamatórios. Tudo claro, sob orientação médica.

 

Caso as bactérias estejam por trás do problema, a indicação é recorrer aos antibióticos.Nos primeiros sintomas procure um médica, ele poderá te ajudar e indicar o tratamento correto. Fique de olho na sua saúde e na do seus filhos.

 

Fonte: Revista Saúde é Vital

 

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Estudos provam que dormir bem realmente faz bem para a pele 2013-07-31 Como já se sabe, o sono é essencial para a saúde, gerando benefícios desde a perda de peso até o tratamento do câncer. Mas, recentemente, estudiosos confirmaram o que os ditados populares já diziam: que o sono ajuda a retardar os efeitos da idade na pele.

 

Segundo o Daily Mail, o estudo da University Hospital Case Medical Centre de Ohio, nos Estados Unidos, investigou o processo celular natural de purificação da pele e descobriu que, como todas as outras partes do corpo, as células da pele também se recuperam durante o sono e trabalham enquanto estamos acordados. Este estudo é o primeiro a provar que este processo de purificação tem picos de trabalho durante a noite, por isso a grande importância do repouso para a pele.

 

Cientistas disseram que pessoas que têm uma qualidade ruim de sono perdem 30% mais água depois de 72 horas em que a pele foi exposta aos efeitos de raios ultra-violetas do que aquelas que dormem bem.

 

Além disso, as mulheres que dormem mal têm duas vezes mais chances de terem sinais da idade, como linhas de expressão e rugas, devido à redução da elasticidade da pele, à falta de pigmentação e à recuperação mais lenta dos efeitos do sol.

 

Além do sono, envelhecer, ter estresse e exposição aos fatores ambientais também acumulam detritos nas células da pele, o que dificulta este processo de purificação.

 

O Daily Mail ainda listou algumas informações sobre o sono. Confira:

 

- A quantidade de horas de sono deve ser suficiente para a pessoa acordar descansada. O número ideal costuma ser entre 7 e 8 horas, mas fatores genéticos fazer esta quantidade variar, ficando entre 4 e 10 horas. Além disso, mulheres tem 75% mais chances de terem problemas de sono do que os homens.

 

- Especialistas dizem que não é possível fazer um treinamento para precisar de menos horas de sono e alertam que quem levanta ainda cansado é porque não tem uma boa qualidade de descanso.

 

- Médicos afirmam que ter um boa qualidade de sono ajuda a proteger o sistema imunológico e prevenir contra gripes e resfriados, além de ajudar a ter uma alimentaç&at